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Nina

por Rogério Costa Pereira, em 09.12.12

Tenho escrito nada sobre ti, diz o vento que foi. Desatenta vai a aragem, que tudo o que escrevo é por ti, está em ti, vem de ti. Sem ti, palavra nenhuma sairia de mim. Estás em todas as cores que formam as letras que alinho; danças em cada vírgula, apontas-me cada ponto final. Conjugas-me em cada verbo. És o meu Verbo!, a minha palavra. Não será longo este paradoxo de letras que aqui alinho enquanto a natureza dorme. O que me és... A incapacidade de descrever, de escrever; de te descrever e de sobre ti escrever. És o ar que respiro, o passo que dou, a decisão que tomo. O filho que temos. E o oposto também. O teu branco dá-me a imaginar o negro do caminho contrário. A impossibilidade de respirar, de andar, de ir por aqui ou por ali. O não existir do Francisco. O nosso filho. Sobre isso não posso - não sei! - escrever. Ninguém pode. Há quem finja escrever sobre o amor. Eu, como sabes, não sou um fingidor. És as minhas asas. Há treze anos no relógio dos homens. Desde sempre, no perpétuo. No eterno do que é. Do que me és. O nosso sempre.

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publicado às 02:24


Carrego a razão e o coração no bolso. Amo-vos!

por Rogério Costa Pereira, em 20.04.12

rcp caricatura.jpg 

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publicado às 21:52


985

por Rogério Costa Pereira, em 11.08.11

É, mais "ma" menos mã, o número de vezes por dia que o meu filho, detido em casa a contas com uma laringite, diz "mamã".

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publicado às 14:46


Cucos migratórios invadem o nosso* jardim

por Rogério Costa Pereira, em 25.06.11

Mais uma ideia Ninices (a gaja não pára)

* "nosso" as in "do prédio".

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publicado às 22:11


A sombra da minha luz

por Rogério Costa Pereira, em 24.06.11

Nina jardim_1.jpg

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publicado às 21:17


Ninices*

por Rogério Costa Pereira, em 22.06.11

Abusando descaradamente da boleia da simpatia do sapo, que agradeço à jonas (afinal, foi o Pedro; obrigado, Pedro) − hoje, em vez das cento e tal visitas por dia, a coisa já se aproxima das 500 −, aproveito para destacar o blogue da minha mulher, onde podem ver, em todo o seu esplendor, um outro tipo de arte. "Chama-lhe costura criativa", disse ela.

A minha primeira luz (cliquem no link, mas também na imagem).

 
* Definição: Ninices n.f. 1 trabalhos da Nina; 2 criatividade e poder de criação baseada em ideias, originais ou inspiradas por outras obras; 3 costura, crochet e conjugações interessantes (De nina+ices)
“Objecto social”: os projectos da Nina em tecido, linha e lã conjugados com outros materiais.
Objecto material: Bonecos, bolsas, sacos e carteiras, pufos, espanta-espíritos e mobiles, encadernações, flores e borboletas, reciclagens, utilizações e conjugações interessantes et cætera
Correio electrónico: correiodoninices@gmail.com
Blog: http://ninices.blogs.sapo.pt/
Facebookhttp://www.facebook.com/ninices

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publicado às 23:09


Nina

por Rogério Costa Pereira, em 06.02.11

Tenho escrito nada sobre ti, diz o vento que foi. Desatenta vai a aragem, que tudo o que escrevo é por ti, está em ti, vem de ti. Sem ti, palavra nenhuma sairia de mim. Estás em todas as cores que formam as letras que alinho; danças em cada vírgula, apontas-me cada ponto final. Conjugas-me em cada verbo. És o meu Verbo!, a minha palavra. Não será longo este paradoxo de letras que aqui alinho enquanto a natureza dorme. O que me és... A incapacidade de descrever, de escrever; de te descrever e de sobre ti escrever. És o ar que respiro, o passo que dou, a decisão que tomo. O filho que temos. E o oposto também. O teu branco dá-me a imaginar o negro do caminho contrário. A impossibilidade de respirar, de andar, de ir por aqui ou por ali. O não existir do Francisco. O nosso filho. Sobre isso não posso - não sei! - escrever. Ninguém pode. Há quem finja escrever sobre o amor. Eu, como sabes, não sou um fingidor. És as minhas asas. Há dez anos no relógio dos homens. Desde sempre, no perpétuo. No eterno do que é. Do que me és. O nosso sempre.

(também aqui, pois claro)

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publicado às 02:00


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