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Esperemos que não seja já tarde de mais

por Francisco Clamote, em 15.11.12
Cavaco confessou que não viu as imagens dos desacatos e da carga policial ocorridos, ontem, frente à Assembleia da República e Passos Coelho não sei se as chegou a ver. Facto é que nem um, nem o outro  se dispensaram de fazer comentários sobre os acontecimentos, elogiando, sem mais, a actuação policial. 

No caso de Cavaco Silva é simplesmente espantoso que alguém que não viu o que se passou possa, quando questionado sobre se não tinha havido excessos por parte das forças policiais, retorquir que "afirmações desse tipo só podem ser um insulto à polícia". Espantoso e preocupante, para não ir mais longe.

No caso de Passos Coelho, como digo acima, não sei se as chegou a ver. Em todo o caso, para fazer os comentários que fez, não deve ter tido tempo para as ver bem.

Em qualquer caso, pode em relação quer a um, quer ao outro, aplicar-se o que escreve Vítor Belanciano  num artigo de opinião com o título "Eles não aprendem nada", artigo que é, ao mesmo tempo um testemunho presencial dos factos e cuja leitura se recomenda, sobretudo a Cavaco Silva e a Passos Coelho. Isto, claro, partindo do pressuposto de que, embora não tenham aprendido nada, até agora, ainda queiram aprender para tirarem as devidas conclusões. Não sei é se, tal como conclui Vítor Belanciano, não é já tarde de mais.

Esperemos que não.

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publicado às 23:14

Na Covilhã, no dia 15 de Setembro de 2012, algumas centenas de pessoas manifestaram-se contra as políticas agressivas e injustas de quem nos governa, tal como fizeram muitos milhares de pessoas espalhadas por algumas dezenas de outras cidades pelo país e pelo mundo.
Foi um dia lindo. Para repetir as vezes que forem necessárias até que os políticos entandam que um governo tem que ser do povo, pelo povo e para o povo. Agradeço profundamente a todos os que participaram. Valeu a pena.

 Manifestação 'Que se lixe a Troika! Queremos as nossas vidas'
Covilhã
15 de Stembro de 2012

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publicado às 10:00


Portas para que te quero...

por Ariel, em 17.09.12


Já todos percebemos que Paulo Portas estava à espera de passar entre os pingos da chuva na questão da TSU. Simplesmente, tal como a restante troika nacional constituída por Passos/Borges/Gaspar, nunca lhe passou pelos cínicos neurónios, que as manifestações ocorridas por todo o país, tivessem um impacto com a dimensão de uma sublevação pacifica. Estupefacto perante o vigor da recusa e a determinação dos portugueses, veio contar uma história patética muito mal amanhada, assim de-va-ga-ri-nho, em modo à la Gaspar, a ver se os portugueses se condoiam da sua sorte. Pode tirar o cavalinho da chuva. A manobra em jeito de desculpa patrioteira de tentar convencer-nos de que " não bloqueou a decisão porque isso seria trágico para Portugal" é além de cínica, facilmente desmontável. Se a própria troika veio dizer que não a exigiu, a medida só é explicável como um expediente de vingança manhosa por parte de Passos e Gaspar, lívidos pela decisão do Tribunal Constitucional relativamente aos cortes dos subsídios na função pública, de pensionistas e reformados. Portas tentou passar a ideia de que a TSU não era um imposto, logo estaria salvaguardada a posição que durante todo o verão deixou passar para a opinião pública de que não aceitaria mais aumentos de impostos. Maior cinismo e falta de respeito intelectual pelos portugueses é difícil encontrar.


imagem: Manifestação 15 de Setembro, Marisa Vieira, retirada do facebook.


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publicado às 00:03


Porque hoje é um sábado especial...

por Ariel, em 15.09.12

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publicado às 00:03


Tanto Mar

por Licínio Nunes, em 12.09.12
Vais gostar da festa, pá
Guarda a semente
Que não é hora de ais e dor
Mas de luta e de gente

Nem léguas vão nos separar
Nem o mar, nem o mar
Nem Primavera é preciso, pá
P'ra navegar, p'ra navegar

Vais gostar da tua gente, pá
'Inda dormente
E aguardo certamente
As flores do teu jardim

Cá será Outono, pá, brevemente
Amor-perfeito com cheirinho de alecrim
Nem léguas vão nos separar
Nem o mar, nem o mar


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publicado às 21:05


Tudo em nome da conservação da biodiversidade

por Francisco Clamote, em 12.09.12



Não é preciso possuir grande erudição para saber que as mulheres e os homens actuais são classificados pelos cientistas como Homo sapiens sapiens. Basta dar uma vista de olhos por uma enciclopédia para o ficar a saber e para reconhecer que se trata duma subespécie da espécie homo sapiens, do género Homo, a qual, por sua vez, digo eu, pode incluir e inclui, de facto, várias formas. Sem a pretensão de ser exaustivo, porque este "post" não pretende ser uma lição sobre taxonomia, vou elencar umas tantas, apenas  as necessárias para tornar claro o tema  que me propus. Assim, por exemplo, são conhecidas as formas do H. s.sapiens f.pauperrimus;   H. s.sapiens f.  pauper;  H. s.sapiens f.mediaeclassisH. s.sapiens f. fortunatus e H. s.sapiens f. potestatis-beneficiarius, além de outras que agora não vêm ao caso. 

Sabe-se que a vida não está nada fácil para as três primeiras formas (pauperrimus, pauper emediaeclassis), mas era suposto que para as outras duas, a vida corria pelo melhor. A suposição, porém não passa disso mesmo. Só assim se compreendem os lamentos do fortunatus Belmiro de Azevedo, ou a ameaça de se "pirar" do potestatis-beneficiarius António Nogueira Leite.

E como não compreender, perante os lamentos dos fortunati, como Azevedo, e as ameaças dos potestatis-beneficiarii, como Leite, que o governo tenha descarregado sobre os outros todo o peso das medidas de austeridade? Não se está mesmo a ver que, se este governo (ia dizer, por hábito, de malfeitores, mas retiro a palavra)  assim procede, é apenas devido à sua preocupação pela conservação da biodiversidade. 

A explicação até é simples: enquanto os fortunati e potestatis-beneficiarii são poucos e há pois que velar pela sua conservação e robustecimento; os outros são tantos que a sua conservação está sempre assegurada, pois, entre mortos e feridos, alguns hão-de escapar.

Se ainda faltava uma razão para nos mover a participar nas manifestações agendadas para o próximo dia 15, para mostrar ao governo de malfeitores, toda a nossa satisfação pelas medidas de austeridade anunciadas, aqui a temos.

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publicado às 19:57

(foto de José Sena Goulão)

«Esta manifestação começou calma, muito calma. Gente a conversar, juntar cartazes, pessoal de bicicletas, amigos sentados no chão no Saldanha. Arranca não arranca, quase uma hora depois começaram a andar. Do Saldanha seguiram em direcção à Avenida Almirante Reis e mais tarde ao Rossio. O único ponto mais "quente" foi em frente ao Banco de Portugal onde a polícia teve que fazer um cordão por causa dos ovos que estavam a ser arremessados, mas nada de especial. Durante 2 horas eu e a Patrícia Melo Moreira (France Presse) seguimos a manifestação até chegar ao Rossio onde outras plataformas se juntaram ao protesto. Ao vermos que iriam dar mais uma volta lenta à Praça sentámo-nos os dois num café a tentar editar umas fotografias (estas que aqui vêm à excepção da última) para depois os apanharmos a caminho da Assembleia da República onde pensámos que possivelmente poderia haver alguma situação mais "quente". Acabou por não dar tempo para editar. 
Começámos a subir a Rua do Carmo, depois a Rua Garret onde começámos a ver o movimento anormal de carrinhas de Polícia de Intervenção e corremos até ao sítio para onde se dirigiam. Perdi-me da Patrícia e fui direito ao rapaz que aparece em todos vídeos a tirar o sangue da testa e atirar para cima da Polícia e apenas tirei uma fotografia (a penúltima aqui). Não tive tempo para me aperceber do que realmente estava a acontecer ali. Quando me virei para trás tirei esta última que aqui está e vi que estavam a começar a avançar e que iriam varrer tudo o que estava à frente. Por mais absurdo que possa ser o comunicado da PSP que refere que nós jornalistas devemos estar atrás da linha policial (provavelmente para apanhar a cara de quem leva e não a de quem bate, como diz o Francisco Paraíso hoje no CM), foi exactamente isso que eu tentei fazer porque me vi numa situação em que iria ser apanhado no meio da confusão sem sítio para escapar. Andei na direcção deles a dizer que era jornalista em voz alta e fiz sinal para que me deixassem passar para trás da linha que estavam a fazer e foi aí que me bateram pela primeira vez na cabeça e caí ao chão. O resto as imagens mostram como foi, sendo o resultado dois cortes na cabeça, 6 pontos, ombro, costas e joelhos amassados mas acima de tudo uma sensação de medo e impotência perante tudo o que estava a acontecer. A cara do polícia que me bateu era de raiva, até a língua estava a morder. Repeti não sei quantas vezes que era jornalista em pânico e nem assim ele parou, ainda deu com mais força. Nunca pensei que aquilo pudesse acontecer cá. 
Ainda mais revolta causa ver as imagens da Patrícia a ser agredida daquela maneira! Como é possível?! Desde quando uma mulher com uma câmara fotográfica é ameaça para alguém? Não sei se foi premeditado ou não, mas a falta de inteligência daqueles animais não alcança que para cada câmara que tentam que não fotografe ou filme a sua brutalidade há dezenas de outras a captar o que está acontecer. E o resultado está à vista. As imagens daquelas duas senhoras já mais velhas, uma a levar uma joelhada no peito e outra a ser atirada ao chão também não há palavras para descrever. Parabéns a quem captou tudo isto para que se possa ver e rever. A única coisa boa que se tira disto é exactamente a atenção que o assunto está a ter, para que não se repita.»
JOSÉ SENA GOULÃO, foto-jornalista da LUSA, http://jsgphoto.blogspot.pt/2012/03/22-de-marco.html

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publicado às 13:04


Semana de luta dos funcionários públicos

por Luis Moreira, em 27.02.12

Os sindicatos da função pública vão avançar para uma semana de luta. "Entre as medidas que mais diretamente atingem os funcionários públicos estão a redução dos salários, o corte dos subsídios de férias e de natal neste e no próximo ano, a redução das remunerações para os funcionários em mobilidade especial e a revisão do regime de trabalho.
A revisão do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas e as alterações à mobilidade no Estado, aliás, prometem marcar as próximas reuniões no Ministério das Finanças, durante as quais o Governo vai negociar com os sindicatos um conjunto de alterações em áreas como as remunerações, as progressões nas carreiras, as mudanças geográficas dos trabalhadores e o sistema de avaliação de desempenho dos funcionários públicos.

É uma verdadeira bomba relógio o que os vários governos e os sindicatos armaram na função pública. A diferença da massa salarial entre dois anos consecutivos para uma inflação de 2% e um crescimento do PIB a rondar os 1%, nunca é menor que 5/6%, devido às progressões automáticas e às promoções. Ora, os 3/4% de diferença, entre o aumento das despesas com o pessoal e a inflação (ou o crescimento do PIB ) não é sustentável . É esta a razão que leva a Troika a querer reduzir os salários dos trabalhadores portugueses entre 20 a 30%.

Só é pena que não pensem o mesmo para as remunerações do capital.

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publicado às 11:00


Passos Coelho apupado em Gouveia

por Luis Moreira, em 19.02.12

Passos Coelho foi esta manhã apupado quando visitava a feira do Queijo em Gouveia. É a segunda vez, a primeira foi em Matosinhos. É necessário que o Primeiro Ministro tire as ilações devidas, se é verdade que há sempre politiquice e nem tudo é espontâneo, também é verdade que as manifestações só medram em terreno fértil e, esse, é da responsabilidade do governo.

Passos não pode ser mais "Merkel" do que Merkel, já há mais do que sinais que podemos esperar dos outros países europeus ajuda no que diz respeito à intensidade da austeridade e ao prolongamento do prazo, dois factores que aliviam em muito a pressão sobre os cidadãos. E, não é vergonha nenhuma, pelo contrário, é a prova que o governo na altura própria fez o que tinha a fazer.

Mas, e daqui lanço o aviso, aceitar o aliviar da pressão não é sinónimo de largar as reformas estruturais, de deixar de atacar o desperdício, de melhorar o estado e de relançar as Pequenas e Médias empresas, de reforçar o apoio às empresas exportadoras, de melhorar a eficiência do "mix " da energia, de optimizar a oferta dos transportes, de responsabilizar escolas e hospitais, de tornar célere a Justiça...

Passos Coelho avançou para os manifestantes e tentou falar com eles, não conseguiu os seus intentos, mas espera-se que explique melhor o que está a fazer, que não diga uma coisa e o ministro Relvas outra...

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publicado às 14:59


Toda a verdade sobre a Manif de Sábado

por Rogério Costa Pereira, em 13.02.12

Depois de o JN ter revelado um vídeo do Terreiro do Paço a encher, embora omita este pequeno pormenor -- a encher --, vídeo que, certamente por lapso, não vai além dos 40 segundos, cumpre-me o triste dever de revelar toda a verdade e afiançar que, já o Arménio discursava, a Praça apresentava o ambiente que se pode ver na fotografia supra.

Ainda a propósito, deixo o testemunho de alguém (Inês Meneses) que esteve presente: "Vê-se bem que a manifestação desce ainda e que as ruas estão ainda cheias de gente a chegar, que patética a difusão desta, e apenas desta, imagem. Vocês julgavam mesmo que todos nós que lá estivemos, que entrámos num Terreiro do Paço em que se tinha dificuldade em circular, não percebíamos a aldrabice? E que não o denunciávamos? Só o facto da imagem ter surgido só 24h depois era suficiente para tornar isto RI-DÍ-CU-LO. Shame, JN."

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publicado às 11:39


Os sindicalistas são uns exagerados

por Luis Moreira, em 12.02.12

Mas pronto, há que compreender, muita gente, muita indignação, muito entusiasmo...

Mas vamos lá às continhas ( desculpem é da profissão) :A Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m).

Ora num metro quadrado cabem quantas pessoas ? Quatro? cinco?

36 000 m2 x 4 = 144 000  pessoas

36 000 m2x5 = 180 000  pessoas

OK, vamos lá meter mais 20 000 pessoas que andam ali pelas cercanias, nas ruas adjacentes. Total = 200 000 pessoas!

Continua a ser muito grande e, a importância da manifestação nem sequer se mede pela multidão, mede-se mais pelas razões  que a motiva e que no caso são muito fortes. Aliás, quem lá faz espectáculos e vende bilhetes e tem que ter lugar para as pessoas que pagaram bilhete não mete lá mais que 150 000 pessoas.

Vem  isto a propósito de quê? Nestes momentos de emoções exarcebadas há que falar com a almofada primeiro embora, repito, tenha sido uma enorme manifestação que deve fazer pensar os governantes quanto aos limites da paciência. É que na Grécia são bem menos nas ruas mas são bem mais agressivos!

Lembram-se da visita do Papa que deu lá uma missa? Nessa altura a Igreja católica também dizia que havia 200 000 pessoas a assistir à missa! Se fosse assim nem ajoelhar podiam!

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publicado às 12:00


Não somos exigentes. Apenas queremos tudo!

por Luis Moreira, em 03.02.12

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publicado às 13:30


Cuidado com o Povo!

por António Leal Salvado, em 16.10.11

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publicado às 00:14

Um milionário americano de origem indiana apanhou onze anos de cadeia por ter feito umas manigâncias (inside trading) e, com isso, ter "sacado" uns 58 mil milhões aos  tais "que trabalham até à exaustão para serem ricos e terem medo de cair na pobreza". Tem que devolver a massa aos ludibriados e pagar multas de milhões! Na América, claro, porque na Europa e, principalmente, em Portugal, o pessoal até os admira e cai tudo no esquecimento ou na prescrição.
Adiante, porque vou em sentido contrário e a manif vem do Marquês, e isto está tudo cheio incluindo o Largo do Rato onde está a sede dos camaradas socialistas que acenam como se fossem "cá da gente"...
Do outro lado da rua está a PGR a brilhar ao sol e o fontanário lindo que a câmara de Lisboa quer colocar na sombra para todo o sempre com um gigantesco imóvel. Parece o "bunker" do gajo do bigode mas o arquitecto que é, ao mesmo tempo director da câmara e o que mais projectos tem em carteira, diz que tem a leveza de uma bailarina a dançar o "lago do Cisne ( é de certeza o negro...)
E, já estou no "franjinhas", paredes meias com a residência de um senhor que está em Paris mas eu, que sou um gajo que não gosta de discussões, nem digo o nome e passo ao largo coisa que os manifes não fazem, invectivando o apartamento.
E os 99% cheios de razão, de juventude, de calor lá vão a gritar palavras de ordem que, por enquanto,  me pareceu serem gritadas por uns militantes não profissionais.
É, pá, por quem sois, não emprestem os megafones a desconhecidos...

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publicado às 20:00

Como é possível atacar-se este sentimento?

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publicado às 10:42


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