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Vamos pagar quatro - 4 - pontes ! O estado deu o monopólio da travessia do Tejo até Vila Franca de Xira à mesma empresa. Os contratos estão de tal modo artilhados e bloqueados que a empresa tem sempre direito a indemnizações. Se o tráfego automóvel não for o previsto no contrato o estado paga a diferença, trata-se de um negócio sem risco.
Não há negócios sem risco, em monopólio e com as vantagens todas para um dos lados. Não sendo possível o estado negociar em melhores condições então a empresa deve ser nacionalizada, sob pena de os cidadãos avançarem para uma acção crime contra os negociadores de ambos os lados. Este contrato não é um negócio, é uma renda, em que um dos contraentes ( o estado) assegura ao outro contraente, sejam quais forem as condições, um rendimento estabelecido muito superior ao que seria obtido num mercado em concorrência.
A Lusoponte que tem a exploração das duas pontes está interessada em retirar carros à sobrelotada ponte 25 de Abril e canalizá-los para a subutilizada ponte Vasco da Gama. Neste ponto de vista é claramente um ideia sensata. Há os impactos ambientais e o interesse de alguns autarcas da margem sul quererem a terceira travessia do Tejo que seria uma opção muitíssimo mais cara. Mas neste país o dinheiro e o desperdício não travam ninguém.
E ( a Lusoponte) está disposta a pagar sobretudo porque esta nova estrada poderá levar muitos utentes da península do Barreiro a optarem pela travessia da Vasco da Gama em vez de pela saturada 25 de Abril. A empresa concessionária destas duas pontes considera que a Vasco da Gama está "claramente subutilizada e muito aquém da sua capacidade máxima, gerando menos receitas do que à partida seria expectável", refere um parecer da Câmara da Moita a que o PÚBLICO teve acesso. Por isso tem a "expectativa" de que esta nova estrada possa "vir a captar um maior número de utilizadores para a Vasco da Gama" para as ligações a Lisboa e à restante margem norte do Tejo, porque reduz também a distância entre o Barreiro e zonas da capital.
Sindicatos há que estão de acordo com o corte da "tolerância de ponte" outros não. Os que estão de acordo dizem que cortando nos feriados "alguns com grande significado histórico" mal se compreenderia que não se cortasse a Terça Feira de Carnaval. Os que não toleram o corte da "Tolerância de ponte" dizem que o corte vai afectar "psicologicamente" os trabalhadores. Boa razão!
Que não vai ter nenhuma influência na produtividade é outro dos argumentos. Este argumento, que já foi utilizado no corte dos feriados e das pontes cheira a ameaça, ou então quem acusa os trabalhadores de trabalharem pouco é capaz de ter alguma razão. Pois se estar ou não no local de trabalho não influencia nada.
Claro que mudar é sempre muito dificil. As pessoas têm rotinas, é dificil moldarem-se a novas formas de estar, é mais fácil aceitar o que é conhecido ( sempre foi assim) mas a verdade é que a mudança é inevitável. Não só esta, evidentemente, porque tudo muda, menos a mudança, não há como sair daqui.
Há um principio fundamental em gestão: ter força e determinação para mudar o que tem que ser mudado; ter paciência para manter o que não conseguir mudar; ter inteligência para escolher bem!
O governo está a ter determinação, paciencia ou a escolher mal? O futuro dirá!
Feriados civis, religiosos e...municipais, estes iam passando por entre os pingos da chuva. Mas vejam a farturinha, mesmo com cortes: O resto do ano, como o Governo desistiu da ideia fazer gozar os feriados nas sextas ou segundas-feiras mais próximas do fim de semana, vão restar ainda, a nível nacional, seis feriados a meio da semana. Melhor ainda, restam quatro pontes e um fim de semana grande para gozar em 2012. Depois, há ainda os feriados municipais, sendo que, neste capítulo, perdem aqueles que festejam o São João, que, no próximo ano, calha a um domingo. O Santo António é a uma quarta-feira e o São Pedro, a uma sexta, dá direito a fim de semana prolongado.
Sigam o link e vão ver que é um milagre haver produtividade quanto mais melhorá-la!
Política de baixos salários é errada. ""A lei que protege as pessoas que não fazem nada tem de acabar", afirmou Soares dos Santos. Pagar mal e esperar ter trabalhadores motivados está longe da realidade. O que conta é a produtividade, com uma boa produtividade o custo dos salários incorporado no produto baixa. O que é preciso é combater o absentismo, os certificados médicos, os feriados e as pontes.
Flexibilizar as leis laborais com o banco de horas em que o trabalhador é chamado a trabalhar mais quando há encomendas e a ficar em casa quando não há encomendas.
Faltas sem motivo: Quem faltar injustificadamente num dia de ‘ponte' - ou seja, entre um fim-de-semana e um feriado - arrisca-se a perder quatro dias de salário. Tudo incluido acrescentam-se sete dias de trabalho anuais.
Estou de acordo quando se combate o absentismo, a maioria dos trabalhadores há muito que observa estas disposições.
BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...
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