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Diz Henrique Neto, empresário e socialista à conversa com Medina Carreira : este explicou que "a austeridade é uma fatalidade porque não há dinheiro", mas defendeu que Portugal "precisa de uma agenda de crescimento, de uma política que faça consumir mais, vender mais, exportar mais e importar menos".

E Henrique Neto : "Apesar do desemprego e das falências, apesar de tudo, o distrito de Leiria está numa situação mais favorável", destacando o facto de "as exportações estarem a crescer ao dobro da média nacional".
O empresário revelou que só no início deste ano as exportações da indústria das conservas em Peniche cresceram 169%.
Por outro lado, destacou o facto de o número de empresas criadas em Leiria ser superior às que encerram. Em 2010 fecharam 862 e em 2011 desapareceram 819. Mas em 2011 foram criadas 1.351, mais 119 que no ano passado. O ex-dirigente socialista disse que este sucesso deveria ser alvo de estudo e de interesse, mas avançou com uma explicação central: "A economia de Leiria não depende do Estado".

O antigo ministro das Finanças Medina Carreira disse hoje que a ideia de "excesso de austeridade é uma tontice à portuguesa.

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publicado às 12:00


Maçonaria e poder económico dominam PS e PSD

por Luis Moreira, em 20.12.11

Não deixe de ver os dez primeiros minutos deste vídeo. Um escândalo, uma vergonha, uma miséria! Mas há muito que se sabe e ninguém faz nada!

 

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publicado às 11:00

Na SICN debruçaram-se sobre o livro do Engº Henrique Neto, notório socialista  e meritório empresário.

Na PEGADA temos andado a analisar o que nos propõe Henrique Neto:

"Uma estratégia para Portugal": tese 4 : tese 3 ;tese 2 ; tese 1; tese - pode procurar mais textos por "uma estratégia para Portugal".

O que acontece em Portugal e Grécia, para dar só estes exemplos, é que não havendo estratégia, os governos que se vão sucedendo, governam segundo os interesses dos mais fortes no momento ou segundo a personalidade do primeiro ministro. Nunca se prossegue uma visão de médio e longo prazo, em que estejam reunidas as condições e os acordos necessários para se manterem as grandes linhas orientadoras para o país.

O que se está a passar na Grécia é disso um mau exemplo, com a oposição a liderar a contestação nas ruas, num momento em que o Partido Socialista no governo, tenta cumprir com os entendimentos que tem com os seus parceiros na Zona Euro.

Os  políticos andam agora a ler o livro...

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publicado às 12:00

No futuro, com a simplificação e a redução do custo das comunicações e dos transportes, a competitividade passa pela rápida apropriação das oportunidades e pela rápida detecção dos recursos, estejam estes,oportunidades e recursos , onde estiverem.

Fabricar um automóvel na mesma região pertence ao passado. Hoje são desenhados num país, os componentes e os sistemas fabricado em diferentes países ou continentes e a montagem final num local diferente que disponha do trabalho qualificado e das melhores condições logísticas com vista aos mercados de destino.

O empresário do futuro é como um chefe de "orquestra" que junta elementos de várias origens para produzir uma competitividade acrescida.

Portugal tem condições muito particulares e positivas neste contexto, com a nossa capacidade de adaptação a outros ambientes e a outras culturas.

Claro, que a globalização a que assistimos é uma forma muito incorrecta de concretizar esta tese, evidenciando uma financeirização da gestão e, menos, a optimização dos custos.

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publicado às 23:00

Antecipar a inovação e a mudança mais rapidamente do que os nossos concorrentes, através da análise das necessidades das pessoas e dos movimentos da sociedade.

 

Como há muito os Portugueses mostram no estrangeiro, são tão empreendedores como qualquer outro povo.

Mas, também, como mostram as concentrações de fábricas na mesma região( moldes na Marinha Grande e confecção e calçado no Vale do Ave) fazem-no por cópia do sucesso alheio. Embora as concentrações na mesma região tenham inegáveis vantagens.

Somos, então, fracamente inovadores, não olhamos para o mercado nem detectamos as necessidades das pessoas. Mas a situação está lentamente a mudar como podemos ver nas tecnologias que têm o seu "berço" nas Universidades. É um empreendorismo baseado no conhecimento!

Os produtos e bens necessários irão sempre aparecer, a questão está em chegar lá primeiro e olhando sempre para o mercado global e não só para o mercado nacional.

É, aqui, que o apoio do estado é determinante, prevendo mudanças nos hábitos, nas culturas e nas necessidades, reais ou imaginárias, dos consumidores.

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publicado às 20:30

Transformar constrangimentos e atrasos em oportunidades para a mudança. Na medida em que o estado de necessidade, os baixos investimentos  realizados e a inesxistência de fortes infra-estruturas industriais herdadas do passado nos permitem reduzir o custo de mudar. 

 

Esta segunda tese procura chamar a atenção para alguns aspectos positivos das circunstâncias nacionais, dando uma visão optimista da realidade portuguesa, e mostrar uma via para a mudança. Ao mesmo tempo procura valorizar o tempo de urgência: temos de mudar rapidamente de modelo economico, de padões de vida e corrigir alguns comportamentos.

O sentimento de urgência apela à adopção de soluções avançadas e com maior futuro, na medida em que relativamente a outros países mais industrializados os custos para mudar são menores. Foi o que fizeram na Irlanda e na Catalunha, que estão a realizar o seu desenvolvimento económico na direcção da economia do conhecimento, com menos consumo energético e menos custos ambientais, típicos dos modelos económicos anteriores.

No futuro uma grande cidade como Lisboa concorrente de Madrid, terá de ser um grande centro político, económico e cultural da frente atlântica. É neste contexto que Alcântara é o local privilegiado para receber os grandes cruzeiros de turismo e o Tejo um grande espaço de lazer de marinha de recreio, capaz de atrair o turismo internacional de elevada qualidade.

Em vez disso quiz-se transformar Alcântara num armazém de contentores que na sua maioria são para serem transportados para fora de Lisboa.

Que estratégia?


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publicado às 18:00

Portugal não se aproximará da Europa fazendo hoje o que os europeus fizeram há vinte ou trinta anos.A nossa aproximação aos níveis europeus passa, em algumas áreas, por fazer hoje aquilo que os europeus ainda não fizeram.

Este é talvez o único objectico consensual na sociedade portuguesa o da aproximação aos níveis de desenvolvimento dos países mais avançados da Europa e ter-se dado alguma orientação concreta. Mas só a inovação é o veículo apropriado para a concretização desse desejo nacional.

Mas passada uma década Portugal continua a não dar passos decisivos nesse sentido.

A prioridade dada ao rodoviário em detrimento do ferroviário e marítimo, mais sustentáveis e de maior futuro mostra bem que não há um pensamento estratégico ao nível do poder político. A obsessão pelas autoestradas quando a maioria dos países procura através da ferrovia melhores valores ambientais e energéticos, além de um melhor padrão de conforto.

Só o jogo dos interesses individuais pode explicar não se ter concretizado esta primeira tese.

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publicado às 18:30

...A minha geração, que passou a maior parte da sua vida em ditadura e sem liberdade, conhece por experiência própria o valor da Democracia e sabe que  para a Democracia não existe alternativa, por mais absurdas e difíceis que por vezes nos possam parecer algumas dificuldades do regime democrático. Mais, dito isto, a Democracia defende-se através de seu exercício e não do seu temor, aprofunda-se pela pedagogia da verdade e não pela sua manipulação.

a Democracia, sendo o sistema político da liberdade que não sobrevive sem o contraditório das ideias e da crítica, não pode responder de forma adequada à crescente complexidade das sociedades modernas, aos desafios da concorrência global e às necessidades e motivações dos cidadãos, sem um grau elevado de responsabilidade e de disciplina colectiva, num equilíbrio que constitui porventura a essência das sociedades mais desenvolvidas...

Esse equilíbrio virtuoso entre liberdade e responsabilidade cresce com a capacidade de verdade e de exemplaridade dos dirigentes políticos e, a meu ver, reduz-se, ou não é de todo compatível, com a moda da realidade politicamente conveniente, ou verdade relativa, num enorme jogo de enganos que os meios de comunicação modernos colocam à disposição dos que a esses meios têm acesso.

...entretanto, como espero que seja evidente, não me passa pela cabeça fazer a apologia de uma qualquer verdade única, o que ao longo da história foi sempre um sinal seguro de totalitarismo.

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publicado às 21:00


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