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Diz o antigo internacional Inglês ( A Bola). Foi um erro a marcação do europeu de futebol para aqueles dois países, onde campeia o racismo e o nazismo. A BBC vai passar um documentário a avisar os adeptos ingleses.
"O documentário da BBC, a emitir esta segunda-feira, mostra adeptos a fazerem saudações Nazis, a brindarem os jogadores negros com sons a imitar macacos, cânticos antissemitas e um grupo de estudantes asiáticos a serem atacados no estádio do Metalist, em Kharkiv, que vai ser palco de três jogos da fase de grupos."
Ucrânia : "
Para a Polónia, o Euro 2012 é a promessa de um avanço civil – novas autoestradas, novos aeroportos e linhas de caminhos-de-ferro – e, claro está, infraestruturas desportivas modernas. O evento também sela a sua parceria com a Ucrânia, prioridade de sucessivos governos e presidentes, apesar das diferenças políticas.
Do lado da política ucraniana esta constância não foi a regra dos últimos anos. Depois da revolução Laranja de 2004, depressa se assistiu às tensões crescentes entre [estes dois principais atores] o Presidente Viktor Ianukovitch e a primeira-ministra Iulia Timochenko. Num país duramente atingido pela crise, que fragilizou a economia ucraniana, baseada na indústria pesada e mineira, a ausência de reformas agravou ainda mais a situação. Os cofres do Estado estavam vazios, a inflação era devastadora, a hryvnia [a moeda ucraniana] enfraquecida, a ameaça de bancarrota estava na ordem do dia, os empréstimos das instituições financeiras internacionais eram o único recurso possível.
Durante esse tempo, os russos, com muita delicadeza, fecharam a torneira do gás, exigindo a assinatura de um novo acordo e o pagamento imediato das dívidas. A situação era dramática, porque o gás deixou de chegar à Europa. A indústria ucraniana estava a dois passos da catástrofe e o país a dois dedos de uma revolta nacional. Timochenko, a primeira-ministra da época, vestiu então um elegante vestido preto e pôs um colar de pérolas, e foi a Moscovo negociar com Putin [o primeiro-ministro russo de então]. Em janeiro de 2009, os dois países assinaram o acordo sobre o gás que valeu à primeira-ministra, anos depois, ser processada e condenada aos sete anos de prisão que cumpre atualmente por abuso de poder. O acordo em causa talvez não fosse perfeito, mas foi assinado com a faca encostada à garganta, e salvou a economia ucraniana.
Na verdade, o acordo pôs fim ao papel da RosUkrEnergo como intermediária com a Rússia, causando consideráveis prejuízos à empresa em que a Gazprom [russa] detém 50% do capital. Os outros 50% são detidos pelo oligarca ucraniano Dmytro Firtash, com ligações estreitas ao Partido das regiões do atual Presidente Viktor Ianukovitch.
O desporto e a política estão, assim, tão entrelaçados na Ucrânia como a trança de Iulia Timochenko. Tão ligados que se poderia imaginar que os oligarcas, que investiram milhões na construção de novos estádios, tudo fariam para que o campeonato fosse um sucesso e um passo em direção à integração na União Europeia, com quem eles tanto querem fazer negócios. São exatamente eles, os patrocinadores da política ucraniana, que podem fazer pressão junto do Presidente para acalmarem o caso Timochenko. Então, porque não o fazem? Porque sabem que Ianukovitch pode, com um estalar de dedos, cortar as veias de ouro de que eles se alimentam.
Timochenko a antiga primeira ministra continua presa e, segundo diz, sujeita a maus tratos. Os países do euro ameaçam boicotar o Europeu de futebol que está para se realizar na Polónia e na Ucrânia.
O caso levou oito dirigentes europeus a recusarem-se a participar na cimeira e ao lançamento de apelos, na Alemanha e em toda a UE, ao boicote aos jogos do campeonato de futebol Euro 2012 que se desenrolem na Ucrânia. Contudo, Tomasz Nałęcz, conselheiro do Presidente polaco, Bronisław Komorowski, considera que boicotar a competição na Ucrânia seria contraproducente:Não devemos boicotar [o Euro 2012] e, sim, ir à Ucrânia, dar algum prazer a milhões de ucranianos e, simultaneamente, fazer qualquer coisa tangível pela libertação de Iulia Timochenko.
Em 9 de maio, o Presidente polaco, Bronisław Komorowski, solicitou ao seu homólogo ucraniano, Viktor Ianukovich, que a lei seja alterada e a sentença de Timochenko revogada. Entretanto, em 8 de Maio, Iulia Timochenko suspendeu a greve de fome, que iniciara em 20 de Abril, e foi levada para um hospital em Kharkiv, onde será tratada por um médico alemão. A antiga primeira-ministra ucraniana cumpre uma pena de sete anos de prisão, "por ter assinado um acordo de comércio de gás, alegadamente desfavorável, com a Rússia, em 2009".
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