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Nicolai Ghiaurov – Baixo búlgaro

por António Filipe, em 13.09.13
No dia 13 de Setembro de 1929, nasceu, em Velingrad, na Bulgária, Nicolai Ghiaurov, considerado um dos melhores baixos do seu tempo e admirado pelo seu poder vocal e imponente voz.

Ainda criança, Ghiaurov aprendeu a tocar violino, piano e clarinete. Em 1949, começou a estudar música no Conservatório Estatal da Bulgária e, de 1950 a 1955, estudou no Conservatório de Moscovo. A sua carreira foi lançada em 1955, quando venceu o Concurso Internacional de Canto, em Paris e ganhou o primeiro prémio e uma medalha de ouro no Quinto Festival Mundial dos Jovens, em Praga. Estreou-se em 1955, como Don Basilio, na ópera “O barbeiro de Sevilha”, de Rossini, em Sófia.
Em 1961, Nicolai Ghiaurov apresentou-se ao lado da soprano Mirella Freni, pela primeira vez, em Génova, na ópera “Fausto”, de Gounod. Casaram-se em 1975 e foram viver para Modena, terra natal de Freni. No dia 8 de Novembro de 1965, Ghiaurov estreou-se no Metropolitan Opera, em Nova Iorque. Durante a sua carreira, também actuou no Teatro Bolshoi em Moscovo, na Ópera Estatal de Viena, no Royal Opera House e na Ópera de Paris. Faleceu no dia 2 de Junho de 2004.


Ária “La calunnia”, da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Rossini
Baixo: Nicolai Ghiaurov
Pianista: Rolando Nicolosi

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Ópera "O Barbeiro de Sevilha", de Rossini

por António Filipe, em 12.08.13
No dia 12 de Agosto de 1891, foi apresentada, pela primeira vez, no Teatro Nacional de Catania, em Itália, a ópera "O Barbeiro de Sevilha", de Rossini. A estreia absoluta tinha sido no Teatro Argentina, em Roma, no dia 20 de Fevereiro de 1816.

“O Barbeiro de Sevilha”, com libreto de Cesare Sterbini, baseado na primeira peça da trilogia com o mesmo nome, de Beaumarchais, é considerada a ópera bufa mais popular de todos os tempos. É também conhecida com o nome de “A inútil precaução”. A estreia, em 1816, foi um fracasso. A audiência fazia muito barulho e houve uma série de incidentes no palco, incluindo um gato que, a certa altura, decidiu atravessar o palco. No entanto a segunda apresentação foi mais bem recebida, tornando-se numa das óperas mais representadas da história.
A ópera é composta por dois actos e a acção tem lugar em Sevilha. Rossini era conhecido por ser muito produtivo, compondo uma média de duas óperas por ano. Houve mesmo anos em que escreveu quatro. Os musicólogos acreditam que “O Barbeiro de Sevilha” foi composta em menos de três semanas, embora alguns dos temas da abertura tenham sido emprestados de outras duas óperas que Rossini tinha escrito anteriormente.


Abertura da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Rossini
Simon Bolivar Youth Orchestra
Maestro: Gustavo Dudamel

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Guilherme Tell, de Rossini

por António Filipe, em 03.08.13
No dia 3 de Agosto de 1829 realizou-se no Théâtre de l'Académie Royale de Musique, em Paris, a estreia da ópera “Guilherme Tell”, de Gioachino Rossini.

“Guilherme Tell” é uma ópera em quatro actos, com libreto de Etienne de Jouy e Hippolyte Bis, baseado na peça com o mesmo nome, de Friedrich Schiller. Inspirada na lenda de Guilherme Tell, esta foi a última ópera de Rossini, embora o compositor tenha vivido durante mais quarenta anos.
A duração da ópera (cerca de quatro horas) e as exigências do elenco têm dificultado a sua produção. Quando isso acontece, sofre muitos cortes. Tem sido apresentada, tanto em francês como em italiano.
Na Itália, pelo facto de glorificar uma figura revolucionária contra a autoridade, a ópera “Guilherme Tell” enfrentou dificuldades com a censura e o número de produções foi limitado. Por outro lado, em Viena, e apesar dos problemas com os censores, teve 422 actuações, no Vienna Court Opera, entre os anos de 1830 e 1907.
Hoje em dia esta ópera é mais conhecida pela sua famosa abertura. O seu final, cheio de energia, é particularmente conhecido devido ao facto de ter sido usado no programa de rádio e televisão americano, “The Lone Ranger”. Alguns excertos da Abertura foram também usados em vários filmes e Dmitri Shostakovich faz-lhe referência na sua 15ª Sinfonia.


Abertura da ópera “Guilherme Tell”, de Rossini
Orquestra do Teatro alla Scala de Milão
Maestro: Riccardo Muti

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No dia 19 de Junho de 1825, realizou-se, no Teatro Italiano, em Paris, a estreia da ópera “Il viaggio a Reims”, do compositor italiano Gioachino Rossini. A soprano Giuditta Pasta interpretou o papel de Corinna.

É uma ópera em três actos, com música de Rossini e libreto de Luigi Balocchi, baseado, em parte, no romance Corinne, de Mme de Staël. Foi a sua última ópera em língua italiana (as suas últimas obras foram em francês) e foi patrocinada para celebrar a coroação do rei francês Carlos X, em Reims, no ano de 1825. A estreia foi interpretada pelas melhores vozes da época.
Uma vez que a ópera foi escrita para uma ocasião específica, Rossini nunca planeou que ela tivesse mais do que algumas apresentações em Paris. Mais tarde, usou metade da música na ópera “O Conde de Ory”.
Foi publicada em Milão, em 1938, numa revisão de Giuseppe Piccioli, que foi apresentada no Teatro alla Scala, no dia 5 de Novembro de 1938, dirigida por Richard Strauss.
As diferentes partes do manuscrito, que entretanto se tinham perdido, foram reencontradas e reconstruídas em 1970 pelo musicólogo Janet Johnson. Depois da reconstrução, foi apresentada no festival de Ópera de Rossini, em Viena, no dia 18 de Agosto de 1984, sob a direcção do maestro Claudio Abbado.
A estreia nos Estados Unidos realizou-se no dia 14 de Junho de 1986 no Teatro Loretto-Hilton, em St. Louis, no Missouri. Em 1992, teve várias interpretações no Royal Opera de Londres. Uma produção em Monte Carlo teve lugar em Novembro de 2005 e, em Janeiro de 2007, foi apresentada no Kennedy Center, em Washington, pela Ópera de Kirov. Em Novembro do mesmo ano foi produzida em Tel Aviv, pela Ópera de Israel, em 2010, na Cidade do Cabo e, em 2011, na Argentina.
Na temporada de 2011/2012, as mais recentes produções realizaram-se em Antuérpia, em Dezembro, onde a acção se desenrolou dentro de um avião Jumbo e, em Janeiro, no Teatro Comunale de Florença, onde foi apresentada num luxuoso spa do séc. XX.


Abertura da ópera Il viaggio a Reims, de Rossini
Orquestra Sinfónica Nacional da Radiotelevisão Italiana
Maestrina: Silvia Massarelli

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A Pega Ladra, de Rossini

por António Filipe, em 31.05.13
No dia 31 de Maio de 1817, estreou-se, no Teatro alla Scala, de Milão, a ópera “A Pega Ladra”, do compositor italiano Giochino Rossini.

“A Pega Ladra” é uma ópera semi-séria, em dois actos com libreto de Giovanni Gherardini, baseado em “La pie voleuse”, de Badouin d'Aubigny e Louis-Charles Caigniez. É célebre pela sua abertura e destaca-se pelo uso das caixas.
Rossini era conhecido pela rapidez com que compunha as suas obras e esta não foi excepção. Supostamente, o seu produtor teria sido obrigado a fechar Rossini num quarto, na véspera da estreia, para que ele concluísse a abertura. O compositor passava aos copistas, pela janela, cada folha da obra para que eles escrevessem o resto das partes orquestrais.
A ópera foi revista por Rossini para actuações posteriores em Pesaro, em 1818, no Teatro del Fondo, em Nápoles, em 1819, e no Teatro de São Carlos, também em Nápoles, em 1820. O próprio Rossini fez uma revisão à obra para ser executada em Paris, em 1866.
O compositor italiano Riccardo Zandonai fez a sua própria versão da ópera para uma apresentação em Pesaro, em 1941, e o maestro Alberto Zedda editou o trabalho original de Rossini, em 1979, para uma publicação da Fondazione Rossini.


Abertura da ópera “A Pega Ladra”, de Rossini
Orquestra Filarmónica de Viena
Maestro: Claudio Abbado

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A Italiana em Argel, de Rossini

por António Filipe, em 22.05.13
No dia 22 de Maio de 1813 estreou-se, no Teatro San Benedetto, em Veneza, a ópera “A Italiana em Argel”, de Gioachino Rossini. É um melodrama jocoso em dois actos, com o libreto em italiano de Angelo Anelli.

A ópera conta-nos a história de uma Italiana, Isabella, que, capturada por uma série de piratas turcos, se vê aprisionada, com o seu tio Taddeo, no palácio do Rei Mustafá. O Rei tinha-se cansado da sua mulher, Elvira, e ansiava por uma italiana que o contentasse. Isabella é precisamente o que Mustafá procura. No entanto, os turcos mantêm como escravo o italiano Lindoro, noivo de Isabella. Mustafá quer casar, à força, Lindoro com a sua mulher Elvira, de maneira a mandá-la para longe. Quando Lindoro se cruza com Isabella, os dois ficam atónitos e tudo fazem para continuar juntos. Após uma série de peripécias, Isabella e Lindoro, com a ajuda de Taddeo, conseguem levar a sua avante e Mustafá reconhece o seu erro e volta a aceitar Elvira.
A música revela uma poesia e uma graça pouco características de um compositor jovem e principiante como Rossini. Parece ter sido composta por um sábio compositor teatral. Nesta música há uma pequena armadilha: a inclusão da canção patriótica "Pensa alla patria", muito conhecida e apreciada na época e que tornou a ópera extraordinariamente popular, estando presente em quase todos os repertórios dos grandes teatros.


Ária "Pensa alla patria", da ópera “A Italiana em Argel”, de Rossini
Mezzo-soprano: Marilyn Horne
Maestro: James Levine

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Messa di Gloria, de Gioacchino Rossini

por António Filipe, em 24.03.13
No dia 24 de Março de 1820 teve lugar, na Igreja de S. Fernando, em Nápoles, a estreia da “Messa di Gloria”, de Gioacchino Rossini.

Esta obra foi composta seguindo a forma tradicional da missa católica, cujas primeiras duas orações são o Kyrie e a Gloria. Uma missa de Glória omite o Credo, o Sanctus e o Agnus Dei. A composição de Rossini divide o Kyrie em três partes. A Gloria preenche a maior parte da obra.
A parte final da “Messa di Gloria”, na realidade, não foi composta por Rossini, mas sim por outro compositor italiano, mais versátil no contraponto, chamado Pietro Raimondi. Não se sabe a razão pela qual Rossini sentiu a necessidade de pedir ajuda a Raimondi.


“Laudamus te” de “Messa di gloria”, de Rossini
Soprano: Anna Caterina Antonacci
Orquestra da Academia Nacional de Santa Cecília
Maestro: Salvatore Accardo

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Stabat Mater, de Gioachino Rossini

por António Filipe, em 07.01.13
No dia 7 de Janeiro de 1842 realizou-se, no auditório Salle Ventadour, em Paris, a estreia de Stabat Mater, de Gioachino Rossini.

Devido ao facto de Rossini ter sido, principalmente, um compositor de óperas cómicas, as poucas obras religiosas que escreveu são, por vezes, criticadas como sendo menos sérias. Esta não era, certamente, a intenção de Rossini, apesar das fortes tendências operáticas, especialmente, no Stabat Mater. De início, Rossini compôs só algumas das 10 secções que integram a obra. Devido a dores nas costas, reais ou estratégicas (Rossini não estava muito motivado, a princípio), o resto foi composto por Giovanni Tadolini, de Bolonha. O Stabat Mater foi interpretado com esta forma, em Madrid, em 1832.
No entanto, antes da obra ser publicada, Rossini conseguiu voltar ao manuscrito e reescreveu as secções de Tadolini. O Stabat Mater foi estreado em 1842, na sua forma definitiva. O poeta alemão Heinrich Heine, depois de ter assistido à sua interpretação, escreveu que o teatro parecia um “vestíbulo do céu”. A audiência comoveu-se profundamente com a beleza sombria da abertura e foi arrebatada pelas belas melodias dos andamentos seguintes.


Stabat Mater, de Rossini
Orquestra Filarmonia
Maestro: Carlo Maria Giulini

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Mado Robin – Soprano francesa

por António Filipe, em 29.12.12
No dia 29 de Dezembro de 1918 nasceu em Yzeures-sur-Creuse a soprano francesa Mado Robin.

 Tinha uma escala vocal excepcionalmente grande, o que lhe proporcionou um amplo repertório. Foi estrela de televisão e de rádio, nos anos 50, e era muito conhecida na França. Em 1954, foi a San Francisco para cantar Lucia e Gilda, e teve uma tournée na União Soviética com dezasseis concertos, em poucas semanas. Casou com Alan Smith, um inglês, que morreu logo a seguir à segunda guerra mundial, num acidente de carro.
Os seus colegas e parentes recordam-na como a mais doce e que menos se comportava como diva entre as cantoras. Em 1994, a Sociedade de Bel Canto lançou uma videocassete das suas actuações, intitulada "Mado Robin ao vivo”, que incluía as suas apresentações como Lakmé, Mireille, Rigoletto, Hamlet, O Barbeiro de Sevilha e Lucia di Lammermoor. Faleceu em Paris, no dia 10 de Dezembro de 1960, de cancro no fígado, poucos dias antes da interpretação nº 1500 de Lakmé no Opéra-Comique, evento que tinha sido organizado para comemorar o seu aniversário.


Ária “Io sono docile”, da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Rossini
Soprano: Mado Robin

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Tito Gobbi – Barítono italiano

por António Filipe, em 24.10.12

No dia 24 de Outubro de 1915 nasceu em Bassano del Grappa, na Itália, o barítono Tito Gobbi, que foi um dos mais famosos barítonos do século XX.Chegou a estudar direito na universidade de Pádua antes de se mudar para Roma para prosseguir a carreira lírica. Estreou-se em Gubbio, como Rodolfo em La Sonnambula, de Vincenzo Bellini. Foi contratado pelo Scala de Milão, em 1935, e passou a desempenhar papéis secundários, cada vez mais importantes, até 1942, quando foi, pela primeira vez, protagonista na ópera L'Elisir d'Amore, de Gaetano Donizetti. Após a Segunda Guerra Mundial, começou a actuar internacionalmente, em cidades como Estocolmo, Londres, San Francisco, Salzburgo e Chicago.
Estreou-se no Metropolitan em 1956, no papel que talvez tenha sido um de seus maiores sucessos de público: o Scarpia, da Tosca. Seis anos mais tarde, Gobbi participaria, neste mesmo papel, numa apresentação especial do segundo acto da ópera de Puccini no Covent Garden, ao lado de Maria Callas. Embora nenhum dos dois intérpretes estivesse ainda no auge da sua forma vocal, esta gravação tornou-se histórica por se tratar de um dos poucos registos em vídeo disponíveis da cantora, e acabou por contribuir de forma significa para a popularidade do barítono.
Tito Gobbi faleceu em Roma, no dia 5 de Março de 1984.


Ária “Largo al factotum”, da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Rossini
Barítono: Tito Gobbi

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No dia 4 de Outubro de 1815, estreou-se no Teatro S. Carlos, em Nápoles, a ópera "Elisabetta, regina d'Inghilterra”, de Gioachino Rossini. O papel principal foi interpretado pela futura esposa do compositor, a soprano espanhola Isabella Colbran.
“Isabel, Rainha de Inglaterra” é uma ópera em dois actos com libreto de Giovanni Schmidt, baseado na peça “O Pajem de Leicester”, de Carlo Federici. Rossini compôs “Elisabetta” utilizando várias melodias de outras óperas. A abertura, inicialmente escrita para “Aureliano em Palmira”, tornou-se famosa como a abertura de “O Barbeiro de Sevilha”.
A acção desta ópera passa-se em Londres, durante o reinado da Rainha Isabel I e é o primeiro projecto de Rossini no Teatro de S. Carlos de Nápoles, a mais importante sala de espectáculos da época. O famoso empresário Domenico Barbaja tinha preparado cuidadosamente o lançamento do compositor, que tinha apenas 23 anos: a um elenco de luxo, juntou cenários sumptuosos, desenhados pelo célebre arquitecto Antonio Niccolini.


Ária “Qant'è Grato All'alma Mia”, da ópera “Isabel, Rainha da Inglaterra”, de Rossini
Mezzo-soprano: Joyce DiDonato
Orquestra da Academia de Santa Cecília, Roma
Maestro: Edoardo Muller

 

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Hans Swarowsky - Maestro e professor húngaro

por António Filipe, em 16.09.12

No dia 16 de Setembro de 1899 nasceu em Budapeste, na Hungria, o maestro e professor Hans Swarowsky. Estudou direcção de orquestra com Felix Weingartner e Richard Strauss e, em Viena, teve aulas de composição com Arnold Schoenberg e Anton Webern. Herbert von Karajan convidou-o para ser o maestro principal da Ópera Estatal de Viena. Entre 1957 e 1959 foi maestro principal da Royal Scottish National Orchestra e, a partir de 1959, desempenhou o mesmo cargo na Orquestra Sinfónica de Viena. Durante muitos anos organizou “master classes” na Academia de Música de Viena, onde era chefe do departamento de direcção de orquestra, desde 1946.
Um grande número de jovens aspirantes a maestro participa, todos os anos, no Concurso Internacional de Maestros Hans Swarowsky, que se realiza em Viena. Entre os seus alunos figuram nomes famosos como Claudio Abbado, Jesús López-Cobos, Bruno Weil, Giuseppe Sinopoli e Zubin Mehta. Hans Swarowsky morreu no dia 10 de Setembro de 1975, em Salzburgo.


Abertura da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Rossini
Orquestra do Festival de Viena
Maestro: Hans Swarowsky

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No dia 29 de Fevereiro de 1792 nasceu, em Pésaro, o compositor italiano Gioachino Rossini, que compôs 39 óperas, assim como diversos trabalhos para música sacra e música de câmara. Recebeu as suas primeiras lições musicais do pai, que tocava trompa e trompete na orquestra local. O pai de Rossini simpatizava com a Revolução Francesa e deu as boas-vindas às tropas de Napoleão quando invadiram o norte da Itália. Isto tornou-se um problema quando os austríacos restauraram o antigo regime, em 1796. O pai de Rossini foi preso e a mãe foi para Bolonha com o filho, onde ganhava a vida como cantora nos diversos teatros da região.
Aos catorze anos, Rossini matriculou-se no liceu musical da cidade e apaixonou-se pelas composições de Haydn e Mozart, mostrando grande admiração pelas óperas de Cimarosa. Estudou violoncelo no Conservatório de Bolonha. Em 1807 é admitido nas aulas de contraponto do padre Stanislao Mattei.
Em 1810 abandonou o conservatório e seguiu para Veneza, onde estreou a sua primeira ópera, “La Cambiale di Matrimonio”. A visão de Rossini sobre recursos orquestrais não é geralmente atribuída às regras de composição estritas que aprendeu com Mattei, mas aos conhecimentos adquiridos independentemente, ao seguir as sinfonias e quartetos de Haydn e Mozart. Em Bolonha, era conhecido como "il Tedeschino" ("o alemãozinho") por causa da sua devoção a Mozart. Instalou-se em Paris em 1855, onde a sua casa era um centro da sociedade artística. Faleceu na sua casa de campo em Passy numa sexta-feira, 13. No mês de Novembro de 1868.


Abertura da ópera “Guilherme Tell”, de Rossini
Orquestra Filarmónica de Berlim
Maestro: Herbert von Karajan

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