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| No dia 23 de Julho de 1757, morreu, em Madrid, o compositor italiano Domenico Scarlatti. Tinha nascido em Nápoles a 26 de Outubro de 1685, o mesmo ano em que nasceram Bach e Haendel. | ![]() |
Filho do também compositor Alessandro Scarlatti, que de resto foi o seu primeiro professor de música, foi Maestro di Capella da rainha da Polónia (para quem compôs várias óperas) e teve a sua vida muito ligada a Portugal e a Espanha.
Scarlatti, que José Saramago fez personagem do seu “Memorial do Convento”, veio para a corte portuguesa em 1720 e foi encarregado de ensinar a filha mais velha do rei D. João V, Maria Bárbara. Partiu nove anos depois para Espanha, acompanhando a princesa que foi casar com o herdeiro da coroa espanhola – e passou o resto da vida em Madrid.
Em Espanha compôs algumas das suas principais obras. As suas sonatas testemunham a extraordinária capacidade de composição e de execução que fizeram dele um dos mais virtuosos cravistas do chamado barroco tardio e uma das maiores influências do classicismo. A técnica de cruzar as mãos no teclado abriu portas decisivas no domínio da interpretação dos instrumentos de tecla.
Em 1709 propuseram a Scarlatti uma competição com Haendel – e o virtuosismo era de tal modo característica de ambos que o concurso terminou com um empate. Virtuosismo que levou um ouvinte de Scarlatti em concerto afirmar que dentro do cravo se encontravam mil diabos, tal era a chama que saía daquele génio.
No dia 7 de Agosto de 1912 estreou-se, em Moscovo, o Concerto nº 1, op. 10, em ré bemol maior, para piano, de Sergei Prokofiev, sendo ele próprio o solista, com Konstantin Saradzhev a dirigir a orquestra. O compositor começou a escrever este concerto em 1911 e terminou a sua composição em 1912. Tem um só andamento e é o mais pequeno dos cinco concertos para piano de Prokofiev, com uma duração de cerca de um quarto de hora.
No dia 18 de Maio de 1914, Prokofiev ganhou o Prémio Anton Rubinstein pela habilidade pianística na execução desta peça, perante o Conservatório de S. Petersburgo. Prokofiev propôs o seu próprio concerto para o programa do concurso porque pensava que não conseguiria ganhar com um concerto clássico. Com um concerto da sua autoria o júri seria “incapaz de julgar se ele estava a tocar bem ou não”. No entanto, as regras do concurso exigiam que a obra fosse publicada. Prokofiev conseguiu encontrar um editor que se dispôs a imprimir vinte cópias a tempo de participar no concurso. A execução correu bem e o júri, presidido por Alexander Glazunov, atribuiu o prémio a Prokofiev, com alguma relutância.
No dia 29 de Janeiro de 1962 faleceu, em Nova Iorque, o violinista e compositor Fritz Kreisler. Filho de pai judeu e mãe católica, tinha nascido, em Viena, no dia 2 de Fevereiro de 1875.
Entrou no Conservatório aos 7 anos e, mais tarde, estudou, também, em Paris. Tinha um talento fora do comum para tocar violino, o que fez com que a sua técnica parecesse incólume às várias mudanças de rumo que, em determinado período, a sua vida foi sofrendo. Nos finais da década de 1880, depois de uma bem-sucedida digressão pelos Estados Unidos, viu recusada a sua pretensão de ingressar na Orquestra Filarmónica de Viena, o que o levou a abandonar a música e a seguir medicina, tal como o seu pai, que era um conceituado cirurgião. Uns anos depois, deixou a área da saúde e regressou às artes, dedicando-se à pintura. Andou por Paris e Roma a tentar aperfeiçoar o dom de pintor; coisa de pouca duração. Algum tempo depois virou-se para as artes da guerra, alistando-se no exército. A aventura bélica durou cerca de um ano, após o que decidiu regressar às origens e voltar a pegar no violino.
Tinham-se passado, entretanto, cerca de 10 anos, e para regressar à música, no ano de 1899, Fritz Kreisler necessitou de um prolongado período de preparação de exactamente… 8 semanas. Entre 1901 e 1903 fez várias digressões pelos Estados Unidos que marcaram o início do reconhecimento internacional daquele que viria a ser um dos violinistas mais marcantes da primeira metade do século XX. Deu concertos públicos até 1947, com alguns interregnos pelo meio devido às duas grandes guerras.
Como compositor, fez arranjos e transcrições – e apresentou uma controversa série de peças que foram atribuídas a compositores anteriores, mas que, de facto, eram de sua autoria.
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