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Pedido público de desculpas

por joao moreira de sá, em 28.09.12

Venho publicamente apresentar ao Estado Português o meu sincero pedido de desculpas pela falta de ética dos meus pais. Ambos consumiram recursos do Serviço Nacional de Saúde devido a terem ousado ter cancro e, se no caso do meu pai, que o superou, as passadas, actuais e futuras contribuições para a Segurança Social compensarão, assim o espero, o dinheiro que o Estado gastou para o tratar, a situação da minha mãe foi um despesismo inqualificável, visto ter vindo a falecer. Resta-me esperar que o que também ela descontou para a(s) SS e o que o Estado arrecadou em imposto sobre o tabaco que matando não se inibe de vender por não ir contra a ética, perfaçam montante suficiente para ressarcir o Estado e respectivo Serviço Nacional de Saúde pelo valor dos tratamentos que se vieram a revelar afinal um desperdício de recursos.

Lamento profundamente que a minha mãe tenha morrido de forma tão pouco ética e terei todo o prazer em devolver o montante recebido sob a forma de subsídio de funeral que neste momento sinto ter aceite de forma também pouco ética.
Sem mais,
O cidadão João

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publicado às 09:30

É com estas empresas que Portugal sairá da "apagada e vil tristeza". Empresas inovadoras capazes de competirem a nível global. Assente em tecnologia de ponta, a iSurgical3D ("spin off" da UMinho sediada no Ave Park das Taipas, Guimarães) deu um salto qualitativo, de reconhecimento mundial, rompendo com a tradicional técnica Ravintch, que implicava rasgar as cartilagens da caixa torácica para reparar a deformação e vai, até, mais longe do que os avanços propostos por Donald Nuss, na década de 1990. 

O grande avanço que falta dar é o reconhecimento por parte do país destas empresas, terminar o preconceito contra o lucro ( como se o milhão de euros que Mexia ganha na EDP e outros iguais fosse um salário...)

Terminar com a protecção às empresas do regime com quem o estado faz as ruinosas parcerias público privadas e que nada têm de inovação. Apoiar quem opera em concorrência.

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publicado às 17:00


Que o estado não chateie

por Luis Moreira, em 17.03.12

Que o estado não chateie, que o Presidente da Câmara não demore seis meses a responder a um pedido de reunião, que a Ordem dos Médicos não demore no exame de português que quer fazer a " renomado especialista em microcirurgia infantil"...

Isabel Vaz disse que "há uma grande oportunidade a nível de saúde porque está em cima da mesa uma directiva europeia que permite a escolha dos doentes a nível europeu". Segundo a gestora, Portugal encarou esta decisão como uma ameaça, mas "os privados vêem como uma oportunidade de ganhar o mercado europeu".
Para Isabel Vaz, Portugal "pode e deve saber ser um 'player' no turismo de saúde", mas tem de se saber posicionar nos mercados emissores de eleição.

"Não precisamos que o estado nos dê doentes, só precisamos que não chateie!

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publicado às 15:30

E, no entanto, a água vai chegando cada vez a mais pessoas, como a saúde e o restante saneamento básico.

Nos últimos 20 anos, mais de dois mil milhões de pessoas passaram a ter acesso a água potável, um número que permite cumprir o Objectivo de Desenvolvimento do Milénio, anunciou nesta terça-feira a ONU.

A meta, que deveria ser cumprida até 2015, era reduzir para metade o número de pessoas no mundo que não têm acesso a água potável. Hoje, graças a investimentos na melhoria de condutas e na protecção de poços, essa meta foi alcançada, revelou a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Apesar de todos os erros, da corrupção, da falta de solidariedade, o sistema político em que vivemos consegue oferecer um nível de vida nunca atingido na história da humanidade a tantas pessoas. Outros sistemas caíram fragorosamente porque não conseguiram corresponder à legítima ansiedade de as populações viverem uma vida melhor. O primeiro passo é produzir o suficiente no que este sistema se tem mostrado muito eficaz. O segundo passo é criar iguais oportunidades para todos o que não é ainda uma realidade. O terceiro passo é uma maior justiça e equilíbrio na distribuição da riquesa produzida o que está muito longe de se concretizar.

Mas a melhor defesa da Democracia e do Estado de Direito são estas duas mil milhões de pessoas que acederam ao saneamento básico e, com ele, a uma melhor saúde e a uma maior esperança de vida.

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publicado às 09:00


Drogas fazem-te isto...

por Luis Moreira, em 11.02.12

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publicado às 17:30


As urgências na saúde a preço de saldo

por Luis Moreira, em 13.01.12

O Grupo Trofa Saúde lançou uma campanha inédita. Baixar o preço da consulta nas urgências para 30 euros e, desta forma, concorrer com o SNS cujo preço é de 50 euros.

"Estas urgências podem ser low cost, incluindo no seu valor um raio X sem relatório, mas é preciso notar que os restantes exames e outros meios complementares de diagnóstico não têm qualquer desconto.
Estão também excluídas desta campanha promocional todas as pessoas que dêem entrada nos serviços de urgência vítimas de acidentes de trabalho ou de acidentes de viação, esclarece este grupo que tem cinco hospitais no Norte, numa nota à imprensa intitulada "Trofa Saúde associa-se aos portugueses num momento de crise e lança campanha".

Aí está, saldos, promoções, campanhas, tudo porque em Portugal há hospitais a mais, isto é desperdício, enquanto se vão construindo hospitais outros para terem doentes entram em "rebajas".

E não inclui outros exames e especialidades que serão chamados segundo as necessidades! A crise atiça a imaginação!

 

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publicado às 12:00


Milhões em equipamento médico no caixote

por Luis Moreira, em 18.07.11

Equipamentos deitados para o caixote do lixo, enquanto uns inovam e, por isso, são denunciados como se fossem uns criminosos, no IPO, é uma farturinha, compram-se os equipamentos e não se faz uso deles.

Quando se compram equipamentos destes é necessário haver pessoal técnico que saiba trabalhar com ele, pessoal qualificado que não existe em quantidade suficiente ou que as salas onde vão ser instalados tenham as condições exigentes necessárias. Como estes dois pressupostos não são verificados, compram-se os equipamentos e depois logo se vê.

E, da mesma forma que o médico do Hospital Garcia da Horta inovou e não ganhou nada com isso, só uma denúncia e um processo, estes senhores que deitam milhões de equipamento tão necessário para o lixo, ganham direito a uma notícia de rodapé.

Somos todos iguais, todos medíocres é esta a proposta que se faz neste país.

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publicado às 11:53


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