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O tronco nu sublinhado pelos calções cor-de-rosa deslavado, deprime-me. As declarações do "povo anónimo" encantado e corrompido pela presença do senhor primeiro-ministro", enojam-me. "Persona non grata". Pois sim...
No tempo do meu pai a maior ambição era ter um emprego no estado, na minha geração era ser bancário. Esta geração, metade dela, já quer ser empresário, a outra metade divide-se entre os que emigram e não estão para passar os melhores anos da sua vida "em vil tristeza" e os que querem ser funcionários públicos.
Só que estes últimos querem ser funcionários públicos com os direitos todos: vencimento igual aos privados, segurança no emprego, progressão na carreira...e isso não há, nem aqui nem em lado nenhum!
Há uma baixa auto-estima e baixa confiança que não conseguem ultrapassar. O que é que sabemos fazer? O que é que gostamos de fazer? Em vez de responderem a estas perguntas preferem passar os melhores anos da sua vida à espera que sindicatos, associações, partidos, grupos de pressão...se batam por eles na esperança vã de pouco fazerem e muito ganharem. Estas expectativas foram criadas pelo Estado, por razões eleitoralistas (os funcionários públicos são 700 000 que sempre podem arrastar um dos seus familiares o que dá 1 400 000 eleitores) os partidos do governo tudo oferecem e tudo prometem.
E deram o que não tinham para dar! E criaram falsas expectativas e gente sem genica e pouca disposta a lutar pela vida. As empresas públicas são um alfobre de "meninos e meninas de família" a ganharem muito mais que o resto dos trabalhadores a que se junta o pessoal político. Daí a indignação sempre que há uma privatização. As empresas passam a ter os accionistas que exigem resultados e sem trabalho não se obtêm resultados.
Um clamor de indignação e de greves atravessam a economia e o país, afivela-se o patriotismo, vendem-se os anéis, aqui Del'rei que estamos a vender ao desbarato e os "centros nacionais" vão lá para fora.
Mas há gente jovem do melhor que pede meças a nível internacional, que criam empresas de sucesso, apostam na inovação, na investigação, em mercados concorrenciais e têm sucesso. É nestes que devemos apostar, é seguindo o caminho do empreendorismo, do mérito e da responsabilidade que podemos fazer alguma coisa de positivo pelo nosso país!
Só assim conseguiremos um estado social sustentável e acabar de vez com a miséria que atinge dois milhões de portugueses!
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