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No dia 7 de Agosto de 1912 estreou-se, em Moscovo, o Concerto nº 1, op. 10, em ré bemol maior, para piano, de Sergei Prokofiev, sendo ele próprio o solista, com Konstantin Saradzhev a dirigir a orquestra. O compositor começou a escrever este concerto em 1911 e terminou a sua composição em 1912. Tem um só andamento e é o mais pequeno dos cinco concertos para piano de Prokofiev, com uma duração de cerca de um quarto de hora.
No dia 18 de Maio de 1914, Prokofiev ganhou o Prémio Anton Rubinstein pela habilidade pianística na execução desta peça, perante o Conservatório de S. Petersburgo. Prokofiev propôs o seu próprio concerto para o programa do concurso porque pensava que não conseguiria ganhar com um concerto clássico. Com um concerto da sua autoria o júri seria “incapaz de julgar se ele estava a tocar bem ou não”. No entanto, as regras do concurso exigiam que a obra fosse publicada. Prokofiev conseguiu encontrar um editor que se dispôs a imprimir vinte cópias a tempo de participar no concurso. A execução correu bem e o júri, presidido por Alexander Glazunov, atribuiu o prémio a Prokofiev, com alguma relutância.
No dia 5 de Março de 1953 morreu, em Moscovo, o compositor russo Sergei Prokofiev. Tinha nascido em Krasne, na Ucrânia, a 23 de Abril de 1891.
Demonstrou bem cedo invulgares dotes musicais. Em 1902, quando começou a receber lições particulares de composição, já tinha composto algumas peças. Quando aprendeu a base teórica musical necessária, dedicou-se à experimentação e à definição do que seria o seu estilo musical. Em 1904, encorajado por Alexander Glazunov, mudou-se para São Petersburgo e inscreveu-se no Conservatório. Terminou o curso com as mais altas classificações. Em 1908 estreou-se como pianista. Em sequência da Revolução Russa de 1917, emigrou para a América e, de 1918 a 1920, viveu em São Francisco. De 1920 a 1936 viveu na Europa Ocidental, realizando digressões como pianista, nas quais interpretava obras próprias como os cinco concertos para piano e as cinco primeiras Sonatas para piano.
Voltou à Rússia em 1936, onde continua a compor sobre a mesma linguagem musical e as suas obras demonstram uma extraordinária integridade, se se tiver em consideração a pressão imposta pelo dogma soviético do realismo socialista. Entre estas obras destacam-se a famosa composição infantil “Pedro e o Lobo” para narrador e orquestra (escrita em 1936 para agradar a Estaline), o bailado “Romeu e Julieta”, as óperas “Guerra e Paz” e “O Amor das Três Laranjas”, a Sinfonia n.º 5 e as cantatas “Alexandre Nevski” e “Ivan, o Terrível” (compostas para os filmes homónimo do realizador soviético Sergei Eisenstein).
Quando voltou para a Rússia, foi atacado por formalismo burguês. Depois de um período de resistência contra os ataques, retractou-se publicamente. Escreveu obras que agradaram às autoridades, mas também outras, mais independentes. Em Fevereiro de 1948, um decreto do comité central do partido comunista tornou impossível a resistência contra a estética oficial. Só foi reabilitado em 1956. Mas nem todas as suas obras foram reincluídas no repertório oficialmente aprovado. Nos últimos anos, Prokofiev enfrentou dificuldades financeiras e de saúde. Como que por ironia, morreu no mesmo dia em que, na mesma cidade, morreu Estaline.
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