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Nascido americano, filho de judeus russos, agraciado com a cidadania e o título de “Sir” em Inglaterra, nacionalizado suíço, Menhuin morreu na Alemanha, com 83 anos de idade e 80 de prática do violino, que levou a quase todo o mundo, desde os campos de concentração nazis, em que fez questão de ser o primeiro a tocar para comemorar o final da guerra e do cativeiro judeu, até à Ásia, onde os seus magistrais concertos despertaram para a música erudita milhões de jovens, desde o Japão a Hong Kong e de Taiwan a Singapura.
Foi membro de uma verdadeira “dinastia” da cultura judaica (o pai era rabino e escritor anti-sionista e a irmã Hephzibah Menhuin líder de luta pelos direitos humanos, além de notável pianista, e o irmão Yaltah Munhuin destacado pintor, poeta e pianista também).
Fundou escolas de música para jovens talentos, deu nome ao Concurso Internacional Menhuin para Jovens Violinistas, à Fundação Yehudi Menhuin e ao Centro Yehudi Menhuin na Suiça.
Começou a ter lições de violino aos 3 anos e, muito cedo, demonstrou um extraordinário talento. Mais tarde estudou com o compositor e violinista romeno George Enescu. Fez a sua estreia aos dez anos, com a Orquestra Sinfónica de S. Francisco, interpretando a Sinfonia Espanhola, de Edouard Lalo.
Em 1929, tocou em Berlim, sob a batuta de Bruno Walter, três concertos de Bach, Brahms e Beethoven. Albert Einstein assistiu a esse concerto e, no fim, teria exclamado: “Agora sei que Deus existe.”. Em 1932, gravou o Concerto para Violino em si menor, de Elgar, com o próprio compositor à frente da orquestra. Yehudi Menuhin actuou para as tropas aliadas durante a 2ª guerra mundial e, com o compositor Benjamin Britten, deu concertos para os reclusos do campo de concentração de Bergen-Belsen, depois da sua libertação, em 1945.
Regressou à Alemanha, em 1947, para actuar com a Orquestra Filarmónica de Berlim, sob a direcção do maestro Wilhelm Furtwängler, como um acto de reconciliação, tornando-se no primeiro judeu a fazê-lo, depois do holocausto. Disse a críticos na comunidade judaica que queria reabilitar a música e o espírito da Alemanha.
Yehudi Menuhin ensinou discípulos que se tornaram célebres na música erudita, ao mesmo tempo que fazia gravações com jazzistas como Stephane Grappelli ou com músicos orientais como Ravi Shankar.
No dia 27 de Maio de 1840 morreu, em Nice, depois de recusar os sacramentos da igreja, o compositor e violinista italiano Niccolò Paganini. Tinha nascido em Génova, na Itália, no dia 27 de Outubro 1782. Filho de Antonio Paganini, um modesto trabalhador portuário e razoável violinsta, Niccolò começou a aprender violino com o pai, aos 5 anos. Era forçado a praticar durante dias inteiros e, no caso de faltar, a pena era ser privado de alimentação. Não tardou muito até que o pequeno suplantasse o seu mestre e passasse a ter aulas com um professor particular. Aos 10 anos estreou-se em público, sem grande alarido e, aos 13, foi levado para Parma, para estudar com o reputado Alessandro Rolla. Este, apercebendo-se da mestria do rapaz, depressa o libertou, sob o pretexto de que nada tinha para acrescentar ao que ele já sabia.
Entre 1801 e 1809, Paganini fixou-se em Lucca, localidade onde tocou, aprendeu, compôs e dirigiu. A partir de 1809 e até 1827, viajou um pouco por toda a península italiana, cativando audiências com o seu virtuosismo incomparável. Perdeu o seu violino ao jogo – mas um mecenas ofereceu-lhe um novo violino, nada menos que o seu famoso Guarnieri. Aos 45 anos, começou a dar concertos no estrangeiro. O seu progresso no resto da Europa foi triunfal, conquistando públicos e, especialmente, os músicos mais célebres, que confundia e deliciava com as suas actuações. Em Viena, por exemplo, os admiradores de Paganini, chegavam a ocupar os seus lugares nas salas duas horas antes da actuação, para não perderem a vez. Em 1829, um amigo de Goethe escreveu a este, referindo-se ao extraordinário violinista: "com os seus malditos concertos, enlouquece homens e mulheres".
A estreia de Paganini em Paris, em 1831, foi assistida por várias personalidades culturais como Rossini, Donizetti, Liszt, etc.. Um crítico do Times escreveu sobre Paganini: "podem não acreditar em metade do que eu escrever, e eu não estou a contar-vos metade do que deve ser dito". Espalharam-se alguns rumores sobre o talento infalível de Paganini. Dizia-se que tinha aprendido a tocar na cadeia, depois de matar outro amante de uma das suas amantes ou, então, que o violinista tinha feito uma misteriosa aliança com o diabo.
Como era uma pessoa extremamente caridosa e generosa, acabou por viver na miséria, mesmo nos anos de maior sucesso. Aos 50 anos, a sua fortuna tinha desaparecido e a saúde começava a deteriorar-se. Mudou-se para Parma, onde dirigiu a orquestra da Grã-Duquesa Marie Louise, investindo ruinosamente o dinheiro entretanto ganho numa casa de jogo parisiense. A música de Paganini, para além de todas as dificuldades técnicas, encerrava mais do que destreza acrobática: possuía, também, grande força expressiva, era gentil e de uma profunda sensibilidade romântica. Como escreveu Heinrich Heine, "eram sons que o ouvido não entende, mas que só o coração pode sonhar".
No dia 4 de Abril de 1875 nasceu, em Paris, o maestro francês Pierre Monteux. Graças à sua longevidade, atravessou sucessivos períodos da música dos séculos XIX e XX e trabalhou com um diversificado número de grandes figuras e instituições do mundo musical. No início de carreira, ainda como violinista, tocou para Grieg e para Brahms; dirigiu ou colaborou na direcção de companhias como os Ballets Russes de Diaghilev, o Metropolitan, a Sinfónica de Boston, a Orquestra dos Concertgebouw e muitas outras.
Em 1942 tornou-se cidadão americano e fixou a sua principal residência no Maine. Com sua mulher Doris, fundou uma escola de Verão para maestros, inspirada pela docência de direcção de orquestra, que tinha exercido em França. De todo o mundo acorreram músicos para assistirem às classes de Maître Monteux, que um dia disse: “Reger não é suficiente; eu tenho de criar algo; não sou compositor, portanto, quero criar excelentes músicos”.
Pierre Monteux dirigiu grandes orquestras nas “premières” de diversas obras primas. Daphnis e Cloé, de Ravel; Jeux, de Claude Debussy e A Sagração da Primavera e Petrushka, de Stravinsky são alguns exemplos.
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