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Sempre branca de corada. Em menos de dez minutos, soltou e prendeu o cabelo perto de uma centena de vezes e à roda do mesmo em maneiras e feitios. Quando liberto ao vento que não soprava, a cabeça caia-lhe para a frente e depois para trás. Com força. Com demasiada força. Não como se vê nos anúncios a champôs. Teria 20 anos. Talvez 16. Trikinou, bikinou e trikinou de novo. Vezes sem conta. Não monokinou. Mexeu na carteira de ir ao pêssego que destoava no areal, abriu-a e fechou-a. Vezes sem conta. Fechou-a fechada, abriu-a aberta. Quando sincronizada, enfiava uma mão lá dentro. A outra usava-a em concha para esconder o riso que sabia feio. O que lhe havia de acontecer, pensou como pôde. E a cabeça doía-lhe, do hábito que não tinha. Encostou a boca aos ouvidos das amigas, como quem diz coisas; levantou-se e sentou-se e levantou-se de novo. Vezes sem conta. Até à náusea. Sempre com um ar de tédio excessivamente simulado. Procurava-o; assim que o encontrava desfocava os olhos em direcção ao horizonte que todos temos além de nós. Quando se foi embora, as pernas quase lhe fugiram. Um quase que um dia há-de maldizer. Contrariou-as e seguiu as amigas. Parte dela. A pequena e roliça inglesa não voltará a ser a mesma. Daqui a 20, 30, 40 anos ainda pensará naquele nadador salvador. O seu primeiro amor. As fracas pernas a que desobedeceu e que lhe podiam ter mudado a vida. E em como tudo começou e acabou. Um dedo atrevido que ainda hoje lhe percorre o braço. Um papel amarrotado atirado para a toalha de praia. How dru iu dru, draling?

Ouvi dizer que eram selvagens e evitei aproximar-me demasiado, mas aqui fica a prova possível de que eles estão cada vez mais próximos da costa -- este já andava na areia.

Que raio de bichos são estes?

Diz-nos uma amiguinha do meu filho, enquanto se delicia com línguas de gato que, quando bem negociadas, lhes vou oferecendo.

Não fossem molhar-se ou isso. Francamente, não percebo esta espécie de medo que o ser humano tem da água que vem do céu.

- Olha, sabes?, eu estou com poucas forças para andar no carrossel, mas vou tentar!

PS - O senhor da foto nada tem a ver com este post (mentira!, ou não o destacaria), mas achei por bem revelar um dos autores que não passarão férias comigo. É o tipo de xanax de que prescindo; porém, como continuo ansioso por um romance dele que se suporte além das dez páginas, aqui fica o incentivo. Força, António, desce desse teu quase-nobel e continua a tentar, pode ser que um dia encontres o teu Levantado do Chão e, quiçá, mas aqui já entro no domínio do absurdo, um memorial de um convento qualquer.
PPS (isto do PPS é uma aberração, mas prefiro-o ao PS2, que é uma consola) - Gosto muito das tuas crónicas, um dia até te pedi um autógrafo numa das colectâneas que delas te fazem. Calhou que escreveste Rogerio. E eu não sou ro-ge-rio. Levo acento. Até era gajo para, no meio de uma qualquer bebedeira, me amandar aos teus cus de judas, salvo seja, mas essa foi a gota de água. Como diz o povo, quem nasce para Antunes jamais chegará a Saramago.
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