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“Günter Grass, o eterno antissemita”.

por Luis Moreira, em 06.04.12

Guenter Grass, choca opinião pública com um poema onde classifica Israel como muito mais perigoso para a Paz que o Irão.

Grass é o protótipo do antissemita cultivado, que deseja o melhor aos judeus. Assombrado pela culpabilidade e a vergonha, e desejoso de estabelecer uma contabilidade na História, entra numa batalha ao defender as suas ideias para desarmar “a causa de um perigo percetível”.

Grass, que perturbou a Europa em 2006, quando revelou a sua parceria com a Waffen SS em 1944, explica que se manteve durante demasiado tempo em silêncio por medo do “habitual veredicto de ‘antissemitismo’”.

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publicado às 22:12

Já existe uma bomba que penetra até 65 metros de cimento e só explode depois disso, o que arrasará o programa nuclear escondido no subsolo. E, quem o diz dá provas de que conhece bem o assunto. Esta notícia faz parte dos sinais cada vez mais fortes que os US e Israel vão a curto prazo atacar o Irão se este não mostrar interesse em terminar com o programa nuclear.

"- O explosivo penetrador em massa é uma grande arma. Continuamos a melhorá-la. Ela tem uma grande capacidade agora e vamos continuar a aprimorá-la. Ela é parte do nosso arsenal e será um potencial se precisarmos dela nesse tipo de cenário – disse Carlisle numa conferência sobre programas de defesa dos EUA.

O secretário de Defesa norte-americano, Leon Panetta, disse em entrevista publicada na quinta-feira pelo National Journal que o planejamento para uma eventual ação militar contra o Irã começou há “muito tempo”.

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publicado às 09:00

Para impedir o desenvolvimento do programa nuclear militar do Irão os US não hesitarão em atacar o Irão em conjunto com Israel.

"O Presidente dos Estados Unidos afirmou hoje que não hesitará em atacar o Irão para o impedir de fabricar armas nucleares, mas advertiu que "falar demasiado de guerra" só ajuda o regime e faz aumentar o preço do petróleo.

Barack Obama, que discursava no principal ‘lobby' pró-Israel dos Estados Unidos, sublinhou que o Irão ainda pode escolher a via diplomática para resolver o conflito em torno do seu controverso programa nuclear."

Israel tem repetido que fará um ataque unilateral se não for acompanhado pelos US.

Entretanto, vêm a lume as discordâncias entre as duas figuras cimeiras do regime Iraniano o que poderá indicar que as pressões externas podem estar a fracturar a coesão interna do país.

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publicado às 21:44

Ninguém liga nenhuma mas a verdade é que os Estados Unidos estão preparados para dar luz verde a Israel. Por enquanto há que dar tempo para ver se as sanções contra o Irão fazem ou não mossa a um país que já está em má situação económica e política. É, claro, que não serão estas sanções que vão fazer que as autoridades abandonem o programa nuclear e é precisamente isso que americanos e israelitas esperam para atacar.

Basta um ataque limitado para atrasar uma década o programa e para ter esse resultado não é necessário o envolvimento de tropas no terreno.

"A Casa Branca quer ver as sanções a funcionar. Isto não é a Casa Branca dos tempos de Bush. Não precisamos de outro conflito", disse um responsável, conhecedor da política do Médio Oriente. "O problema é que os tipos em Teerão estão a comportar-se como se as sanções não tivessem importância, como se a economia deles não estivesse à beira do colapso, como se Israel não fosse fazer nada."

Isto já não é o tempo de Bush...

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publicado às 09:00


Estamos a caminho da III guerra Mundial

por Luis Moreira, em 17.02.12

A III Guerra Mundial está a caminho e os sinais são óbvios com a tensão entre o Irão e Israel e o cerco militar que, paulatinamente, os Estados Unidos estão a montar à China, tal como fizeram à ex- URSS!

"Mas temos de considerar seriamente o facto de que este destacamento de tropas é o maior da história mundial. Estamos a assistir ao envio de forças navais, homens, sistemas de armamento de ponta, controlados através do comando estratégico norte-americano em Omaha, Nebrasca, e que envolve uma coordenação entre EUA, NATO e forças israelitas, além de outros aliados no golfo Pérsico (Arábia Saudita e estados do Golfo). Estas forças estão a postos. Isto não significa necessariamente que vamos entrar num cenário de terceira guerra mundial, mas os planos militares no Pentágono, nas bases da NATO, em Bruxelas e em Israel, estão a ser feitos. E temos de os levar muito a sério. Tudo pode acontecer, estamos numa encruzilhada muito perigosa e infelizmente a opinião pública está mal informada. Dão espaço a Hollywood, aos crimes e a todo o tipo de acontecimentos banais, mas, no que toca a este destacamento militar que poderá levar-nos a uma terceira guerra mundial, ninguém diz nada. Isso é um dos problemas, porque a opinião pública é muito importante para evitar esta guerra. E isso não está a acontecer, as pessoas não se estão a organizar para se oporem à guerra.

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publicado às 11:00

Um ataque militar cirúrgico que limitará seriamente o programa nuclear do Irão poderá ter lugar nos próximos três meses, assinala uma alta entidade militar dos Estados Unidos.

Ninguém de bom senso admite que o Irão poderá desenvolver o seu programa nuclear sem uma resposta prévia e activa de Israel. Basta atrasar o programa pelo que não será necessária uma guerra convencional com movimentos de tropas no terreno. Há menos de um mês um jovem cientista Iraniano foi morto num atentado quando seguia de carro numa localidade dentro do próprio Irão. Isto mostra bem que há operacionais Israelitas no terreno a "desactivar" peças-chave e a colher informações da exacta posição das infraestruturas nucleares.

No Estreito de Ormuz a marinha dos US tem concentrado poderio militar porque muito dificilmente, Israel, poderá sozinho alcançar as infraestruturas construídas a 200 metros de profundidade, mas os Estados Unidos têm essa capacidade.

Ontem, um economista amigo, alto funcionário público, dizia-me que isto (leia-se a situação) vai ser resolvida como foram as outras anteriores. Eliminam-se 70 milhões de pessoas numa guerra que terá lugar no Médio Oriente. "

"O secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, acredita que Israel pode atacar o Irão na primavera, com o objectivo de evitar a construção de uma ogiva nuclear naquele país.

A informação foi adiantada pelo jornalista do "The Washington Post", David Ignatius, que acompanha o governante na reunião de ministros da Defesa da NATO. "Panneta acredita que há uma grande possibilidade de Israel atacar o Irão em abril, maio ou junho", escreveu Ignatius na sua coluna.

E as eleições americanas já em Outubro. Aceleram esta perspectiva ou retardam-na?

A vaga de frio abateu-se sobre nós e veio para ficar.

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publicado às 22:00

 

 

Como já tínhamos dito aqui é uma questão de meses. Nem o Irão cede no seu programa nuclear nem o Ocidente aceita um Irão com a bomba!

A UE lançou um embargo sem precedentes ao petróleo do Irão tentando desta forma asfixiar a sua economia .O mesmo que em 2011 já os US tinham feito.

O Irão retalia com o possível bloqueio do Estreito de Ormuz por onde passa uma parte considerável do petróleo que ruma ao Ocidente.

Um porta -aviões dos US já está na zona.

Neste jogo, as sanções fazem efeito mas, Teerão, não é por elas que se vai sentar à mesa das negociações, até porque a posição da China e da Rússia é uma incógnita e se vierem a substituir o Ocidente na compra do crude Iraniano, as sanções pouco efeito terão. No entanto, a economia do país está frágil e os primeiros sintomas vêm com a inflação e com a desvalorização da moeda o que o regime já fez.

Substituir os tradicionais fornecedores de petróleo por outros é a verdadeira questão, não podemos esquecer que o Irão possui um quarto das reservas mundiais. Para o Ocidente não é fácil e é por isso que o preço do crude já subiu para 111 dólares o barril.

Mas a hipótese que não se pode afastar é Israel iniciar ataques selectivos e limitados às infra-estruturas nucleares iranianas, atrasando se forma irremediável todo o programa nuclear. A guerra espreita !

 

O estreito de Ormuz (em persa تنگه هرمز, ormús) é a chave para o controle do petróleo mundial, um estreito (braço de mar) estreito entre o golfo de Ares, localizado ao sudeste e o golfo Pérsico, ao sudoeste. Na costa norte localiza-se Irão e na costa sul os Emiratos Árabes Unidos e o enclave omaníde Musandam .

Foi guarida de piratas desde o século VII a. C. até o XIX. Actualmente tem importância estratégica como encontra-se na saída do golfo Pérsico, que é rico em petróleo. Estima-se que aproximadamente o 40% da produção petrolífera mundial é exportada por este médio. Sua largura é de 60 a 100 quilómetros.

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publicado às 17:15


A guerra pelo controlo do Estreito de Ormuz

por Luis Moreira, em 13.01.12

O Irão já afirmou que em caso de ataque dos US/Israel fechará o Estreito de Ormuz. Os americanos concentram cada vez mais forças naquela região. Trata-se do conflito cada vez mais aberto sobre um Irão nuclear.

As forças navais dos EUA – a Marinha e a Guarda Costeira dos EUA – são as maiores do mundo. Nada se compara às capacidades dos EUA em águas profundas e oceânicas. Mas ser a maior e a mais potente não implica que seja invencível. No Golfo Persa e no Estreito de Ormuz, as forças navais dos US são vulneráveis.Apesar do poder e das muitas capacidades, a geografia trabalha literalmente contra o poder naval dos EUA no Estreito de Ormuz e no Golfo Pérsico. A região, pelo menos em contexto estratégico e militar, é como um canal. Em termos figurativos, os porta-aviões e grandes navios de guerra dos EUA ficam ali confinados, pode-se dizer, “presos”, nas águas costeiras do Golfo Persa.

Esta circunstancia torna a marinha americana presa fácil dos mísseis iranianos!

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publicado às 20:00

Especialistas militares já não têm dúvidas, a guerra para impedir que o Irão chegue à bomba nuclear já começou. De forma limitada, atrasando o programa eliminando cientistas-chave e ou estruturas nucleares.

"Especialistas militares avaliaram, nesta quinta-feira, que a guerra entre o Irã e os EUA já começou, a julgar pelo movimento de tropas na região e os últimos acontecimentos no cenário montado pelas nações ocidentais no Golfo Pérsico. Fontes ouvidas pela agência espanhola de notícias RicTV atestam que, agora, “é apenas uma questão de horas para o início do conflito armado”. A morte do cientista iraniano em um atentado foi, segundo analistas, um ponto decisivo para o agravamento do quadro de confronto entre as forças norte-americanas, israelitas e do Irã."

O assassinato de um cientista esta semana no próprio país mostra que há forças Israelitas  no interior do Irão! Para o ocidente e principalmente para Israel um Irão com capacidade nuclear é um pesadelo.

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publicado às 13:00


A Guerra espreita no Estreito de Ormuz

por Luis Moreira, em 08.01.12

Passam por aqui 40% do petróleo que  vem para o Ocidente. O Irão diz que é mais fácil fechar o estreito que beber um copo de água, enquanto faz manobras militares com um porta aviões americano por perto.

O que está em causa é o programa nuclear Iraniano, num ano de eleições nos US, vem a calhar um inimigo externo para juntar os americanos à volta do presidente. A China e a Rússia já avisaram que em caso de guerra estarão ao lado do Irão. Falta Israel que é quem mais tem a perder com um Irão nuclear.

Um dia destes vamos acordar com um um ataque aéreo surpresa cirurgico e limitado para atrasar o programa destruindo várias estruturas.

As ameaças crescem de tom.

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publicado às 16:00


A guerra entre Israel e o Irão continua...

por Luis Moreira, em 02.12.11

Um quartel foi pelos ares e dois dias depois uma central do programa nuclear Iraniano também. Ninguém acredita em coincidências e as explicações do Irão para o sucedido não convencem ninguém. A sabotagem do programa nuclear vai continuar já que, pelas razões que citamos aqui, é muito improvável um ataque aberto Israelita.

"Nenhuma autoridade confirmou publicamente a versão de sabotagem, até porque seria considerado um acto de guerra. Há suspeitas de que estes possam ser as primeiras acções de uma operação secreta israelita para afectar o desenvolvimento do programa nuclear iraniano.
Recentemente, documentos secretos do governo de Benjamin Netanyahu surgiram à luz do dia dando conta da existência de alegados planos de Israel para atacar instalações nucleares iranianas no caso de o relatório da AIEA demonstrasse que o programa de Teerão tem objectivos militares. Coisa que, de facto, o relatório não nega."

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publicado às 12:00


Os Ayatholas "irão" para a guerra?

por Luis Moreira, em 01.12.11

Andamos todos à volta da crise na Europa e nos Estados Unidos mas há um país que não pára e que aproveita a ocasião. Está cada vez mais perto de conseguir a bomba atómica e não parece que a diplomacia consiga que se abstenha desse objectivo.

Com as revoluções árabes muita coisa está a mudar umas a favor do Irão outras contra. A favor, estão as populações que saíram para a rua. No caso de um ataque de Israel essas pessoas verão nesse ataque uma afronta a um país árabe e, isso, pode mudar tudo.

Os países árabes do Golfo querem o Irão nuclear o mais longe possível e apoiam Israel. Os Estados Unidos têm as eleições Presidenciais que aconselham os americanos a não se meterem em aventuras. Diz quem sabe que dificilmente Israel conseguirá destruir toda a indústria nuclear Iraniana só com ataques aéreos.Ora o Irão é um imenso país com um exército poderoso e tem mísseis e ogivas que alcançam Israel e mesmo a Europa.  

Mas um Irão nuclear é algo que Israel e os Estados unidos nunca aceitarão e hoje já não há dúvidas que é uma questão de tempo.

Estamos à beira de um ataque Israelita aéreo limitado mas que atrasará, inevitavelmente, a estrutura industrial nuclear Iraniana.

Esta guerra será mais uma machadada na economia mundial e, particularmente, no Ocidente.

PS: o jornal (i) informa que Israel atacou uma fábrica e uma estrutura nuclear no Irão!

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publicado às 11:00

Irão - End executions by stoning

por Isabel Moreira, em 30.09.10

Quem tiver paciência e quiser perceber um pouco melhor o sistema Iraniano, que sustenta a morte por apedrejamento das pessoas, de uma forma particularmente castigadora para as mulheres, leia este relatório.

Estas frases iniciais são impressivas:

 

‘In Iran, stoning a person to death is not against the

law. Using the wrong stone is.’

 

 

‘The size of the stone used in stoning shall not be too

large to kill the convict by one or two throws and at the

same time shall not be too small to be called a stone.’

Article 104 of Iran’s Islamic Penal Code

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publicado às 15:06

Sakineh Ashtiani e a incerteza

por Isabel Moreira, em 30.09.10

Vamos lá ver que notícias teremos nos próximos tempos. Esta diz-nos isto: "uma agência de notícias não oficial iraniana dava conta, na segunda-feira de declarações do procurador-geral do Irão, Gholam Hussein Mohseni Ejei, que teria anunciado a condenação à morte por enforcamento, pena relativa à sua alegada cumplicidade no assassínio do marido.

Esta terça-feira, no entanto, o porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores, Ramin Mehmanparast, veio anunciar que a análise do caso de Sakineh Ashtiani ainda não está concluído.

"Os dois temas (a acusação de homicício e a de adultério) devem ser examinados", disse Mehmanparast".

 

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publicado às 14:46


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