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Primeiro era preciso parar com a destruição do SNS, agora é preciso parar com a reestruturação. O que é preciso é que nada mude, pisar o que mexe.

Esta reestruturação da carta hospitalar há muito que obtém o consenso de quem sabe o que se passa no terreno. Nunca ouvi ou li alguém que esteja ligado ao SNS que não concorde com o que se está a fazer em Lisboa e em Coimbra. Podem discutir o ritmo da reestruturação, antes ou depois do Hospital de Todos-os Santos, mas todos são unânimes em dizer que manter hospitais velhos de um século custa muito dinheiro.

Nos últimos cinquenta anos o desenvolvimento da tecnologia na área da saúde foi superior a tudo o que até aí se conhecia. Claro, que esta revolução exige condições em instalações e saberes nunca antes sentidas. O número de camas necessárias desceu de uma forma dramática,  sendo hoje que a estratégia é fazer o maior número de actos médicos no sistema de ambulatório. As mil e muitas camas existentes nos hospitais centrais de Lisboa serão substituídas por menos de metade no novo hospital.

Somos um povo conservador avesso ao risco, à mudança, sempre pronto para a "festa" embora já todos nos apercebemos que as verdades eternas nos levam para o lamaçal onde (alguns) gostamos de viver.

Claro que nos países que vão à nossa frente em tudo a reestruturação hospitalar já foi feita há vinte anos. Estamos sempre a dar lições ao mundo e orgulhosamente sós!

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publicado às 13:19

A Comissão de trabalhadores exige que haja uma limitação de vencimentos igual ao vencimento do Presidente da República : 6 980 euros.

"A RTP não vende uma mercadoria, presta um serviço público. Mas, mesmo que erradamente o suposto 'valor de mercado' estivesse na origem destas decisões, ninguém no mercado de entretenimento português 'vale' neste momento 27.000 euros mensais".

Basta o governo reestruturar com firmeza a RTP e logo a verdade vem ao de cima pela boca dos próprios trabalhadores. Há salários milionários que não são razoáveis numa instituição que deve prestar serviço público, nem estar no mercado com o mesmo comportamento dos privados. Uma televisão pública igual aos privados não tem razão de ser e, por isso, devem fechar os canais que não prestam esse serviço público e o dinheiro assim poupado deve ser canalisado para o essencial.

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publicado às 11:00


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