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Fromental Halèvy – Compositor francês

por António Filipe, em 27.05.13
No dia 27 de Maio de 1799 nasceu, em Paris, o compositor francês Fromental Halèvy, amplamente conhecido pela sua ópera “La Juive”.

O seu pai era cantor, escritor, professor de hebraico e secretário da comunidade judaica de Paris. Entrou no Conservatório de Paris com nove anos, em 1809, onde foi aluno e, mais tarde, protegido de Cherubini. Halévy foi mestre de coro no Teatro Italiano, enquanto lutava para conseguir realizar uma ópera.
Foi nomeado professor do Conservatório de Paris em 1827 e membro da Academia das Belas-Artes, em 1836. Foi secretário perpétuo daquela instituição a partir de 1854. Fromental Halévy morreu em Nice, no dia 17 de Março de 1862, deixando a sua última ópera, Noé, inacabada. Foi concluída pelo seu genro, Georges Bizet, mas apenas foi executada 10 anos depois da sua morte.


Ária “Rachel,quand du Seigneur”, da ópera “La Juive”, de Fromental Halèvy
Tenor: Plácido Domingo
Orquestra de Paris
Maestro: James Levine

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Riccardo Chailly – Maestro italiano

por António Filipe, em 20.02.13
No dia 20 de Fevereiro de 1953 nasceu, em Milão, de uma família musical, o maestro italiano Riccardo Chailly.

A sua actividade como maestro abrange tanto o repertório sinfónico como o operático. Dirigiu a Filarmónica de Berlim, a Filarmónica de Viena, a Orquestra da Gewandhaus de Leipzig, a Orquestra de Paris, a Orquestra Sinfónica de Londres, a Filarmónica de Nova Iorque, a Orquestra de Cleveland, a Orquestra de Filadélfia e a Orquestra Sinfónica de Chicago. Actuou também nas mais importantes salas de ópera, como o Scala de Milão (onde se estreou em 1978), a Staatsoper de Viena, o Metropolitan de Nova Iorque, a Royal Opera House - Covent Garden de Londres (estreia em 1979) e a Ópera da Baviera, de Munique.
Em 1984, Riccardo Chailly dirigiu o concerto de abertura do Festival de Salzburgo e actuou no Festival da Páscoa, dirigindo a Orquestra Real do Concertgebouw em 1988, 1996 e 1998. De 1982 a 1989, dirigiu a Orquestra Sinfónica da Rádio de Berlim e, de 1982 a 1985, foi Maestro Convidado Principal da Orquestra Filarmónica de Londres. Entre 1986 e 1993, esteve à frente do Teatro Comunale de Bolonha, onde dirigiu, com enorme êxito, várias produções de ópera. Em 1986, foi nomeado Maestro Titular e, em 2002, Maestro Emérito da Orquestra Real do Concertgebouw. Em Setembro de 1999, foi nomeado Maestro Titular da Orquestra Sinfónica de Milão Giuseppe Verdi.
No âmbito de um contrato de exclusividade com etiqueta Decca, Riccardo Chailly produziu um grande número de gravações, pelas quais recebeu diversos prémios, como o Gramophone, o Diapason d'Or, o Edison, o prémio da Academia Charles Cross, o Unga Knonotomo do Japão, o Toblacher Komponier-Häuschen e várias nomeações para os Grammy. Há poucos anos, foi eleito "Artista do Ano" pelas revistas Diapason e Gramophone.
Riccardo Chailly foi distinguido com o título de "Grand’Ufficiale della Repubblica Italiana", em 1994, e nomeado membro honorário da Royal Academy of Music de Londres, em 1996. Por ocasião do décimo aniversário à frente da Orquestra Real do Concertgebouw, foi-lhe concedido, pela Rainha Beatriz, o título de "Cavaleiro da Ordem do Leão Holandês", em Novembro de 1998. No mesmo ano foi distinguido em Itália com o título de "Cavaliere di Gran Croce della Repubblica Italiana".


2º andamento do Concerto nº5, BWV 1056, de Johann Sebastian Bach
Piano: Maria João Pires
Orquestra de Paris
Maestro: Riccardo Chailly

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James Levine – Pianista e maestro americano

por António Filipe, em 23.06.12

No dia 23 de Junho de 1943 nasceu em Cincinnati, Ohio, um dos mais importantes maestros americanos de sempre: James Levine. Estreou-se como pianista, aos 10 anos, com a Orquestra Sinfónica de Cincinnati. Em 1961, reuniu as condições requeridas para ingressar na Juilliard School, em Nova Iorque. Ali continuou os seus estudos de direcção com Jean Morel e de piano com Rosina Lhévinne, com quem já tinha colaborado no Festival de Aspen de 1957, depois de estudar com Rudolf Serkin em Marlboro. Por iniciativa de George Szell, abandonou a Juilliard School em 1964, para incorporar o quadro de maestros da Orquestra de Cleveland, convertendo-se assim, aos 21 anos, no Maestro Adjunto mais jovem da história desta orquestra.
A 5 de Junho de 1971, James Levine estreou-se como maestro no Metropolitan Opera de Nova Iorque, com a representação da Tosca, de Puccini. Exerceu vários cargos nesse teatro: em 1973, foi nomeado Maestro Titular; em 1976, Director Musical e em 1986, Director Artístico, posição que manteve até 2004, ano em que foi nomeado Director Musical da Orquestra Sinfónica de Boston. De 1999 até 2004 foi o maestro principal da Orquestra Filarmónica de Munique. James Levine dirige regularmente na Europa, com a Filarmónica de Viena e a Filarmónica de Berlim e em festivais, como o Festival de Bayreuth e o Festival de Salzburgo.


Bacanal, da ópera “Sansão e Dalila, de Camille Saint-Saëns
Orquestra de Paris
Maestro: James Levine

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No dia 17 de Junho de 1908 realizou-se a estreia da fantasia orquestral “Fogo de artifício”, obra que foi o trampolim para o sucesso do compositor russo Igor Stravinsky.

Fogo de artifício, op. 4 é uma pequena peça de música composta por Stravinsky em 1908, como prenda de casamento para Nadezhda, filha de Rimsky-Korsakov, que tinha casado com Maximilian Steinberg, cinco dias antes da morte do pai. Embora não seja considerada representativa do seu trabalho, esta obra ajudou a aumentar a reputação de Stravinsky como compositor.
Na estreia de “Fogo de artifício” encontrava-se o empresário Sergey Diaghilev, que, por sorte, andava à procura de um compositor para trabalhar num novo bailado para a Ópera de Paris. Diaghilev contratou imediatamente Stravinsky para orquestrar peças para um pequeno bailado, ao que se seguiu uma colaboração mútua, que deu origem ao bailado “O pássaro de fogo”, que lançou Stravinsky para a fama internacional.


Fogo de Artifício, de Igor Stravinsky
Orquestra de Paris
Maestro: Pierre Boulez

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Henry Vieuxtemps – Violinista e compositor belga

por António Filipe, em 06.06.12

No dia 6 de Junho de 1881 morreu, em Mustafa, na Algéria, o violinista e compositor Henry Vieuxtemps. Tinha nascido a 17 de Fevereiro de 1820, em Verviers, perto de Liége, na Bélgica. Recebeu as primeiras lições de violino do pai, que era construtor de violinos e violinista amador. Apareceu pela primeira vez em público, como violinista, aos seis anos de idade e, no ano seguinte, com o seu professor, actuou numa série de concertos em cidades vizinhas. Em 1836, compôs o seu primeiro concerto para violino. Em 1937 visitou a Rússia pela primeira vez. Foi aí que escreveu o concerto para violino nº1, publicado como op. 10. Este concerto foi apresentado em Paris, em 1841, obtendo grande admiração por porte de críticos e músicos, incluindo Wagner e Berlioz.
De 1846 a 1852, Henry Vieuxtemps foi violinista da corte, em S. Petersburgo, solista nos Teatros Imperiais e professor. Em 1866 mudou-se para Paris, com a família e, em 1871, foi para Bruxelas, onde exerceu o cargo de professor de violino, no Conservatório. O seu trabalho foi interrompido por um AVC, que afectou o seu braço direito, impedindo-o de tocar violino. Henry Vieuxtemps morreu no dia 6 de Junho de 1881. O Concerto nº 5, em lá menor, op. 37 foi composto em 1858 e 1859, a pedido de Hubert Lèonard, para um concurso no Conservatório de Bruxelas. Até hoje, o quinto concerto, expressivo e poético nas suas melodias, colorido na sua virtuosidade e original na forma, continua a atrair os violinistas à procura de música para concertos.


2º e 3º andamentos do Concerto nº 5, para violino, de Vieuxtemps
Violino: Itzhak Perlman
Orquestra de Paris
Maestro: Daniel Barenboim

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