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A roubalheira da TDT...

por Luis Moreira, em 11.05.12
Esta operação foi um tremendo negócio para a PT.
Curiosidade: Alemanha tem 20 canais gratuitos; França tem 29 canais gratuitos; Espanha tem 20 canais gratuitos; Itália 27 tem canais gratuitos; Reino Unido tem 38 canais gratuitos.
O Governo podia ter incluído mais canais, mas não o fez para manter o negócio de alguns «tubarões»... e sabiam que os aparelhos foram distribuídos gratuitamente? Depois os grandes gestores destas empresas recebem "prémios de gestão" milionários!

 

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publicado às 09:00

Tudo começa porque " Bernardo Bairrão era administrador-executivo da TVI e publicamente contrário à privatização da RTP". Lembram-se dele o que foi convidado para o governo e desconvidado no dia seguinte? O que deu origem a estas guerras de aventais é o aparecimento de mais um operador no mercado. Tudo pode ser visto como um ajuste de contas entre a Ongoing e o Expresso ( as bruxas do Mário Crespo dizem que talvez não...)

Cá está o Estado metido até ao pescoço em mais um negócio, este com "secretas" e tudo à mistura, maçons e "maçonas", segredos passados para os jornais, mails pessoais, papel timbrado ...

E, eu a imaginar rituais, aventais e esquadros, compassos e gente séria e importante a reunir para analisar os grandes problemas do Universo!

Parece que há aí um livro do José Adelino Maltês "Dicionário da Simbiose" que desnuda a maçonaria em oitocentas páginas. É que temo que o estado ainda não tenha privatizado aquela barbearia que nacionalizou nos anos 70...

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publicado às 09:00

A obrigação da Televisão Digital Terrestre em Portugal é mais uma oportunidade perdida. Mais uma a juntar a tantas outras.
De forma resumida a história da televisão em Portugal é pautada pelos seguintes momentos: Nasce a ideia da RTP. Oliveira Salazar, dizem os livros, aparentemente era contra. Não fosse Marcelo Caetano, e outros, e talvez a história fosse diferente.
Depois de vários anos com um só canal, surge o segundo canal. Anos depois, e a par do movimento das rádios “pirata”  que se desenvolviam nos vários concelhos Portugueses surgem também várias tentativas/experiências de televisão de proximidade: Sul TV, TVN, TRL, etc. Sem sucesso. Não havia mercado publicitário diziam uns, não existiam frequências hertzianas suficientes acrescentavam outros, e outros concluíam que os poderes políticos locais poderiam “tomar” conta das emissões.
Num momento de desenvolvimento económico impar – em que vários acrescentam ter sido outra oportunidade perdida – nos finais da década de 80 e início da década de 90, nos Governos maioritários de Aníbal Cavaco Silva, os órgãos de comunicação social nacionalizados no pós-25 de Abril passam para mãos dos privados. Acresce o lançamento legislativo para a emergência das televisões privadas. Nasce a SIC, a TVI e pelo caminho fica a TV1. Na época uns duvidaram da capacidade do campo publicitário para suportar estes dois novos projetos televisivos.
Por ocasião do debate sobre a regionalização, entre 1994 e 1995, a ideia da existência de televisões regionais volta a debate, embora este tivesse sido inconsequente.
Desenvolvem-se as empresas de redes de distribuição de televisão por cabo. São lançados dois projetos de âmbito regional: o Canal de Notícias de Lisboa, que teve vida curta até a SIC tomar conta do projeto e criar o que hoje conhecemos por SIC Notícias, e a Norte Televisão, que entre polémicas e, pelo menos, um vídeo famoso no youtube, deu lugar ao que hoje conhecemos por RTP Informação. Outros canais surgem entretanto no cabo como o Porto Canal ou a Regiões TV, por exemplo, em que o local e o regional são a linha condutora inicial.
Quando a ideia da televisão digital terrestre (TDT) entra no vocabulário dos portugueses surge associada à ideia de surgimento de um quinto canal. Como sempre surgiram as questões da pequenez do nosso mercado publicitário para suportar mais um canal. A Telecinco e a ZON apresentaram-se a concurso. Os dois projetos falharam. A TDT avançava sem o “novo” canal.
O Governo atual avança com a ideia de reestruturar a RTP, e o serviço público, vendendo um canal. Por outras palavras: um dos canais da RTP passa a privado. Surgem novamente receios relativamente aos canais existentes e à pequenez do mercado publicitário. Também se pode ler que a RTP Informação devia ser encerrada.
Com a emergência da TDT o português continua a receber a mesma oferta televisiva e perdeu a oportunidade de: usufruir de um quinto canal, de aceder, por exemplo, aos canais de informação das estações portuguesas que emitem via cabo, e a todos os canais criados e mantidos pela RTP ou à Regiões TV.
Nada como olhar para o caso espanhol ou ter de lidar com situações menos claras para pensar no que somos e para onde queremos ir.

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publicado às 14:11

Como é que estão as televisões de câmaras atentas no local do "crime" meia hora antes de chegar a polícia? Adivinhação? Telepatia? Milagre? Nada disso.

Faxes, mails, telefonemas...não? É o que vem aí no jornal com fotografia e tudo.

Os únicos que acreditam em milagres somos nós os que já achamos isto tudo normal. Difama-se, faz-se um circo onde devia haver descrição, é tudo por acaso e não há promiscuidade nenhuma. A polícia "caça" ladrões e os jornalistas investigam.

Assim é que é! Caros amigos de jornada!

"O porta-voz da Direcção Nacional da PSP, comissário Paulo Flor, enviou a meia dúzia de jornalistas amigos um amável e-mail com timbre oficial. "

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publicado às 12:00


Os contribuintes que paguem a factura

por Francisco Clamote, em 22.11.11
O canal generalista que restar na órbita da RTP depois da venda de um dos canais não terá publicidade comercial, anunciou hoje o ministro Miguel Relvas.
O argumento de Relvas (“A ausência de publicidade é condição de uma exigência superior tanto nos conteúdos como na grelha do canal que se manterá na órbita pública”) é simplesmente ridículo, pois não faz o menor sentido.
Todavia, a decisão, que é uma clara cedência aos interesses dos operadores privados do audiovisual, não me surpreende, vindo de quem vem. Aliás, em boa verdade, até já era esperada. Não dizia eu, há dias, que o relatório do Grupo de Trabalho (GT) coordenado por Duque era um relatório à medida daqueles interesses? 
Como se comprova. De facto, o relatório não vale um chavo, como tem sido afirmado por múltiplas vozes, mas nele era feita a defesa da extinção da publicidade no canal público, ideia que o ministro Relvas, obviamente, aproveitou. Desconfio, aliás, que tenha sido com a finalidade de obter apoio para tomar essa medida que Relvas se deu à maçada de constituir o GT, desconfiança que tem suporte no facto de Relvas ter mandado para o lixo as restantes conclusões do relatório.
A inexistência de publicidade no serviço público significa que o peso da factura com o serviço público de televisão vai recair por inteiro sobre os contribuintes, em claro benefício dos operadores privados, como o companheiro Balsemão, que ficou, naturalmente, agradado com a decisão, mas que, mesmo assim, não agradece, pois quer mais: “Nas actuais condições do mercado publicitário, se aparecer mais um canal privado, as empresas privadas já existentes não aguentarão".  
Relvas só não lhe faz a vontade, porque andam por aí outros interesses que Relvas não pode deixar de salvaguardar. Alguém tem dúvidas?

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publicado às 18:31


Um relatório à medida

por Francisco Clamote, em 16.11.11
Apesar de surpreendido com a «aprovação do plano de sustentabilidade económica e financeira da RTP», o  Grupo de Trabalho para a definição do conceito de serviço público de comunicação social (GT) [reduzido após a saída de Felisbela Lopes, Francisco Sarsfield Cabral e João Vasco de Lara Everard do Amaral (que, pelos vistos, não são de tão boa boca quanto os restantes) a João Luís Correia Duque (o coordenador que, de comunicação social deve perceber mais ou menos o mesmo que eu) e a António Ribeiro Cristóvão; Eduardo Cintra Torres; José Manuel Fernandes; Manuel José Damásio; Manuel Villaverde Cabral e Manuela Franco) acabou por engolir aquela desconsideração, bastando-se com uma espécie de explicação do ministro Relvas e lá apresentou o seu relatório. Não sendo entendido na matéria, não vou apreciá-lo em profundidade. Deixo essa tarefa a especialistas como Arons de Carvalho, por exemplo, que já se pronunciou sobre o assunto. Tal facto não impede que deixe aqui um breve comentário  sobre algumas das propostas mais discutíveis.
A começar pela proposta de extinção, pura e simples, da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), como se a, por eles, bem-amada auto-regulação fosse o meio adequado e suficiente para evitar o desastre. É que já se sabe pelo que ocorreu noutros sectores, o financeiro, por exemplo, a que lindos resultados conduziu a auto-regulação.
Passando depois ao conceito de serviço público de comunicação social defendido no relatório constata-se que o GT: propõe a extinção da RTP Informação e da RTP Memória e a fusão da RTP Internacional e da RTP África; defende quanto "aos conteúdos noticiosos do operador de serviço público de rádio e televisão"  que  "sejam concentrados em noticiários curtos, (...)  limitados ao essencial e [que] recuperem o carácter verdadeiramente informativo, libertos da crescente dimensão subjectiva e opinativa no jornalismo", com a singular nota de conceber o serviço internacional como "um instrumento da política externa, devendo depender a definição do contrato-programa e seu financiamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros", conceito que já levou a que se rotulasse o relatório de "albanês" (Eduardo Pitta) e que, a tal propósito, já se tenha falado em "saudades da Albânia (Porfírio Silva).
Quanto a financiamento do serviço público, nada de publicidade, diz o relatório, pois não se pode cortar no bolo, destinado, por inteiro, segundo o GT, aos operadores privados do audiovisual. Esta malta, com destaque para sua alteza, o Duque, o famigerado Zé Manuel e Villaverde Cabral (os outros não conheço) não deixa os seus créditos de defensores do estado liberal, por mãos alheias. O Estado pode ser mínimo, mas, sem publicidade, lá terá que engordar, à custa do contribuintes, os operadores privados.
Neste sentido, bem se pode dizer que até parece que o relatório foi encomendado pelo sector sector privado da comunicação social, pois não há dúvida que é feito à medida dos seus interesses.

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publicado às 00:39


Firme convicção

por n, em 13.11.11

Embora não conheça os dotes vocais das restantes Pegadas, cada vez mais, tenho a segurança que se participássemos* em “A Voz de Portugal”, do canal do Estado, a Mia Rose, depois de fazer o que faz em 90% dos candidatos – carregar no botão a dizer EU QUERO -, ia dizer que eramos fantásticos, afinados, e com presença na voz.
Depois destes argumentos ia apontar para a sua cara bonita e para o seu belo sorriso como quem diz: Escolhe-me!

 

*não vamos participar

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publicado às 10:43

Cinco da manhã e Portugal fica a saber, via SIC Notícias, tudo o que de importante se passa no Mundo e em Portugal, através da síntese informativa. Para memória futura: uma peçazita mínima sobre o jogo do Olhanense – ficam as dúvidas se não seria um OFF2 - seguido de um TH (talking head) do Francisco Louçã, a defender, mais uma ideia de “esquerda” retirada talvez do popular jogo Monopólio, o “Imposto de Luxo”. Aconteceu mais alguma coisa no mundo e no país desde as 22h00 de ontem? Aparentemente não.

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publicado às 05:21


A tentar perceber isto

por n, em 28.09.11

Não deixa de ser engraçado ler que a Champions League deve ser Serviço Público de Televisão.

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publicado às 21:48


enta, ente, vente

por n, em 25.08.11

Dos últimos dias radiofónicos e televisivos ficou para minha memória futura: tuente, tuenta, tventa, tvente, tuventa, tuvent e tuvente.

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publicado às 13:39


"Funtastic life" personalizado*

por Rogério Costa Pereira, em 06.03.09



* troquei pelo "Caça e Pesca" .

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publicado às 23:22


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