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Não é coragem, biltre, é FOME!

por Rogério Costa Pereira, em 14.11.12

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publicado às 21:44

"nunca atirei uma pedra a um policia, nunca lhes chamei sequer filhos da puta, nem nunca lhes atirei garrafas, nem nunca me agarrei a uma grade. sempre fui a manifestações e continuarei a ir. hoje ganhei um troféu oferecido pela democracia onde vivo. desculpem se não agradeço. a luta continua."

Pedro Vieira

Se dúvidas houvesse, sobre a forma como a polícia agiu e sobre que ordens levavam, aqui fica o retrato que as tira. E não me venham com merdas de eles estarem a fazer o que lhes mandam. Tão cobarde é o que manda como o que não tem a coragem de dizer não. As melhoras, Pedro. As melhoras, Pedro. As melhoras, Pedro (três links, sim, para três sítios diferentes). A luta continua!

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publicado às 20:24


Da cobardia: Polícias agridem foto-jornalista da LUSA

por Rogério Costa Pereira, em 22.03.12

 

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publicado às 21:58

Amanhã faço greve

por Miguel Cardoso, em 21.03.12

 Abre o noticiário com a douta análise de um senhor-professor-doutor-raioqueoparta-catedrático-bem-na-vida dizendo que “fazer greve não adianta nem resolve nada”. Diz ele, lá do cimo, onde a lama não chega, para a ralé, que luta para se manter à tona cá em baixo. “Que não resolve”, “que não adianta”, “que prejudica o país”, “que são sempre os mesmos”, “que perdes um dia de salário”… Um dia de salário? Já perdeste MESES de salário e teimas em permanecer caladito a fingir de morto, à espera que a coisa se resolva por si só, como quando reinicias o computador cheio de fé que o vírus tenha desaparecido. O problema é que para a vida não há botão de reiniciar e a fé nem a chuva traz. O mal está no facto de pensares que o estado de coisas se muda logo no dia a seguir à greve. Não funciona assim, um dia de greve é apenas um passo num longo caminho para recuperar o que nos últimos anos te foi tirado. E sim, acredito nos direitos adquiridos. E sim, sei que de tanto te bombardearem a cabeça com o fim dos mesmos, já duvidas inclusive de que alguma vez os teres tido. Destruir é fácil, construir leva tempo. Infelizmente é assim. E que diabo, que mensagem estamos a passar à geração que se segue? Que responderemos aos nossos filhos quando nos perguntarem, daqui a uns anos, que fizemos nós para tentar contrariar este "fatalismo" a que nos votam e pretendem lhes deixemos em testamento? Nada filho, não consegui levantar o rabo do sofá. Nada filho, na altura um dia de salário pareceu-me muito. Nada filho, o teu pai é um banana e este é o exemplo que te dou, filho de banana, banana é. Amanhã faço greve. Irão acompanhar-me 10, 20, 50, não faço ideia (até faço), Na sexta-feira vou entrar de cabeça erguida no meu local de trabalho, com o peito inchado do dever cumprido, e haverá olhares postos no chão, e haverá desculpas coloridas... Eu vou de sorriso-amarelo-retributivo, que não adianta discutir com “cadáveres adiados que procriam”, mas o arreio, esse que levam, já não se consegue disfarçar, vê-se ao longe. Para a “trupe do não adianta”, boa sorte com a justificação aos filhos, força no ensaio frente ao espelho, para que pareça que acreditam mesmo no que dizem.

 

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publicado às 22:36


Greve Geral

por Luis Moreira, em 21.03.12

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publicado às 17:00


Jornada de luta

por Luis Moreira, em 27.02.12

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Greve Geral

por Luis Moreira, em 27.02.12

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publicado às 12:00


A Greve faz sentido?

por Rolf Dahmer, em 26.11.11

“Há sempre um pouco de loucura em tudo o que se faz, porém há sempre um pouco de razão na loucura.” Parafraseando Friedrich Wilhelm Nietzsche

Tendo recebido a mensagem e o artigo de Vasco Graça Moura abaixo referidos de um amigo da net, passo a comentar, como segue:

Quanto ao tema da greve geral abordado por Vasco Graça Moura, confesso que no primeiro momento também cheguei à conclusão de que uma greve “num país falido” não serve para nada, senão para agravar ainda mais a situação.

Todavia: passando o primeiro momento, fiquei consciente de que os mecanismos de correcção cibernéticos no seu imponente ímpeto de nos obrigar à mundança, estão-se nas tintas para com considerações racionais, não querendo colaborar em reestabelecer a situação de antes. De facto, estando ultrapassado um determinado límite de sofrimento e quando o desespero e a absoluta falta de perspectivas – obrigado troika! – tomam conta da situação, as pessoas reagem com actos considerados irracionais por aqueles que ainda pensam ter uma perspectiva de futuro dentro do velho paradigma. E é assim, com esta “alavanca” de acção exponencial, que vamos chegando ao point of no return, isto é, ao ponto em que tudo “descarrila” e o caos e a insurreição rebentam.

Claro, eu pessoalmente postulo uma solução diversa de índole sistémica-holística que aproveitando e dando a volta por cima às actuais estruturas caducas, consegue uma mudança de paradigma pacífica, sem turbulências sociais destuidoras.

Concretamente: se eu fosse a troika, procederia no presente caso como um banco sério faz com uma empresa em grandes apuros que para não se afundar solicita um crédito. Além de verificar os valores materiais e imateriais ainda existentes, exigir-lhe-ia a apresentação de um plano de negócios que demonstrasse clara e credivelmente a mudança da antiga estratégia falhada para uma estratégia diversa e mais atractiva na óptica do grupo-alvo da empresa. O resto, isto é, a amortização da dívida seria tratado em termos relativamente suaves ainda que firmes, do modo que as condições não dessem cabo de vez à empresa e permitindo a esta que começasse a gerar benefícios lucrativos para os seus clientes, a sociedade em geral, o banco que lhe emprestou o dinheiro e para ela própria. Quanto às estruturas que sob a estratégia errada se tornaram obsoletas e ameaçavam asfixiar o país – p.ex. certos institutos e apaniguados do regime –, as mesmas sob a estratégia certa adaptar-se-ão rapidamente às novas exigências.

Esperemos que face aos acontecimentos vindouros, no meio dos elementos da troika e dos seus parceiros, quase todos eles com grande competência técnica mas em desquilibrio com a competência sócio-emocional, se imponham elementos – eles existem! – que não tenham interiorizado tanto os conteúdos de factor único, cientificados e mecanicistas que apreenderam nas faculdades de economia e gestão.

P.S. Ainda gostaria de expressar a minha convicção de que se um dia as pessoas passassem a referir-se aos “menos abastados” em vez de aos “mais carencidados”, esta forma diversa de pensar que também se reflecte no agir, será de grande vantagem para este país e não só.

 Na minha opinião, este tipo, por vezes, diz coisas com pés e cabeça e sem facciosismo. Eu acrescentaria que, nesta altura, esta greve afectou, principalmente, os mais carenciados. Mas os que a organizaram e incentivaram talvez considerem isso um dano colateral e estão mais interessados em alimentar agitação por razões ideológicas e oportunismo partidário. Desculpem se me engano.
Greve geral, por VASCO GRAÇA MOURA

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publicado às 17:11


A greve custará cerca de 400 milhões de Euros

por Luis Moreira, em 24.11.11

Talvez não, talvez menos porque a greve não é a 100% e, além disso, muitos dos trabalhadores que param obrigam outros trabalhadores a trabalharem mais. Vão às compras, andam de táxi, vão ao cinema...

Em algumas empresas o dia vai ser compensado trabalhando-se noutro dia(s) e quero acreditar que a maioria vai recuperar o que se atrasar. Isso, não acontece nos transportes aí, amanhã o cliente é o mesmo mas a viagem de hoje perdeu-se. Fui dar uma volta por Lisboa não me atrevendo a entrar no "espaço vital" lá para os lados do Marquês mas o dia é igual aos outros, há autocarros da Carris e o tráfego flui. Eu diria que em Lisboa parece um domingo.

Mas quanto ao custo, até há dois feriados que calham a um domingo, mais que compensam a greve, por aí também não há que atacar quem quer que seja. Estes instrumentos da democracia são importantes, aliviam a pressão, o governo vai ter menos arrogância...

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publicado às 17:34


Trabalhadores que vão furar a greve

por Luis Moreira, em 24.11.11

Encontra aqui várias explicações!Umas filosóficas ( o país está mal a greve só prejudica a economia) outras mais pragmáticas (faz-me falta o salário do dia)...

Mas a menos subtil e solidária é esta, mas também a que toca no ponto G ( de Greve):

"Não vou fazer greve porque graças a Deus não sou das pessoas que vai ser mais afectada com os cortes salariais. Trabalho numa empresa privada e sou das que sofro menos. A mim a greve geral não me vai afectar muito porque vou de carro para o trabalho; para as pessoas que vão de transportes públicos é muito pior".

É dura e fria como o aço ! Nesta sociedade tão imperfeita os mais pobres são os que sofrem mais. Até com as greves!

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publicado às 15:30

O Dr. Mário Soares já está aqui a tirar com uma e a dar com a outra. E, logo, também vai ser assim.

Nós aqui na PEGADA publicitamos várias vezes a Greve Geral e demos conta do apoio generalizado, por isso, estou à vontade para falar em números ainda antes do dia se iniciar.

Os sindicatos vão dizer que 95% dos transportes aderiram à greve. Este é o sector mais importante porque é o que mais dá nas vistas, por cada autocarro a andar nas ruas é uma tremenda dor de cabeça.É, por isso, que a esta hora que escrevo (1h45m) já há notícia de confrontos em Algés por o piquete não deixar sair um carro do lixo.

O governo vai dizer, logo à hora dos noticiários, que a adesão não andou longe dos 25% aqui e ali com uma ou outra excepção. O que vai ficar da greve é isso mesmo. O que passar nas televisões, o que ficar no ouvido.

Como ainda bem há pouco trouxemos aqui, uma sondagem, vimos que a maioria das pessoas não estando de acordo com as medidas tomadas também acham que "tem que ser" e não há alternativa. O resultado da greve é que os que têm convicções e são mais espessos ideologicamente vão ficar nas suas posições. E o mundo amanhã segue em frente (bem, não sei se é em frente).

O que vai ser é uma tremenda "cacetada" na economia, mais uma, mas também é verdade que os direitos são para serem exercidos.

Era só para dizer que cada um de nós vai ter que optar entre os 95% e os 25%. E, vamos escolher quer queiramos quer não!

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publicado às 12:30

"Em mês de discussão de orçamento, o barómetro da Marktest para a TSF e Diário Económico dá uma subida ao PSD e Pedro Passos Coelho continua à frente no índice de popularidade.
O Barómetro Marktest para a TSF e Diário Económico foi realizado na passada semana, entre 15 e 19 de Novembro, com o debate orçamental a decorrer em pleno na Assembleia da República.
Contudo, os sociais-democratas parecem imunes aos efeitos políticos da austeridade anunciada para o próximo ano.
O PSD é o único partido em alta na comparação com Outubro, os sociais-democratas recuperam quase 4 pontos percentuais, convencem agora 45,4 por cento dos 804 inquiridos e deixam o PS a 26 pontos de distância.
O Partido Socialista não mexeu e continua a receber o voto de 19,7 por cento dos inquiridos.
O PCP é quem mais perde este mês, mas mantém-se como a terceira força deste estudo, com 7,9 por cento das intenções de voto.»

Ou está tudo louco (e o barómetro reflecte a realidade, que a alternativa ainda aparece aos olhos com capa de Seguro -- sim, eu avisei!) ou está tudo louco (e urge criar um barómetro para estes barómetros).

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publicado às 11:16


Então, senhor N., não fez greve?

por Rogério Costa Pereira, em 24.11.11

“Eu não posso fazer greve porque preciso do dinheiro para ir ao mercado comprar grão e feijão. Preciso mesmo, acredite.”

Eu acredito.

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publicado às 10:59


TIA?

por Rogério Costa Pereira, em 24.11.11

"(...) Ainda por oposição a filosofias de "TIA - there is no alternative" ou elaboradas teorias económicas baseadas em omeletes e ovos, pergunto, porque anda o nosso Primeiro a apregoar pelo mundo fora as teses destrutivas das Srª Merkel e não alinha com inúmeros economistas de largo espectro, a insuspeita "The Economist", outros chefes de Estado europeus e o Mr. Obama, entre outros, que pugnam para que o BCE use as armas que têm, apoiando ILIMITADAMENTE o euro e as dívidas soberanas contra os ataques actuais, ao mesmo tempo que se implementam as reformas necessárias? (...)" 

Bernardo Brotas de Carvalho

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publicado às 10:36


Serviços mínimos de 50% na Carris e nos STCP?

por Rogério Costa Pereira, em 24.11.11

Não será melhor assumir claramente que não há direito à greve naquelas empresas? Talvez qualquer coisa — direito não é! — a meia-greve? 50% em empresas de transportes? Mas que merda é esta?

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publicado às 10:14


Greve Geral - Dia 24 de Novembro

por Luis Moreira, em 23.11.11

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publicado às 15:02


Greve Geral - 24 de Novembro

por Luis Moreira, em 23.11.11

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publicado às 10:00


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