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Depois de nada ter visto do muito que de mau aconteceu nos mercados financeiros os trabalhadores do Banco de Portugal merecem o prémio de, ao contrário dos outros funcionários públicos, receberem os subsídios de férias e Natal, pergunta João Palma Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.

""Será que o Banco de Portugal (BdP), depois de tudo o que se passou no sistema financeiro português, merece esse prémio [manter os subsídios]? Será que, se tivesse exercido sempre as suas funções de fiscalização com a independência que deve, a situação financeira - que todos estamos a pagar com os nossos sacrifícios - teria chegado ao que chegou? Não teria, com certeza", questiona João Palma, presidente do sindicato dos magistrados do Ministério Público, em entrevista ao "Sol", no dia em que se inicia o congresso dos magistrados em Vilamoura."

Mais um exemplo que cá no cantinho o mérito, os resultados, não contam. Cada um por si e segundo a força da respectiva corporação!

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publicado às 12:00


Semana de luta dos funcionários públicos

por Luis Moreira, em 27.02.12

Os sindicatos da função pública vão avançar para uma semana de luta. "Entre as medidas que mais diretamente atingem os funcionários públicos estão a redução dos salários, o corte dos subsídios de férias e de natal neste e no próximo ano, a redução das remunerações para os funcionários em mobilidade especial e a revisão do regime de trabalho.
A revisão do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas e as alterações à mobilidade no Estado, aliás, prometem marcar as próximas reuniões no Ministério das Finanças, durante as quais o Governo vai negociar com os sindicatos um conjunto de alterações em áreas como as remunerações, as progressões nas carreiras, as mudanças geográficas dos trabalhadores e o sistema de avaliação de desempenho dos funcionários públicos.

É uma verdadeira bomba relógio o que os vários governos e os sindicatos armaram na função pública. A diferença da massa salarial entre dois anos consecutivos para uma inflação de 2% e um crescimento do PIB a rondar os 1%, nunca é menor que 5/6%, devido às progressões automáticas e às promoções. Ora, os 3/4% de diferença, entre o aumento das despesas com o pessoal e a inflação (ou o crescimento do PIB ) não é sustentável . É esta a razão que leva a Troika a querer reduzir os salários dos trabalhadores portugueses entre 20 a 30%.

Só é pena que não pensem o mesmo para as remunerações do capital.

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publicado às 11:00

O concurso para professores vai ter novas regras.:

O Ministério da Educação anunciou hoje que mandou aos sindicatos a proposta de um novo regulamento de recrutamento de professores, com o qual pretende acelerar a substituição de professore e gerir melhor os recursos humanos.

A proposta, que começará a ser discutida no final do mês, prevê que um professor contratado que tenha horário incompleto possa preenchê-lo até 22 horas semanais se a escola em que dá aulas precise, por falta de outro professor doente ou de baixa.

O Ministério quer equiparar os professores de escolas privadas com contrato de associação aos de escolas públicas, dando-lhes acesso à primeira prioridade e aplicando "o princípio de igualdade por prestarem também serviço público de Educação.

Claro que, Mário Nogueira, já diz que é preciso é haver concurso e anual...isto é, manter tudo como sempre esteve!

A verdade é que à direita do PSD e à esquerda do PS há um feroz conservadorismo, dizem e propõem o que já diziam e propunham há trinta anos, nada mexe, nada muda...

Não é por acaso que os cidadãos votam como votam, ano após ano.

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publicado às 09:00


O senhor é palma e eu dou-lhe a minha alma...

por Luis Moreira, em 07.02.12

O presidente do sindicato dos magistrados públicos hoje, à saída de uma audiência com o Presidente da República, deixou cair que é necessário investigar o que os governos fazem. A jornalista perguntou-lhe se isso não era já feito pelo tribunal de Contas, mas o Dr Palma disse que não, atropelou-se, quem devia investigar, pressionou a jornalista, bem...e acabou por dizer que não dizia mais do que já tinha dito.

Eu aposto dobrado contra singelo que o visado é a Procuradoria Geral da República, há muitos assuntos que jazem no fundo das gavetas e os sindicalistas não dependem de nomeações governamentais. Se até nós que andamos ao "deus dará" em matéria de governação, intuímos que há por aí tanta porcaria, tanta cumplicidade, tanta parceria -público-privada em que o risco está todo do lado do Estado e os lucros do lado dos privados, o que saberão estes magistrados com acesso a denúncias, a processos, a contratos?

E, mais, se o Dr. Palma conseguir chegar a uma conclusão acabo por lhe dar o meu coração.

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publicado às 22:10


CGD - a justa repartição dos sacrifícios

por Luis Moreira, em 28.01.12

Os sindicatos conseguiram que a administração da CGD cedesse no que diz respeito aos subsídios compensando os trabalhadores com algumas medidas. É curioso porque são dos trabalhadores mais bem pagos no país, juntamente com a TAP ( em guerra) e o Banco de Portugal. E com um único accionista, o Estado!

"A aplicação das propostas apresentadas pela Febase, surge após a concentração de protesto de trabalhadores e reformados do Grupo CGD na quarta-feira passada e visa minimizar os prejuízos causados pelo corte dos 13.º e 14.º meses. "Procurámos minimizar as medidas gravosas para os trabalhadores e tem-se conseguido resultados que procuram amenizar esses cortes com soluções alternativas", acrescenta Rui Rio, realçando esperar que "corra tudo como o previsto e não haja inflexões".

A Febase (que agrega SBSI, SBN, SBC, STAS e SISEP, Sindicatos representativos no Grupo CGD) reuniu-se sexta-feira, dia 20, com a administração da Caixa, que se comprometeu a continuar a estudar algumas soluções com o objectivo de "minimizarem as dificuldades que o corte não expectável dos 13º e 14º meses implicam na vida dos trabalhadores".
Para os sindicatos da Febase estas soluções são "a demonstração de que vale a pena os trabalhadores não baixarem os braços e expressarem o seu descontentamento apoiando os Sindicatos nas iniciativas desencadeadas, como aconteceu na grande concentração de dia 25 - e da qual o STEC se excluiu".

Então é isto a justa repartição dos sacrifícios?

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publicado às 09:00


Guerra entre Centrais Sindicais

por Luis Moreira, em 19.01.12

Há uma guerra declarada da CGTP contra as declarações de João Proença que pode ouvir seguindo o link.

"A CGTP-IN decidiu já adoptar as medidas conducentes à apresentação de uma participação criminal contra o autor de tais declarações», lê-se num comunicado enviado à Agência Financeira pela intersindical.
A CGTP refere-se às afirmações proferidas esta quinta-feira por João Proença à Antena 1, dizendo que tinha sido «incentivado por altos dirigentes da CGTP-IN a negociar e assinar o acordo, uma vez que a Intersindical não o podia fazer».
Diz a CGTP que «tais declarações, para além de falsas, demonstram que perante o repúdio generalizado da opinião pública, o Secretário-Geral da UGT não olha a meios para tentar justificar um vergonhoso acordo de agressão aos trabalhadores».

João Proença diz que até a actividade sindical em Portugal estaria em causa se não fosse assinado o acordo! Do que não há dúvida é que a UGT espelha as hesitações a nível político do PS e a CGTP o repúdio total e completo deste acordo por parte do PCP e BE.

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publicado às 16:24

Bem sei que é controverso e que levanta foguetório mas ando cá na minha e, hoje, quando ouvi falar em falta de patriotismo acerca da decisão da Jerónimo Martins não pude deixar de pensar. Então e as greves que causam 2,5 milhões de prejuízo, que deixam apeados 2 milhões de passageiros numa empresa que já deve mais de 2 mil milhões de euros, é o quê? Há outra greve anunciada, a dos Portos que ameaça paralisar toda a actividade económica nacional especialmente as exportações, único motor económico que ainda funciona.

Já está marcada outra greve envolvendo todas as empresas públicas de transportes e todas para o mesmo dia, isto é, há a intenção de parar o país. O prejuízo é imenso, numa altura em que há tanto desemprego e tanta gente a viver mal. Patriotismo?

Ouvimos na Assembleia da República o PCP e o BE apoiarem as greves dos trabalhadores e ao mesmo tempo chamarem hipócrita ao Alexandre dos Santos. Em que ficamos? Os trabalhadores podem prejudicar o país e os empresários não podem fugir aos impostos?

Como se vê estamos perante mais um caso de jogo político, ideologia, o patriotismo não é chamado para estas decisões.

Infelizmente!

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publicado às 10:00


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