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De boche para boche: Tradução simultânea

por Rogério Costa Pereira, em 12.11.12

IV REICH

1. "Farei tudo para que Portugal tenha um futuro feliz e para que nos demos bem na Europa." [Merkel].
2. "Quando já não for chanceler venho passar as minhas férias aqui, agora não tenho tempo." [Merkel].

III REICH

1. "Faremos daquela colónia de mestiços e ignorantes uma nova Alemanha." [Hitler]
2. "Onde Napoleão falhou, obterei sucesso, vou desembarcar nas praias da Inglaterra." [Hitler]

Em suma, 

"Torne a mentira grande, simplifique-a, continue afirmando-a, e eventualmente todos acreditarão nela." [Hitler]

"Que sorte para os ditadores que os homens não pensem." [Hitler]

No final,

"Eu realmente achei que venceríamos." [Hitler]

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publicado às 16:46


Coisas que irritam os piegas como eu (3)

por António Filipe, em 28.08.12

Cheguei a um ponto em que já nem sequer peço, a alguns dos meus amigos, para me ajudarem na luta contra estas políticas da destruição do nosso país. Felizmente, são só alguns (poucos).
Já me dou por satisfeito se, pelo menos, constatarem que o país está a passar um dos piores momentos desde o 25 de Abril.
Alguns nem sequer acreditam que a crise existe. Talvez porque não a sintam. Mas negar que o número de pessoas pobres e a viver em condições miseráveis é cada vez maior e está a aumentar a passos largos é, para mim, o cúmulo do egoísmo e só demonstra uma profunda falta de informação. E, pior, afirmar que a culpa das pessoas serem pobres é delas próprias é, para mim, o cúmulo da indiferença e da falta de solidariedade. E, pior ainda, terem o desplante de afirmar que a culpa da crise (a tal em que eles nem sequer acreditam!), é das minorias, como ciganos, ucranianos, pretos, beneficiários do RSI e de outros subsídios, enfim, de todos os que não sejam da sua raça ou que tenham um modo de vida diferente é, para mim, o cúmulo da ignorância. Vem-me à memória um fulano chamado Adolf Hitler.
E, depois, não querem que eu me irrite!
Mas, como já disse, felizmente, esses amigos estão em minoria. Não lhes desejando isso, por vezes, imagino o que pensariam se, um dia, estivessem na mó de baixo.
Sinto-me bem ao sentir e verificar que a grande maioria dos meus amigos têm visão suficiente para constatarem a realidade do país e até fazerem o que podem para mudar este estado de coisas.

Que o grande Zeca Afonso nos sirva de modelo.


Zeca Afonso, Coração Inteligente

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publicado às 16:16


Alemanha (take two): 1939 - 1945 (Holocausto)

por Rogério Costa Pereira, em 10.12.11

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publicado às 19:39


Xenofobia, racismo, ódio e outras aberrações

por António Filipe, em 30.11.11

Durante as minhas quase seis décadas de vida (digo seis décadas porque parece menos que sessenta anos) já ouvi uma enorme quantidade de coisas que me irritaram.
Mas nada me irrita e revolta mais do que estar num grupo onde se começa a dizer mal de uma determinada raça, de um determinado povo ou de um determinado grupo. O racismo e a xenofobia sempre me incomodaram. Infelizmente, constato que isto acontece com cada vez mais regularidade. E isso incomoda-me, porque eu fico sem palavras. Cobardemente, admito-o, pois tenho o pressentimento que, no grupo, sou o único (salvo raras excepções) que sente obrigação de falar em defesa daqueles que, não estando presentes, estão a ser atacados. Tenho a sensação que somos um país cada vez mais xenófobo e racista. Pelos nossos erros, culpamos todos e tudo o que nos seja alheio. Raramente temos a humildade de admitir a nossa própria culpa. Culpamos os ciganos, os pretos, os romenos, os imigrantes em geral e até os nossos próprios emigrantes. No entanto, ironia das ironias, quando algum dos “nossos” comete um erro, ouço, muitas vezes, a expressão: “É à portuguesa”. Expressão que eu detesto, diga-se de passagem, por considerar que não deixa de ser xenófoba por ser contra o nosso próprio povo. Neste aspecto, outros povos fazem exactamente o contrário. Por exemplo, os americanos têm uma expressão semelhante, mas usam-na quando alguém tem sucesso naquilo que faz. Quando as coisas correm bem, dizem: “It’s the american way”, o que é uma maneira bem mais optimista de encarar a vida.
O que mais me espanta é que muitas das pessoas a quem eu ouço comentários racistas, afirmam-se democratas e dizem que são a favor da liberdade e da igualdade. Chegam ao cúmulo de, muitas vezes, iniciarem um comentário racista com: “Eu não sou racista, mas…”. E, depois de mandarem uma enxurrada de baboseiras de teor claramente racista, dão-se ao luxo de afirmar, orgulhosamente: “Mas, atenção, eu não sou racista.” Bem, justiça lhes seja feita, pelo menos negam a sua própria xenofobia, o que demonstra algum sentimento de culpa. O Hitler nem sequer se dava a esse luxo. Exterminava judeus, ciganos e tudo o que não fosse raça ariana, sem pudor nem vergonha.
Já não me espanta muito o facto destas mesmas pessoas se assumirem católicas e, muitas delas, até praticantes. É que as religiões sempre foram e continuam a ser causa de grandes ódios por esse mundo fora. Tudo o que for de crença diferente é para destruir.
Cúmulo dos cúmulos: agora até já nos jogos de futebol se instalam jaulas destinadas aos adeptos do clube adversário. E, depois, dá no que deu: fogo à peça.
Tenho alguma dificuldade em acreditar que qualquer normal ser humano não tenha o discernimento necessário para chegar à conclusão de que qualquer outro ser humano é igual a ele e que todos temos defeitos e qualidades. Se tivermos respeito, damo-nos ao respeito. Se compreendermos, somos compreendidos. O ódio só alimenta o ódio.

Deixo uma canção do grande John Lennon, que, além de ter uma melodia bem bonita, tem uma letra sobre a qual todos devíamos meditar.

 

 

 

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publicado às 12:36


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