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Azar!

por Luis Moreira, em 14.05.12

 

 

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publicado às 19:49


Férias e Feriados no Mundo

por Luis Moreira, em 14.05.12

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publicado às 18:31


Comunicado da Associação Ateísta Portuguesa

por Luis Moreira, em 14.05.12

Associação Ateísta Portuguesa (AAP) sempre considerou desnecessária a concordata assinada entre a Santa Sé e a República Portuguesa, no dia 18 de Maio de 2004, e acha-a lesiva dos interesses nacionais pelos privilégios que confere à Igreja católica.

A questão dos feriados veio confirmar que, além de desnecessária num país onde a liberdade religiosa está constitucionalmente consagrada, é uma fonte de perturbação da equidade com que um país laico deve tratar todas as religiões e, pior ainda, pretexto para a humilhação de um Estado soberano que o Vaticano trata como protetorado.

O Estado foi subserviente com a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), que lhe impôs a eliminação de dois feriados cívicos para prescindir de igual número de feriados católicos e, provavelmente, influenciou a eliminação do feriado do 5 de Outubro, data emblemática a que se deve a separação da Igreja/Estado.

A AAP, não se pronunciando sobre eventuais razões económicas ou motivos ideológicos que tenham conduzido à eliminação de quatro feriados, por não constar dos objetivos estatutários, sente-se indignada com a pusilanimidade do Governo perante a CEP, manifesta o seu repúdio face à prepotência, tartufismo e arrogância do Vaticano e o seu mais vivo repúdio pela Concordata com que a Igreja católica afronta a República e humilha Portugal.

Na defesa da igualdade religiosa e da dignidade do Estado Português, onde há cúmplices do Vaticano, a AAP repudia a chantagem sobre o Estado português, obrigando-o a recuar na questão dos feriados e, ao mesmo tempo, impondo o prazo de 5 anos como mera suspensão de feriados católicos, os únicos que o estado laico consagra.

A AAP espera que a Assembleia da República exija ao Governo a denúncia da Concordata, que submete a democracia portuguesa à última teocracia europeia.

Direção da Associação Ateísta Portuguesa – Odivelas, 11 de Maio de 2012

Carlos Esperança TM – 917322645

AAP - Associação Ateísta Portuguesa
http://aateistaportuguesa.org
Pessoa colectiva n.º 508 563 380
Rua de Nampula, n.º 3 - 1º B
2675-413 Odivelas
Tlf. 219347959 | Fax. 219347957

  AAP_Feriados_Concordata.doc
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publicado às 11:00

Porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa diz que o processo acarreta morosidade -  Fim dos feriados religiosos pode ser adiado para 2013.
Enquanto o 5 de Outubro e o 1.º de Dezembro desaparecem do calendário dos feriados, o fim dos feriados religiosos pode ser adiado para 2013 por este Governo, que está de joelhos perante as sotainas, desprezando a laicidade a que é obrigado e traindo o regime – a República –, cuja data emblemática é o 5 de Outubro.
A laicidade é uma conquista republicana que defende a liberdade religiosa e a paz.
Enquanto os judeus ortodoxos se agarram à Tora e à faixa de Gaza, os muçulmanos debitam o Corão e se viram para Meca e os cristãos evangélicos dos EUA ameaçam a laicidade e a teoria evolucionista, os conflitos religiosos e o terrorismo assustam a Europa.
A emancipação do Estado face à religião iniciou-se em 1648, após a guerra dos 30 anos, com a Paz da Vestfália e ampliou-se com as leis de separação dos séc. XIX e XX, sendo paradigmática a lei de 1905, em França, que instituiu a laicidade do Estado.
A libertação social e cultural do controle das instituições e símbolos religiosos foi um processo lento e traumático que se afirmou no séc. XIX e conferiu à modernidade ocidental a sua identidade.
A secularização libertou a sociedade do clericalismo e fez emergir direitos, liberdades e garantias individuais que são apanágio da democracia. A autonomia do Estado garantiu a liberdade religiosa, a tolerância e a paz civil.
Não há religiões eternas nem sociedades seculares perpétuas. As três religiões do livro, ou abraâmicas, facilmente se radicalizam. O proselitismo nasce na cabeça do clero e medra no coração dos crentes.
Os devotos creem na origem divina dos livros sagrados e na verdade literal das páginas vertidas da tradição oral, com a crueza das épocas em que foram impressas.
Os fanáticos recusam a separação da Igreja e do Estado, impõem dogmas à sociedade e perseguem os hereges. Odeiam os crentes das outras religiões, os menos fervorosos da sua e os sectores laicos da sociedade.
Em 1979, a vitória do ayatollah Khomeni, no Irão, deu início a um movimento radical de reislamização que contagiou Estados árabes, largas camadas sociais do Médio Oriente e sectores árabes e não árabes de países democráticos.
Por sua vez o judaísmo, numa atitude simétrica, viu os movimentos ultraortodoxos ganharem dinamismo, influência e armas, empenhando-se numa luta que tanto visa os palestinianos como os sectores laicos.
O termo «fundamentalismo» teve origem no protestantismo evangélico norte-americano do início do séc. XX. Exprimiu o proselitismo, recusa da distinção entre o sagrado e o profano, a difusão do deus apocalíptico, cruel, intolerante e avesso à modernidade, saído da exegese bíblica mais reacionária. Esse radicalismo não parou de expandir-se e já contamina o aparelho de Estado dos EUA.
O catolicismo, desacreditado pela cumplicidade com regimes obsoletos (monarquias absolutas, fascismo, ditaduras várias), debilitou-se na Europa e facilitou a secularização. O autoritarismo e a ortodoxia regressaram com João Paulo II (JP2) e Bento XVI (B16), que enterraram o concílio Vaticano II e recuperaram o Vaticano I e o de Trento.
Os dois últimos pontífices transformaram a Igreja católica num instrumento de luta contra a modernidade, o espírito liberal e a tolerância das modernas democracias. Tem sido particularmente feroz na América latina e autoritária e agressiva nos Estados onde o poder do Vaticano ainda conta, através de movimentos sectários de que Bento XVI foi herdeiro e protetor, ou esteve na sua génese.
A passagem pelo poder de líderes políticos que explicitaram publicamente a sua fé, em países com fortes tradições democráticas (EUA e Reino Unido), foi um estímulo para os clérigos e um perigo para a laicidade do Estado. Por outro lado deram um mau exemplo aos países saídos de velhas ditaduras (Portugal, Espanha, Polónia, Grécia, Croácia), facilmente disponíveis para novas sujeições.
A interferência da religião no Estado deve ser vista, tal como a intromissão militar, a influência tribal ou as oligarquias – uma forma de despotismo que urge erradicar.
A competição religiosa voltou à Europa. As sotainas regressam. Os pregadores do ódio sobem aos púlpitos. A guerra religiosa é uma possibilidade a que os Estados laicos têm de negar a oportunidade. Só o aprofundamento da laicidade nos pode valer.
E Portugal vai por mau caminho.

 

Carlos Esperança – Coimbra, 29 de Fevereiro de 2012

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publicado às 16:00


Há Sindicatos que "toleram" outros que não

por Luis Moreira, em 06.02.12

Sindicatos há que estão de acordo com o corte da "tolerância de ponte" outros não. Os que estão de acordo dizem que cortando nos feriados "alguns com grande significado histórico" mal se compreenderia que não se cortasse a Terça Feira de Carnaval. Os que não toleram o corte da "Tolerância de ponte" dizem que o corte vai afectar "psicologicamente" os trabalhadores. Boa razão!

Que não vai ter nenhuma influência na produtividade é outro dos argumentos. Este argumento, que já foi utilizado no corte dos feriados e das pontes cheira a ameaça, ou então quem acusa os trabalhadores de trabalharem pouco é capaz de ter alguma razão. Pois se estar ou não no local de trabalho não influencia nada.

Claro que mudar é sempre muito dificil. As pessoas têm rotinas, é dificil moldarem-se a novas formas de estar, é mais fácil aceitar o que é conhecido ( sempre foi assim) mas a verdade é que a mudança é inevitável. Não só esta, evidentemente, porque tudo muda, menos a mudança, não há como sair daqui.

Há um principio fundamental em gestão: ter força e determinação para mudar o que tem que ser mudado; ter paciência para manter o que não conseguir mudar; ter inteligência para escolher bem!

O governo está a ter determinação, paciencia ou a escolher mal? O futuro dirá!

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publicado às 11:00

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publicado às 14:00


Feriados civis, religiosos e...municipais

por Luis Moreira, em 28.01.12

Feriados civis, religiosos e...municipais, estes iam passando por entre os pingos da chuva. Mas vejam a farturinha, mesmo com cortes: O resto do ano, como o Governo desistiu da ideia fazer gozar os feriados nas sextas ou segundas-feiras mais próximas do fim de semana, vão restar ainda, a nível nacional, seis feriados a meio da semana. Melhor ainda, restam quatro pontes e um fim de semana grande para gozar em 2012. Depois, há ainda os feriados municipais, sendo que, neste capítulo, perdem aqueles que festejam o São João, que, no próximo ano, calha a um domingo. O Santo António é a uma quarta-feira e o São Pedro, a uma sexta, dá direito a fim de semana prolongado.

Sigam o link e vão ver que é um milagre haver produtividade quanto mais melhorá-la!

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publicado às 18:15

Lisboa, 18 de Janeiro de 2012 - O Movimento Liberal Social (MLS),  em reacção à previsível supressão de três ou quatro feriados na sequência das negociações de concertação social, declara-se contra a eliminação dos feriados nacionais dos dias 5 de Outubro e 1 de Dezembro. Trata-se de duas datas cruciais da história nacional, que continuam hoje plenas de significado.

O Primeiro de Dezembro, Dia da Restauração, marca o início de uma revolta que congregou o povo português contra o domínio espanhol e que garantiu, após décadas de resistência, a existência do próprio Estado português que hoje temos.

O Cinco de Outubro, Dia da Implantação da República, marca o início do actual regime republicano, pondo fim à monarquia, regime fundado na desigualdade dos cidadãos perante a lei e na hereditariedade de transmissão do poder.

Estes feriados são essenciais para a compreensão do moderno Estado português. De tal forma, que nem a ditadura salazarista os pôs em causa.

O MLS compreende que a supressão de feriados pode ser necessária, mas entende que, assim sendo, a supressão deverá ser feita primordialmente nos feriados que ferem o princípio da separação entre Estado e religião. De entre esses, há três feriados que não têm, hoje, qualquer significado para a esmagadora maioria da população: Corpo de Deus (feriado móvel numa quinta-feira de Maio ou Junho), Assunção de Maria (15 de Agosto) e Imaculada Conceição (8 de Dezembro).

O Movimento Liberal Social não aceita que a supressão destes feriados possa depender de negociações com a Igreja Católica nem de quaisquer "contrapartidas" eventualmente a oferecer a essa confissão religiosa. A Igreja é uma organização social sem poderes políticos e não pode arrogar-se qualquer legitimidade para definir como deverá o Estado português - que é o Estado de todos os portugueses, e não apenas dos portugueses católicos - actuar.

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publicado às 13:00


Mais um "não" ! Este dos historiadores

por Luis Moreira, em 16.12.11

Juntaram-se uns quantos nomes conhecidos e atiraram-se aos feriados. Os feriados têm significado histórico e como tal devem ser festejados. É capaz!

mas a partir daí metem-se em atalhos que têm pouco de históricos. A produtividade não depende do número de horas de trabalho; que um trabalhador relaxado e satisfeito produz mais; perdem-se migrações turísticas internas...

Nem Salazar se atreveu a acabar com o 5 de Outubro. E os historiadores não deviam meter-se na economia, bastava falarem do valor histórico dos feriados.

É, óbvio, que o factor mais importante na produtividade é sempre o factor homem. O que acontece é que em diferentes estágios da economia esse valor torna-se mais ou menos importante. Num país em que existem pequenas e médias empresas com 4/5 trabalhadores, não equipadas devidamente, sem capacidade de investir na renovação dos equipamentos e na formação de gestores e técnicos, trabalhar mais é o que nos resta.

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publicado às 19:56


petits fools #14

por Rogério Costa Pereira, em 30.11.11

Restauração: então, ó Imaculada, daqui a 8 dias entras tu...

Imaculada: (ar enfadado) não falo com dias úteis!

Restauração: ó emproada, eu sacrifico-me pelo país!; e tu que fazes?

Imaculada: Eu? Eu sou a Imaculada Conceição! O país faz por mim!

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publicado às 22:13


Feriados e coisas que não existem

por Luis Moreira, em 28.11.11

É uma boa ideia esta de reduzir os feriados e encostá-los aos fins de semana. A interrupção dos trabalhos no meio da semana é altamente prejudicial para a produtividade das empresas, muito especialmente para as industriais.E o banco de horas também é muito importante, é preciso trabalhar quando há encomendas, prazos a cumprir. Acerta-se quando há pouco trabalho.

Agora não percebo é como se podem acabar com coisas que não existem, como é o caso das pontes e das tolerâncias de ponto. Não existem nem estão previstas em lado nenhum, foi a imaginação preguiçosa de uns e o interesse eleiçoeiro de outros que os inventou.  Se não existem, não é preciso fazer nada, o trabalhador não espera por eles e o patrão ou o dirigente não os permite, ponto final!

Outro assunto muito importante são os falsos certificados médicos, uma fraude que deve ser tratada como fraude e dar despedimento. Não se pode esquecer a dimensão que esta fraude pode tomar ao sabermos que de Outubro de 2010 a Fevereiro de 2011 os professores meteram 73 041 certificados médicos, isto é, metade da classe esteve doente. Em termos estatísticos podemos dizer que num ano cada um dos professores mete um atestado médico (são perto de 150 000). E, quantos dias de trabalho perdido representam estes certificados?

Deixem-se de reuniões e de perdas de tempo! Apoie-se quem trabalha e meta-se na ordem quem pisa o risco!

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publicado às 16:30


Feriados - o governo tem mais medo que vergonha

por Luis Moreira, em 17.11.11

Diz o sociólogo Manuel Villaverde Cabral."

Mas para o sociólogo, além de acabar com feriados, o Governo deveria transformar a quase totalidade em feriados móveis e 'colá-los' ao fim de semana, dando o exemplo da Inglaterra.

Villaverde Cabral lamenta, por isso, que o Ministério da Economia já tenha anunciado que isso não irá acontecer, como chegou a ser ponderado. Para o sociólogo, o Executivo revela aqui que "tem mais medo que vergonha" e não se atreve a "mexer no comodismo", defendendo que o Governo deveria "sair da zona de conforto".

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publicado às 18:10


Fim de feriados está decidido

por Luis Moreira, em 16.11.11

Os feriados que acabam já estão escolhidos.

O Governo propõe o fim dos feriados de 5 de Outubro, que celebra a Implantação da República, e de 1 de Dezembro, que assinala a Restauração da Independência. A eliminação destes feriados civis junta-se aos dois religiosos sobre os quais a Igreja já chegou a acordo: Assunção de Maria (15 de Agosto) e Corpo de Deus (assinalado a uma quinta-feira, 60 dias após a Páscoa).

O descanso do Carnaval também pode acabar. Junte-se-lhes a meia hora de trabalho diário e a produtividade nas empresas agradece, bem assim, como encostar feriados aos fins de semana por forma a acabar com as pontes, essa praga que só beneficia os relapsos e quem tem dinheiro para passar fins de semana prolongados fora de casa.

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publicado às 16:30


A feriadagem, segundo a lusa troika

por António Leal Salvado, em 08.11.11

Entre a lógica de Relvas e o puritanismo cristão de Portas, o láparo secretário de ambos anda a estudar o extermínio dos nossos feriados. Dos nossos, entenda-se, que se corta nos deles é um descalabro nas ajudas de custo e na sobrevivência do Tavares Rico.

Há que definir, defender, apoiar e sacralizar o fim dos dias feriados. Por questão de acompanhar a razoabilidade do triunvirato de dois, a proporcionalidade entre o que querem pagar e o que exigem que se faça, a certeza da eficácia aconselhada nos pareceres que eles pediram, já que os pagaremos nós.
Há que acabar com os feriados cuja existência se funda em razões inexistentes, indesejadas ou inoportunas. Com esses e só com esses. Que são todos, diga-se. A saber:
1 de Janeiro
Inútil: Os que apreciam a paz, vivem-na todo o ano e normalmente não têm recursos para a comemorar de modo especial numa data de efeméride. Os outros, apesar dos recursos de todo o ano, estão neste dia em guerra com a ressaca do réveillon.
Carnaval
Perigoso: Os pobres mascaram-se de ricos – e podem gostar. Os ricos dedicam-se aos prazeres dos pobres – e é uma pena.
Sexta-feira Santa
Mau gosto: comemorar a morte de um homem que se sacrificou pela sua verdade – e aproveitar para 2 dias depois mentir a promessa que todos quereríamos verdadeira.
Páscoa
Contra-senso: descanso extra num domingo?!
25 de Abril
Sádico: dar à malta um dia inteiro de ócio para se lembrar do que um dia foi possível.
1 de Maio
Proibido. Pelas regras da produtividade e pela obediência aos interesses do mercado
10 de Junho
Embaraçoso: Pelo andar dos tempos não é nada de impossível termos um PR que lhe chame “o dia da raça” e até, quem sabe, um dia resolva fazer o discurso da Nação pela cabeça do António Barreto.
Corpo de Deus
Blasfemo. Celebrar o hipotético corpo d’O que é só espírito (só para criar uma fonte de receita aos padeiros)
15 de Agosto
Inseguro, com a intensidade de tráfego aéreo que o mundo tem hoje…
5 de Outubro
Aviltante, a ilusão de que o poder, quando concentrado sem motivos racionais e justos, pode ser mudado.
1 de Novembro
Vergonhoso, redimirmos o esquecimento de 364 dias, pelo preço de um ramo de flores
1 de Dezembro
Cruel, batermos todos os anos com a cabeça contra a parede, por um erro cometido há quase 400 anos.
8 de Dezembro
Pernicioso, inculcarmos nas mulheres o engano de que é possível uma gravidez de apenas 17 dias.
25 de Dezembro
Obscuro: é morrerem na estrada os que vinham reunir-se à família (não una o homem o que deus separou), é o comércio promotor do evento que não aguenta o roubo dos subsídios, é o peru recheado que não confraterniza com o chicharro da caridade, é o pai natal generoso que não traz coca-colas para as casas sem chaminé... Feriado sem subsídio é circo sem pão.
Acabem com os feriados, todos e já! Trabalhem os madrassos todos nestes dias preciosos da produtividade euro-nacional.
Ah!... e já que o trabalho é tão importante como a vida, compensem-se aqueles que verdadeiramente fazem trabalho produtivo, na afanosa oficina do Terreiro do Paço e na diligente filial de São Bento, com a regra de 50/50 para trabalho e vida verdadeira, seja o descanso semanal desde sexta ao meio dia até segunda-feira à meia-noite – sem esquecer o direito a férias de 6 meses. Para poderem austerizar-nos à séria durante 12.

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publicado às 15:30

Há muito que esta ideia anda a bailar na cabeça de muitos mas nunca foi implementada porque os sindicatos acham que , como muitas outras coisas, são direitos adquiridos e, como tal, não se mexe mesmo que isso nos empurre a sermos cada vez mais pobres. Há mesmo quem, sem se rir, diga que quem perde com esta medida é o turismo no Algarve, como se os trabalhadores que ganham miseravelmente corram para o Algarve nas pontes.( os que entopem as autoestradas nas pontes são os que ganham bem e saem cedo...)

Estas pessoas não fazem ideia nenhuma dos custos que um feriado tem no meio de uma semana de trabalho. Na indústria então, parar máquinas, deixar trabalho a meio, aquecer novamente o que arrefeceu durante o feriado, arrancar com todo um parque de máquinas que atinge a sua produtividade de cruzeiro ao fim de um par de horas, é um prejuízo e tanto.

Daí querer-se encostar o feriado a um fim de semana, fica o mal distribuído por três dias, na segunda feira faz-se o que, mesmo sem feriado, tinha que ser feito. Nas grandes empresas como a Auto Europa, trabalha-se quando há trabalho e compromissos a cumprir e vai-se de férias quando não há ou há pouco trabalho.É o banco de horas! Trocamos horas de trabalho por horas de descanso e férias quando interessar à empresa e aos trabalhadores.

Nos hospitais, empresas de transportes, só para falar nestas, há quanto tempo estas questões estão aceites e compreendidas!

Há feriados e pontes nos hospitais, nos bombeiros, nas forças armadas, na rega do que tem que ser regado, no que tem que ser tratado? Afinal quem é que goza feriados e pontes? São os trabalhadores a quem sobra mês e falta dinheiro?

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publicado às 12:00

Até para mudar feriados e datas de festas populares há que mexer ao mais alto nível como se as datas não tivessem uma carga simbólica que a alteração não modifica em nada.

“A igreja naturalmente pode conversar sobre este assunto na linha da deslocação de algum feriado religioso. Naturalmente partindo do pressuposto que o Governo diminui um ou alguns feriados civis", afirmou o padre Manuel Morujão.
Segundo a mesma fonte, “os feriados religiosos constam do acordo entre a Santa Sé e o Estado português” pelo que “terá que ser a este nível que as coisas terão que ser conversadas".

Quem tem mais para dizer é o:http://oclarinet.blogspot.com/ que pergunta se a Igreja Católica já paga impostos? É melhor ir lá ver!

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publicado às 19:30


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