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A culpa, obviamente, é da "troika"

por Francisco Clamote, em 02.09.12

5,3%? Upa, upa!

6,9% é que é! Isto no final do 1º semestre, porque no final do ano ainda estamos para ver. E não vai ser lindo, está mais que visto, tal o descontrolo da execução orçamental.
Culpada disto tudo é troika, diz Cavaco e não há que duvidar.
De facto, não foi a troika quem elaborou o Orçamento do Estado e o fez aprovar na Assembleia da República, pela maioria governamental (PSD/CDS)?
E, por acaso, não foi também a troika quem promulgou a Lei do Orçamento do Estado, enquanto Cavaco se entretinha a fazer uns rabiscos nuns papéis enviados pela Assembleia da República? 

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publicado às 14:36


Coiro e cabelo

por Francisco Clamote, em 04.07.12
Tendo em conta os resultados da execução orçamental até maio, considera a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) que "Para recuperar dos maus resultados dos primeiros cinco meses de execução orçamental, será preciso que a receita fiscal cresça a um ritmo de 6,9 por cento de junho a dezembro".

Se a receita teve nos primeiros 5 meses do ano o comportamento que se sabe (com uma quebra na ordem dos 360 milhões de euros) é mais que evidente que um crescimento de tal grandeza (6,9%), no resto do ano é absolutamente impossível. Mesmo que a Comissão Liquidatária (vulgo, governo de Passos/Coelho) consiga levar-nos todo o coiro e cabelo.

De forma que, ou os portugueses conseguem enxotar esta gente e quanto mais depressa melhor, ou então não sei onde que é  isto irá parar. 

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publicado às 19:11


Déficite claramente controlado

por Luis Moreira, em 24.05.12

No SOL - PSD - Manuel Frasquinho : Portanto, nós temos aqui contas públicas e, sobretudo, uma evolução da despesa pública que penso que não tem paralelo com o que existiu no passado recente. E ainda bem, porque isto significa também que os esforços e os sacrifícios que os portugueses estão a fazer, e que são muitos, estão a valer a pena», considerou.

Cada um vê como quer, com os olhos da cor ou com a vontade de torcer a realidade. Nenhum de nós tem acesso a toda a informação. A ver vamos...

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publicado às 11:00


A resolução do problema da quadratura do círculo

por Francisco Clamote, em 23.05.12

Temos que nos render à evidência: este "governo" conseguiu, em termos de execução orçamental, um resultado que é uma proeza de magnitude igual à da resolução do problema da quadratura do círculo.

O "governo" de Passos/Coelho, Gaspar, Portas & Cª (a companhia é o Relvas que, para vergonha de todos, ainda por lá continua) conseguiu (com a sua política de austeridade, centrada, por um lado, nos cortes dos subsídios de Natal e de férias de funcionários e de pensionistas e, em geral, nas prestações sociais, a par de cortes em tudo o que é investimento público e, por outro lado, no aumento generalizado dos impostos) um feito verdadeiramente inacreditável em matéria de finanças públicas.

Pois não é que, de acordo com o Boletim de Execução Orçamental referente aos meses de Janeiro a Abril,  a despesa efectiva das Administrações Públicas, apesar dos cortes, aumentou 4,1%, e a receita, apesar do aumento dos impostos, diminui efectivamente 1,1%. O défice, obviamente, subiu para 1740,5 milhões de euros.

Eu  disse "inacreditável", mas, na verdade, o feito é mais que inacreditável. É verdadeiramente admirável. E tanto é que ouso dizer que não me surpreenderia muito se a resolução do problema da quadratura do círculo, tido até agora como de resolução impossível, estivesse já a caminho. Pela mão deste "governo", claro!

(Ilustração daqui)

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publicado às 23:05


Eu quero aplaudir...

por Francisco Clamote, em 22.04.12
Não, não são os dados da execução orçamental relativa ao primeiro trimestre  deste ano que é, dêem-lhe as voltas que derem, um autêntico fiasco, prova de que este governo não sabe governar. Desgoverna.
De facto, que outra coisa se pode dizer dum governo que parou tudo quanto é investimento público, que corta nos salários dos funcionários públicos e nas pensões, como faca em manteiga, que aumenta tudo quanto é imposto e que consegue a extraordinária proeza de simultaneamente aumentar a despesa (+ 3,5%) e  baixar a receita (-5,8%) levando o défice das contas públicas para o dobro (1637 milhões de euros, face a 892 milhões) em relação a idêntico período do ano anterior, quando Sócrates ainda era primeiro-ministro?

Se para esta direita que nos (des)governa) Sócrates era "esbanjador", perante estes números, o que serão eles? 

Incompetentes e mentirosos, pela certa. Que são incompetentes, são os números a atestá-lo. Que a especialidade da "casa" é mentir, também não há a mínima dúvida. Ainda ontem um dos "capitães de  Abril", o coronel Rodrigo Sousa e Castro, o disse na SIC Notícias, com todas as letras, perante um António José Teixeira francamente incomodado.
Não, o que eu quero "aplaudir" é a "confiança" que o "povo" continua a depositar nos partidos deste governo, cujo primeiro-ministro "mente com quantos dentes tem na boca" e que não só está a pôr uma grande parte da população a pão e água, como, não contente com isso, está a tirar o pão da boca a muita gente - aos mais carenciados. 
Que mais será preciso, para que o sino comece a dobrar a finados a anunciar a "morte" deste (des)governo? 
A quantas mais desgraças teremos ainda que assistir para que tal aconteça?

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publicado às 22:13

Sobe a despesa em 3,5% e desce a receita em 4,3% em relação a fevereiro do ano passado. Não era para ser ao contrário? Descer a despesa e subir a receita?

O défice orçamental do subsector Estado situou-se nos 798,6 milhões de euros em Fevereiro, mais 191% do que no mesmo mês de 2011.

De acordo com a última síntese de execução orçamental divulgada hoje pela Direcção-geral do Orçamento (DGO), esta subida do défice (face aos 274,3 milhões de euros verificados em Fevereiro do ano passado) deveu-se sobretudo à quebra da receita efectiva, que desceu 4,3%, e à subida da despesa efectiva em 3,5%.

E, com isto, o déficit do estado quase triplica até Fevereiro, mas deve haver uma boa explicação, digo eu...

 

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publicado às 23:04

Depois de vários órgãos de comunicação social terem noticiado que a gestão dos fundos comunitários passaria da tutela de Álvaro Santos Pereira para a do ministro das Finanças, o primeiro-ministro esclareceu na madrugada de domingo que a coordenação do QREN se manterá no Ministério da Economia, mas que Vítor Gaspar terá uma palavra decisiva sobre a reafetação dos fundos.

"Cabe ao ministro [de Estado e] das Finanças uma palavra muito relevante, para não dizer decisiva, sobre a forma como a reafetação" dos fundos comunitários "deve ser feita", mas "toda a execução continua como é evidente nas mãos dos ministérios setoriais e toda a coordenação dessa tarefa permanece nas mãos do Ministério da Economia", afirmou então Pedro Passos Coelho.

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publicado às 14:00

"Volto à mais básica das aritméticas (os leitores que me perdoem.). O Governo obteve receitas extraordinárias este ano, por duas vias: 6.000 milhões de euros dos fundos de pensões da banca; e mais 850 milhões, da sobretaxa sobre o 13º mês. 

 

Tudo somado, 6.850 milhões de euros. Viu-se forçado a fazê-lo, afirma, devido ao “desvio colossal” de 2.000 milhões, nas contas do 1º semestre de 2011 – pesada herança do governo anterior do PS. 
Soube-se, entretanto, que esse desvio se deveu, em grande parte, a motivos irrepetíveis: encargos com o BPN + despesa adicional revelada na Madeira, num total de 1.100 milhões. Além destas despesas extraordinárias concluiu-se, assim, a primeira metade do ano com uma quebra parcial de receita, conjugada com gastos correntes e de capital a mais, de 900 milhões de euros. 
E o que terá acontecido, entretanto, na segunda metade do ano? Se a receita extraordinária soma 6.850 milhões, mas existem disponibilidades, no montante de 2.000 milhões, para pagar a fornecedores do Estado, isso significa que 4.850 milhões terão de ser usados para tapar o défice existente a mais até ao fim do ano. 
Entretanto, as más surpresas, oriundas da RAM (Região Autónoma da Madeira), não param: surgiram, em Outubro passado, mais 200 milhões de encargos adicionais.
Recapitulando: dos 4.850 mil milhões de défice em excesso (2,9% do PIB), 1.300 (1.100 + 200) são despesa extraordinária ( 0,8% do PIB) e os restantes 3.550 resultam da actividade “ordinária” de todas as organizações do Estado ( 900, no 1º semestre; e mais 2.650, no 2º semestre de 2011)."
António Perez Metelo

A conclusão é fácil de tirar, graças às contas (fáceis de fazer) com os dados apresentados pelo António Perez Metelo: o verdadeiro desvio colossal tem as assinaturas de Gaspar, Passos & Cª. 
Tendo em conta a "brilhante" execução orçamental do 1º semestre da governação passista, podemos contar que,  no próximo ano, ainda vai ser mais "brilhante". Mesmo com o confisco (por definição, inconstitucional) dos subsídios de férias e de Natal. Aposto. 

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publicado às 01:31


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