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Como já terão reparado, a Lagarde e o FMI mudam a opinião sobre a política de austeridade praticamente dia sim, dia não. Não estranhem, porém, nem se deixem iludir. Esta posição errática do FMI faz parte do modus operandi da organização internacional de agiotagem.
A estratégia polícia bom / polícia mau vai, à vez, folgando (ilusoriamente) e amolgando as costas dos devedores; ao mesmo tempo que lança a confusão entre os parceiros sociais, que perdem demasiado tempo a comentar os supostos avanços e recuos e a usar estes como arma de arremesso contra o governo. Sem perceberem que esse apelo a essa crítica pontual faz parte do jogo, e que a ela se seguirá, em menos de um fósforo, uma declaração em sentido inverso.
O FMI faz vida disto, é um cancro-drone instalado pelo capitalismo no coração da democracia. É assim que tem de ser visto e é como tal que tem de ser tratado. Lembram-se do Detritus, em Astérix e a Zaragata? Algo assim...

Hoje, o dr. em título dedica a sua crónica de última página no Público a defender, ainda que recorrendo à ironia (arte que domina mal), a atitude de Lagarde. Essencialmente, se bem entendi o dr. (não o vou citar), "na Europa do Ocidente" (afinal, cito) temos uma solidariedade entre aspas. Aliás, "Solidariedade", assim mesmo, com aspas, é o título do vómito de fel e bílis do dia. Basicamente, e ouso a tradução simultânea, os meninos do Níger valem menos, para nós, "na Europa do Ocidente", do que "os 'descendentes' de Ésquilo e Platão" (olha, citei outra vez).
Não vou comentar mais do que isto, limitando-me a dizer que quando o dr. faz de burro, fá-lo na perfeição. Ele percebeu bem que ninguém criticou Lagarde com essa ignomínia na cabeça, mas por esta ter feito uma comparação absurda onde, para além de insultar o povo grego, instrumentaliza e, por isso, faz pouco das crianças africanas.
O vasquito tem mesmo de ser sempre do contra, ainda que isso implique defender o indefensável e fazer figura de asno.

A comparação ontem feita por Lagarde, ao dizer que está mais preocupada com as crianças de África do que com os gregos é de um populismo generalista, absurdo, demagógico e insultuoso que revela bem a agenda, agora já escancarada, da "senhora" em causa.
Neste momento, a mulher-lagarto tem um propósito, colocar a Grécia fora do Euro e assim ajudar a acabar com a moeda, já moribunda às mãos dos alemães.
Tudo ao serviço do dólar.
Que, nesta demanda dedicada, ela instrumentalize "as crianças de África" é asqueroso e demonstra bem que esta tropa não olha a meios para atingir os fins e para bem servir os donos que lhe enchem a gamela.
O comentário é falsamente piedoso, é uma ignomínia em que as crianças africanas são, mais uma vez, usadas como arma de arremesso para alcançar um fim que em nada as tem em conta.
FMI : O euro pode acabar alerta a manchete do (i).
FMI alerta: o euro pode acabar", diz a manchete do i, após a divulgação, em 17 de abril, do relatório do FMI sobre as perspetivas económicas mundiais, no qual o Fundo Monetário Internacional apresenta uma série de recomendações aos dirigentes da UE, entre as quais "mais cortes na taxa de juro por parte do Banco Central Europeu, menos austeridade e criação de eurobonds". Contudo, este diário de Lisboa refere que
o colapso do euro não é o cenário central do FMI – que prevê que a economia mundial cresça 3,5% este ano e 4,1% no próximo –, mas da leitura do documento e das palavras do economista-chefe da instituição percebe-se que, para o Fundo, o risco europeu é grande. (...) A tensão extrema na zona euro poderia ter consequências superiores ao colapso do banco Lehman Brothers, em 2008. O significado da moeda única – a maior região económica do globo – e a ausência de progressos ousados na resolução da crise começam a tornar mais evidentes os recados do FMI para a Europa, sobretudo a influente liderança da chanceler Angela Merkel.
Segundo um historiador de economia citado pelo i, a mensagem é esta:
O FMI e os Estados Unidos estão a perder mais a paciência com a Europa – a divergência não é tanto sobre a forma como sair da crise, mas com o facto de o Governo alemão estar preso a um certo atavismo e ao que o seu eleitorado diz que quer.
Além da criação de euro-obrigações, o FMI "quer também que o BCE continue a emprestar [dinheiro] aos bancos europeus".
Políticas activas de crescimento da economia, pede o FMI que pela voz da sua Presidente Lagarde afirma que "as politicas de austeridade já chegam e é tempo dos países com mais folga orçamental lançarem políticas expansionistas". Isto, se ouvido, é música celestial, porque seria implementar o que sempre esteve à frente dos olhos de quem sabe alguma coisa de economia. Enquanto os países apertados faziam austeridade os outros cresciam puxando pelas exportações dos primeiros.
O grande problema é que está toda a Europa a crescer muito pouco, mesmo a Alemanha já apresenta um crescimento abaixo das expectativas o que arrasta para pior as economias de quem exporta para o país.
"Tendo em conta o grande ajustamento já em curso este ano, os governos devem evitar (...) mais políticas de austeridade", lê-se numa atualização do "Fiscal Monitor" (publicação sobre políticas orçamentais) do Fundo.
Noutro documento (uma atualização ao "Outlook") publicado também hoje, o FMI argumenta que "o desafio mais imediato" que se põe à economia global é "restaurar a confiança e acabar com a crise na zona euro através da promoção do crescimento" económico."
A esperança vem a caminho, oxalá os "estadistas portugueses" não deitem tudo a perder...
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