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No dia 19 de Abril de 1947 nasceu, em Paris, o maestro francês Yan Pascal Tortelier.

Vem de uma grande família de músicos franceses e é filho do violoncelista Paul Tortelier. Começou a estudar piano e violino aos quatro anos de idade e, aos catorze, obteve o primeiro prémio de violino no Conservatório de Paris. Continuou os estudos musicais com Nadia Boulanger e estudou direcção de orquestra com Franco Ferrara, em Siena, na Itália. Tornou-se depois maestro associado da Orquestra de Toulouse, ao lado de Michel Plasson.
De 1992 a 2003, Tortelier foi maestro permanente da Orquestra Filarmónica da BBC, da qual é, hoje, maestro laureado. Dirigiu regularmente as orquestras sinfónicas de Londres, Paris e Montréal, assim como as orquestras filarmónicas de Londres, São Petersburgo, Oslo, Los Angeles e Pitsburgo. Em 2009, foi nomeado maestro principal da Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo e é maestro convidado principal da Orquestra Nacional Juvenil da Grã-Bretanha.


Sinfonia dos Brinquedos, de Leopold Mozart
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: Yan Pascal Tortelier

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No dia 6 de Abril de 1929 nasceu, em Berlim, o compositor, pianista e maestro norte-americano André Previn.

Durante a sua juventude a família mudou-se para a Califórnia, nos Estados Unidos, onde Previn estudou composição com Mario Castelnuevo-Tedesco e Joseph Achron e direcção de orquestra com Pierre Monteux. Começou a trabalhar nos estúdios de Hollywood, como orquestrador e pianista, com apenas dezassete anos. Durante a sua carreira em Hollywood, Previn fez grandes amigos, entre os quais John Williams. Teve treze nomeações e venceu 4 Óscares da Academia de Hollywood, na categoria de banda sonora original. A partir de meados dos anos 60, começou a dedicar cada vez mais tempo à direcção de orquestra, acabando por abandonar Hollywood.
André Previn ocupou o cargo de director musical e maestro titular de várias orquestras na Inglaterra e Estados Unidos e é convidado habitual da Filarmónica de Viena, do Festival de Salzburgo e da Filarmónica de Nova Iorque. Nos últimos anos regressou a um amor antigo, o jazz, tendo já gravado vários discos daquele género musical. A sua lista de composições inclui um Concerto para Piano (para Vladimir Ashkenazy), uma Sonata para Violoncelo (para Yo-Yo Ma), e vários ciclos de canções. André Previn foi casado cinco vezes. Uma delas com Mia Farrow e a última com a violinista alemã Anne-Sophie Mutter, para a qual escreveu um concerto para violino. Divorciaram-se em 2006.


Início do 1º andamento do Concerto nº 24, para piano e orquestra, de Wolfgang Amadeus Mozart
Piano: Andre Previn
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: Andre Previn

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No dia 9 de Março de 2005 morreu, em New Alresford, o organista, professor e maestro inglês Meredith Davies, conhecido pelo suporte que deu à música inglesa, de compositores como Britten, Delius e Vaughan Williams.

Segundo filho de um eclesiástico, Meredith Davies nasceu em Birkenhead, no dia 30 de Julho de 1922. Aos sete anos começou a tocar violoncelo na Royal College of Music, em Londres. Algum tempo depois, começou a mostrar interesse pelo órgão e desempenhou cargos de organista e professor de órgão em várias catedrais e universidades.
O maestro Sir Adrian Boult encorajou-o a tornar-se maestro. Meredith Davies ingressou, então, na Academia de S. Cecília, em Roma, onde estudou direcção de orquestra, entre 1954 e 56. Dirigiu várias orquestras e várias obras, especialmente de compositores ingleses. Em 1982, foi nomeado Comandante da Ordem do Império Britânico.


Último andamento do Concerto para violino, de Frederick Delius
Violino: Yehudi Menuhin
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: Meredith Davies

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Frederick Delius – Compositor inglês

por António Filipe, em 29.01.13
No dia 29 de Janeiro de 1862 nasceu, em Bradford, no Yorkshire, o compositor inglês Frederick Delius, considerado uma das figuras mais significativas no renascimento da música inglesa no final do século XIX.

Filho de um industrial alemão, estudou em Londres e, após ter trabalhado na firma do pai, acabou por partir, em 1884, para a Florida, dedicando-se à música, nos tempos livres. Depois da sua estadia nos Estados Unidos, o pai finalmente concordou em deixá-lo prosseguir uma educação musical. Foi então estudar para o Conservatório de Leipzig, onde conheceu Edward Grieg, que o encorajou e do qual se tornou amigo para o resto da vida. A partir de 1897, Delius instalou-se definitivamente em Paris. Compôs numerosas obras, apesar da cegueira e da paralisia que o atingiram com tenra idade, devido à sífilis, obrigando-o a deslocar-se numa cadeira de rodas. Muitas dessas obras suscitaram interesse principalmente na Alemanha na primeira década do século XX. Só mais tarde alcançou reputação no Reino Unido.
Frederick Delius morreu no dia 10 de Junho de 1934, em Grez-sur-Loing, na França. O enterro foi pouco habitual: não houve padre, nem orações, nem música. Um ano depois, o seu corpo foi trasladado para a Inglaterra e, no dia 24 de Maio de 1935 realizaram-se novas cerimónias fúnebres, desta vez com a participação de um padre anglicano e de uma grande multidão e, depois do funeral, teve lugar um concerto por uma secção da Orquestra Filarmónica de Londres.


“A Song before Sunrise”, de Frederick Delius
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: Sir Thomas Beecham

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Artur Rodzinski – Maestro polaco

por António Filipe, em 01.01.13
No dia 1 de Janeiro de 1892, nasceu em Split, capital da Dalmácia, o maestro polaco Artur Rodzinski.

 Pouco tempo depois, o pai, de descendência polaca, regressou, com a família, a Lwów, na Polónia. Artur estudou música em Lwów e, depois, direito, em Viena, onde, simultaneamente, frequentou a Academia de Música.
Regressou a Lwów, onde assumiu o cargo de maestro do coro da Casa da Ópera, estreando-se, como maestro, em 1920, com a ópera “Ernani”, de Verdi. No ano seguinte dirigiu a Orquestra Filarmónica de Varsóvia e trabalhou na Casa da Ópera de Varsóvia. Enquanto visitava a Polónia, Leopold Stokowski ouviu Rodzinski a dirigir a ópera “Os Mestres Cantores de Nuremberga”, de Wagner. Exclamou: “Encontrei essa coisa rara, um maestro nato!” e convidou-o para dirigir a Orquestra de Filadélfia.
Entre 1925 e 1929 desempenhou o cargo de assistente de Stokowski, dirigiu a orquestra da Philadelphia Grand Opera e dirigiu o departamento orquestral do Curtis Institute of Music. De 1929 a 1933 foi director musical da Filarmónica de Los Angeles e, entre 1933 e 1943, desempenhou o mesmo cargo na Orquestra de Cleveland, transformando-a numa das mais importantes orquestras americanas. Em 1934 e 1937 também dirigiu a Filarmónica de Nova Iorque.
Rodzinski também desenvolveu a sua actividade na Europa, tornando-se no primeiro americano naturalizado a dirigir a Filarmónica de Viena, no Festival de Salsburgo, em 1936 e 1937. A pedido de Arturo Toscanini, foi encarregado, pela NBC, para seleccionar os músicos da nova Orquestra Sinfónica da NBC. Ensaiou rigorosamente a orquestra e dirigiu os seus primeiros concertos, em 1937, antes da chegada de Toscanini.
Em 1943 foi nomeado director musical da Filarmónica de Nova Iorque, mas demitiu-se em 1947, devido a divergências com a direcção. A Orquestra Sinfónica de Chicago tinha andado a “namorar” Rodzinski já há algum tempo e, agora, decidiu aceitar o cargo de maestro daquela orquestra, a começar com a época de 1947-48. Mas, novamente, divergências com a direcção resultaram na sua demissão depois da primeira época.
Depois de deixar Chicago, a sua saúde começou a deteriorar-se. As hipóteses de trabalho nos Estados Unidos ficaram bastante reduzidas e Rodzinski decidiu regressar à Europa, onde o seu estatuto de grande músico era reconhecido. Foi convidado a dirigir importantes produções, tais como, em 1953, a estreia, no Maggio Musicale Fiorentino, da ópera "Guerra e Paz”, de Prokofiev. Dirigiu no La Scala e trabalhou extensivamente na rádio italiana, dirigindo produções das óperas “Tannhäuser” e “Tristão e Isolda”, de Wagner, bem como Boris Godunov e Khovanshchina, de Mussorgsky.
Em 1955, assinou um contrato com a editora Westminster Records, para a qual gravou com a Royal Philharmonic Orchestra. As suas últimas gravações foram para a etiqueta EMI, em 1958.
Nesta altura, já a saúde de Rodzinski era muito frágil e foi avisado pelo médico que, se continuasse a gravar, poria em risco a sua vida. No entanto, regressou a Chicago, em 1958, para dirigir a ópera “Tristão e Isolda”, desta vez, com a Ópera Lírica de Chicago e a soprano Birgit Nilsson. O seu regresso foi triunfante, mas esta foi a sua última apresentação.
Artur Rodzinski morreu pouco tempo depois, no dia 27 de Novembro de 1958.


Cavalgada das Valquírias, da ópera “A Valquíria”, de Wagner
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: Artur Rodzinski

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No dia 29 de Agosto de 1972 morreu o compositor, maestro, teórico musical e professor francês René Leibowitz. Tinha nascido em Varsóvia no dia 17 de Fevereiro de 1913. Com 5 anos começou a estudar violino. A partir dos 9 anos começou a dar recitais de violino em Varsóvia, Praga, Viena e Berlim, mas, aos 13 anos, o pai decidiu acabar com a sua prematura carreira, já que queria que o filho tivesse uma vida normal e não a de um menino-prodígio. Mas nem por isso o interesse de Leibowitz pela música diminuiu. Continuou a praticar diariamente e começou a dirigir quando jovem estudante, em Berlim.
No início dos anos 30, do séc. XX Leibowitz mudou-se para Paris, onde estudou composição com Maurice Ravel, Schoenberg e Webern e direcção de orquestra com Pierre Monteux. Em 1937 estreou-se como maestro com a Orquestra de Câmara da Radiodifusão Francesa, na Europa e nos Estados Unidos. Em 1944 foi professor de composição e direcção de orquestra.
Muitas das obras da Segunda Escola de Viena foram ouvidas primeiramente em França, no Festival Internacional de Música de Câmara, organizado por Leibowitz, em Paris, em 1947. Leibowitz teve uma enorme influência no estabelecimento da reputação da Segunda Escola de Viena quer através da sua actividade como professor em Paris, depois da 2ª guerra mundial, quer através do seu livro “Schoenberg e a sua Escola”, publicado em 1947.
Como maestro, Leibowitz participou em muitos projectos de gravação. Um dos mais notáveis e conhecidos é o conjunto das sinfonias de Beethoven gravadas para o Reader’s Digest. Foram as primeiras a serem gravadas, seguindo as marcas originais do metrónomo, feitas por Beethoven. Ao escolher esta abordagem Leibowitz foi influenciado pelo seu colega e amigo Rudolf Kolisch. Além destas, fez muitas outras gravações para o Reader’s Digest.

Abertura Leonore nº 3, de Beethoven
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: René Leibowitz

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Georges Bizet – Compositor francês

por António Filipe, em 03.06.12

No dia 3 de Junho de 1875 morreu, em Bougival, perto de Paris, Georges Bizet, compositor francês da época do romantismo. Tinha nascido em Paris, no dia 25 de Outubro de 1838. O pai era professor de canto, e a mãe pianista e irmã do famoso professor François Delsarte. Aos nove anos foi admitido no Conservatório de Música de Paris. Em 1857 foi agraciado com um prémio oferecido por Jacques Offenbach pela ópera “Le Docteur Miracle” e obteve o Prémio de Roma, onde estudou durante três anos. Depois da sua estadia em Roma, voltou a Paris onde se dedicou totalmente à composição.
Em 1869, casou com a filha de Fromental Halévy, compositor com quem tinha estudado no Conservatório. Embora tenha sido mais famoso como compositor, foi também um grande pianista, elogiado por Franz Liszt, que o considerou um dos melhores executantes de toda a Europa. Bizet morreu de ataque cardíaco, no dia 3 de Junho de 1875, data do seu aniversário de casamento e pouco tempo depois de ter composto a sua imortal “Carmen”.


Prelúdio+Sur la Place, da ópera “Carmen”, de Bizet
Soprano: Maria Ewing
Tenor: Luis Lima
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: Zubin Mehta

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No dia 21 de Março de 1685 nasceu, em Eisenach, o organista e compositor alemão Johann Sebastian Bach. Embora pouco reconhecido na altura em que viveu tornou-se num dos mais famosos compositores da história da música ocidental. Só se tornou conhecido depois de Felix Mendelssohn, já no séc. XIX, ter divulgado a sua obra, até então bastante esquecida. Posteriormente, Hans von Bülow faz referência a Bach como um dos "três bês da música", sendo os outros dois Beethoven e Brahms, e considera “O Cravo Bem Temperado” como o Antigo Testamento da Música.
Uma das grandes características de Bach é o domínio de complexos e engenhosos contrapontos, como demonstra em obras como “O Cravo Bem Temperado” e “A Arte da Fuga”. Entre as obras corais de Bach destacam-se a “Paixão segundo São Mateus” e a “Paixão segundo São João”, escritas para as cerimónias de Sexta-feira Santa, e a “Oratório de Natal”, um conjunto de seis cantatas para uso na época do Natal.
Em 1708, Bach foi nomeado organista da Corte e, em 1714, director de orquestra na corte do duque Wilhelm Ernst, em Weimar. De 1717 a 1723, foi mestre de capela na corte do príncipe Leopoldo. A partir de 1723 e até à sua morte, foi Director Musical na igreja luterana de São Tomás, em Leipzig.
Depois de uma fracassada operação aos olhos, Bach foi ficando cego até perder totalmente a visão. Actualmente crê-se que a sua cegueira foi originada por diabetes. Johann Sebastian Bach morreu, em Leipzig, no dia 28 de Julho de 1750.


“Wachet Auf" da Cantata BWV 140, de Johann Sebastian Bach
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: Andrew Litton

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Jacques Ibert – Compositor francês

por António Filipe, em 05.02.12

No dia 5 de Fevereiro de 1962, faleceu, em Paris, o compositor francês Jacques Ibert. Tinha nascido, na mesma cidade, a 15 de Agosto de 1890. Começou a estudar música aos 4 anos, primeiro violino e, depois, piano. Foi na capital francesa que fez os seus estudos no Conservatório, de 1910 a 1914. Logo a seguir à 1ª grande guerra, em 1919, foi distinguido com o 1º Grande Prémio de Roma, pela sua obra “Le Poète et la Fée”. Este prémio permitiu-lhe continuar os estudos em Roma.
Durante a 2ª Guerra, Ibert passou tempos difíceis. Em 1940, a sua música foi banida pelo governo de Vichy e teve que se retirar para Antibes, no sul da França, e, mais tarde, para a Suíça. Em Agosto de 1944, regressou à cena musical da França, quando o General de Gaulle o chamou para Paris.
Durante quatro décadas, desde 1936 até que morreu, ocupou importantes cargos de direcção musical e artística: Director da Academia Francesa, na Villa Médici, em Roma, da Agregação dos Teatros Líricos Nacionais (que incluía a Ópera de Paris e a Opéra-Comique) e da Academia das Belas Artes.
Tendo composto mais de 60 peças para o cinema, músicas para teatro, bailado e ópera, Ibert foi um contemporâneo que cultivou e representou a tradição da arte francesa, com música eivada de elegância e humor, mas escrita com seriedade e rigor.


Flautista: James Galaway
Royal Philharmonic Orchestra
Maestro: Charles Dutoit

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