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A25A - exposição de pintura

por Luis Moreira, em 24.05.12

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publicado às 08:30


Reabertura do Tarrafal

por Luis Moreira, em 07.04.12

Exposição

O jornalista António Valdemar e o Fernando Filipe assinalam os 50 anos do início da Guerra Colonial na sala Carlos Paredes da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) com uma exposição documental, que inclui mapas, fotografias e livros, que ajudam a traçar o caminho deste conflito e a identificar os seus protagonistas principais.

A exposição abre com dois painéis sobre o Campo do Tarrafal, um sobre a sua criação, em abril de 1936, como colónia penal, e que encerrou em 1946, e, o outro, sobre a sua reabertura, como campo de reclusão dos independentistas africanos, em 1961.
O “Campo da Morte Lenta”, como ficou conhecido, foi criado na sequência da guerra civil espanhola e como prevenção para evitar o seu alastramento a Portugal.
O dispositivo legal, de 23 de abril de 1936, [Decreto-Lei n.º 26 539] determina que se trata de uma colónia penal destinada a cidadãos «desafetos do regime», que pelos seus antecedentes eram considerados perigosos e, por isso, devendo ser isolados em campos de concentração.
O Campo do Tarrafal abriu as suas portas em 29 de outubro de 1936, para lá encerrar os sindicalistas do “18 de Janeiro” de 1934, os marinheiros da Organização Revolucionária da Armada (ORA), que tentaram a sublevação em 8 de setembro de 1936, assim como os anarco-sindicalistas da CGT e republicanos que conspiravam contra a Ditadura. Nesta primeira leva foram 152 pessoas.

Em 1946, vivia-se ainda a euforia do fim da Segunda Guerra Mundial e a derrota do nazi-fascismo, Salazar foi pressionado pelos aliados a realizar eleições, que anunciou «tão livres com as da livre Inglaterra», e a encerrar o campo de concentração do Tarrafal, o derradeiro a permanecer aberto.
As eleições terminaram em farsa e o Tarrafal só encerrou em janeiro de 1954.
Em 1961, com a eclosão da luta armada em Luanda, por determinação do então ministro do Ultramar, Adriano Moreira, a prisão foi reaberta, passando a designar-se de “Campo de Trabalho do Chão Bom”, e ficou destinada a receber os que em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique lideravam os movimentos de libertação anticoloniais e independentistas.
O Tarrafal fechou definitivamente no 1 de Maio de 1974, e os detidos enviados para os seus países, onde tiveram papel destacado na criação dos respetivos Estados.

António Valdemar assinala em três dos painéis o papel de Adriano Moreira na manutenção do regime colonial, recordando o seu papel como subsecretário de Estado da Administração Ultramarina, entre 1960 e 1961, passando nesse ano a ministro do Ultramar, onde permaneceu em funções até 1963.

Nesse período, recusadas as propostas de Nehru para uma entrega negociada do que o regime denominava de Estado da Índia, deu-se, em dezembro de 1961, a anexação dos territórios de Goa, Damão e Diu.
Houve a despromoção do general Vassalo e Silva e dos oficiais que depuseram armas para evitar a perda de vidas, houve o desencadear da luta armada em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, sem que o então ministro do Ultramar se desse conta da importância de encetar o diálogo político com os dirigentes dos movimentos de libertação. Pelo contrário, como ilustra um dos livros expostos, da sua autoria e editado pela Agência Geral do Ultramar, a ação destes movimentos é qualificada de «traição à Pátria».
No envolvimento que procura dar ao visitante o tom é de rigor e sobriedade.
A direção da SPA realça o trabalho de jornalista e historiador de António Valdemar e a organização do espaço, proporcionando ao visitante um visão rápida ou pormenorizada dos painéis, segundo a sua disponibilidade, concebida e cenografada por Fernando Filipe.

 

artigo publicado na A.23 online

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publicado às 09:00


A25Abril - exposição sobre a Guerra Colonial

por Luis Moreira, em 20.03.12

Exposição da SPA recorda os anos da Guerra Colonial

A SPA inaugurou no passado dia 8 de Março, às 18.30, na Sala-Galeria Carlos Paredes, no seu edifício 2, uma exposição sobre os 50 anos da Guerra Colonial, que foi organizada pelo jornalista, escritor e historiador António Valdemar e tem concepção gráfica do cenógrafo e artista plástico Fernando Filipe. Esta mostra, que ficará patente naquele espaço até final de Abril, recorda, em vários painéis com textos originais, fotos, mapas e outros documentos, o que foram os 13 anos de guerra nas frentes de Angola, Guiné e Moçambique e que custaram a vida a mais de 10 mil portugueses, causando dezenas de milhares de feridos e estropiados. A exposição destaca os momentos e as figuras mais marcantes da vida portuguesa neste período, bem como os grandes protagonistas do lado português e do lado da resistência anticolonialista. Alguns painéis são dedicados ao modo como a Guerra Colonial se reflectiu na vida cultural e artística, ao papel da censura e da repressão e ainda às consequências que o conflito e o exílio tiveram na vida intelectual e científica do país. Deste modo, a SPA continua, na sua programação cultural, a valorizar os aspectos fundamentais da memória colectiva, evitando que sejam apagados pelo esquecimento sistémico que caracteriza a vida nacional das últimas décadas.

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publicado às 09:00

PS: estas fotos foram publicadas na imprensa como estando em exposição. É possível haver troca da instituição. Apresento o meu pedido de desculpas.

 

Que comentário merece uma  exposição na Fundação Serralves apoiada pelo Estado que tem como título "olho do cú" ? Esta exposição já esteve no Museu do Chiado pelo que parece estarmos perante uma obra de arte, de outra forma mal se compreenderia que duas instituições de relevo lhe tenham dado guarida.

Que um "artista" se lembre de tirar fotos ao anús acho que ninguém tem nada com isso mas então deveria guardá-las para si. Muito menos se compreende que tal "arte" seja apoiada pelo Estado. Quantos artistas não conseguem uma oportunidade  de expor as suas obras ? Quais são os critérios no uso dos dinheiros públicos?

Se aqui andasse o dinheiro do próprio e não o dinheiro de todos nós esta exposição não se fazia.

E, como as fotos são próprias para serem mostradas em tão selectos lugares mal iria se a PEGADA se fizesse rogada...

 

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publicado às 18:30


A25Abril - exposição - Lisboa percursos

por Luis Moreira, em 27.02.12

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publicado às 17:30


Eros no Porto - o teu sexo não está em crise

por Luis Moreira, em 16.02.12

Contra o frio e contra a crise a exposição do Eros no Porto tem levado muita gente ao certame para ver o comportamento Tuga na industria. O erotismo (hard) no Porto aquece corpos e almas. Já vi aqui em Lisboa aquilo é um bocado "carne para canhão" mas há quem goste, estava sempre cheio. E não se pode levar tudo pela mesma medida porque há lá uma ou duas pequenas que, se um gajo não põe "freio nos dentes" casa com elas.

A verdade é que é um negócio como outro qualquer, o negócio, o mercado, ganhar dinheiro é tudo, nada mais conta e, ai, dos que que achem que há serviços e produtos que não estão para venda.

É dificil perceber naquele "talho" de homens e mulheres uma actividade que movimenta muitos milhões, que seres humanos aguentem aquela vida dia após dia, que não corra paralelamente muita miséria, muita droga, muita vergonha...

Mas não está cheio?

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publicado às 11:00

O estado de "saúde" destas obras não aconselha grandes deslocações e só o seguro de viagem custa uma fortuna. Por isso, se tiver oportunidade vá a Paris ver pela primeira e última vez as grandes obras de Leonardo da Vinci juntas. Na Polónia houve uma enorme controvérsia com o empréstimo da " Senhora com arminho" .
Mas apresse-se porque as filas de visitantes vindos de todo o mundo são gigantescas e os bilhetes são muito raros.
A "Última Ceia" foi pintada na parece de um refeitório numa pequena igreja nas proximidades de Milão, que serviu de dormitório aos soldados franceses que, comandados por Napoleão, invadiram a Itália. Um milagre ter sido possível recuperar a obra, pois os soldados divertiam-se a dar tiros nas imagens. Os Apóstolos arrumados três a três, a perspectiva dada pelo tecto e a imagem trocista de Judas, bem como, S.João Baptista que foi pintado como se fosse uma mulher ( Santa Madalena ?) são as características singulares desta pintura.
Acredita-se que esta pintura seja um auto retrato de Leonardo ou trabalho de um dos seus aprendizes mas com o genial artista ainda vivo. Delicie-se com as Madonas e com os retratos das jovens mulheres que , à data, com 15 anos, eram amantes do Duque Sforza, mecenas de Leonardo e governador de Milão.

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publicado às 20:00

(clique na imagem)

A perspectiva das Coisas. A natureza-morta na Europa Séculos XlX - XX.

A modernidade vista através da marca de 70 dos mais famosos nomes da pintura mundial, numa exposição que reúne quase uma centena de obras assinadas por artistas como Picasso, Braque, Dali, Cézanne, Renoir, Gauguin, Van Gogh, Monet, Léger, Duchamp, Magritte, Matisse, mas também Amadeo, Eduardo Viana, Mário Eloy, Vieira da Silva e muitos outros,

Os grandes pintores estão em Lisboa, a partir de 21 de Outubro, na Fundação Gulbenkian.

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publicado às 20:00

O CARICATURISTA TOMÁS JÚLIO LEAL DA CÂMARA

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publicado às 20:33

Victor Willing na Casa das Histórias

por Isabel Moreira, em 09.10.10

 Sim, é uma ordem.

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publicado às 20:22


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