Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Cortiça ganha prémio na terra do plástico

por Luis Moreira, em 19.04.12

A inovação que se está a desenvolver na actividade corticeira é fantástica. Durante muito tempo a cortiça viveu das rolhas para garrafa, até que os Alemães se lembraram que as rolhas de cortiça podiam ser substituídas por rolhas de plástico.  E, até em Portugal se viu, por algum tempo, vinho português engarrafado com rolhas de plástico. Há, até, razões científicas que mostram que as transferências químicas ( do e para o interior da garrafa) que se produzem com a rolha de cortiça não se dão com a rolha de plástico. Com a consequente perda de qualidade dos vinhos. Mas, isto serviu, algures, para o toque a rebate!

A cortiça começou a ser usada na construção civil, na NASA como material protector do calor e aqui mais perto em produtos do dia a dia. Gravatas, guarda-chuvas, sacos para senhora, nos sapatos...

Uma jovem empresária pegou na indústria caseira da família e deu-lhe o "toque de Midas" convertendo uma indústria conservadora numa indústria moderna que vende para e em todo o Mundo. Foi com emoção que vi o nosso Pavilhão na Feira de Shangai, todo revestido de cortiça, ser visitado por milhares de pessoas que admiravam os nossas produtos.

E a ideia tomou força e está levada à séria. Ganha prémios internacionais frequentemente . Um matéria prima Portuguesa que agora é exportada mas com produção incorporada.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:38

A AutoEuropa já tem vinte anos. Não é apenas o motor do desenvolvimento da península de Setúbal, é também a líder de um cluster de muitas dezenas de empresas fornecedoras onde imbuiu um ambiente de grande disciplina, gestão avançada e de qualidade. Uma relação diferente e frutuosa com sindicatos, trabalhadores e Comissão de trabalhadores.

A renovação do espírito de inovação e empreendorismo que se verificou nos últimos anos em Portugal deve muito à AutoEuropa. Encontrar este caminho dos sectores mais dinâmicos da economia - tecnologias da Informação e Comunicação, Biotecnologia, Automóvel e Aeronáutica  é estratégico e decisivo. Cabe este caminho às redes líderes sectoriais, empresas, universidades, centros de I&D e, às agências públicas, um papel importante na criação do ambiente propício de sucesso de abordagem aos clientes.

A aposta em projectos estratégicos como os clusters de inovação e os pólos de competitividade são caminhos que não se podem adiar mais.

PS : fonte: Publico - Francisco Jaime Quesado

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:30

É com estas empresas que Portugal sairá da "apagada e vil tristeza". Empresas inovadoras capazes de competirem a nível global. Assente em tecnologia de ponta, a iSurgical3D ("spin off" da UMinho sediada no Ave Park das Taipas, Guimarães) deu um salto qualitativo, de reconhecimento mundial, rompendo com a tradicional técnica Ravintch, que implicava rasgar as cartilagens da caixa torácica para reparar a deformação e vai, até, mais longe do que os avanços propostos por Donald Nuss, na década de 1990. 

O grande avanço que falta dar é o reconhecimento por parte do país destas empresas, terminar o preconceito contra o lucro ( como se o milhão de euros que Mexia ganha na EDP e outros iguais fosse um salário...)

Terminar com a protecção às empresas do regime com quem o estado faz as ruinosas parcerias público privadas e que nada têm de inovação. Apoiar quem opera em concorrência.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:00


Portugal é capaz!

por Luis Moreira, em 26.02.12

Veja como os portugueses são capazes de ombrear com os melhores.Portugal vale a pena!.pps
1557K   Visualizar   Transferência  

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:00


Inovadora e exportadora empresa ganha prémio

por Luis Moreira, em 25.02.12

Mais uma empresa que inova e exporta, criada pelo mérito de uma jovem licenciada em Engenharia dos Materiais. Regeneração óssea.

Este ano, concorreram ao prémio 186 projetos, tendo chegado à fase final seis startups, com a escolha final do júri - presidido pelo presidente da COTEC, Daniel Bessa - a recair sobre Cláudia Ranito, fundadora e CEO da startup de biotecnologia Medbone - Medical Devices, empresa que se dedica à produção de substitutos ósseos para cirurgia ortopédica, dentária e veterinária.

"Os produtos fabricados por esta inovadora startup têm propriedades semelhantes às do osso natural, possibilitando melhor qualidade de vida aos pacientes. Espanha, Dinamarca, Polónia, Kuwait, Camboja, Hong Kong, Colômbia, África do Sul e Moçambique já utilizam os substitutos ósseos desenvolvidos pela Medbone, empresa criada em 2008 e que é já uma referência, em Portugal, na área da regeneração óssea", pode ler-se no comunicado da ANJE.

É realmente fantástico, cento e oitenta e seis projectos inovadores. É este o caminho! Apoiar e incentivar o empreendorismo da sociedade civil, empresas privadas que não precisam do estado para nada, a não ser que não atrapalhe.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:30


As médias cidades factor de desenvolvimento

por Luis Moreira, em 26.01.12

Há vinte anos ou talvez nem isso, várias cidades do interior tiveram uma alavanca decisiva na fixação das populações e no seu desenvolvimento com a criação de Universidades e Institutos Politécnicos. Agora, muitas vezes ligados a estas escolas, desenvolvem-se "ninhos de empresas" onde a inovação, a investigação e o empreendorismo desempenham papel decisivo.

Este é o único caminho para impedir o gigantismo das cidades do litoral e consequente desertificação do interior.  A captação de investimento estrangeiro baseado na inteligência e na inovação terá um papel único neste processo ( empresas de tecnologia de informação, comunicação, biotecnologia, automóvel, aeronáutica   e outras, formadas em rede com universidades e empresas líderes com protagonismo global )

Felizmente há casos concretos de sucesso, desde a Covilhã, a Cantanhede, de Évora a Aveiro, de Vila Real a Portimão . E outros estarão a afirmar-se. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:15

Com certeza que a inovação é fruto da investigação e esta da iniciativa das empresas privadas e dos cidadãos. Este exemplo, como muitos outros felizmente, mostra bem que o Estado se deve afastar das actividades empresariais e interessar-se por tudo o que só ao estado compete fazer:

Tudo começou nos anos 80 com um pequeno núcleo de engenheiros de uma empresa privada portuguesa, constituído por jovens licenciados de universidades nacionais, especializados em electrónica e telecomunicações, que abraçaram o desafio de desenvolver produtos nacionais de alta tecnologia, invertendo a política de aquisições no estrangeiro.

A opção conduziu a uma consolidação e evolução tecnológicas que permitiram que a EID desenvolvesse competências, internacionalmente reconhecidas, no domínio das comunicações militares.

“Assim, começou uma estreita e duradoura cooperação com as Forças Armadas portuguesas, que se revelaria de crucial importância no futuro da empresa”, recordam os seus responsáveis.

A EID foi fundada em 1983 e o seu primeiro projecto esteve ligado ao desenvolvimento de rádio-faróis para a Marinha Portuguesa, que vieram a ser instalados em vários locais da costa portuguesa. O sucesso do programa levou ao desenvolvimento de transmissores de alta frequência, que marcaram a transição para a tecnologia de estado sólido em amplificação de rádio frequência. O segundo passo, uma estreia nacional, foi a incorporação de microprocessadores nos seus produtos, nomeadamente num sistema de controlo de uma fábrica de rações, num receptor de comunicações e nos quadros de teleindicação para estações de caminhos-de-ferro...

E, muitos outros projectos que viram a luz do dia numa pequena empresa Portuguesa e singram no mercado global .

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:00

  

No bloco operatório, o cirurgião-chefe é quem manda, a última palavra sobre o que se faz ou não, depois de ouvida a equipa, é dele.Ora, no caso, o cirurgião inovou, deu um passo em frente e, descobriu, que com umas alterações nas varetas ortopédicas que usa para fixar ossos partidos, obtinha grande vantagem para os doentes.

Não é assim tão fácil, teve que verificar se há ou não maior probabilidade de infecções, onde e quem poderia fazer as alterações, como contornar algumas dificuldades de fixação...

A televisão, que deu a notícia, mostrava e tornava a mostrar a serralharia do hospital, o berbequim, o serralheiro e depois novamente as ferramentas, como quem diz, "é aqui que o crime se comete, isto é mesmo para matar os doentes..."

O cirurgião lá explicou do que se tratava, e fiquei mesmo com a sensação que na montagem da peça fizeram  para não dar muitas largas ao médico, mas percebeu-se que já fez trinta e duas operações com êxito e com resultados positivos para o doente. Mas a serralharia, senhor!

Eu, estive numa empresa que, em tempos idos, desenhava e produzia instrumentos cirúrgicos, numa altura em que as coisas eram feitas ainda de forma rudimentar uma a uma, a pedidos dos cirurgiões. E como nascia o instrumento cirúrgico?

O serralheiro (horror!) acompanhava a operação pessoalmente, e o médico ia-lhe dizendo, "está a ver, preciso de chegar ali, mas só com uma pinça, com tanto de largura, comprimento, curva, ângulo..."e o "artista do serrote" lá ia para a oficina desenhar e construir o instrumento. Claro que, tal como agora, o instrumento era esterilizado (uma das maiores conquistas da medicina.Sabem a história?) andes de ser usado.

Todos os instrumentos e material médico são feitos em fábricas, hoje esterilizados na origem, mas depois de usados são novamente esterilizados e usados no hospital, por isso o risco é o mesmo. São esterilizados, ponto!

Mas o médico, que noutro país, receberia uma homenagem e uma promoção pelo invento, aqui está sujeito a uma denúncia, a um processo e vamos a ver ao que mais, isto apesar de a Directora Clínica estar a par da situação e dizer que tudo corre a bem dos doentes .

Não há dúvida, o país está mesmo virado para a inovação e, a comunicação social deste país, em vez de ajudar a desbravar caminhos, levanta todas as suspeitas, sem fazer ideia nenhuma do que está a dizer!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:00


página facebook da pegadatwitter da pegadaemail da pegada



Comentários recentes

  • mariamemenez

    BEM-VINDO: O EMPRÉSTIMO ONLINE ENTRE PESSOAS GRAVE...

  • Endre

    Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...

  • Endre

    Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...

  • Endre

    Você quer pedir dinheiro emprestado? se sim, entre...

  • DAVID

    Saudações da temporada, eu sou David e sou um hack...

  • Welty Jeffrey

    MARTINS HACKERS have special cash HACKED ATM CARDS...

  • sandra

    I wanna say a very big thank you to dr agbadudu fo...

  • DAVID

    Olá senhoras e senhores!O ano está acabando e esta...

  • Maria

    God is great i never thought i could ever get loan...

  • edwin roberto

    I am Edwin Roberto and a construction engineer by ...


Arquivo

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2012
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2011
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2010
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2009
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2008
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Pesquisar

Pesquisar no Blog