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Cordão da Liberdade cerca Putin

por Luis Moreira, em 26.02.12

Já lá estive e sei como aquela gente, palácios, museus e igrejas são belos. E o Kremlin é, ostensivamente, monumental e autoritário.

A oposição que não aceita a dança das cadeiras entre Putin e Dmitri Medvedev, , manisfesta-se no coração do poder. Um cordão humano de 16 kms cercou o símbolo do poder e exige democracia.

"Muitos participantes usaram fitas brancas no peito, ou outros elementos da mesma cor, escolhida pela oposição como símbolo da contestação após as manifestações de Dezembro. Um dos líderes da oposição liberal, Boris Nemtsov, manifestou satisfação pelo êxito do “círculo branco”.

A alternativa à Democracia são estes regimes autoritários em que as pessoas não têm direito à liberdade de expressão e os presidentes ganham eleições com 97% dos votos. Nem alternância há, na Rússia os cidadãos podem escolher entre Putin e Medvedev ou entre Medvedev e Putin ou como dizia Ford ( o dos carros) "podem escolher a cor desde que seja preto".

Apesar destes exemplos há gente no ocidente que odeia a democracia, que a combate. É pena não aderirem a estes democratas russos sem medo e ficarem por lá. Ou juntarem-se aos saudosos do regime Comunista que também os há.

 

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publicado às 16:57

Eu bem já tinha avisado! Era a última oportunidade, o responsável foi demitido, quer dizer não lhe foi renovado o mandato.

"Luís Capucha envolveu-se numa polémica com o então candidato a primeiro-ministro Passos Coelho durante a campanha, depois do social-democrata ter dito que as Novas Oportunidades eram "uma mega produção que atribui uma credenciação à ignorância". Foi agora demitido"

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publicado às 22:04

Por que é que não exigimos de todos?

por Isabel Moreira, em 20.10.10

Conhecida, mais ou menos, a proposta de Orçamento, penso que a esta hora já não é necessário fazer nova lista das preocupações que a mesma gera no comum dos portugueses. Tenho para mim que qualquer cidadão que não perceba nada de finanças - é o meu caso -, mas que esteja minimamente atento à realidade, começa por se perguntar o por quê de só agora nos virem falar da urgência de tantas medidas de austeridade. É certo que nos podem dizer que é fácil falar no final do jogo, mas certo é também que se os números são os apresentados, há indícios violentos de que não teria sido difícil um juízo de prognose mais cedo. Diz-me o senso comum que o Governo tentou adiar o inadiável, tentou desesperadamente viver como que de forma elástica sem dizer aos governados que havia de lhes dar notícias muito, mas muito más. Acontece que adiar o problema aumenta o problema, não é preciso ser licenciado em finaças para saber isso. Diria, pois, que, ao contrário do que sucedeu em Espanha, por exemplo, por cá acharam por bem viver-se numa ilusão enquanto fosse possível. Ora, não foi possível, não dá, e o resultado está à vista.

Este é o primeiro aspecto que me parece tão certo como dois e dois serem quatro. Em casa, aprendi um princípio segundo o qual reformas adiadas tornam revoluções inevitáveis. Tenho-me lembrado dele. Aqui, a revolução não foi do povo mas a apresentação de um Orçamento feito com uma cruz em cima da sua cabeça, o limite de défice imposto por essa coisa distante, que nos diz pouco no dia a dia, sim, essa coisa, a Europa que tem um presidente da Comissão que explica que há sanções para os os governos que ultrapassem os limites do défice previstos no Pacto de Estabilidade e Crescimento .

Vem então o dito Orçamento, apresentado por um Governo de esquerda. E tomam-se medidas de poupança que atingem os mais fracos e os mais indefesos da nossa sociedade, como esta medida. Há que obter receita rápida, pelo que se corta nos salários dos funcionários públicos, zás, é rápido, desigual, mas dá receita, aumenta-se o IVA violentamente em produtos essenciais à população carenciada, sendo justo pensar se quem o fez tinha na cabeça exactamente os produtos que estavam em causa. Verifica-se um ataque violento às famílias de classe média e baixa com uma simples simulação de preenchimento de modelo de IRS das mesmas sem as deduções abolidas, por exemplo, e por aí fora, toda a gente sabe a história.

Pelo meio, não valendo a penafazer links, já li Passos Coelho recusar-se a aprovar o Orçamento, afirmar que é muito mau o país ficar sem ele, dizer que é uma pessoa responsável, jurar não ceder a pressões para acalmar num dar a ideia de que o aprova, tal como aprovou o PEC.

A responsabilidade pela apresentação do Orçamento é do Governo, mas eu gostava de saber exactamente como é que o PSD, que aprovou o PEC, chegaria àquele número mágico dos 3% do PIB? Como? Já me chegou aos ouvidos o corte na despesa. Agradeço. Mas quero saber duas coisas: como é que o corte na despesa chega para alcançar o objectivo? De que despesa está o PSD a falar? Eu não quero cortes em certas despesas, por exemplo.

Pelo meio, ainda, se olharmos outros países da Europa, sabemos, por exemplo, que meio milhão de funcionários públicos britânicos provavelmente vão perder o emprego. Esta é uma desgraça entre muitas justificadas por um "pacote de medidas de austeridade".

Temos de questionar o Governo que elegemos, temos de esperar mais da oposição, sim, mas temos de, sem desresponsabilizar aqueles, pôr os olhos num mundo que chove cá dentro, num mundo que decide por nós sem que nos preocupemos com os rostos dessas decisões, com a democraticidade das mesmas, com a relação delas com um número que nos surge como se interno apenas. Não podemos ser marionetas. Não podemos gritar de fúria quando a má decisão é do Governo ali em São Bento e cruzar os braços em aceitação porque parece que foi decidido em Bruxelas, é obrigatório.

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publicado às 12:01


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