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O Seguro de vida

por Francisco Clamote, em 27.11.12

Depois de se ter pronunciado e votado contra o Orçamento de Estado (OE) hoje aprovado na Assembleia da República pela maioria (paralamentar) de direita, António José Seguro que, de seguro, pelos vistos só tem o nome, esquivou-se a pronunciar-se sobre uma possível iniciativa de deputados do PS tendente a requerer ao Tribunal Constitucional a apreciação da constitucionalidade do OE para 2013. 

Em vez de responder directamente à questão, desviou a conversa, limitando-se a dizer que "É no terreno político que continuarei a lutar contra este orçamento".

António José Seguro tem obrigação de saber que a luta contra este Orçamento, "no terreno político", terminou com a provação do OE na Assembleia da República pela maioria de direita. Resta-lhe, se quiser continuar a luta, o recurso ao Tribunal Constitucional. 

Se recusar a única forma de luta de que, nesta altura, pode dispor, é justo dizer que, tal como para a direita que desgoverna o país, também para António José Seguro, a Constituição da República não passa de papel de embrulho.

E a ser assim, lamento dizê-lo, mas sou forçado a dar razão a quem tem afirmado que Seguro, não é tanto o líder de que o maior partido da oposição precisa, porque é, antes de mais, o seguro de vida deste Governo.

Quem tiver olhos, que veja e quem tiver ouvidos, que ouça!

(citação e imagem daqui)

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publicado às 23:53


Passo em falso

por Francisco Clamote, em 09.10.12
O menos que se pode dizer da intenção manifestada por António José Seguro de vir a apresentar propostas de revisão da lei eleitoral, incluindo a redução do número de deputados é que se trata dum passo em falso. É verdade que a medida faz sentido para quem se proponha cavalgar a onda populista e para quem pretenda criar mais um motivo de atrito entre os partidos da coligação que sustenta o actual (des)governo. No entanto, não parece coadunar-se com a estratégia de quem se tem afirmado interessado em desenvolver uma oposição responsável e construtiva. E é evidente que também não é minimamente adequada ao estabelecimento de pontes entre os partidos da oposição, já que a ideia é frontalmente contrariada quer pelo PCP, quer pelo BE, por razões sobejamente conhecidas, pontes que me parecem ser absolutamente essenciais para criar alguma hipótese de alternativa a este governo que tem os dias contados a menos que as instituições da República e o país encarem com normalidade que se prossiga no caminho que leva ao desastre total.

E, o que é ainda mais grave, é que a intenção manifestada, revela uma visão desfocada da realidade, porque a redução do número de deputados não é, e nunca foi, uma questão essencial, já que não resolve nenhum dos muitos problemas com que o que país se debate. Pelo contrário, desvia as atenções do que é vital, neste momento, que é encontrar um caminho para sair do impasse em que o país se encontra.

A falta de sentido de oportunidade, por parte de Seguro é, pois, total.

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publicado às 19:19


Da coerência

por Rogério Costa Pereira, em 03.10.12

"Seguro acusa Governo de desvalorizar consenso e diz desconhecer as medidas de austeridade"

"Seguro afasta voto a favor das moções do PCP e Bloco de Esquerda"

Para minha memória futura: "PS deve abster-se e ser equidistante do neoliberalismo e do neomarxismo - Assis" [Fonte: Lusa via Sapo]

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publicado às 01:03

Ligar a Antena 1 e ouvir Ana Gomes, no seu tom habitual de calmaria e tranquilidade, no "Conselho Superior", a falar da "Moddy... Moddy´s". Como conclusão ficar a saber que neste momento o PS* pode ser Governo.

 

* Fiquei na dúvida se seria com AJS ou sem AJS

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publicado às 08:55


Ó homem, solte-se!

por Francisco Clamote, em 20.09.12
Constata-se, face a esta  sondagem (infografia infra), que,  apesar da queda a pique do PSD nas intenções de voto, o PS não sobe e que só fica à frente do PSD, porque as intenções de voto neste partido vêm por aí abaixo.

O facto só pode ter, a meu ver, uma explicação: António José Seguro não é um líder que esteja à altura das circunstâncias.

Confesso que até nem desgostei das suas últimas intervenções, mas noto que é suficientemente tíbio para assumir, por inteiro, o legado do partido que lidera. O PS não tem nada que se envergonhar do seu passado, incluindo o mais recente, porque, se erros houve e sempre os há-de haver, porque errare humanum est, a verdade é que os anteriores governos liderados por José Sócrates, apesar das múltiplas resistências, obstruções e até traições, com origem, inclusive, nos partidos ora no poder e na Presidência da República, deixaram obra em múltiplos campos, obra que só pode ser motivo de orgulho para o partido. Relembro, designadamente, o investimento nunca visto na área da investigação, da ciência, da educação e da inovação, nas energias renováveis e nas novas tecnologias, sectores por onde terá de passar o desenvolvimento no futuro e que este governo tem vindo, sistematicamente, a desprezar. Com os resultados que estão à vista.

Para Seguro se mostrar inseguro basta acenarem-lhe com as PPP, onde, provavelmente, também  poderá ter havido erros, mas o certo é que nem aqui o actual líder do PS tem razão para se encolher. As PPP, nomeadamente as rodoviárias, tinham um propósito mais que justo. Só quem vive no litoral é que não reconhece que as obras lançadas com base nessas parcerias visavam antes de mais contribuir para evitar o isolamento e a desertificação do interior. O país não é só Lisboa e Porto. A coesão territorial, finalidade última dessas obras, só pode ser vista como uma política mais que justa.

Infelizmente não acabam aqui as queixas contra a actuação de António José Seguro, um homem ponderado, como ele diz, com verdade, e sereno, até demais, acho eu. De facto, como é que ele  não é capaz de  se insurgir e de desfazer a teia através da qual os partidos da direita se esforçam por atribuir ao PS a responsabilidade pela vinda da troika e pela assinatura do memorando? Não saberá ele que foi Sócrates quem mais se opôs à chegada da troika, tendo  resistido até não ter outra solução, já depois da queda do Governo, forçada por toda a oposição, da esquerda à direita, com esta  a reclamar e a pressionar, há muito, a entrada do FMI?  

Sabe com toda a certeza, pelo que é imperdoável que continue a pactuar com o logro. Por isso, daqui lhe digo: ó homem, conserve toda a sua ponderação e serenidade, mas solte-se. Duma vez por todas. Se não é capaz, dê o lugar a outro que seja capaz de pôr os pontos nos is.


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publicado às 16:55


Carta de alforria

por Francisco Clamote, em 10.09.12
Reconhece o "Público" em editorial, na edição impressa de hoje, que António José Seguro (AJS), ganhou carta de alforria, com as últimas medidas anunciadas por Passos Coelho. Concordo, embora, a meu ver, a carta de alforria já estivesse à disposição de AJS há mais tempo e, designadamente, a partir do momento em que este (equivalente a) primeiro-ministro e o seu governo se propuseram "ir além da troika". O PS, se é que estava vinculado ao memorando, dúvida que alimento por razões que em tempos já explicitei, deixou de o estar a partir dessa altura.
Seja como for, assentemos que, a partir de agora, AJS tem mãos livres para defender a política que considerar como a mais adequada à defesa dos interesses do país e do povo português. Se até agora se podia considerar tolhido pelos compromissos anteriormente assumidos,  agora, livre desses compromissos, terá que abandonar a comodidade de se refugiar no álibi do memorando e terá de mostrar o que vale, enunciando o caminho que o PS pretende trilhar. 
É, a meu ver, a sua última oportunidade! Ou a aproveita, ou então que dê o lugar a outro.
(Ilustração daqui)

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publicado às 23:36


Os tempos do PS e os meus

por Rogério Costa Pereira, em 09.09.12

normaliza%3F%3Fo.jpg(desconheço o autor da imagem)

Seguro y sus muchachos discursam em Penafiel. Criticam as novas medidas de austeridade. Se passarem das palavras aos actos e resolverem votar contra o OE 2013 será o fim da calculista abstenção violenta e o início do calculista voto contra. 
O tempo é o deles, não o meu. Não esqueço e não perdoo. E não, não "temos pena". Nem isso. 
O PS, seja com que cara for, é um partido de cartão, de vira o disco e toca o mesmo, de "'péra aí que eu arranjo-te qualquer coisita". Acabou, "caros" boys em forma de rectângulo e que pensam em forma de rectângulo. Sois demasiado "grandes" e isso faz-vos demasiado pequenos. Deviam ter "calculado" melhor. 
Não farei campanha por nenhum partido mas farei campanha aberta contra a direita e contra vocês, que representam igualmente a direita (por acção e omissão). 
Se houvesse tempo e um dia virassem à esquerda... Demasiado tarde. São os tais dos "timings", sabem? A razão da minha teimosia? Os que elegeram essa coisa que faz que fala e faz que pensa e faz que se preocupa serão os mesmos a eleger o tal que "virará à esquerda". No fundo será tudo a mesma treta.
Outra vez: são os tais dos "timings", sabem? Os tempos, pá, os tempos. O comboio já passou e vocês não estavam na estação. E eu não me esqueço disso. E não perdoo quem ajudou a tirar o pão ao povo!

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publicado às 13:53

 

É que se for deste -- so sorry... --, a direita continua em maioria.

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publicado às 17:23


Os ventos da Europa trazem crescimento

por Luis Moreira, em 23.05.12

PSD e CDS abstiveram-se na proposta de agenda para o crescimento apresentado pelo PS: NEGÓCIOS

A evolução no discurso político dos social-democratas tem sido notória. Começou logo após a eleição de François Hollande, a 6 de Maio: apenas três dias depois, os sociais--democratas marcaram um debate em Plenário para discutir um conjunto de propostas para promover o crescimento e a promoção de emprego. Nessa altura, o deputado socialista Vitalino Canas acusou os sociais-democratas de "oportunismo político", que acontecia depois de o PSD perceber para onde sopravam "os ventos da Europa".
O líder da bancada "laranja" abriu aí a porta a um texto conjunto entre PS e PSD sobre a agenda de crescimento. Mas ele não se concretizou, uma vez que o PS volta a apresentar à Assembleia da República dois projectos da sua exclusiva autoria. Mas os "ventos da Europa" têm soprado com mais intensidade, e até já vêm de outros continentes.
O Presidente da República deu eco disso anteontem, mostrando-se satisfeito com as conclusões da reunião do G8, que sublinham "a importância de conciliar a consolidação orçamental com políticas no sentido de mais crescimento económico e mais criação de emprego". Cavaco espera, até, que "ela [troika] já esteja impregnada por esse novo espírito".

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publicado às 17:30


Sondagenm - PS encurta a diferença para o PSD

por Luis Moreira, em 18.05.12

No Expresso

 

Este movimento já é significativo. Quer dizer que Passos Coelho se esqueceu de dar esperança a quem está desempregado. Ora os desempregados, números redondos serão um milhão a multiplicar por três, serão três milhões de pessoas( Todos nós temos alguma amigo aflito ou mesmo algum familiar ).
É bom que comecem a pensar em crescimento e em postos de trabalho.

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publicado às 17:30


O problema está nos aparelhos do PS e do PSD

por Luis Moreira, em 17.05.12

Lembra Ventura Leite no Público : ..." para além da componente económica, a estratégia deve ter uma componente social que redefina os contornos da acção e do financiamento do Estado Social do futuro, e uma componente política que garanta uma profunda alteração no funcionamento do sistema político...

E lembra Mário Soares : ...os partidos de esquerda e de direita têm vindo, gradualmente, a perder militantismo e a substituir a discussão das ideias pela dos "interesses", das "carreiras", da imagem e do "fulanismo" a todos os níveis partidários.

...tornam-se, assim, demasiado parecidos, criando entre si, da direita à esquerda, um espaço pantanoso que tem a ver com os interesses egoístas que lhes são comuns ou, pelo menos, criam cumplicidades. Suscitando do mesmo passo, um certo desinteresse pelos partidos, pela política e pelos políticos."

Revitalizar a democracia, aumentar o escrutínio dos cidadãos sobre os políticos . Tudo isto exige um compromisso alargado e firme, extensivo aos sindicatos, empresários, igreja e outras entidades da sociedade . E um sufrágio popular dessa estratégia através de um referendo (VL)

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publicado às 18:50

Certa arrogância que aqui e ali se notam no discurso dos governantes e até a sua teimosia acerca de certas posições podem ser causadas por este facto. As sondagens, pesar da austeridade, continuam a posicionar o PSD à frente. Creio que são os que constituem aquela parte do eleitorado urbano que vota ora no PS ora no PSD e que dá a vitória ora a um ora a outro. Esses eleitores estão ainda convencidos que não há outra saída para além da que temos percorrido.

"De acordo com uma sondagem CM/Aximage, que será publicada na íntegra esta segunda-feira, se Portugal fosse hoje a votos, 36,3 por cento dos eleitores voltavam a confiar nos sociais-democratas, enquanto 28,9 por cento elegiam o partido liderado por António José Seguro para ser Governo.

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publicado às 23:45


Com rezas não vamos lá

por António Filipe, em 10.05.12

“Quanto à posição a assumir em relação a uma eventual moção de censura apresentada por outro partido, Guilherme Silva reiterou a sua opinião pessoal:
Os deputados devem, em cada momento, saber interpretar o sentir do povo português. O sentir do povo português vai numa ânsia de proporcionar ao país um novo Governo que acabe com o desmando e com a situação grave a que o PS nos conduziu”
Revista do PSD “Povo Livre”, de 16 de Fevereiro de 2011
António José Seguro, secretário-geral do PS, esteve esta quinta-feira à tarde reunido com o Presidente da República, Cavaco Silva, a quem alertou para uma situação política que, disse, é “bastante grave e preocupante
Jornal “Público”, de 10 de Maio de 2012

E andamos nisto há décadas. O PS e o PSD a saltitar do governo para a oposição e sempre a afirmar que a situação é grave, que estamos de tanga, que é preciso apertar o cinto…, culpando-se sempre um ao outro.
E o que é que fazem para melhorar a situação? Fartam-se de rezar.

 

E vão-se rindo do povo que, entretanto…

… vai a caminho de Fátima, deixar algum do pouco dinheiro que já tem. Sempre a rezar. E a Igreja vai-se rindo do povo e do governo.

Quando o povo se convencer que não é com rezas que as coisas melhoram, talvez a situação se torne menos grave. E os "ais" sejam menos.


Cantiga dos Ais
Mário Viegas

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publicado às 21:45

O General Garcia dos Santos sentiu na pele querer mexer no lamaçal. Presidente da JAE teve que se demitir. Garcia dos Santos denunciou a existência de corrupção na JAE - Junta Autónoma das Estradas, uma empresa pública que depois foi extinta para dar lugar à EP - Estradas de Portugal.
Hoje, Garcia dos Santos, em entrevista ao "i", diz que avisou o então ministro do Equipamento, João Cravinho, do erro que seria avançar com SCUT (auto-estradas sem custos para os utilizadores). E vai mais longe. Admite haver corrupção nas PPP.
"Tem de se admitir a possibilidade de haver ali [nas PPP - parcerias público-privadas] corrupção e da forte. Como é que se atribui a uma determinada entidade certos privilégios que não seriam naturais? É porque se calhar há alguém que se locuptou com alguma coisa. Infelizmente, outra coisa que funciona mal no nosso país é a Justiça.

Um dos braços direitos de Garcia dos Santos na JAE é meu amigo e colega. Encontrei-o há dias no Metro. Ainda está à espera que o Tribunal dê andamento ao processo que colocou contra o estado português. Perderam o processo. Se bem me lembro foi já há 11 anos.

Quem se mete com o PS leva!

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publicado às 11:55


PSD à frente do PS! Seguro à frente de Passos!

por Luis Moreira, em 20.04.12

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publicado às 15:30


Sondagem :PSD - 35% ; PS - 27,8% ;

por Luis Moreira, em 14.04.12

Sondagem - Apesar da austeridade as sondagens mostram que as pessoas percebem que não há muitos caminhos para sair da crise.

O PS desceu devido à imagem que deu para fora de desunião. O PSD está à frente mas com menos intenções de votos do que nas eleições. O CDS anda escondido e isso dá-lhe vantagem junto da população. O PCP é o que mais sobe e o BE fica-se pelos 4%.

Há um tempo e os portugueses sabem isso!

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publicado às 21:37

O tribunal Constitucional considerou inconstitucional uma Lei que lhe foi remetida pelo Presidente da República. Ofenderá direitos e garantias dos cidadãos consagrados na Constituição. É o estado de Direito a funcionar e ainda bem que é assim, correríamos um dia o risco de "os fins justificarem os meios".

Mas não deixa de ser estranho que num país onde há tanta evidência de enriquecimento ilícito, a Lei proteja quem a atropela. A Democracia e o Estado de Direito regulam-se pelo primado da Lei e é igual para todos por muito que nos pareça, em certas circunstâncias, incompreensível. O PS não apoiou a Lei pelas mesmas razões que levaram agora o TC a feri-la de inconstitucionalidade e pelos vistos tinha razão. Mas a luta política logo lhe colou o anátema  de que estaria a proteger os criminosos.

Em Democracia não vale tudo e a sua força é justamente trilhar caminhos dificeis mas transparentes. Mais valem mil criminosos em liberdade do que um inocente preso!

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publicado às 21:00

E como votou Pedro Nuno Santos a reforma do Código? Hum? Pois!, a famigerada disciplina partidária. OK, não sejamos mauzinhos; afastar-se daquela gente já é um bom princípio. E reconhecer que a austeridade é um erro outro ainda melhor.

Por outro lado, começa a debandada. O último apaga a luz.

Seguro, lá terás de mudar de apelido.

Esta vou assistir de cadeira, lembrando-me sempre (de sorriso, confesso) de como um teu compagnon de route me asseverou que ainda me havias de surpreender. Não se enganou. Nunca pensei ver o PS descer tão baixo.

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publicado às 19:03


No PS luta-se pelo poder!

por Luis Moreira, em 02.04.12

 

Há luta pelo poder no PS! Seguro vê-se atacado por quem não gostou da sua iniciativa quanto à mudança dos estatutos e Zorrinho leva por tabela ! Marcelo aproveita para ganhar pontos junto do PSD e joga na convicção que Seguro não chega a candidato a Primeiro Ministro. 

"A actual direcção do PS apostou numa “política impossível”, revela-se incapaz de produzir um “discurso sobre o futuro” e ofende os portugueses quando, perante a crise que o país atravessa, discute questões estatutárias do partido. As afirmações são de António Costa, no programa televisivo Quadratura do círculo, emitido pela SIC Notícias."

Amarrado ao acordo da Troika Seguro tem muitas dificuldades em se afastar do momento particularmente crítico que o país atravessa. Só o poderá fazer se assumir o que há de bom e mau do anterior governo e a partir daí apostar num discurso virado para o futuro. Isto exige tempo e uma análise profunda  para ser uma verdadeira alternativa à actual política. (Pacheco Pereira e António Xavier).

"“Há uma coisa que lhe posso dizer, é que, neste momento, não estou a concorrer para cargo nenhum, mas também não fujo de cargo nenhum", afirmou António Costa nesta entrevista, a propósito do lançamento do seu livro "Caminho Aberto", a 14 de Março.

Está aberta a guerra pelo poder no PS!

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publicado às 19:00


Indisciplina de voto no PS a quanto obrigas

por Luis Moreira, em 29.03.12

Há uma guerra no PS! Por um lado há quem se sinta condicionado pela assinatura do acordo da Troika pelo governo anterior e não consiga fazer  oposição com o vigor necessário. Por outro há quem considere que algumas medidas tomadas por este governo se afastam de tal modo da matriz ideológica do PS que não estão disponíveis para as apioar.

Há vários deputados que não aceitam a disciplina de voto imposta pelo líder da bancada do PS para várias medidas entre as quais a legislação laboral. Zorrinho elevou a voz e os deputados que vão romper a disciplina de voto não gostaram.

Assis diz que está em marcha uma " gigantesca campanha de demonização do governo anterior" e que o PS tem a obrigação de lhe dar luta sob pena de esse agravo liquidar as hipóteses do PS voltar ao poder nos tempos mais próximos.

É o que faz Seguro ter herdado uma bancada na AR que não é sua .

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publicado às 19:30


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