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A prescrição médica (DN) por principio activo como se faz em todos os países é obrigatória a partir de hoje. Os médicos passam a partir de hoje a prescrever os medicamentos pelo seu princípio ativo, as farmácias a serem obrigadas a vender os mais baratos e os utentes a poderem escolher a marca que querem.

O utente passa a ter um papel mais activo no processo.

Aos farmacêutico e às farmácias são exigíveis deveres de informação sobre os medicamentos mais baratos e obrigações para a dispensa dos medicamentos mais baratos quando o utente não manifestar outra opção.

Deste modo, as farmácias estão obrigadas a terem disponíveis três dos cinco medicamentos mais baratos do mercado, sendo obrigadas a dispensar o medicamento mais barato ao utente, exceto nos casos em que este opte por outro.

E, claro, redução de milhões de euros na factura.


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publicado às 12:35


Mega burla nas farmácias

por Luis Moreira, em 28.03.12

Uma burla de contornos ainda pouco esclarecidos mas que assenta na compra de dezenas de farmácias, ultrapassando as quatro admitidas, com o uso de empresas fictícias, obtenção de elevados empréstimos junto da banca para concretizar a compra (nunca pagos) e calote a fornecedores de medicamentos. Ainda o recebimento da comparticipação do estado.

Como se vê a protecção do sector não passa de uma forma de afastar interessados e com eles a concorrência .

Fraude fiscal, associação criminosa, falsificação de documentos e burla são os crimes sob suspeita no estratagema a funcionar há pelo menos quatro anos e que envolverá montantes de "muitos milhões de euros", acrescentou a mesma fonte contactada pela agência Lusa.

O processo iniciava-se com a aquisição de farmácias, através de crédito bancário, nalguns casos mais do que as quatro permitidas por lei a cada proprietário, recorrendo à ocultação da verdadeira identidade do comprador, através de "testas de ferro".

O passo seguinte era a aquisição de medicamentos a fornecedores, a quem nunca eram pagos, e posterior venda ao público, recebendo ainda a parte referente à comparticipação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), sem o pagamento dos devidos impostos.

As verbas reunidas eram todas encaminhadas para a aquisição de “luxuoso património mobiliário e imobiliário”, já que não pagavam qualquer dos créditos obtidos nem pagavam impostos, acrescentou a fonte da PJ.

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publicado às 11:30

A PJ tem em curso uma mega operação que envolve a investigação a dezenas de farmácias que obtiveram empréstimo nos bancos mas que não pagam a fornecedores.

Está a decorrer uma mega-operação de buscas em vários pontos do país. Em causa uma investigação por burlas à banca e a fornecedores de medicamentos por parte de dezenas de farmácias.
A Policia Judiciária investiga farmacêuticos, suspeitos de terem contraído dívidas de largos milhões de euros à banca na compra de farmácias e na gestão das mesmas. E, para além disto, ainda recebiam a comparticipação do estado na venda dos medicamentos.

Sectores protegidos, com uma regulação para tuga ver e sem concorrência aberta, é no que dá!

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publicado às 16:30

Junta-se ao role de possíveis espiões mais uma empresa. Grupo Holon, além da IMS Health, também está a ser investigado pela Polícia Judiciária por causa de suspeitas de recolha indevida de dados sobre receitas através de programas informáticos. Mas diz que "foi apanhado no meio".

Cerca de 250 farmácias portuguesas podem ter sido 'espiadas' durante, pelo menos um ano, através de um programa informático instalado nos computadores.

A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o caso e suspeita que os dados do receituário processado, entre os quais o médico prescritor, o medicamento e o nome do doente, estavam a ser desviados da rota de comunicação normal que existe entre os estabelecimentos e a Associação Nacional das Farmácias (ANF).

Foi a ANF que detetou anomalias no sistema e deu o alerta à PJ que, durante sete meses, esteve no terreno até chegar aos servidores que alegadamente estavam a recolher indevidamente a informação. Em causa estão dados muito valiosos, sobretudo para a indústria farmacêutica.

Muitos milhões em jogo!

 

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publicado às 21:02


A fraude informática nas farmácias

por Luis Moreira, em 16.03.12

Alguém seleccionou farmácias por localização, total de vendas e outras variáveis e "chismou" que precisava de saber que medicamentos é que se vendiam, preços, marcas e médicos prescritores. Informação fundamental para a indústria farmacêutica e armazéns de distribuição.

Conhecer os médicos que precisam de uma mãozinha marota para os ajudar a prescrever os "melhores remédios" com umas viagens num cruzeiro de luxo ou com umas exposições internacionais.

Pensado e feito! Acoplou-se ao sistema informático dessas farmácias que, por alguma razão são indicativas dos consumos, um aparelhómetro que desvia para uma base de dados essa informação fundamental para estabelecer "perfis" como se diz na gíria. Com ou sem consentimento dos donos das farmácias?

Chama-se a isto informação privilegiada obtida por meios fraudulentos e prova que os fins justificam os meios quando se trata do vil metal.

A empresa que forneceu os sistemas informáticos e software já veio dizer "que se revê em comportamentos empresariais éticos". É um sector, o dos medicamentos , que dá indicações de andar como quer e dispor de margem para mais. Há demasiado tempo!  

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publicado às 13:30


Um monopólio arrepiante

por Luis Moreira, em 03.03.12

Duas farmacêuticas monopolizam o tratamento da SIDA e do CANCRO !

Isto quer dizer que a vida de milhões de pessoas está nas mãos de duas empresas e os estados não têm qualquer possibilidade de intervir. Aqui está uma actividade que devia ser controlada pelos estados com participações accionistas .Não é função do estado estar nesta actividade que se fundamenta em investigação mas há instituições estatais que têm capacidade cientifica, se apoiadas, capazes de tirarem este poder desproporcionado a estas companhias globais.

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publicado às 15:00

 

Um império de privilégios em que nunca ninguém tocou, com graves prejuízos para o estado e para o cidadão. É a única actividade de retalho não liberalizada. Os concursos para a abertura de novas farmácias está nas mãos do Infarmed, os critérios de selecção favorecem os instalados...

Milhares de jovens farmaceuticos estão há espera de abrirem a sua própria farmácia e trabalharem o tempo que for preciso para ganharem a sua vida e estarem disponíveis para quem os procure. 

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publicado às 14:00

O Sr. Cordeiro das farmácias que pediu a demissão há oito dias já vem com um texto que não se sabe se é para rir se para chorar. Com o título: Basta! e com duas chamadas a condizer: "As medidas arrasadoras que o governo decidiu recentemente em relação às farmácias não decorrem do Memorando" e: "Esta visão política e este modelo de Governo levou já as farmácias à beira da destruição"!

É o que se chama "ejaculação precoce".

Numa actividade que é a mais protegida  , onde se praticam medidas a que mais nenhuma actividade tem direito ( vale a pena enumerar : condicionamento de abertura, concurso público , preço fixo, margens fixas...) o Sr Cordeiro vem queixar-se que está a ser muito penalizado. Que o governo está a favorecer o sector público em detrimento do privado. Remete-nos para os proprietários das farmácias para irmos falar com eles para vermos com estão a viver tão mal

Diz que o facto de o estado ser financiador, regulador e prestador de serviços no sector da saúde levou o SNS quase à falência, não paga a fornecedores, baixa os preços contratados com a privada, os medicamentos são o bombo da festa ( é pacífico que os preços em Portugal são dos mais elevados em toda a Europa, para já não falar na quota de mercado dos genéricos).

Não está contra a Troika , ( a medida prevista já estará cumprida ou perto disso) está, contra o facto do governo impor uma redução da despesa na actividade três vezes superior .  Não está para colaborar nesta caminhada.

E, se, como em todas as outras actividades as farmácias fossem liberalizadas?

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publicado às 18:00


E as farmácias, senhores? Liberalizem-nas!

por Luis Moreira, em 26.08.11

Nenhuma aceita vender medicamentos em unidose. Torcem o nariz aos genéricos porque lhe dão menos margem de lucro.

Mas têm um negócio protegido como nenhum outro, não se podem abrir farmácias sem concurso que, curiosamente, acertam muitas vezes, demasiadas, na família e nos amigos .

Se alguém quer tomar uma farmácia por trespasse não paga menos de 500 000 euros e, mesmo assim, querem-nos convencer que o negócio está mau. Ora se está mau ninguém compra uma farmácia por uma fortuna. A margem de lucro é de 13% enquanto na maioria dos negócios a retalho não passa dos 5%.

Liberalizem-nas! Abram a concorrência!Deixem que se pratiquem preços diferentes! Deixem que os jovens farmacêuticos se disponham a fazer trabalho que, quem está rico, já não está interessado em fazer .

Deixem as pessoas que querem trabalhar, de dia e à noite, aos fins de semana, o façam sem terem que pedir licença para estar de porta aberta mais tempo que o horário oficial.

Já estiveram às cinco da manhã com um filho, saído de um hospital, com receitas para aviar, à porta de uma farmácia que diz que está de serviço? Eu já estive e tive que ir chamar a polícia porque nenhuma me abria a porta!

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publicado às 12:00


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