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Recebi este interessante texto de um militar brasileiro de alta patente e na reserva. Passo a comentar:
"Cada um é responsável por todos. Cada um é o único responsável. Cada um é o único responsável por todos." Fonte - Piloto de Guerra – Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Ao dito General português, ao escrever
“(...) Diz o Sr. Ministro que “a solução está em todos nós. Em cada um de nós”. Não é verdade! A solução está única e exclusivamente na substituição da classe política incompetente que nos tem governado (?) nos últimos 25 anos, e que nos tem levado, de vitória em vitória, até à derrota final! Os comuns cidadãos deste País, nomeadamente os militares, não têm qualquer responsabilidade neste descalabro (...)”,
Escapa-lhe um pequeno mas decisivo detalhe: fomos todos nós, os comuns cidadãos dos nossos respectivos estados membros da UE que votámos nessa classe política que nos tem levado ao atoleiro. Com efeito, fomos nós que acreditamos nas promessas vãs que o idílio de antes pudesse continuar sem mudanças de comportamento. O General esquece, também, que os militares fazem parte integrante das sociedades, sendo corresponsáveis pelos mandos ou desmandos de todos, tal como qualquer outro cidadão. Com efeito, a responsbilidade é sempre de todos e tem que ser expressamente admitida antes que se possa pensar em qualquer solução viável.
Quanto à solução a que neste caso o Sr. Ministro da Defesa se refere, ela vem aí “voando em piloto automático”, prometendo um desfecho igualmente automático que de feliz terá pouco ou mesmo nada.
A verdadeira solução de desfecho feliz, só será alcançada se a referida classe política desligar o “pilóto automático” programado para ir para nenhures, antes que se acabe o combustível longe de qualquer aeroporto no meio do oceano. Sim, a classe política, se quer evitar o novo 25 de Abril a nível europeu, vaticinado por mim desde há longa data, deverá urgentemente abandonar a mera táctica e passar a elaborar uma estratégia correcta.
O texto está no sítio da Academia Brasileira de Defesa.
| Carta de um General português.pdf 152K Visualizar Transferência |
Este Mário Crespo deixou de ser jornalista e passou a ser jornalista/comentador na sua função de "pivot"...trálálá acontecido alguma coisa?
Hoje , no fim do jornal da SICN declarou, que os militares com quem tem falado, mostram que ainda não compreenderam que o país está mergulhado numa crise. E, cheira-me, que o Mário ainda não leu os "manifestos" que a A25A nos envia e que a Pegada tem publicado. Já cá cantam mais dois para sairem amanhã e depois, e todos, mas todos, com a assinatura de tropa fandanga que não sabe que estamos em crise... é isto, óh! Mário!
Mas lê aqui
Como pareceu desde logo evidente, a menção de assuntos pertencentes à esfera civil e política na carta aberta ao ministro por parte da Associação dos Oficiais da Forças Armadas não é uma boa ideia. O general Loureiro dos Santos já veio a público criticar essa menção "assuntos exteriores às Forças Armadas" e agora o respectivo Presidente da Associação tem dificuldade em as justificar.
"Confrontado pelo EXPRESSO com a referência na missiva dos dossiês BPN e PPP´s, Pereira Cracel considera que "o senhor ministro só diz o que lhe interessa". E explica o contexto: "Esses são exemplos publicamente conhecidos e conversados e que de alguma maneira representam efeitos na sociedade em geral e nas Forças Armadas, com a transferência de dinheiros públicos para proveito privado".
Sem "conotação política" portanto!
Esperemos que não se extremem as posições porque todos perdemos com isso. O resultado de uma desavença deste tipo só empobrece a Democracia e há gente de extrema direita muito interessada nisso. Por muito que custe aos militares realmente não é possível ter vários hospitais só para militares, nem quartéis a granel. E, no que diz respeito a dossiers quentes, os submarinos e os "jactos" da Força Aérea que jazem nos contentores em que chegaram, também não são exemplo para ninguém. Que me conste este equipamento que custou milhões não foram comprados sem a concordância e a assessoria de militares de elevada patente.
A vida política já é má de mais não se aconselham exercícios exarcebados de crítica que ultrapassem o que cabe a cada um.
A carta aberta das Associações militares mete-se no caso BPN e, claro, comete dois erros gravíssimos. Esquece-se de todos os outros crimes iguais ou piores. E esquece que quem representa os militares são as chefias e só essas podem falar pelos militares.
"A simples leitura dessa carta mostra que há quem queira instrumentalizar uma associação, digna de ser respeitada e que tem o seu papel nas reformas que são precisas fazer nas Forças Armadas, para fazer política", afirmou o ministro.
Para o governante, a carta mostra que há "vocação para política e não vocação para a dinâmica militar" e por isso recusa-se a dar "protagonismo a quem quer instrumentalizar cerca de 1.500 associados para fins de natureza política".
Os militares acham que estão a ser penalizados e não desarmam!
"
"Os militares, dando continuidade à manifestação [de 12 de Novembro], pretendem pedir ao senhor Presidente da República que não promulgue o Orçamento do Estado para 2012, que contém aspectos e decisões que afrontam sobremaneira a condição dos militares e a própria instituição militar", explicou à agência Lusa Manuel Cracel.
Com esta iniciativa, os militares querem "deixar ali com a sua presença" as "profundas reservas" que têm "relativamente ao que vai acontecendo" no país e com as políticas de austeridade adoptadas pelo Governo, "em particular no que diz respeito aos militares", ainda segundo o dirigente da AOFA.
Os militares protestam sobretudo contra os cortes que os afectam e a retirada de direitos inerentes à condição militar, sublinhando que estão a ser equiparados a qualquer funcionário público quando lhes são pedidas obrigações e disponibilidade que não existem para nenhum outro grupo profissional."
As corporações ainda não perceberam que a única forma de tornar o país viável é tirar-lhes mordomias e privilégios.
Quando um militar de Abril publica uma opinião há um coro de desafinados. Os que ficam incomodados com a opinião dos militares são os mesmos que se apressaram a, no momento oportuno, os remeterem ao silêncio que , mais uma vez, os Militares de Abril aceitaram. De todos os serviços que prestaram ao país, o de se retirarem da vida pública foi, talvez, o mais generoso de todos.
Agora querem calá-los!
Ao aceitarem retirar-se da vida pública, os Militares de Abril, aceitaram serem cidadãos de corpo inteiro, com todos os direitos e todos os deveres.Nem mais nem menos!Não é, pois, aceitável que sempre que opinam sobre os problemas do país se eleve um monte de críticas. Ou porque estão a ameaçar com uma revolução, ou porque não devem ter opinião por serem quem são. Remetê-los para a condição de cidadãos de segunda, "já fizeram o que tinham a fazer, agradecemos muito mas, agora, calem-se" é o desejo desta gente medíocre, destes críticos, porque bem no fundo, sabem que traíram as mais belas esperanças de quem arriscou a pele.
Esta classe política agita-se, acusando, em vez de deitar a mão à consciência e arrepiar caminho!
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