Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
O Financial Timesreconhece sinais positivos na situação portuguesa. Sob o título de "Doing Business in Portugal" ("Fazer Negócios em Portugal"), o Financial Times analisa sectores da economia como a construção, a banca, as privatizações, o trabalho, o turismo ou a energia.
"País prepara-se para vida depois da dívida" e "Grandes vendas constituem retirada irreversível do Governo" são outras análises do jornal à economia portuguesa, a última delas dedicada às privatizações, que "já conseguiram juntar quase 10.000 milhões de euros" e através das quais "se espera mais 7.000 milhões".
As privatizações são, no entanto, "uma das partes mais sensíveis da agenda governamental", refere o jornal.
Na terceira página, o FT diz que a as pressões externas facilitam as mudanças, refere que "pela primeira vez, há [em Portugal] uma vontade de fazer reformas estruturais e cita o ministro da economia, Álvaro Santos Pereira, afirmando que "todas as condições estão garantidas".
A situação de Portugal suscita na comunicação social mais prestigiada do mundo análises que balançam entre o optimismo e a reserva. Entretanto o FMI alerta para a austeridade a mais e incentiva o governo a não pressionar mais as famílias e as empresas. As exportações crescem a dois dígitos e as importações caem criando um supéravite (+- mil milhões de euros) há muito afastado das contas nacionais. É agora necessário avançar para o investimento nas empresas ligadas à exportação e à substituição de importações que produzem bens transaccionáveis.
Como também é evidente toda e qualquer reforma levanta um clamor daqueles que nunca governaram ou que governando nunca tiveram a coragem de lhes lançar as mãos. A reforma da saúde é exemplo disso, apearam Correia de Campos por querer introduzir reformas que todos os estudos revelam ser inevitáveis. Excesso de oferta, instalações e equipamentos subutilizados, milhões de euros deitados à rua todos os anos a remendar edifícios que são velhos conventos adaptados.
Quem está contra esta política? "Estamos a tornar a nossa economia mais competitiva, menos protegida, estamos a combater, como o primeiro-ministro também referiu, os setores mais protegidos, para tornarmos a nossa economia mais dinâmica. É isso que estamos a fazer", afirmou.
Não posso estar mais de acordo. Estes sectores protegidos absorvem as mais valias produzidas pelos outros sectores económicos através das rendas excessivas e das Parcerias Público Privadas . Operam no mercado interno a mais das vezes sem concorrência, com clientela garantida e com "over princing".
Para além de ser profundamente injusto onde está o mérito?
É preciso abrir estes sectores a uma maior concorrência, sem isso a economia não é saudável, diz Álvaro Santos Pereira. Há muito que muitos dizem o mesmo, são sectores que absorvem a maioria dos contributos dos outros sectores mais dinâmicos da economia.
Os sectores económicos protegidos pelo Estado, os negócios que secam o estado, os lóbies que não desarmam. O Pedro Guerreiro no Jornal de negócios:
Quando se fala em sectores protegidos e "rendas monopolistas" toda a gente pensa na EDP (como antes se pensava na PT). Toda a gente e a "troika", que trouxe o assunto na algibeira na actual visita. Mas o Governo, que antes bramia vigorosamente contra a empresa, besuntou-se na sua privatização e já fez uma nova proposta para amortizar o défice tarifário que protege os subsídios às eólicas e os contratos de longo prazo da EDP, e agrava em até 15% os subsídios às indústrias na cogeração. Traduzindo: o lóbi da EDP vence o da Galp (e o dos cimentos, pasta e papel e têxteis). O que pensa Pedro Passos Coelho disso?
Mas há mais, muito mais do que a energia nesse imenso sector de empresas que são ou foram beneficiados por contratos protegidos das volatilidades dos mercados e da concorrência. Há construtoras como a Mota-Engil, as concessionárias de auto-estradas como a Brisa, muitas criminosas parcerias público-privadas, SCUT e outras minas e armadilhas. Há falta de concorrência entre produtores e as grandes distribuidoras, como a Sonae e a Jerónimo Martins. Mesmo na banca, depois das desgraças agora visíveis nos créditos concedidos sobretudo no BCP e na Caixa, é preciso garantir que o novo crédito, se o houver, não tenha como destino solver as tesourarias dos mais influentes, mas sim salvar uma economia que está a ficar seca como um bacalhau ao sol.
Falta falar dos interesses protegidos no Estado. Incluindo as empresas públicas, precisamente aquelas que estão a drenar o crédito. No sábado, o "Público" mostrava: mais derrapagens em 2011 e incapacidade de cortar custos em 15%, como exigido. É escandaloso que nove meses depois de se lhes ter encostado a faca à garganta, haja empresas de transportes a correr atrás da cauda, fazendo muito pó sem sair do sítio. O que prova que elas só apresentarão planos de saneamento financeiro no último suspiro; e que têm cobertura política dos seus ministérios sectoriais (como a Economia) em desafio às Finanças. A derrapagem no sector dos transportes é maior que os salários que a função pública perde. É preciso dizer mais?
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...
Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...
Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...
Saudações da temporada, eu sou David e sou um hack...
MARTINS HACKERS have special cash HACKED ATM CARDS...
I wanna say a very big thank you to dr agbadudu fo...
Olá senhoras e senhores!O ano está acabando e esta...
God is great i never thought i could ever get loan...
I am Edwin Roberto and a construction engineer by ...