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Devagar, devagarinho, vêm a lume os detalhes picantes da preparação da comunicação fatal do primeiro ministro sobre a medida da TSU. Nesta história indecorosa, é evidente a construção de uma narrativa com a intenção de entalar os ministros do CDS-PP que não podiam sair pior na fotografia, e de mostrar que foram os ministros do PSD que levantaram dúvidas quanto à medida. Esta história não vai acabar assim....
À medida que o tempo passa, mais se confirma que a medida relativa à alteração da TSU apresentada por Passos Coelho foi não só tratada com os pés, como se tratou de uma medida mal preparada e mal estudada, decidida no secretismo dos gabinetes, imposta como facto consumado ao país, uma prepotência de quem julga que não tem de dar satisfações a ninguém, nestes tempos de emergência nacional. O homem de Massamá, que cultiva o narcisismo do homem modesto para enganar parolos, não passa de um servidor fanático dos desígnios da senhora Merkel e dos interesses dos credores. Afinal há mais gente a apresentar propostas.
Já todos percebemos que Paulo Portas estava à espera de passar entre os pingos da chuva na questão da TSU. Simplesmente, tal como a restante troika nacional constituída por Passos/Borges/Gaspar, nunca lhe passou pelos cínicos neurónios, que as manifestações ocorridas por todo o país, tivessem um impacto com a dimensão de uma sublevação pacifica. Estupefacto perante o vigor da recusa e a determinação dos portugueses, veio contar uma história patética muito mal amanhada, assim de-va-ga-ri-nho, em modo à la Gaspar, a ver se os portugueses se condoiam da sua sorte. Pode tirar o cavalinho da chuva. A manobra em jeito de desculpa patrioteira de tentar convencer-nos de que " não bloqueou a decisão porque isso seria trágico para Portugal" é além de cínica, facilmente desmontável. Se a própria troika veio dizer que não a exigiu, a medida só é explicável como um expediente de vingança manhosa por parte de Passos e Gaspar, lívidos pela decisão do Tribunal Constitucional relativamente aos cortes dos subsídios na função pública, de pensionistas e reformados. Portas tentou passar a ideia de que a TSU não era um imposto, logo estaria salvaguardada a posição que durante todo o verão deixou passar para a opinião pública de que não aceitaria mais aumentos de impostos. Maior cinismo e falta de respeito intelectual pelos portugueses é difícil encontrar.
imagem: Manifestação 15 de Setembro, Marisa Vieira, retirada do facebook.
Trabalhadores de países desenvolvidos não têm subsídios de férias nem 13º mês.
Nem precisam deles, porque são bem pagos.
E são bem pagos porque as empresas patronais são pouco oneradas com o emprego.
O investimento estrangeiro 'foge' dos nossos encargos elevados.
E a Troika impôs (e os políticos portugueses aceitaram) uma redução significativa da TSU.
E essa redução beneficiaria também os empresários portugueses (sem irem para a Polónia).
E é preciso conjugar tudo isso com a sustentabilidade financeira da Previdência.
Pode optar-se por juntar estes fatores nos disparates que se têm alvitrado.
Mas
Pode também fazer uma 'Matemática Social'. Qualquer coisa como isto:
Agora, façam todos as vossas contas, se fazem favor.
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