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Goldman Sachs :( Económico) Coloca ex-funcionários nos lugares de topo que decidem o rumo da economia global, o que leva muitos a dizerem que domina o mundo. 

Quem são? Onde estão?

Hank Paulson, antigo secretário de Estado do Tesouro dos EUA
Saiu da liderança do Goldman Sachs para ser secretário de Estado do Tesouro durante a administração Bush. Paulson delineou o programa de ajuda à banca durante a crise financeira de 2008, que também resgatou o Goldman.

Mario Draghi, presidente do BCE
O presidente do BCE, Mario Draghi, foi director-geral da Goldman Sachs International entre 2002 e 2005. A ligação levou-o a enfrentar perguntas dos eurodeputados sobre se esteve envolvido na ocultação do défice grego.

Mark Carney, governador do Banco Central do Canadá
O actual governador do banco central do Canadá passou 30 anos no Goldman.Foi responsável pelas áreas relacionadas com risco soberana e foi o homem com a tarefa de delinear a estratégia do banco durante a crise russa de 1998.

Romano Prodi, antigo presidente da comissão europeia
O antigo presidente da Comissão e ex-primeiro-ministro italiano esteve no Goldman nos anos 90. A ligação valeu-lhe críticas da Oposição quando rebentou um escândalo a envolver o Goldman e uma empresa italiana.

Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial
O actual presidente do Banco Mundial foi director-geral do Goldman.Antes de se juntar ao banco tinha trabalhado no Departamento do Tesouro norte-americano. Lidera o Banco Mundial desde Julho de 2007.

Robert Rubin, antigo Secretário de Estado do Tesouro dos EUA
Robert Rubin teve cargos de topo na administração do Goldman. Após 26 anos no banco foi escolhido por Bill Clinton como secretário de Estado do Tesouro. Após passar pelo Governo, trabalhou no Citigroup.

Ducan Niederauer, presidente da NYSE Euronext
O presidente da NYSE Euronext, Duncan Niederauer, que detém as bolsas de Nova Iorque e de Paris, Bruxelas, Amesterdão e Lisboa, foi responsável do Goldman pela área da execução de ordens dadas sobre títulos financeiros.

Mark Patterson, Chefe de Staff do Tesouro dos EUA
Mark Patterson é o chefe de gabinete do actual secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner. Antes de se juntar ao governo estava registado como lóbista, intercedendo para defender os interesses do Goldman.

António Borges, director do Departamento Europeu do FMI
O economista foi vice-presidente e director-geral do Goldman entre 2000 e 2008. Após sair do banco foi da associação que delineia a regulação dos ‘hedge funds'. Em Outubro de 2010, foi nomeado director do FMI para a Europa.

Carlos Moedas, Secretário de Estado adjunto do Primeiro Ministro
Após acabar o MBA em Harvard, no ano 2000, o actual responsável pelo acompanhamento do programa da ‘troika' foi trabalhar para a divisão europeia de fusões e aquisições do Goldman Sachs. Saiu do banco em 2004.

António Horta Osório, presidente do Lloyds Bank
O primeiro emprego de Horta Osório após terminar o MBA no Insead foi no Goldman, centrando-se na área de ‘corporate finance'. Actualmente é presidente do banco britânico Lloyds depois de ter estado no Santander.

 

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publicado às 09:00


A Esquerda Europeia no Poder

por Luis Moreira, em 30.01.12

Foi aqui que se organizou esta conferência e o que saiu de lá foi isto:

Conferência Internacional
«A Esquerda Europeia: Conquistas, Falhanços e Desafios»
Lisboa, 26 de Janeiro de 2012
Local: ISCTE-IUL, Sala B204.

A Esquerda volta ao poder dentro de dez anos!"

Dentro de uma década, "quando os maiores problemas económicos estiverem resolvidos e a sociedade mais desigual", a esquerda vai voltar ao poder, embora se debata com grandes desafios, afirmaram dois politólogos, um alemão e outro britânico.

Em dez anos, "quando os maiores problemas económicos estiverem resolvidos e a sociedade ainda mais desigual, as possibilidades para a esquerda [voltar ao poder] não são assim tão más", acredita Wolfgang Merkel, investigador do Social Science Research Center (Alemanha).

As coisas são como são. Em Portugal o PS esteve no governo 13 anos nos últimos dezasseis. Se perguntarem a um político ou a um economista de esquerda como se sai disto, dizem: 1) em vez de se cumprir este programa em dois anos, cumpra-se em cinco anos, o que é razoável. 2) Enquanto os países em maus lençóis estão em austeridade os países que estão bem tomam medidas expansionistas, puxando pelas exportações dos que estão mal, o que também é razoável. 3) o que eles não dizem é quem nos empresta o dinheiro para vivermos no dia a dia, sendo certo que os nossos credores são os países que estão bem. E, eles, não emprestam mais dinheiro sem primeiro tomarmos as actuais medidas de austeridade!

É isto, não há como dar a volta!

PS: não disparem eu sou só o mensageiro.

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publicado às 11:00

Quando estiverem os problemas resolvidos, houver dinheiro para distribuir, o capitalismo se tenha reinventado, a esquerda volta ao poder. Não só em Portugal mas no Mundo.

Dentro de uma década, "quando os maiores problemas económicos estiverem resolvidos e a sociedade mais desigual", a esquerda vai voltar ao poder, embora se debata com grandes desafios, afirmaram dois politólogos, um alemão e outro britânico.

Em dez anos, "quando os maiores problemas económicos estiverem resolvidos e a sociedade ainda mais desigual, as possibilidades para a esquerda [voltar ao poder] não são assim tão más", acredita Wolfgang Merkel, investigador do Social Science Research Center (Alemanha).

Nada de especial, são os chamados "ciclos económicos", dez anos a recuperar a economia, e limpar os mercados dos produtos e serviços que acabaram o seu fim de ciclo e outros tantos a aparecerem nas necessidades das pessoas. Mais limpos, mais eficazes, menos inimigos do ambiente ...

Até que a ganância dos homens dê um piparote no equilíbrio encontrado e tudo recomeça. Melhor e mais justo do que no ciclo anterior, abrangendo mais gente. E, desta feita, com os BRIC a irem a jogo mas isso ainda ninguém faz ideia do que representa.

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publicado às 09:00

António Barreto :Umas coisas que eram de esquerda há 200 anos já foram e vieram, deixaram de ser e voltaram a ser. A mesma coisa com a direita. Mas há coisas que se mantiveram constantes: a ideia do mercado, de propriedade individual e de empresa privada, que são constantes da direita - se bem que há muitíssima gente de esquerda que é a favor disso também. Os últimos governos diziam que faziam tudo para trabalhar bem com a banca privada e com as empresas privadas.Desde 1976/77 com Mário Soares que se faz tudo para atrair empresas privadas para Portugal.

O facto de eu ser favorável ao desenvolvimento da empresa privada não quer dizer que seja de direita. O papel do estado, o fortíssimo papel do estado, de intervenção na organização social, económica e social é, em geral, um ponto de vista de esquerda. Mas temos 45 anos com um fortíssimo papel do estado, num governo de direita, que era o do Dr. Salazar!

Considero-me do universo de esquerda, sem partilhar com nenhuma das esquerdas anti-liberais, anti-individuais, burocráticas, totalitárias. Considero que há uma parte da esquerda que desejaria distribuir mais poder por quem o não tem, poder social, político, económico e cultural....é meu desejo dar poder aos sem poder. Não gosto de viver em sociedades muito desiguais, gosto das sociedades em que há igualdade de oportunidades. E creio que isto são duas aspirações de esquerda.

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publicado às 19:00

Regressei a este livrinho que tanto nos diz sobre a natureza humana. Muito do que encontramos podemos ver no comportamento dos mercados, accionados pela ganância dos homens e pela cumplicidade dos estados. Não há off shores se os estados estiverem para aí virados, têm que estar todos de acordo, de outra forma os off shores existirão sempre!

Como sempre o fez Maquiavel desenvolve uma visão pessimista sobre a natureza humana."Os homens são ingratos, voluvelmente cobardes, cobiçosos e invejosos. Enquanto tiver êxito estarão completamente do seu lado...mas logo que se apercebam que nada lhes dá para satisfazer os seus desejos, virar-se-ão contra si. Os desejos do homem são insaciáveis. A sua natureza impele-os a desejarem todas as coisas, mas o destino apenas lhes permite ter algumas. Isso faz com que vivam permanentemente num estado de descontentamento que até os faz desdenhar aquilo que têm"

Outros filósofos de Platão a Santo Agostinho, abordaram também no passado esta visão pessimista da natureza humana. Mas o seu pessimismo foi temperado pela possibilidade de uma redenção (através do idealismo ou do cristianismo).

Tendo testemunhado o comportamento de alguns Papas, Maquiavel achou por bem dispensar esses lenitivos.

Há por aí exemplos muito reveladores em como Maquiavel tinha razão.

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publicado às 12:00


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