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PSD e CDS abstiveram-se na proposta de agenda para o crescimento apresentado pelo PS: NEGÓCIOS
A evolução no discurso político dos social-democratas tem sido notória. Começou logo após a eleição de François Hollande, a 6 de Maio: apenas três dias depois, os sociais--democratas marcaram um debate em Plenário para discutir um conjunto de propostas para promover o crescimento e a promoção de emprego. Nessa altura, o deputado socialista Vitalino Canas acusou os sociais-democratas de "oportunismo político", que acontecia depois de o PSD perceber para onde sopravam "os ventos da Europa".
O líder da bancada "laranja" abriu aí a porta a um texto conjunto entre PS e PSD sobre a agenda de crescimento. Mas ele não se concretizou, uma vez que o PS volta a apresentar à Assembleia da República dois projectos da sua exclusiva autoria. Mas os "ventos da Europa" têm soprado com mais intensidade, e até já vêm de outros continentes.
O Presidente da República deu eco disso anteontem, mostrando-se satisfeito com as conclusões da reunião do G8, que sublinham "a importância de conciliar a consolidação orçamental com políticas no sentido de mais crescimento económico e mais criação de emprego". Cavaco espera, até, que "ela [troika] já esteja impregnada por esse novo espírito".
As sondagenssão o que são e mostram uma fotografia num determinado momento. Há por aqui vária contradições:
"Se o País fosse hoje a votos, 36,3% dos eleitores voltariam a confiar nos sociais-democratas, enquanto 28,9% elegiam o partido liderado por António José Seguro. Já o CDS, que ao lado do PSD integra a actual maioria governativa, conquistaria apenas 6,2% das votações (ver caixa). A CDU obteria 10,1% dos votos e o Bloco de Esquerda 4%. A abstenção é que continua a atingir níveis preocupantes, com uma percentagem de 46, 1%.
Em matéria de confiança para primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho consegue reunir ainda mais votos do que o próprio PSD: 37,1%. António José Seguro reúne a confiança de 28,2% dos eleitores."
Mas 54,6% diz que o governo é mau...
Certa arrogância que aqui e ali se notam no discurso dos governantes e até a sua teimosia acerca de certas posições podem ser causadas por este facto. As sondagens, pesar da austeridade, continuam a posicionar o PSD à frente. Creio que são os que constituem aquela parte do eleitorado urbano que vota ora no PS ora no PSD e que dá a vitória ora a um ora a outro. Esses eleitores estão ainda convencidos que não há outra saída para além da que temos percorrido.
"De acordo com uma sondagem CM/Aximage, que será publicada na íntegra esta segunda-feira, se Portugal fosse hoje a votos, 36,3 por cento dos eleitores voltavam a confiar nos sociais-democratas, enquanto 28,9 por cento elegiam o partido liderado por António José Seguro para ser Governo.
“Quanto à posição a assumir em relação a uma eventual moção de censura apresentada por outro partido, Guilherme Silva reiterou a sua opinião pessoal:
Os deputados devem, em cada momento, saber interpretar o sentir do povo português. O sentir do povo português vai numa ânsia de proporcionar ao país um novo Governo que acabe com o desmando e com a situação grave a que o PS nos conduziu”
Revista do PSD “Povo Livre”, de 16 de Fevereiro de 2011
António José Seguro, secretário-geral do PS, esteve esta quinta-feira à tarde reunido com o Presidente da República, Cavaco Silva, a quem alertou para uma situação política que, disse, é “bastante grave e preocupante”
Jornal “Público”, de 10 de Maio de 2012
E andamos nisto há décadas. O PS e o PSD a saltitar do governo para a oposição e sempre a afirmar que a situação é grave, que estamos de tanga, que é preciso apertar o cinto…, culpando-se sempre um ao outro.
E o que é que fazem para melhorar a situação? Fartam-se de rezar.

E vão-se rindo do povo que, entretanto…
… vai a caminho de Fátima, deixar algum do pouco dinheiro que já tem. Sempre a rezar. E a Igreja vai-se rindo do povo e do governo.
Quando o povo se convencer que não é com rezas que as coisas melhoram, talvez a situação se torne menos grave. E os "ais" sejam menos.
Sondagem - Apesar da austeridade as sondagens mostram que as pessoas percebem que não há muitos caminhos para sair da crise.
O PS desceu devido à imagem que deu para fora de desunião. O PSD está à frente mas com menos intenções de votos do que nas eleições. O CDS anda escondido e isso dá-lhe vantagem junto da população. O PCP é o que mais sobe e o BE fica-se pelos 4%.
Há um tempo e os portugueses sabem isso!

Descubram as diferenças: "O fascismo italiano assumiu que a natureza do Estado é superior à soma dos indivíduos que o compõem e que eles existem para o Estado, em vez de o Estado existir para os servir. Todos os assuntos dos indivíduos são assuntos do Estado." [http://pt.wikipedia.org/wiki/Fascismo]
Era natural que no dia inicial do Congresso do partido que é líder do governo, a comunicação social desse relevo aos programas, aos princípios, às políticas, às pessoas do próprio partido, o PSD. Mas na realidade o que se vê é as primeiras páginas dos jornais remeterem para pessoas e casos ligados ao governo anterior.
É o Teixeira dos Santos que terá sido preterido na PT, é o Freeport, é o chumbo do TGV, são as Parcerias Público Privadas, é a situação herdade, enfim, tudo o que possa desviar as atenções do que seria normal estar em relevo.
É assim que se faz política cá no cantinho, todos fazem de conta que nada têm a ver com a situação, o PS diz que se não fosse o chumbo do PEC IV tudo seria melhor isto depois de estar 13 anos no governo, o PSD que os problemas sociais resultantes de uma economia moribunda são resultantes da crise e não das suas políticas.
E todos esperam que o bom povo compreenda tão singular situação , sublinham a pacatez, a disciplina, o patriotismo, tudo o que afinal a classe política não tem! Até quando?
Um partido que sempre esteve dividido como aliás o seu nome. Entre a Social-Democracia agora representada por Cavaco Silva e o Partido Liberal liderado por Passos Coelho. No centro das diferenças está o papel do Estado.
Este governo quer levar longe, muito longe, demasiado longe a privatização de serviços do Estado. A Saúde, a Segurança Social ! Cavaco está contra, quer que o estado, embora saindo da economia, mantenha nas suas mãos os instrumentos bastantes para poder regular e intervir em casos muito especiais.
Num país europeu, pobre e injusto, levar à destruição do SNS e da Segurança Social, não terá o apoio da maioria da população que se revê naqueles dois sistemas como as maiores garantias que o Estado oferece. O mesmo se diga para a Banca onde deverá manter a posição actual da CGD.
"As notícias vindas a lume sobre divergências entre o Presidente da República e o Governo, confirmadas por muitos, desmentidas oficialmente (como não podia deixar de ser), comentadas com pesar ou com ironia, espelham uma divisão profunda na sociedade portuguesa e que vai muito para além do jogo de freios e contrapesos entre dois órgãos de soberania."
Europeu, social-democrata e Laico, é o estado que a população desde há mais de trinta anos vêm apoiando em sucessivas eleições!
Carvalho da Silva é um homem de mente aberta, comunista, católico, com amigos ideologicamente à sua direita, capaz de ouvir diferentes opiniões. Mas a verdade é que liderou durante 25 anos uma corporação monolítica, incapaz de mudar e de se adaptar aos novos tempos.
É difícil perceber que em todas as situações, em todas as circunstâncias, a CGTP liderada por Carvalho da Silva nunca tenha contribuído para as soluções. Sempre abandonou a concertação social e nunca assinou qualquer acordo.
Como é que se contribui para a resolução dos problemas colocando-se de fora da solução? Como se fosse possível, em Democracia, não ceder e avançar, ganhar e perder?
Tudo indica que quem o vai substituir é bem menos tolerante ideologicamente, menos capaz de alcançar pontes de entendimento, nem que seja no plano puramente intelectual. Se acrescentarmos o Bloco intolerante e monolítico de Louçã é fácil perceber que Portugal vai continuar a arrastar os problemas dos últimos trinta anos que nos conduziu ao último lugar no concerto dos estados da Europa.
Oxalá a esquerda socialista do PS e a Social Democracia há muito adormecida no PSD se revitalizem e preencham o vazio ideológico que o PCP e o BE teimam em não querer ocupar.
Não acreditam? Pois bem, meus caros, a probabilidade de eu, que não jogo, ganhar o Euromilhões é mais ou menos a mesma que a atribuída à hipótese de P. Coelho ter falado verdade quando afirmou que "o Governo não interferiu nem directa nem indirectamente nas escolhas que os accionistas privados da EDP fizeram para o futuro Conselho Geral e de Supervisão ou para o Conselho de Administração”.

Os dois partidos há muito que não estavam tão próximos. Desce o PSD sob o PS!
"Na sondagem de Janeiro da Aximage para o Correio da Manhã, o PSD conquistou 37,9% das intenções de votos, que comparam com os 39,5% alcançados no mês anterior. É o valor mais baixo desde Junho, o mês das eleições.
Por sua vez, 30% dos entrevistados no barómetro votariam no PS se as eleições legislativas se realizassem hoje. Há um mês, eram 27,7%. As intenções de voto representam a percentagem mais elevada, pelo menos, desde há um ano, ou seja, ainda durante o Executivo de José Sócrates. Entre os partidos mais pequenos com assento parlamentar, a CDU, apesar de recuar face a Dezembro, continua a ser a terceira força política mais escolhida pelos entrevistados, conquistando 10,7% das intenções de voto em Janeiro.
O CDS parece não sentir o desgaste por fazer parte da coligação governamental e, ao contrário do PSD, conseguiu aumentar as intenções de voto dos portugueses, estando agora em 9,3%. Por sua vez, o Bloco de Esquerda afasta-se das restantes forças, conquistando apenas 2,5% das intenções de voto, abaixo até dos votos em branco, votos nulo e ainda dos indecisos. "
A única boa notícia para o PSD é que os Portugueses confiam mais em Passos Coelho para governar do que em António José Seguro.
Afinal, parece que quem enviou o primeiro relatório das "secretas" para o jornal Público foi o deputado dos gravadores, diz ou insinua a deputada relatora do inquérito.
O que é impressionante é realmente isto. Não se trata de saber se as "secretas" estão ou não infiltradas por grupos de pressão, empresas privadas ou pela Maçonaria, do que se trata é desviar a atenção pública dessas questões. Importante é aparecerem dois relatórios diferentes para mostrar que do primeiro para o segundo houve "mudanças" à má fila e, dessa forma, descredibilizar o trabalho da Comissão.
Nem sequer se importam nada de aparecerem face aos portugueses como uns mentirosos a quem não é devido respeito, pois a maioria dos senhores deputados são maçons ou pertencem a uma outra qualquer "loja de interesses" e são estas organizações que é preciso defender, não é a verdade, o interesse público ou a dignidade dos representantes do povo.
Todos discutem, não as pressões exercidas junto das "secretas" mas as mentiras com que se enlameiam uns aos outros.
A origem do poder que usufruem não lhes é dado pelas eleições mas pelos poderes ocultos a que estão vergados!
Belo retrato do poder político deste país!
Ligações dos directores das "secretas" a grupos de pressão instalados na sociedade portuguesa nomeadamente a Maçonaria foram apagadas de relatório de uma deputada no âmbito de um inquérito.
O PSD encarregou-se de, entre o primeiro relatório e o segundo, o que viu a luz do dia, fazer desaparecer a denúncia de, em Comissão na Assembleia da República à porta fechada, se terem detectado interesses com vista a ocupar lugares de poder incluindo nas próprias "secretas". Grupos de pressão nomeadamente a Maçonaria. Ainda se denunciaram fugas de informação para uma empresa privada a Ongoing e o acesso ílicito aos registos telefónicos do jornalista Nuno Simas.
Desapareceu o que dava razão de existir ao relatório!
Também se compreende que tenham desaparecido pois se os denunciados são grupos de pressão, não é senhores deputados?
O Presidente da bancada do PSD é "irmão" do desaparecido no relatório, dá tudo certinho como Deus com os anjos. O PS já veio perguntar a que são devidas estas alterações pois como é óbvio nada sabe sobre a Maçonaria nem sobre as "secretas".
A bem da Nação!
Não deixe de ver os dez primeiros minutos deste vídeo. Um escândalo, uma vergonha, uma miséria! Mas há muito que se sabe e ninguém faz nada!
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