Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



As rendas que oneram a factura da electricidade

por Luis Moreira, em 26.03.12

Aqui está o que todos nós pagamos em rendas e taxas para que as produtoras tenham muitos lucros para distribuir pelo capital e para pagar tudo o que são experiências:

Esses custos, contabilizados em 2,5 mil milhões de euros anuais, são cobrados aos consumidores, na fatura da eletricidade e incluem itens tão diversos como as rendas pagas pela cedência de terrenos municipais, subsidiação de tarifas nas regiões autónomas, encargos com o défice tarifário, rendas dos CAE e CMEC (contratos que garantem preços pré-definidos aos produtores), garantia de potência (assegura o funcionamento permanente de centrais a gás e barragens), incentivos à cogeração e às energias renováveis. Veja quais são e quanto custam os principais encargos que oneram a conta da luz, acrescidos de impostos. 


Ler mais: http://visao.sapo.pt/as-rendas-que-aumentam-a-conta-da-luz=f654661#ixzz1qElolzPy

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:00


Mais uma renda esta no gasóleo

por Luis Moreira, em 26.03.12

É simples e dá milhões!Constróis uma fábrica e o ministro faz um decreto a obrigar a comprarem-te o que produzes. No biodiesel é assim, pagas 3,75 cêntimos/litro pelos aditivos. Negócios sem risco.

Outra hipótese é construires milhares de m2 de prédios e no fim alugas por milhares de euros por mês à Justiça como acontece ali no "Campus da Justiça". Os milhares de prédios do estado ficam ao abandono. Negócios sem risco.

E as rendas nas energias, nas pontes, nas autoestradas...negócios sem risco com os cidadãos a pagar. É este o grande fenómeno que floresceu na economia portuguesa, não se produz riqueza, apenas muda das mãos de muitos para as mãos de poucos.

"Um decreto-lei assinado por Manuel Pinho em 2010, que obriga à incorporação de uma percentagem de biodiesel nacional no gasóleo rodoviário, custou em 2011 cerca de 215 milhões de euros aos condutores portugueses", escreve hoje o Correio da Manhã."

Com este negócio dos aditivos temos mais cinco milionários!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:00

Conforme quem faz as contas. De qualquer forma são insuportavelmente altos.

A DECO, associação de defesa dos consumidores, fala sistematicamente em mais de 40% e entregou recentemente uma petição no Parlamento, com 170 mil assinaturas, para que estes sejam reduzidos em 30%, já na conta da luz de 2013. Este número representa quase o dobro do valor apontado pela APREN, entidade que reúne as principais empresas que operam no sector das renováveis.

Os dados estão lançados! Há que analisar, discutir e facturar o que é justo. Isto é, facturar o que cada um de nós realmente  consumiu.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:00


Os negócios da China fazem-se em Portugal

por Luis Moreira, em 18.03.12

A saída do secretário de Estado da Energia do governo teve a grande vantagem de trazer à luz do dia mais uma das rendas que o capital só encontra no nosso país, de braço dado com o estado. Os Chineses interessaram-se pela EDP desde que as rendas excessivas que todos andamos a pagar se mantenham.

Antes da privatização as finanças não deixaram baixar as rendas excessivas porque isso prejudicava o encaixe, depois da compra não se podem baixar as rendas porque isso seria mudar as regras a meio do jogo!

As rendas excessivas além de injustas, prejudicam seriamente a economia porque concorrem para o aumento dos custos dos produtos industriais, que assim perdem competitividade com os produtos do exterior. A competitividade da nossa economia tem sido reposta com o abaixamento compulsivo dos salários ( como se de uma desvalorização da moeda se tratasse diz António Borges ). mas não vai poder continuar a ser assim, os trabalhadores vão querer ver os seus salários de volta, Para isso é preciso mexer nas outras componentes da formação do custo em que a energia é uma das mais importantes. Como vai ser?

Uma parte das rendas excessivas é fácil baixar porque depende apenas do governo mas a parte de leão já entra pelos bolsos dos accionistas e gestores.

Um dos homens com maior peso político no país (António Mexia) já fez cair um secretário de estado vai ter margem para fazer estragos no governo? É que a população está atenta, agora conhece o problema e não vai querer ser a eterna vítima.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:00

Passos Coelho diz que o governo vai avançar e por em prática o que está acordado com o memorando da Troika.

"No setor energético, nós vamos precisar, tal como está no memorando de entendimento, de corrigir algumas das rendas que o setor tem e, ao mesmo tempo, de resolver um problema de um défice tarifário que foi acumulado durante vários anos e que atinge quase dois mil milhões de euros nesta altura e que é preciso resolver até 2020", afirmou Passos Coelho.

"Nós, de resto, já tomámos decisões nesta matéria. Por exemplo, em todo o setor renovável cancelámos todos os novos programas e os novos licenciamentos que estavam previstos para este ano justamente porque o país não pode suportar o nível de subsidiação que estava implícito", referiu.

"Vamos também corrigir, ao nível da co-geração, ao nível das garantias de potência, ao nível dos CMEC (Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual), em negociação com os operadores, e são muitos em Portugal, de modo a garantir a correção do défice tarifário até 2020. É isso que está no nosso Programa do Governo, é isso que está no memorando de entendimento, e é isso que vamos fazer", completou.

O défiicite tarifário já vai em 2 mil milhões. É tempo de parar!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:00


Dificuldades de tesouraria

por Luis Moreira, em 26.01.12

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:30

Esta medida é de uma importância fundamental, devolver pessoas aos centros históricos das cidades, gente jovem que tenha fugido para a periferia. Resolver o tráfego de entrada e saída ( em Lisboa entram todos os dias 200 000 carros que voltam a sair) e reabilitar os imóveis que acabarão por caírem se não forem tomadas medidas. E, tudo isto passa pela Lei das rendas.

Não há que enxutar gente para debaixo da ponte nem obrigar proprietários a fazer obras quando não têm rendimentos suficientes. E, cria a muito curto prazo postos de trabalho. É preciso determinação, força de vontade, senão prologa-se a vida desta malfadada Lei ( a anterior) que tem quase cem anos e que contribuiu para os dormitórios horrorosos que cercam as grandes cidades!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:00


Lei das Rendas - a visão do PCP e BE

por Luis Moreira, em 30.12.11

Uns só lhe apontam maldades como é o caso, os progenitores estão muito contentes com o rebento. Acho que é mais um passinho, mas antes isso que nada.Também não creio que as pessoas vão acabar nos "bairros de lata", mas é preciso cuidado porque o mais fraco trama-se sempre e no caso, são idosos e pobres.

Para o PCP: "Para o PCP, a lei do arrendamento tem como objetivo "satisfazer os grandes interesses imobiliários e financeiros, sedentos de se apropriarem dos bairros históricos", em "especial de Lisboa e Porto, a troco de miseráveis indemnizações atribuídas aos arrendatários que, sem qualquer alternativa, de um momento para o outro são postos a viver na rua, enquanto as suas antigas casas serão alvo de especulação imobiliária".
"O roubo do direito à habitação é uma brutal consequência do pacto de agressão, subscrito por PS, PSD e CDS/PP, com o apoio do Presidente da República", argumentou."

Naturalmente falta saber quem é que paga a reabilitação dos prédios, mas isso para o PCP não conta.

Para o BE: "

"O que o Governo vem apresentar são medidas para expulsar as pessoas das suas casas, propõe no essencial o aumento substancial das rendas antigas, de quem vive nas suas casas há mais de vinte anos e que há mais de vinte anos não pagava rendas baixas e que muitas vezes se substituiu aos próprios senhorios nas obras de reabilitação", criticou a dirigente bloquista Rita Calvário, em declarações no Parlamento.
Para a ex-deputada do BE e membro da comissão política do partido esta proposta "é de uma extrema insensibilidade social, num contexto em que as famílias portuguesas vivem cada vez pior com o aumento dos impostos e dos níveis de desemprego".

Naturalmente que para o BE o senhorio que tem lá o seu dinheiro tem que continuar a ser uma associação de caridade.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00


Arrendar é fácil, despejar é mais dificil

por Luis Moreira, em 29.12.11

A lei das Rendas que vem desde há dezenas de anos originou problemas, vários, ainda maiores. A degradação do edificado que está a cair aos bocados pois os senhorios negam-se a gastar dinheiro na recuperação dos prédios sem deles tirarem rendimento; levou muitos milhares de pessoas a viver fora das cidades contribuindo para o trânsito conflituoso e para um ambiente bem menos saudável.

A reabilitação urbana pode contribuir poderosamente para a criação de emprego e ser uma das alavancas para recuperar a economia. Mas é preciso primeiro resolver uma série de problemas. Antes de tudo atender aos problemas sociais das pessoas que vivem no centro das cidades e que não podem pagar rendas mais altas. Vão para a rua? O Estado atende aos casos mais prementes? Em segundo é preciso saber se os senhorios estão dispostos a, no mesmo local, construírem prédios obedecendo às regras estabelecidas. Ainda agora no caso do incêndio da Elias Garcia sabe-se que há um projecto na Câmara para edificar um hotel, objectivo que não condiz com o pretendido para o local. Estará o dono do prédio disposto a construir apartamentos?

Depois, o presente documento permite que senhorio e o inquilino negoceiem entre eles, estabelecendo alguns limites. Mesmo que o inquilino tenha que sair da casa há procedimentos expeditos para o obrigar a sair? O atraso do pagamento das rendas (2 ou 5 meses ?) determina a saída, ou recebendo uma indemnização, tornando mais fácil a integração do despejado.

Eu, pessoalmente, acho que face aos enormes problemas sociais que esta lei vai levantar me ficava por estas simples medidas: quem está viver em casas com rendas baixas mas tem rendimentos médios ou altos deve pagar mais (25% ou 10% do rendimento conforme esteja acima ou abaixo de 500 euros); quem vive numa casa com renda baixa e tenha baixos rendimentos a Câmara deve acordar com o senhorio o que se poderá construir, no mais curto espaço de tempo , atribuindo ao despejado um apartamento para viver ou o dinheiro correspondente( o negócio de construir algo de novo dá margem para isso e muito mais) .

Todos os adultos jovens e jovens estarão sujeitos ao livre jogo do mercado!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:00

Diz Paulo Morais:
O Estado português continua, mesmo em tempo de austeridade, a desbaratar centenas de milhões em rendas, alugando instalações caras, quando não desnecessárias.

O desperdício é a regra. Por um lado, porque o Estado persiste em alugar imóveis a particulares, quando dispõe de inúmeros edifícios desaproveitados. Por outro lado, porque em período de crise do imobiliário, muitos comerciantes viram já descer para metade os valores de aluguer das suas lojas, enquanto o Estado paga cada vez mais aos seus senhorios, contrariando a tendência do mercado.

Só foi possível chegar a esta situação absurda porque muitas das rendas são de favor: ora pagas a câmaras municipais, instituições de solidariedade ou corporações de bombeiros, como forma de subsídio encapotado. Ou, porque, muitas das vezes, os proprietários dos prédios são amigos ou até sócios, dos que celebram os contratos em nome do Estado.

Aqui chegados, a solução é pois muito simples. O Governo deve reduzir, pelo menos para metade, o valor das rendas imobiliárias que o Estado paga. A adesão aos novos valores por parte dos senhorios deve ser obviamente facultativa. Para com aqueles que não aceitarem, os contratos devem ser resolvidos nos termos da lei e os prédios entregues, pois não faltarão alternativas no mercado.

E uma medida destas seria ela também uma boa alternativa ao imposto extraordinário com que o governo nos vai presentear no Natal.

PS: A Loja do Cidadão nos Restauradores paga 50 mil euros por mês de renda e a Justiça, é proprietária de 11 000 edificios, o que não a impede que o "Campus da Justiça" no Parque das Nações seja arrendado! Adivinhem a quem?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 19:35


página facebook da pegadatwitter da pegadaemail da pegada



Comentários recentes

  • Anónimo

    Se você precisar de um serviço de hackeamento prof...

  • Anónimo

    Muitas pessoas disseram que os hackers invadiram d...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING GENUÍNO E...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING GENUÍNO E...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING GENUÍNO E...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO DE HACKING GENUÍNO E...

  • Anónimo

    QUERO HACKEAR UM BLOG!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Anónimo

    oi me explica mais siobre isso

  • Anónimo

    Necesita un préstamo urgente para revivir sus acti...

  • Anónimo

    SE VOCÊ PRECISA DE UM SERVIÇO GENUÍNO E PROFISSION...


Arquivo

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2012
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2011
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2010
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2009
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2008
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Pesquisar

Pesquisar no Blog  



subscrever feeds