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Em 1941 fundou o "Collegiate Chorale”, que ficou famoso pela sua integração racial. Em 1945 o grupo executou a Sinfonia Coral, de Beethoven, com a Orquestra Sinfónica da NBC, dirigida por Arturo Toscanini, que, na altura, afirmou: “Em Robert Shaw encontrei, finalmente, o maestro de que tenho andado à procura”. Em 1949 o maestro fundou o “Coro Robert Shaw”, grupo com o qual visitou 30 países, em digressões patrocinadas pelo Departamento de Estado Americano.
Em 1953, Robert Shaw foi nomeado director musical da Orquestra Sinfónica de San Diego, posição que ocupou durante 4 anos. Depois disso, dedicou-se, novamente, aos estudos. Com George Szell estudou direcção de orquestra e foi seu assistente, na Orquestra de Cleveland, durante 11 épocas. Entre 1967 e 1988 foi director musical e maestro da Orquestra Sinfónica de Atlanta.
Robert Shaw morreu em New Haven, Connecticut, no dia 25 de Janeiro de 1999.
No dia 15 de Julho de 1933 nasceu, em Londres, o guitarrista inglês Julian Bream, um dos mais importantes guitarristas clássicos do séc. XX e responsável pelo renovado interesse popular pelo alaúde do período renascentista. Cresceu num ambiente musical: o seu pai tocava guitarra em bandas de jazz e o jovem Bream ficava impressionado ao ouvir o guitarrista Django Reinhardt. Com muito tenra idade já tocava numa pequena guitarra espanhola, acompanhando música de dança, que ouvia na rádio. Só aos onze anos é que teve uma guitarra a sério, oferecida pelo pai no dia do seu aniversário.
Em 1947, com apenas 13 anos, Julian Bream deu o seu primeiro recital de guitarra, em Cheltenham. Estudou no Royal College of Music desde os 12 anos. Saiu em 1952 e foi recrutado para o exército. Seis meses depois conseguiu entrar para a Banda de Artilharia Real. Depois de sair do exército, Bream prosseguiu a sua carreira como guitarrista, tocando por todo o mundo, incluindo digressões anuais nos Estados Unidos e na Europa.
No dia 4 de Março de 1678 nasceu, em Veneza, o compositor italiano Antonio Vivaldi. O pai era barbeiro mas era, também, um talentoso violinista. Ajudou-o a iniciar uma carreira no mundo da música e foi responsável pela sua admissão na orquestra da Basílica de São Marcos, onde se tornou o maior violinista do seu tempo.
Em 1703, Vivaldi tornou-se padre. Chamavam-lhe “il prete rosso” (o padre vermelho) por ser sacerdote e ter o cabelo ruivo. Um ano depois de ter sido ordenado, foi dispensado de celebrar missa, devido à sua saúde fragilizada. Aparentemente sofria de asma. Vivaldi voltou-se, então, para o ensino de violino num orfanato de raparigas, em Veneza, chamado “Ospedale della Pietà”. Pouco tempo após o seu início nestas novas funções, as crianças ganharam-lhe apreço e estima. Compôs para elas a maioria dos seus concertos, cantatas e música sacra.
No orfanato, desempenhou diversos cargos, interrompidos apenas pelas suas muitas viagens e, em 1713, tornou-se responsável pelas actividades musicais da instituição. António Vivaldi foi realmente um compositor prolífico: compôs 770 obras, entre as quais 477 concertos e 46 óperas. Apesar de os seus detractores o acusarem de fabricar música como quem fabrica pão, foi na sua época muito admirado pelo público e pelos peritos, entre os quais Johann Sebastian Bach. É sobretudo conhecido popularmente como autor dos concertos para violino e orquestra “As quatro estações”.
Em 1705 foi publicada a primeira colecção dos trabalhos de Vivaldi. Muitos outros se lhe seguiram. Tal como aconteceu com tantos compositores da época, Vivaldi, terminou a sua vida na pobreza. Faleceu em Viena, no dia 28 de Julho de 1741. Foi-lhe dada uma sepultura anónima, de pobre. No seu funeral foi cantada a missa de Requiem, na qual o jovem Joseph Haydn terá cantado, no coro.
Mas umas décadas após a sua morte a sua música caiu no esquecimento. O estilo genuinamente barroco de Vivaldi não resistiu à ‘coqueluche’ do classicismo. A maior parte do seu repertório só foi descoberta na primeira metade do século XX, em Turim e Génova, e publicada na segunda metade. Hoje é recordado por todos os públicos e tocado por todas as orquestras – e não só as suas “4 Estações”…
No dia 23 de Dezembro de 1934 nasceu em Pádua, na Itália, o maestro Claudio Scimone. Obteve reputação internacional como musicólogo e como maestro. Reavivou muitas obras do barroco e da renascença e gravou mais de 150 títulos, muitos deles estreias mundiais, e ganhou numerosos prémios, incluindo o Grand Prix du Disque, da Academia Charles Cros. Foi o fundador do grupo I Solisti Veneti e é maestro honorário da Orquestra Gulbenkian, de Lisboa. É notável a sua revisão e publicação das obras de Vivaldi. Entre elas a ópera Orlando Furioso, que dirigiu e gravou, em estreia mundial, em 1977, com Marilyn Horne e Victoria de Los Angeles. Entre as suas inúmeras gravações encontram-se mais de 250 obras de Vivaldi.
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