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Os vinte e cinco países com melhor democracia!

Não fazia ideia que a personagem referida no título se considerava monárquica. Hoje, no Contraditório, da Antena 1, como representante dos, segundo ele, 20% dos portugueses que professam tal credo (algum referendo que me escapou), o dito ensaiou uma espécie de discurso legitimador da legitimação de "O" monarca. A coisa remontou à família fundadora e ao reconhecimento com que as demais a favoreceram. E, essencialmente, ficou-se por aí. De papas, de bulas e do preço destas não falou. Esqueceu-se também das voltas e revoltas contra-sanguíneas das sucessivas dinastias - os bastardos, os filipes, os cunhados. Para Luís, o legitimador, desde Afonso Henriques até Manuel II foi um fartar de legitimação que remonta às semelhanças entre os sangues do primeiro e do último. De veia em veia, de transfusão em transfusão. A parte mais hilariante do ensaio radiofónico teve a ver com a alegada capitis diminutio da monarquia dos tempos que correm. Referia-se, o excelso nobre, ao facto de Manuel II não ter deixado filhos. Se bem percebi, caso o dito rei, que apelidou de impreparado para a função, tivesse deixado descendência directa, outro galo cantaria. Já eu, súbdito ignorante, que ouvia a prelecção enquanto conduzia, em vez de do sangue azul que se esperava, desviava-me das poças das simples águas chovidas. Em suma, foi giro e nem sequer paguei bilhete.
Um dos promotores da iniciativa, que solicitou o anonimato, disse que a bandeira monárquica foi ali colocada a meia haste, durante a madrugada, como prova do «estado da nação». Estranho o anonimato: nada tema, senhor anónimo. Mais adiantam que o país "nunca esteve tão desalentado como agora, quando se comemora o centenário da República". Nunca. É pensar nos séculos de história de Portugal, nos horrores que já se viveu, mas não, nunca. Nunca, como agora. E uma coisa é certa: problemas como o défice, a estagnação da economia, o desemprego, a pobreza, seriam resolvidos com a restauração da monarquia. Sim, com um Rei, imagine-se, e com o fim do princípio de liberdade que me leva a poder escolher quem eu quero para chefe de estado, venha ele, ou ela, de onde vier, sejam quais forem as suas origens. Um rei e, depois dele, o seu filhote ou filhota, mesmo que seja um idiota chapado, porque o sangue é que conta.
Mas respeitemos as convicções de cada um.
Bonito é roubar a bandeira republicana e colocar, no seu lugar, a bandeira monárquica. E no Parque Eduardo VII.
Um parque assim baptizado em honra de Eduardo VII, de Inglaterra, famoso pelas suas infidelidades conhecidas e toleradas pela obediente esposa, um verdadeiro playboy, o que me parece indiferente, mas que é o retrato tão actual da queda dos valores conservadores que as monarquias europeias pretendiam e pretendem hipocritamente representar.
Já o Parque Eduardo VII, rapidamente "desligado" de quem lhe deu o nome, é um belo local para hastear a bandeira monárquica. Ele pretende, no seu projecto urbanístico, "prolongar" a Avenida da Liberdade e no topo encontra-se um monumento, de gosto altamente discutível, mas que em todo o caso é o Monumento 25 de Abril.
Estes monárquicos são tão patuscos.
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