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Para impedir o desenvolvimento do programa nuclear militar do Irão os US não hesitarão em atacar o Irão em conjunto com Israel.
"O Presidente dos Estados Unidos afirmou hoje que não hesitará em atacar o Irão para o impedir de fabricar armas nucleares, mas advertiu que "falar demasiado de guerra" só ajuda o regime e faz aumentar o preço do petróleo.
Barack Obama, que discursava no principal ‘lobby' pró-Israel dos Estados Unidos, sublinhou que o Irão ainda pode escolher a via diplomática para resolver o conflito em torno do seu controverso programa nuclear."
Israel tem repetido que fará um ataque unilateral se não for acompanhado pelos US.
Entretanto, vêm a lume as discordâncias entre as duas figuras cimeiras do regime Iraniano o que poderá indicar que as pressões externas podem estar a fracturar a coesão interna do país.
A Coreia do Norte está disposta a trocar comida pelo seu programa nuclear. Como há muito se sabia a Coreia do Norte é uma feroz ditadura que vive da propaganda e das suas marchas militares e dos seu espectáculos para Ocidental ver.
Como em todos os regimes cuja economia não funciona em modelo social de mercado, o país não produz o suficiente para alimentar o seu povo. É só mais um exemplo a juntar aos de Cuba, e ex - URSS.
Os planos da economia centralizada e o planeamento Estatal não correspondem às necessidade primárias da população.
"A Coreia do Norte aceitou suspender o seu programa nuclear e os Estados Unidos comprometem-se a fornecer ajuda alimentar. A informação foi hoje divulgada pela agência de notícias oficial da Coreia do Norte e pelo departamento de Estado norte-americano.
A decisão resulta das conversações que representantes dos dois países mantiveram na semana passada em Pequim.
A Coreia do Norte aceitou "uma moratória sobre os ensaios nucleares, os lançamentos de mísseis de longo alcance e as atividades de enriquecimento de urânio em Yongbyon e autorizar a Agência Internacional de Energia Atómica a fiscalizar a moratória sobre o enriquecimento de urânio", declarou um porta-voz da diplomacia à agência oficial norte-coreana KCNA.
Por seu lado, os Estados Unidos comprometem-se a fornecer 240 mil toneladas de alimentos e a avaliar uma ajuda suplementar. Segundo o regime norte-coreano, os norte-americanos aceitaram também avaliar o levantamento das sanções e o fornecimento de centrais elétricas à Coreia "
A realidade não deixa margens para dúvidas!
Ninguém liga nenhuma mas a verdade é que os Estados Unidos estão preparados para dar luz verde a Israel. Por enquanto há que dar tempo para ver se as sanções contra o Irão fazem ou não mossa a um país que já está em má situação económica e política. É, claro, que não serão estas sanções que vão fazer que as autoridades abandonem o programa nuclear e é precisamente isso que americanos e israelitas esperam para atacar.
Basta um ataque limitado para atrasar uma década o programa e para ter esse resultado não é necessário o envolvimento de tropas no terreno.
"A Casa Branca quer ver as sanções a funcionar. Isto não é a Casa Branca dos tempos de Bush. Não precisamos de outro conflito", disse um responsável, conhecedor da política do Médio Oriente. "O problema é que os tipos em Teerão estão a comportar-se como se as sanções não tivessem importância, como se a economia deles não estivesse à beira do colapso, como se Israel não fosse fazer nada."
Isto já não é o tempo de Bush...
A III Guerra Mundial está a caminho e os sinais são óbvios com a tensão entre o Irão e Israel e o cerco militar que, paulatinamente, os Estados Unidos estão a montar à China, tal como fizeram à ex- URSS!
"Mas temos de considerar seriamente o facto de que este destacamento de tropas é o maior da história mundial. Estamos a assistir ao envio de forças navais, homens, sistemas de armamento de ponta, controlados através do comando estratégico norte-americano em Omaha, Nebrasca, e que envolve uma coordenação entre EUA, NATO e forças israelitas, além de outros aliados no golfo Pérsico (Arábia Saudita e estados do Golfo). Estas forças estão a postos. Isto não significa necessariamente que vamos entrar num cenário de terceira guerra mundial, mas os planos militares no Pentágono, nas bases da NATO, em Bruxelas e em Israel, estão a ser feitos. E temos de os levar muito a sério. Tudo pode acontecer, estamos numa encruzilhada muito perigosa e infelizmente a opinião pública está mal informada. Dão espaço a Hollywood, aos crimes e a todo o tipo de acontecimentos banais, mas, no que toca a este destacamento militar que poderá levar-nos a uma terceira guerra mundial, ninguém diz nada. Isso é um dos problemas, porque a opinião pública é muito importante para evitar esta guerra. E isso não está a acontecer, as pessoas não se estão a organizar para se oporem à guerra.
Especialistas militares já não têm dúvidas, a guerra para impedir que o Irão chegue à bomba nuclear já começou. De forma limitada, atrasando o programa eliminando cientistas-chave e ou estruturas nucleares.
"Especialistas militares avaliaram, nesta quinta-feira, que a guerra entre o Irã e os EUA já começou, a julgar pelo movimento de tropas na região e os últimos acontecimentos no cenário montado pelas nações ocidentais no Golfo Pérsico. Fontes ouvidas pela agência espanhola de notícias RicTV atestam que, agora, “é apenas uma questão de horas para o início do conflito armado”. A morte do cientista iraniano em um atentado foi, segundo analistas, um ponto decisivo para o agravamento do quadro de confronto entre as forças norte-americanas, israelitas e do Irã."
O assassinato de um cientista esta semana no próprio país mostra que há forças Israelitas no interior do Irão! Para o ocidente e principalmente para Israel um Irão com capacidade nuclear é um pesadelo.
Nos US foram criados 1,6 milhões de empregos em 2011, dos quais 200 000 em Dezembro. A continuar com este ritmo os republicanos vão ter muitas dificuldades para impedirem a reeleição de Obama. Acresce que entre os Republicanos a direita religiosa e a extrema direita xenófoba mete medo a muita gente.
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O grande motor da criação de emprego foi o sector privado, já que no sector público os números mantiveram-se mais ou menos iguais em Dezembro e em todo o 2011 extinguiram-se 280 mil postos de trabalho. Mais um sinal de que a economia norte-americana parece estar a recuperar o seu dinamismo. Em Dezembro, o sector privado ganhou mais 212 mil empregos, acumulando 1,9 milhões em todo o ano.
“Os números reforçam a perspectiva que a recuperação dos EUA ganhou momentum à medida que 2011 se aproximava do fim. Também estão a aumentar as esperanças para 2012”, afirmou a analista da BBC, Michelle Fleury."
Lá como cá a grande esperança está no sector privado.
O acordo a que Republicanos e Democratas chegaram é dramático para Obama. Quem está na oposição é que ganhou o braço de ferro.
"Num artigo de opinião publicado no New York Times, Krugman considera que quem sai derrotado destas negociações não são apenas os Democratas: "Aquilo que os Republicanos acabaram de conseguir põe em causa todo o nosso sistema de governo. Acima de tudo, como pode a democracia americana funcionar se um qualquer partido que estiver mais preparado para ser implacável, para ameaçar a segurança económica do país, pode ditar a política? A resposta é, talvez não possa".
E, os imensamente ricos, lá continuam com os impostos mais baixos que os que se levantam todos os dias para trabalhar.
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
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