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Se percebemos bem - e não é fácil, porque somos um bocado tontos -, a economia financeira é a economia real do senhor feudal sobre o servo, do amo sobre o escravo, da metrópole sobre a colónia, do capitalista manchesteriano sobre o trabalhador explorado. A economia financeira é o inimigo da classe da economia real, com a qual brinca como um porco ocidental com corpo de criança num bordel asiático.

Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de sequer ser semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tu saibas da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que durante esse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer. Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas - e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.

Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra geralmente é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita à meia-noite. Um país que, da perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.

A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional: o tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe todo o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para uma competição. Nada disso conta para a economia financeira ou para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país - este, por acaso -, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.

Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública - onde estas ainda existem - os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, mais simplesmente, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto lê estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres. E não são desviados num movimento racional, justo ou legítimo, são-no num movimento especulativo promovido por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro.

Tu e eu, com a nossa febre, os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámonos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.

A ti e a mim, estão a pôr nos carris do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que passam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até ganham, e porque há atrás deles importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.

A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos certos. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam dos gráficos.

Aqui se modifica o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém resolva o problema, ou mais, enviando as autoridades para cima de quem tenta fazê-lo. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um esquema legalmente permitido, um produto financeiro, ou seja, um objeto irreal no qual tu investiste, na melhor das hipóteses, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumaça, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.

Na economia real, para que uma alface nasça, há que semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, há que a colher, claro, e embalar e distribuir e faturar a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora nos são retirados porque a economia financeira tropeçou e há que tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está nele, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passo a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.

Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos

 

Juan José Millas (escritor espanhol)

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publicado às 15:48

Espécies difíceis de classificar

por Miguel Cardoso, em 31.05.12

O líder da JSD/Madeira e deputado regional, embora seja mais conhecido por urinar para cima de viaturas da PSP e gritar "filhos da puta olé" à frente de um bando de energúmenos, demitiu-se, mas promete voltar mais forte (talvez até de braço dado com um Relvas mastigado por Balsemão). Consta que na altura deste episódio de qualquer coisa que parece o contrário de stand up comedy usava uma fralda para incontinentes. 

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publicado às 15:43

Cavaco Silva demite Governo e renuncia ao cargo

por Miguel Cardoso, em 28.04.12

 

Em visita ao Núcleo Empresarial de Vagos, o Presidente da República afirmou que " alguns, eventualmente, não conhecem os estudos feitos sobre a importância da imagem do país para as nossas exportações, mas se falassem com aqueles que produzem sapatos, vinhos ou móveis, eles dirlhe-iam que são prejudicados por essa imagem". (Público)

De acordo com este raciocínio, e no sentido de melhorar de imediato a imagem do país no exterior, a primeira medida a implementar será a dissolução do Parlamento, a demissão do Governo e dele próprio, os principais responsáveis pela deterioração da mesma.

Finalmente, alguém faz algo de concreto pelo país.

Ou terei entendido mal?

(imagem)

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publicado às 15:42


Vamos liofilizá-los...

por Luis Moreira, em 25.03.12
Só no Brasil? Ou mandaram para cá muitos ou fomos nós que os levamos daqui...

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publicado às 09:00

Diz o Presidente da Câmara das Caldas da Rainha em entrevista. Criam-se empresas para viverem à conta do estado com prejuízo do país, fazem-se parcerias onde o estado paga tudo, ultrapassam-se limites financeiros e a lei em obras que se entregam aos amigos sem concurso público.

Na Islândia o ex-primeiro ministro está a contas com o tribunal, assunto que deve ser acompanhado com o máximo interesse.

Sigo com atenção o que se está a passar na Islândia, onde o ex-primeiro-ministro está a ser responsabilizado, não por actos dolosos, mas por negligência, que levou o país à bancarrota. Bem sei que se trata de penas leves – dois anos e possivelmente acaba com pena suspensa –, mas a responsabilização de quem provoca um dano é um bom princípio. Sou defensor – e o dr. Passos Coelho defendeu-o em campanha eleitoral – da responsabilização política e espero que os governantes alterem a lei, apesar do receio que têm de que isso possa vir a virar-se contra si e servir de arma de arremesso político.

Vai defender isso no congresso?

Vou defender isto na minha intervenção. Não se pode levar um país à falência sem se responder por isso. E este é o momento certo, porque a responsabilização penal não é retroactiva, por isso não podem dizer que estou a utilizá-la como arma de retaliação contra anteriores governantes. Era bom que os políticos, presidentes de câmara, de governo regional, ministros, gestores públicos, tivessem sempre este aviso: “Se te portas muito mal, vais responder a tribunal.”

É tempo de dizer basta a esta irresponsabilidade

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publicado às 14:45

O político light recuperado

por Miguel Cardoso, em 06.03.12

 

A propósito da “literatura light”, escreve Silvina Rodrigues Lopes, ensaísta a quem valeria a pena dedicar mais atenção: “É preciso impedir que a banalidade que aparece hoje consensualmente como literatura não se assuma em breve um direito de exclusividade” (in Literatura, Defesa do Atrito). Substituamos “literatura” por “políticos”. Haverá com certeza políticos para além disto, deste resto, fundo de tacho, políticos para além da náusea das ideias prontamente descartáveis, da contradição e da falta de substância, do “aqui e agora” e do futuro logo se verá tão caro ao “político light”. Vemo-nos confinados à espectacularização que esteriliza, “relegando o humano para o mais triste da vida animal  -  a domesticação” (idem). Arquitecta-se uma imagem e dizem-nos “esta é a tua vida”, “olha para aqui”, “a felicidade é isto”. Ficção. Vivemos num mundo ininteligível ao “político light”, que vive em função do espectáculo e para quem o espectáculo é tudo quanto há, monstro que a comunicação social ajuda a perpetuar. Assim deverá ser para nós, resignados consumidores de espectáculo.

Falta-nos a “estratégia de saída” da fantasia. Fabricou-se uma espécie de insidiosa realidade televisiva que diluiu a fronteira entre real e espectáculo (já alertava Guy Debord) e à qual temos de nos curvar. Se ao político-filósofo de Platão coube outrora conduzir os demais no caminho da virtude e do saber, é agora o mesmo que nos empurra para as trevas ou nos fecha numa redoma ficcional, como em The Truman Show de Peter Weir.

Percamos a ingenuidade, apesar dos aparatosos números de equilibrismo e ilusionismo, o pão continuará a faltar. Antes que o “político light” nos devore ou nos convença de que o caminho da felicidade passa por nos devorarmos uns aos outros, antecipemo-nos e comamo-lo já. 

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publicado às 21:25


O verdadeiro artista

por Ariel, em 29.02.12

Ainda não ouvi o Senhor Primeiro Ministro pronunciar-se sobre o novo desvio colossal por ajuste directo, na Madeira.  A unidade partidária oblige?!...  as promessas de mau pagador, também.

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publicado às 11:47


Governar pelo medo

por Luis Moreira, em 26.02.12

Vamos além da Troika; custe o que custar; só há um caminho: empobrecer; a recessão económica é inevitável; o aumento de desempregados é o resultado da recessão ; emigrem ; não sejam piegas ...

Ou é um doido ou um político! E, se é político, está a dizer exactamente aquilo que quer que nós oiçamos. Tenham medo, muito medo, porque tudo o que não for assim vai ser pior. Ainda não viram nada, e estas medidas é para não verem o que é verdadeiramente mau, olhem para a Grécia que ficou aquém da Troika".

Porque é que esta política neoliberal que começou há trinta anos com Tatcher enganou toda a gente incluindo tantos governos socialistas? Porque não há político nenhum que tenha condições de tomar medidas a curto prazo contra consequências a longo prazo. Ninguém paga mais impostos se não vir, primeiro, o emprego a arder!

A Alemanha é um exemplo deste estado de coisas, vai deixando aprofundar o abismo e, quando o abismo está aí à frente de todos toma mais uma medida que não resolve o problema, dá só mais tempo para que os cidadãos alemães e europeus vejam melhor o abismo. Conscientes que o abismo existe os cidadãos estão prontos para pagarem mais e, assim, sucessivamente. Todos vêem menos Merkel? Estranho, não?

Esta política é, hoje, perfeitamente visivel e notória e começa a ganhar força nos comentários nacionais e internacionais. Os economistas "Prémio Nobel" já disseram tudo , sobre a Teoria Económica, sobre a experiência que o mundo acumulou com as duas anteriores grandes crises mundiais, sobre as causas e os efeitos mas, os políticos, ou antes, os políticos que têm que tomar decisões ( e só esses) é que não viram, nem querem ver.

No mínimo estranho, não?

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publicado às 11:00


A indignação - as PMEs não são apoiadas

por Luis Moreira, em 20.02.12

Uma opinião encontrada ao acaso e que mostra bem como são distribuídos os Fundos comunitários pelos milionários, pelos grandes grupos económicos e pelas empresas públicas.

" Defraudado 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 10:23 | Sábado, 18 Mas ando há pelo menos dez anos a dizer que uma parte da solução do problema de Portugal passa por este tema da notícia.
Ao longo dos anos fui assistindo ao deboche protagonizado pelos grandes grupos, Amorim, Sonae, Cifial, Efacec e todas as construtoras, etc e por aí fora e de como esses fundos lhes iam parar às mãos inteirinhos, ficando as verdadeiras PMEs a 'ver navios'. Muitos desses fundos iam direitos para a roleta da bolsa para auferirem lucros obscenos nos grandes grupos da base economica do Estado que entretanto iam nacionalizando para os próprios.
Esta infame fraude era praticada em colaboração com os organismos do Estado encarregados de fazer essa distribuição. Com ela estão profunda e directamente comprometidos Cavaco Silva, Antonio Guterres e ainda Durão Barroso. Para além dos anteriores que deram luz verde à depredação do País.
Mário Soares foi um dos arquitetos da desgraça. Cavaco Silva foi o maior dos seus executantes.
Passaram anos a 'assassinar' o País até ao resultado que sabemos. Se quiserem reconstituir a história do que foi a depredação desses fundos em favor dos 'homens mais ricos de Portugal e do mundo', eu estou disponível, mas para vê-los repor o que fraudulentamente acumularam, assim como os responsáveis governamentais que devem ser presos por tanto mal que hoje está a ser refletido na situação de desgraça generalizada das populações tendo-ltendo-lhes destruído os postos de trabalho. ...
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/nuvem-de-oportunidades-para-as-pme=f705268#ixzz1mv7pm4zL

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publicado às 17:00

Quando estiverem os problemas resolvidos, houver dinheiro para distribuir, o capitalismo se tenha reinventado, a esquerda volta ao poder. Não só em Portugal mas no Mundo.

Dentro de uma década, "quando os maiores problemas económicos estiverem resolvidos e a sociedade mais desigual", a esquerda vai voltar ao poder, embora se debata com grandes desafios, afirmaram dois politólogos, um alemão e outro britânico.

Em dez anos, "quando os maiores problemas económicos estiverem resolvidos e a sociedade ainda mais desigual, as possibilidades para a esquerda [voltar ao poder] não são assim tão más", acredita Wolfgang Merkel, investigador do Social Science Research Center (Alemanha).

Nada de especial, são os chamados "ciclos económicos", dez anos a recuperar a economia, e limpar os mercados dos produtos e serviços que acabaram o seu fim de ciclo e outros tantos a aparecerem nas necessidades das pessoas. Mais limpos, mais eficazes, menos inimigos do ambiente ...

Até que a ganância dos homens dê um piparote no equilíbrio encontrado e tudo recomeça. Melhor e mais justo do que no ciclo anterior, abrangendo mais gente. E, desta feita, com os BRIC a irem a jogo mas isso ainda ninguém faz ideia do que representa.

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publicado às 09:00


As “natas” Santana Castilho *

por Luis Moreira, em 21.01.12
A relação entre a consciência individual e a lei é abordada por Peter Singer no livro “Ética Prática” (Gradiva, 2002). A dado passo (p. 317), o autor formula esta pergunta: “Temos alguma obrigação moral de obedecer à lei quando a lei protege e sanciona coisas que achamos totalmente erradas?” Peter Singer responde a si próprio pela escrita de Henry Thoreau (Civil Disobedience: Theory and Practice, Nova Iorque, 1969, p. 28), assim: “Terá o cidadão de entregar a sua consciência ao legislador, nem que seja por um só momento ou no grau mínimo? Para que terá então todo o homem uma consciência? Penso que devemos ser em primeiro lugar homens e só depois súbditos. Não é desejável cultivar o respeito pela lei nem pelo direito. A única razão que tenho o direito de assumir é a de fazer sempre aquilo que penso ser justo”.
A questão levantada não é só teórica. Pode tornar-se prática quando a democracia se confunde com penúria e miséria moral. Não se afirmando o Estado sem a marca da autoridade, é imperioso que os seus agentes não a exerçam ultrapassando as baias do escândalo e atirando na lama a ética mínima, como se vem fazendo em Portugal.
Acusado de dar guarida aos fiéis, remunerando-os a preceito, é confrangedor ver Passos Coelho afirmar que está a fazer o que prometeu, exibindo um gráfico de nomeações e questionando se é crime ser-se filiado num partido político. Não se trata da lei. Trata-se da consciência. Os documentos são abundantes e mostram, sem hipótese de controvérsia, como enganou os eleitores. Bom para ele que a consciência não lhe pese. Mau para a democracia que assim seja. 

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publicado às 18:00


Isto ainda vai acabar mal - Espanha

por Luis Moreira, em 21.01.12

A ver si esto se logra, que lleva dando muchas vueltas esta idea...

¿POR QUÉ LOS BANCOS, CUANDO SE QUEDAN CON TU VIVIENDA LA PUEDEN VENDER SIN PONERLA A SU NOMBRE Y ASÍ NO PAGAR EL 7% DE TRANSMISIONES PATRIMONIALES ? ¿CUÁNTOS MILES DE MILLONES DE EUROS TENDRÍAN QUE PAGAR A HACIENDA?

CALCULANDO QUE HAYA 1 MILLÓN DE VIVIENDAS QUE LOS BANCOS HAN ARREBATADO A LOS HIPOTECADOS FALLIDOS Y PONIENDO UN VALOR MEDIO A LA VIVIENDA DE 200.000 EUROS, ...
SERIA:
1.000.000 X 200.000 = 200.000.000.000 MIL. X 7% = 14.000.000.000 MILLONES
                             ¡¡ Y NADIE DICE NI MU... !! ¿POR QUÉ?
TODO ENCAJA...."PUERTA DEL SOL" Y "PLAÇA CATALUNYA"...
LA REDUCCIÓN DEL DÉFICIT HA DE PASAR, EN PRIMER LUGAR, POR LA REDUCCIÓN DEL SUELDO Y PRIVILEGIOS DE TODOS LOS POLÍTICOS. INCOMPATIBILIDAD DE SUELDOS Y DE CARGOS PARA TODOS LOS POLÍTICOS Y ALTOS CARGOS.  Me llega este escrito y me 'invitan' a que NO LO PARE. NO LO HARÉ ya que, casi todo lo que dice es para tenerlo en cuenta, está abierto para todo aquel que crea y quiera poner más propuestas.

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publicado às 17:55


Isto ainda vai acabar mal! - Portugal

por Luis Moreira, em 21.01.12

«Caros Amigos, Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio !!!!!!!!!!!!!!! Este texto vai circular hoje e será lido por milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso. Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar. Nenhum governante fala em:                 

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.      

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publicado às 15:00


BOA PROPOSTA

por Luis Moreira, em 10.01.12

Está reclamando do Sócrates? do Victor Constâncio, do Passos Coelho? do António José Seguro, do Cavaco Silva? do Mário Soares, do Dias Loureiro? do Armando Vara? do Paulo Portas? do Isaltino Morais? do Duarte Lima, do Jorge Coelho, do João Jardim? do Joe Berardo, do Ministério Publico? da Ministra da Justiça? dos Tribunais ? do Procurador Geral da República, dos Autarcas do País? do Teixeira dos Santos, do Vítor Gaspar? da CGTP, da UGT? da Maioria dos deputados no Parlamento? da Comissão de Arbitragem, do Pinto da Costa, do Valentim Loureiro, ou de outro canalha qualquer?


O Português reclama de quê
?

O Português é assim:

A- Coloca nome em trabalho/licenciatura que não fez.

B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.

C- Paga para alguém fazer seus trabalhos
.

1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. - Suborna ou tenta subornar quando é apanhado cometendo uma infração.

4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, peixe, camisolas e até placas dentárias.

5. - Fala no telemóvel enquanto conduz.

6. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o telemóvel dos amigos (me dá um toque que eu retorno...) - assim o amigo não gasta nada.

7. - Conduz pela direita e pelos passeios nos engarrafamentos.

8. - Para em filas duplas e triplas, em frente às escolas.

9. - Viola a lei do silêncio.

10. - Conduz bêbado.

11. - Fura filas nos bancos, nas repartições públicas, etc. etc. utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.

12. - Deita  lixo nas ruas, nas calçadas, nos jardins.

13. - Usa atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

14. - Usurpa  luz, água e tv por cabo.

15. - Regista imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

16. - Compra recibos para abater na declaração das finanças para pagar menos imposto.

17. - Quando viaja em serviço pela empresa, se o almoço custou 10¤, pede factura de 20¤.

18. - Comercializa objectos doados em campanhas de catástrofes, ou para ajuda a mais necessitados.

19. - Estaciona em espaços exclusivos para deficientes.

20.. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.

21. - Compra produtos piratas com a plena consciência de que são piratas.

22. - Substitui o catalisador do carro por um, que só tem a casca.

23. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do metro, sem pagar passagem.

24. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... etc. etc. como se isso não fosse roubo.

25. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.

26. - Quando volta do estrangeiro, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta ou perguntava o que traz na bagagem.

27. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos....


Escandaliza-se com a corrupção dos políticos, o dinheiro das  cartões de credito, das despesas nas passagens aéreas e da estadia no estrangeiro...


Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?


O Português reclama de quê, afinal?


E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!


Vamos dar o bom exemplo!


Espalhe essa idéia!


"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos
exemplos...."

Colhemos o que plantamos, a vida nasce dentro de nós e se todos formos melhores a sociedade também será melhore!

PS: de autor desconhecido!





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publicado às 09:00


Político não pode entrar!

por Luis Moreira, em 07.01.12

Um restaurante que deve servir de exemplo! Mas como sabemos que os restaurantes não são capazes de tomar tão justa decisão, podemos nós dizer aos restaurantes: "se eles entrarem não entro eu"!

"«Quando eles vêm aqui, armam uma grande confusão», justifica Jessica Labrie, citada pelo jornal local The Porthsmouth Herald. «Podemos acompanhar toda essa desordem pela televisão, não temos necessariamente vontade de ser incomodados durante o almoço», acrescentou."

Podemos começar por aqui e enquanto almoçamos com calma pensamos no desenvolvimento da estratégia. Até os políticos desistirem!

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publicado às 10:00

Isto é bem demonstrativo da célebre frase de um ministro de Salazar, quando tomou posse como ministro. Um seu amigo deu-lhe os parabéns e o empossado ministro respondeu: "Parabéns, agora? dê-me os parabéns quando sair do governo!" Ele sabia que o esperava um lugar cheio de mordomias e grosso vencimento!

No essencial nada mudou!

PS: siga o link

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publicado às 19:04


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