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No Negócios . Segundo o que percebo foram introduzidos nos contratos disposições que muito lucram aos privados sem qualquer contrapartida para o estado.
O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) tem em curso um inquérito por factos ligados à contratualização, renegociação e gestão de parcerias público-privadas (PPP) rodoviárias, para investigação dos crimes de participação económica em negócio, administração danosa, corrupção e tráfico de influências.
João Cravinho não tem dúvidas todos os que passaram pelo governo têm culpas no cartório.
"João Cravinho, ex-ministro das Obras Públicas, responsável pelo lançamento do conceito das SCUT (auto-estradas sem portagens para os utilizadores), declarou hoje à SIC Notícias que todos os partidos do eixo da governação - PS, PSD e CDS - têm responsabilidades nas PPP (Parcerias Público-Privadas).
"Em relação às PPP tem passado a noção de que tudo foi feito pelos outros, pelo Governo de José Sócrates, pelo governo de António Guterres, por mim, aqui estão oferecidos às feras os responsáveis, mas na realidade em matéria de decisões desse tipo de finanças públicas não há ninguém que eu conheça que se possa considerar virgem, porque todos os partidos, PS, PSD, CDS, a seu tempo e a seu modo, subscreveram PPP que hoje os partidos do Governo combatem como se nada tivessem a ver com o assunto", declarou João Cravinho.
E, é claro que há consciência que as PPP são maus negócios para o Estado!
Uma peça importante para se perceber que a dívida pública, contrariamente ao que procuram fazer crer, é resultado de criminosas transferências do erário público para os bolsos de uns quantos privados!
E é neste quadro que nos impõem sacrifícios (redução de vencimentos, etc., etc.)...
Um bom exemplo, bem demonstrativo de como a riqueza pode, em larga escala, ser transferida de muitos para uns poucos! Os montantes são impressionantes.
Revoltante, simplesmente revoltante!!!
http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/13427620/1
Diz a Comissão Europeia. E agora, sem as receitas das portagens como é que se pagam as auto-estradas?
O autarca de Aveiro, cujo concelho é atravessado pela A17 e a A 25 não esteve de modas e apresentou queixa em Bruxelas. E Bruxelas deu-lhe razão.
Os outros autarcas, naturalmente, irão atrás do seu colega depois desta decisão favorável.
Bruxelas considera que o pagamento de portagens "é uma intolerável indiscriminação" e um impedimento ao "direito de livre circulação".
"A Comissão enviou um parecer fundamentado a pedir que se alterassem as normas contrárias ao quadro legislativo comunitário e advertindo que, se tal alteração não se vier a processar, o Estado será processado no Tribunal de Justiça da União Europeia por incumprimento e violação de normas imperativas de direito comunitário", informou, na quinta-feira, o presidente da autarquia, Élio Maia.
Habituados a fazer o que dá na "bolha" aos nossos governantes, para quem os direitos da população não contam, somos advertidos frequentemente pelas autoridades europeias. Perante a mediocridade dos nossos políticos eu acho que esta perda de autoridade interna é uma coisa boa!
A aposta terá que ser nos transportes colectivos. Partiu-se da ideia errada que o preço dos combustíveis não subiriam. É justamente o contrário, subiram e é para ficar.
"A política de transportes em Portugal partiu do errado pressuposto de que o preço dos combustíveis continuaria a ser baixo e, por essa razão, a maior parte do investimento foi para a rodovia, que é o modo de transporte mais caro e menos eficiente. O que se passou nos últimos 15 anos é a demonstração que a política de transporte tem de ser alterada.
Foram investidos dezenas de milhares de milhões de Euros em infra-estruturas rodoviárias e o país ficou com um sistema de transporte dos mais caros da Europa o que tornou a economia menos competitiva.
Em 2001, um litro de gasóleo custava 0,65 euros. Em 2011, passados 10 anos, esse valor mais que duplicou. O salário mínimo, em 2001, era de 348 Euros e, em 2011, mal chegou aos 500 Euros.
Em muitas regiões de Portugal, devido à introdução de portagens nas ex-SCUT, as viaturas particulares passaram a pagar 8 a 9 cêntimos por quilómetro, o que corresponde a 8 a 9 Euros por 100 quilómetros (km). Equivale, em média, a pagar o dobro por cada 100 km antes das portagens. Comparando os preços de 2001 com 2011, passados 10 anos, então, uma viatura individual paga quatro vezes mais ou o dobro se não existir portagem!
O transporte rodoviário de mercadorias movimenta cerca de 97% do total nacional. Este sector, em Portugal, caracteriza-se pelo transporte por conta própria e no baixo nível de especialização o que o torna muito frágil perante a concorrência de grandes empresas internacionais especializadas neste ramo."
Esta classe política tem uma grande visão, faz o contrário do que se faz nos outros países, bastam meia dúzia de anos para se ver que erramos.
Mas estamos sempre a dar lições ao mundo! Temos autoestradas como ninguém!
Lembrei-me agora que na Piscina/Praia de Castelo Branco se paga. Em Abrantes julgo que também há uma junto ao Rio Tejo que também é paga. Presumo que em todo o interior do País onde haja, Piscina/Praia ou mesmo só piscina se tenha de pagar. Assim quem vive no interior e não tem dinheiro para ir á Praia paga; quem vive no litoral não paga. Onde está a Igualdade de tratamento dos cidadãos agora tão apregoada?
Arrecada-se mais uns milhões para dar ao tio Alberto João ou para fazer mais uma auto-estrada, as pessoas pensam duas vezes antes de saírem de casa e também se poupa, enfim ganhamos todos...
Foi publicado hoje, pela fresquinha. Calhou-lhe o cento e onze, talvez por referência ao número de pregos que estas regiões das Beiras já levam no caixão. Pode ser consultado aqui. Divirtam-se.
Diz Marques Mendes! Com a Mota- Engil, claro!
E logo a seguir revelou os custos para o país deste negócio. Em 2010 os encargos do Estado com aquelas duas concessões (a da Grande Lisboa e a do Norte – A7 e A11) “eram zero, a partir de 2010, a estimativa de encargos que o Estado vai ter com aquelas duas concessões será de 1,42 mil milhões de Euros”, revelou citando uma estimativa oficial da Direcção Geral do Tesouro). Ou seja, 281 milhões na Grande Lisboa e 1,139 mil milhões na do Norte.
“Assim se fez a gestão ruinosa e irresponsável de José Sócrates e Paulo Campos [ex-secretário de Estado das Obras Públicas]”, concluiu.
Só duas SCUTS vão custar ao estado 600 milhões, isto depois da renegociação das respectivas parcerias público privadas que, em vez de diminuir os encargos para o estado os aumentou.
Há casos e casos, evidentemente, mas há muita autoestrada que não faz falta nenhuma. Só em duas autoestradas com a introdução das portagens o tráfego caiu em 52% o que, mostra bem que as pessoas têm alternativas e não estão para pagar luxos.
As primeiras autoestradas tiveram um grande impacto na vida das pessoas mas, depois, foi dar à manivela das betoneiras para sustentar as construtoras, nada tiveram a ver com as necessidades do país.
Felizmente que se foi a tempo de impedir crimes iguais no TGV e no aeroporto, já temos o triste recorde de sermos o país com mais autoestradas por habitante . E, como está à vista de todos, estas parcerias não são negócios ( o negócio tem um risco associado) são rendas que estão fixadas. Se não há carros a passar nas autoestradas e a pagar portagens paga o estado os carros que faltam.
Um roubo!
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