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No site da Universidade.

"A ideia de criar os Livros LabCom nasceu na sequência da criação e manutenção da Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação (BOCC), onde estão disponíveis diversos artigos de investigação", explica João Canavilhas, professor universitário e um dos responsáveis pelos Livros LabCom. "Para nós, o conhecimento só faz sentido quando é partilhado."

Seguindo a filosofia de não produzir livros para ficarem guardados numa estante, a unidade de investigação criou um site onde disponibiliza todos os livros por si publicados. As obras estão em formato PDF e acessíveis através de um download simples e gratuito. "Pareceu-nos que era uma fantástica ferramenta para fazer chegar o conhecimento ao mundo", adianta João Canavilhas.

Estudantes, professores, investigadores ou meros curiosos podem aceder à página e descarregar as obras. É possível encontrar livros sobre Jornalismo, Cinema, Marketing, Publicidade e Arte. "Qualquer livro que está no site, tem uma maior distribuição e circulação do que qualquer outro livro de comunicação impresso", admite João Canavilhas.

A verdade é que, no último ano, o site recebeu 40 mil visitantes e registou 80 mil downloads. Para todos aqueles que continuarem a preferir o formato em papel, o LabCom Livros tem também disponível o valor das obras e serve como canal para a realização da encomenda. O objetivo é simples: tornar o acesso ao

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/livros-gratuitos-no-site-da-universidade-da-beira-interior=f710463#ixzz1rTeeEbjW

Estas notícias dão força para continuar.

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publicado às 20:06

A UBI, tal como já acontece noutras universidades portuguesas, tem um "ninho" de empresas de se lhe tirar o chapéu, reconhecidos internacionalmente.

Jovens talentos, após desenvolverem grandes ideias, voltam-se para o empreendorismo, arrancam com as suas próprias empresas e lançam-se para o mercado.

A empresa Waydip, criada na Universidade da Beira Interior (UBI), na Covilhã, foi selecionada como uma das 50 novas firmas mais inovadoras do mundo, num concurso da Kauffman Foundation.

Se o Álvaro, da economia, apoiar esta empresa e todas as outras que nascem como cogomelos no país pelas mãos destes jovens brilhantes, já mereceu ter deixado o frio do Canadá e ter voltado ao sol de Portugal! Não te deixes aprisionar, Álvaro, pelos mesmos de sempre, os que fazem negócios com o estado, não exportam, não fabricam bens transaccionáveis...

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/empresa-da-covilha-da-cartas-a-nivel-mundial=f683432#ixzz1c1aFqGFD

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publicado às 15:00


A maior lavandaria do mundo ameaça falir

por Rolf Dahmer, em 03.10.11

“Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares“

1º Irritam-me este tipo de notícias onde confundem milhares de milhões, ou seja, 300 mil milhões de francos suiços (300.000.000. 000), com milhões (201.000.000 de dólares). Além disso, em português de Portugal 1 bilião significa mil vezes mais que a soma indicada, ou seja, 300.000.000.000.000 – 1 bilião é um 1 com doze zeros. Este número até seria grande demais para a Alemanha e mesmo muito difícil de digerir para os EUA.

2º A Suiça pura e simplesmente está a perder importantes clientes que por um lado vêem o sigílio bancário a tremer e que são orioundos de países em forte declínio – EUA, França, Alemanha e muitos outros – que pensam que é obrigando aos suiços a diluir o seu segredo bancário podem travar o fluxo dos dinheiros de fuga, maioritaiamente ao fisco. Se os países em declínio agissem em vez de reagir, voltando a ganhar atracção para os seus nacionais, o fluxo de capitais de fuga fiscal e não só seria travado paulatinamente, acabando por caír em valores residuais.

Infelizmente todos, em vez de começar a agir, insistem em atiçar a espiral negativa – até que um dia a própria troika precisar de ajuda externa. Não estou “sendo irônico”. Bom, já sabem: “Querendo o bom, criam o caos”

Rolf Dahmer

«A MAIOR LAVANDARIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR!

A Suíça estremece.  Zurique alarma-se.  Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes.

Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.

Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço. O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama. O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.

A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.  O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.

Os suíços, então, passaram os nomes. E a vida bancária foi retomada tranquilamente. Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.

Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais! O banco protestou.  A Suíça está temerosa.

O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.

Mas como resistir?   A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.   Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido.  O segredo bancário suíço não é coisa recente.

Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.

No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das

calamidades humanas. Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.

Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.  E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.

O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.

Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.

Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.

O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental.  Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve

macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...

Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa? Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?

Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?

Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?  Tudo lá ficou para sempre e em segredo...

Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.

Na mini cúpula europeia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado)  chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.

"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.

No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias.

Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.

Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.

Hoje, estamos em crise.  Viva a crise!!!

Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.  Hoje ele é presidente.  É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a

fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.

Nos anos 30, os americanos conseguiram caçar Al Capone. Sob que pretexto?

Fraude fiscal !!!

Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!»Haja coragem! Grande Obama. Era bom que tivesse  o apoio necessário de outros países.

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publicado às 22:00


52 frequências depois

por Rogério Costa Pereira, em 11.06.11

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publicado às 06:00


10/11/12 de Junho

por Rogério Costa Pereira, em 11.06.11

UBI

25º/26º/28º no Algarve, 26º/29º/29º lá fora, nas terras da reforma agrária do Cavaco. 96 frequências para ver cá em casa. Está calor.

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publicado às 02:42


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