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Salvar empresas

por Luis Moreira, em 22.05.12

Revitalizar empresas com condições de viabilidade ( DN) . Atenção ao trabalho deste Secretário de Estado. Já avançou com um programa deste género na construção civil salvando muitas empresas.

"Até agora, a única alternativa que as empresas tinham era ir para o processo de insolvência e, invariavelmente, para a liquidação; agora têm a possibilidade de se apresentar voluntariamente a um processo de revitalização, numa lógica de recuperar a empresa, mantendo os postos de trabalho e a capacidade produtiva", disse à Lusa António Almeida Henriques.

O secretário de Estado salientou que, com o regime de insolvências anterior, que já previa a existência de planos de recuperação, menos de um por cento das empresas eram recuperadas.

Para dar início ao processo de revitalização basta apenas a assinatura de um credor. Segue-se um processo de negociação, que tem um prazo de 60 dias, mas que terá de chegar ao fim com o acordo de dois terços dos credores, para que o juiz dê o seu aval à continuação do processo."

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publicado às 19:00

É este o drama!"

Feitas as contas, o trabalhador recebe menos de metade do que a empresa gasta com ele. Absurdo!

Se os patrões pagam muito e o trabalhador recebe pouco, para onde vai o diferencial? Por um lado, para tentar equilibrar os fundos de uma Segurança Social falida. E, por outro, para alimentar os vícios dum Estado imenso, incompetente e corrupto.

Os últimos governos têm vindo a agravar esta situação, aumentando o esforço fiscal sobre os trabalhadores. Se nos lembrarmos ainda que o trabalhador recebe 14 meses e que trabalha apenas 11, este valor deve ser ponderado e já vamos em 1429 euros mensais de encargos. Pagando um salário de 900 euros, os patrões queixam-se de que pagam muito. E, tal como os seus colaboradores, também têm razão.

A pior das situações. Têm todos razão num processo de empobrecimento.

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publicado às 19:30

Assiste-se a uma vaga de suícidios de pequenos empresários que se juntam à falência das suas empresas.

A vaga de suicídios provocada pela crise não atinge apenas o Nordeste: nestes últimos dias, dois empreendedores romenos suicidaram-se e um artesão de Bolonha imolou-se pelo fogo. Na Itália, entre 2008 e 2010, os suicídios por motivos económicos aumentaram 24,6% (de 150 para 187), explica La Repubblica, que cita fontes sindicais e denuncia um eventual “efeito de imitação”. Depois dos últimos episódios, os sindicatos profissionais dos empreendedores e dos artesãos pediram ao Governo que crie fundos de emergência para ajudar os que não conseguem pagar as suas dívidas.

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publicado às 21:09

Milagres, Deus só é dos que contribuem, gente na falência por terem dado tudo o que tinham. Enfim, a Justiça move-se e esta fraude monstruosa está  com um processo crime às costas. Vamos ver se faz um milagre e se livra desta.

 

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publicado às 23:00

Com a falência viria o incumprimento com os credores da dívida que  seria depois resgatada com o fundo criado para esse efeito. Isto possibilitaria que o dinheiro assim disponivel fosse encaminhado para o arranque da economia.

A austeridade ( o que não quer dizer que as reformas estruturais não sejam feitas) está a pesar sobre a sociedade com um cortejo de problemas sociais que levam à indignação e afunda a economia.

O jornalista defende que os líderes europeus deveriam deixar a Grécia e Portugal entrar em incumprimento, recorrendo depois ao fundo de resgate europeu. Esta, defende o jornalista, seria a condição necessária para ajudar estes países e evitar o contágio para outros países do euro. O colunista do Financial Times, Wolfgang Münchau, compara Portugal à Grécia, defendendo que os dois países deveriam entrar em falência, mas sem abandonar a moeda única.

Para o jornalista alemão, os líderes europeus deveriam reconhecer o “estado desolado” em que se encontram os dois países e deixar ambos entrar em default dentro da união monetária. Seria depois necessário usar o fundo de resgate do euro – suficientemente reforçado – para ajudar esses dois países e, ao mesmo tempo, criar uma barreira de protecção para os restantes, de modo a impedir o risco de contágio.
“Tudo isto será muito caro. Mas ignorar a realidade durante os próximos dois anos será ruinoso”, avisa.

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publicado às 11:00


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