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ou NÓS ou eles! Chegou a hora!

por Rogério Costa Pereira, em 18.03.13

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publicado às 20:34


"política feita por mulheres..."

por rui david, em 08.02.13

Um aspecto que ressalta do escândalo com as finanças do PP espanhol no poder é o número de mulheres que estão no topo da hierarquia dos conservadores: Esperanza Aguirre, Ana Mato, Dolores Cospedal, Ana Botellha, Soraya Santamaria, etc., etc....
Desmentindo, como era de esperar, a célebre máxima piedosa da "política feita por mulheres...", degladiam-se com a mesma ferocidade e falta de escrúpulos que os machos latinos que as rodeiam ou servem.
Nada disto é estranho. É apenas o reflexo da normalização democrática e dos efeitos da demografia na política.
Mas não deixa de ser curioso que o facto seja particularmente evidente na área política mais conservadora de um país tão conotado com o machismo.

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publicado às 10:12


"Desbarrancadero", Luis Yáñez-Barnuevo [ElPais.com]

por Rogério Costa Pereira, em 15.06.12

«Una figura muy utilizada en situaciones de emergencia como las que está viviendo España es la de estamos al borde del abismo, pero las cosas discurren a tal velocidad que ya hemos pasado ese umbral y en realidad nos encontramos en el desbarrancadero, palabra popularizada por el escritor colombiano Fernando Vallejo, que tituló así una de sus mejores novelas. O sea, rodando a toda velocidad barranco abajo hacia una sima que aún ni vemos ni sabemos cómo es. (...)
Pero cuando se lee en solo unos días que España pide 100.000 millones de Euros a la Troika, pero que no quiere que se le llame rescate; que la desconfianza bancaria eleva a niveles récord la fuga de capitales, que la Unión Europea a través de la comisión ejecutiva critica con dureza prácticamente todas las medidas de Rajoy contra la crisis desde la reforma laboral, la amnistía fiscal (por escasamente recaudadora), el aumento del IRPF hasta la fusión de las reguladoras o los pagos a proveedores y dos páginas más adelante, o más atrás, se habla del nuevo récord de la prima de riesgo y el enésimo hundimiento de la bolsa, ambos parámetros a niveles nunca conocidos, la gente se pregunta: ¿cómo es que un gobierno causante y génesis de los citados titulares, no cae, no dimite, no se va? La respuesta para un politólogo es la clásica: el gobierno tiene la confianza de la mayoría del Parlamento que ha sido elegido hace solo seis meses. Y en el lenguaje de la corrección política es verdad, pero en el lenguaje de la calle (la nueva calle, la de ahora) por un lado y en el mensaje de los mercados por otro, éste es un gobierno quemado, desconcertado e incompetente al que solo salva que no hay, por ahora, una alternativa.
Ya no sirve ni el recurso clásico de la política exterior española de los conservadores. Me refiero a despistar con Gibraltar (el Perejil que le ha vendido Trillo a Margallo) ni los gestos hacia la otrora poderosa conferencia episcopal (eliminación de la educación para la ciudadanía, oposición al imparable reclamo del pago del IBI y otros impuestos a los religiosos, como a los seglares). Si uno rebusca en las medidas gubernamentales de estos meses no encuentra ni una que haya tenido éxito.»

Artigo Completo: El País

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publicado às 01:48


A Europa e o Deus da Carnificina

por Rogério Costa Pereira, em 10.06.12

tullius-detritus.gif
A Alemanha e o FMI, ao autorizarem o sequestrado Rajoy (este que espere pela volta) a gabar-se de o resgate a Espanha não ser um verdadeiro resgate, colocaram os PIGS e arrabaldes a ferro-e-fogo. A Irlanda (outros se seguirão) já veio pedir condições iguais às espanholas (como se estas fossem diferentes e a austeridade não viesse no pacote).
Deixou de ser uma guerra Norte-Sul. Agora, é tudo à porrada e fé no deus em título. Cada um por si e não se fazem prisioneiros. 
Se os agentes-duplos do Goldman Sachs na Europa não tiveram dedo nisto, depressa serão postos com dono. Já não são precisos para nada. Extinção do posto de trabalho, pois, que o "Nosso [deles] Homem em Havana" não é cá necessário. A velha Europa (des)entende-se bem sozinha. 
Cada país europeu tem como líder e oposição a personificação cuspida e escarrada do Detritus inventado por Goscinny e posto no papel por Uderzo (excepção feita ao nosso empalhado líder, que vai fazendo o que lhe manda a voz da voz -- não confundir este entre-parêntesis com um elogio, trata-se apenas do reconhecimento de que temos "um rei-morto sem sombra de rei-posto à vista").

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publicado às 21:09

sequestro.jpg

Fonte: https://twitter.com/GeekIndignado

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publicado às 14:23

Não houve resgate e o resgate de ontem, que não foi um resgate ("uma linha de crédito"), foi o resultado de cinco meses de boa gestão. Estes marram de frente e têm ainda a lata de dizer que serão os bancos, e não o povo, a pagar. Loucos, mentirosos, perigosos e manipuladores. Porém, azar o deles, não conhecem o povo que têm. Que venham as letras pequenas e os efeitos secundários e verão. E os MIB chegam já amanhã.

«Casi 24 horas después de que saltara la noticia del rescate de la banca española, con las redes sociales incendiadas por la "cobardía" del presidente del Gobierno (#RajoyCobarde ha sido uno de los hashtags más utilizados en Twitter), Rajoy ha comparecido ante la prensa para dar explicaciones, tal y como había anunciado. Según el líder del Ejecutivo, lo ocurrido ayer recuerda las ventajas de la colaboración europea. "Ayer ganó la credibilidad del proyecto europeo, la solidez del sistema financiero, el futuro del euro y sobre todo la posibilidad de que vuelva a fluir el crédito a las familias, a las pymes" y, por ello, regrese "la posibilidad de crear empleo", ha dicho Rajoy, quien parece ver en esta desembocadura de la crisis financiera un motivo de satisfacción. "El que he presionado he sido yo", ha sonreído recalcando que la "línea de crédito para la banca" (como el ministro de Economía, Luis De Guindos, ha rehusado utilizar la palabra rescate ) "no ha sido fácil de conseguir". Y es que para Rajoy el rescate de 100.000 millones de euros con que el FROB nutrirá a los bancos más débiles, es el resultado de la buena gestión del Ejecutivo en los cinco últimos meses. "Si no hubieramos hecho lo que hemos hecho, se hubiera intervenido el reino de España". (...) El líder conservador ha asegurado que el colchón de 100.000 millones de euros, más del doble de lo recomendado en el informe del FMI, no supondrá nuevas recortes y sólo impondrá condiciones a las entidades financieras, en la línea mantenida este sábado por Luis de Guindos, que despejó la ausencia de Rajoy asegurando que la comparecencia le correspondía a él por ser el ministro de Economía y haber participado en la teleconferencia del Eurogrupo.» http://m.publico.es/436449

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publicado às 13:27


Espanha: "No es un rescate, es un saqueo"

por Rogério Costa Pereira, em 09.06.12

No es um rescate.jpg
"Antes se pagaba un rescate para liberar de un secuestro, ahora te rescatan para mantenerte secuestrado de por vida"

Fontes: Público.es#NoEsUnRescateEsUnSaqueo

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publicado às 16:00

A tocha do imobilismo :

Contudo, a marcha triunfal do antieconomismo começou em 1492. Na época, a Espanha tinha não apenas descoberto a América mas também conquistado o último reduto do domínio árabe em Granada, antes de, nos séculos seguintes, expulsar do país judeus e mouros. Acontece que estas duas comunidades detinham as rédeas das artes e ofícios e do comércio. E o fidalgo cristão abominava o labor: todos os trabalhos lhe estavam interditos, em nome de um estranho código de honra, e só enxergava uma missão divina na soldadesca.

As riquezas das colónias escorriam entre os dedos dos espanhóis como ouro líquido. A Europa Central enriquecia com o ouro inca, enquanto a nobreza espanhola dormitava passivamente sobre os rendimentos de latifúndios em ruínas.

Durante três séculos, tudo o que se assemelhasse a uma atividade produtiva foi objeto de perseguições por heresia por parte da Inquisição. Quem ousasse fazer investigação, ler ou dedicar-se a tarefas manuais corria o risco de acabar na fogueira.

Com o desaparecimento da Inquisição, a tocha do imobilismo passou a ser empunhada pelo catolicismo espanhol. Nem mesmo a laicização do país conseguiu quebrar essa armadura. Só no País Basco e na Catalunha se assistiu ao aparecimento de zonas industriais. É verdade que foram criadas ligações de transporte – mas com grandes obstruções. Assim, existia uma rede ferroviária, mas a bitola não era a mesma que em França, para o país não ficar demasiado perto da Europa. A Europa termina nos Pirenéus, dizia-se então.

 

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publicado às 10:00

As raízes da crise bancária atual mergulham no pensamento antieconómico que domina no país desde a Reconquista e da descoberta da América e que impediu o seu desenvolvimento. Um estado de espírito que a adesão à União Europeia, em 1986, não veio alterar. Excertos.


Que se passa em Espanha? Durante o mandato de José María Aznar como primeiro-ministro (1996-2004), o país ainda era tido como aluno modelo da UE em matéria de crescimento. Os fundos estruturais europeus afluíam à quarta economia da zona euro ao nível dos 150 mil milhões de euros.

Mas, dos terrenos pobres da Andaluzia e de Castela não brotaram empresas florescentes e, sim, projetos de investimento ruinosos, cujos vestígios se encontram hoje tão degradados como os castelos da época do Cid. Uns e outros são a expressão de um modelo social antieconómico que caracteriza a Espanha desde há meio século.

A Espanha viveu o período dos tempos modernos num isolamento voluntário, que só terminou nos anos 1960 do século passado, quando o ditador Francisco Franco abriu o país ao turismo. Assim, a Espanha entrou tarde e penosamente na modernidade, "nervosa e apressada como um convidado que chega atrasado a um banquete e que tenta, como pode, recuperar o que perdeu" – escreveu, em 1969, Juan Goytisolo, em "Espanha e os espanhóis", um ensaio que se mantém atual.

Foi com a mesma pressa que, vinte anos mais tarde, a Espanha começou a gastar o maná caído do céu, sob a forma dos fundos estruturais europeus. No entanto, em vez de investir numa sociedade produtiva, quis fazer parte da Europa o mais rapidamente possível e modernizar-se, o que queria dizer ter um ar moderno. Ao princípio, o dinheiro foi gasto com discernimento mas, mais tarde, passou a ser utilizado com uma precipitação alimentada pela política fundiária ultraliberal de José María Aznar.

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publicado às 22:30

Se a Grécia sair do Euro e a banca espanhola entrar em colapso...

...só uma firme declaração política lida por Merkel com todos os membros de um Conselho Europeu extraordinário atrás de si, afirmando a Grécia dentro do Euro, uma garantia europeia para os depósitos bancários, a compra ilimitada, pelo Eurosistema, dos títulos da dívida mais afectados, e a emissão conjunta para breve de títulos da dívida europeia (eurobonds e project bonds) administrados pela Comissão europeia, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável, só essas medidas, como primeiro passo na senda de um novo tratado para uma União Federal, democrática, e com um orçamento à altura alargando o prazo das metas de austeridade, poderão evitar que uma Europa em agonia se transforme numa Europa moribunda"

PS : Visão - Viriato Soromenho Marques

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publicado às 18:00



A OCDE (Expresso) arrasa as previsões de Vitor Gaspar.Mas há instituições internacionais a caracterizarem a situação de forma diferente. Neste gráfico o que há a reter é que a Irlanda que iniciou a austeridade um ano mais cedo já tem a economia a crescer pujante. Seguiu o mesmo caminho que Portugal está a seguir. Não há razões para acreditar que seja diferente em Portugal.

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publicado às 10:00


E se Hollande tiver chegado demasiado tarde?

por Luis Moreira, em 13.05.12

A Grécia sair do euro de forma controlada é apenas um eufemismo. De uma forma ou outra ninguém sabe quais os impactos na Europa.

Para o resto da Europa, as consequências não poderiam ser piores. O eufemismo que está na moda (uma saída controlada) esconde a esperança bastante cínica de que os gregos sejam os únicos afetados. Contudo, na prática, essa saída verificar-se-ia no pior momento, uma vez que Portugal, Itália e Espanha estão num ponto de máxima vulnerabilidade, porque os cortes causaram danos máximos, as reformas ainda não produziram resultados e o pacote de crescimento ainda não está em cima da mesa. Por outras palavras, a saída da Grécia verificar-se-ia no pior momento, que é precisamente aquele em que o seu fator de contágio seria mais elevado e a sua probabilidade de ser um caso isolado seria mais baixa.

A Comissão Europeia tem na gaveta, e está a tirar-lhes o pó a toda a pressa, medidas para estimular o crescimento, que poderiam ter um impacto significativo no sentido de introduzir alguma esperança no horizonte. Tratar-se-á de um cocktail em que se misturam fundos estruturais, empréstimos do BEI e alguma flexibilidade na aplicação dos objetivos de redução do défice. Mas, pondo os olhos na Grécia, o otimismo que se seguiu à vitória de Hollande e que fez com que, em Bruxelas, se respirasse um ar completamente diferente, tem que conviver com uma dúvida muito incómoda: e se Hollande tiver chegado demasiado tarde?

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publicado às 14:08


Da esperança: Os mercados testam os limites de Espanha

por Rogério Costa Pereira, em 01.05.12

Juntamente com Holland, é neste desafio que está o futuro da Europa. Comam-nos vivos, hermanos, já que por cá e pela Grécia parecem faltar tomates. Que se metam com o Diabo, venha a nós o vosso reino (salvo seja, que vos lamento o reino, embora o vosso rei seja mais republicano do que o morto-vivo que nos encima a República).

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publicado às 12:25


Não há outra política económica possível

por Luis Moreira, em 14.04.12

Não há outra política económica possível para Espanha.

Para El Mundo, a greve geral de 29 de março, a oitava após o regresso da democracia, em 1975, ocorre no "momento económico mais delicado dos últimos 30 anos, com um Governo que tem que empenhar-se diariamente em demonstrar aos seus parceiros europeus que está decidido a cumprir os seus compromissos". Este diário conservador critica fortemente as centrais sindicais, que "protestam contra uma reforma laboral, depois de se ter permitido que o desemprego ultrapasse a barra dos cinco milhões", e, também, a oposição socialista que, apesar de não ter apelado à greve, "deu mostras de a apoiar".

A Espanha encontra-se numa encruzilhada. A economia entrou oficialmente em recessão; as receitas fiscais continuam a diminuir e o prémio de risco da dívida atingiu um nível que não se via havia semanas. Além disso, a existência de um Governo socialista, apoiado pela Izquierda Unida, na Andaluzia, que defende o aumento da despesa pública, tornará ainda mais difícil o controlo do défice pelo Governo central. Uma vez que somos o centro das atenções, os sindicatos e os partidos deveriam ter consciência de que esta greve não castiga o Governo e sim o país. Porque não há outra política económica possível. […] Mesmo que a maioria dos espanhóis apoie a greve, o Governo não pode fazer marcha-atrás, porque a Comissão Europeia exige que se vá mais longe nas reformas, em especial na reforma laboral e nos cortes nos orçamentos das regiões. […] As contas destas últimas tornaram-se o calcanhar de Aquiles da economia espanhola e o Governo não parece ser capaz de as controlar.

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publicado às 16:00


A Espanha é mais dificil de roer

por Luis Moreira, em 13.04.12

O primeiro ministro Espanhol lançou um aviso ao Presidente Francês e ao Presidente do BCE aconselhando prudência ao falarem de Espanha.

A Espanha é um grande país, com uma economia que dá cartas no concerto europeu. Os meios necessários para continuarem com a táctica do "toca e foge" como há muito fazem com Portugal e a Grécia, são de tal envergadura que os efeitos colaterais podem rebentar nas mãos de quem dirige a orquestra.

Após dois dias de subida de juros das obrigações entre grandes temores sobre a solvência de Espanha, o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, pediu “prudência” aos líderes europeus. Mario Draghi, do Banco Central Europeu, bem como o Governo alemão foram aconselhados a não fazerem declarações públicas sobre questões da economia espanhola. Artigo original – La Razón . E, ainda:

Segundo o diário de Madrid, o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy lembrou o Presidente francês, Nicolas Sarkozy, que os representantes de Espanha “não falam sobre ninguém”. Durante a campanha para as próximas eleições presidenciais, o Presidente francês manifestou publicamente as suas dúvidas quanto à solvência de Espanha, e referiu a má gestão do antecessor de Rajoy, José Luís Zapatero. Artigo original – ABC .

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publicado às 21:00

É esta a luz ao fundo do túnel? Ou no meio da ponte? Com este dinheiro assim poupado será possível apoiar a economia?

Nos últimos meses foi possível apoiar cerca de 300 empresas que estranguladas pela tesouraria teriam fechado. A última foi uma empresa bem conhecida . A Edifer!

Empresas viáveis com facturação acima de um milhão de euros mas que por não terem liquidez estavam a caminhar inexoravelmente para a falência. Isto foi conseguido sem criar nenhuma nova estrutura ao mesmo tempo que envolveu responsáveis dos ministérios da Economia, das Finanças, da Segurança Social e da Justiça. De outra maneira não teria sido possível pois parava no primeiro obstaculo que é o que sempre acontece quando os ministérios e os serviços não estão alinhados.

Pequenos sinais que não fazem notícia mas que são fundamentais para manter a esperança e o caminho! Oxalá estejamos no caminho certo, apesar de nos últimos dias terem novamente aparecido vozes a condenarem Portugal ao mesmo que aconteceu na Grécia. Novo resgate necessário? Mercados a atacarem a dívida de Portugal e Espanha?

Ou já foi ultrapassada a tempestade financeira como veio dizer esta semana a Directora - Geral do FMI ?

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publicado às 21:12


Passos será o quê?

por Francisco Clamote, em 03.03.12
Se Mariano Rajoy, chefe do Governo espanhol, geralmente considerado como um político medíocre, é, no entanto, capaz de bater o pé à União Europeia e tomar a "decisão soberana" de reduzir o défice em 2012 para apenas 5,8%, mandando às urtigas os 4,4% impostos pelo pacto de estabilidade, que dizer do individuo que anda por cá a fazer de primeiro-ministro e que se mostra  incapaz de largar as saias (ou as calças) da senhora Merkel?
Verdade se diga que, se calhar, o facto do povo espanhol não falar português também explica muita coisa. Inclusive a "decisão soberana". Porventura, digo eu.

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publicado às 15:19

Dizia uma das cabeças mais lúcidas de Espanha:

"

El razonamiento del ilustre economista tiene sentido, y es verdad que hasta ahora -salvo en el caso del negociado del ministro Montoro- ha habido más ruido que nueces. Es como si en España el único problema fuera el del sector público. Pero lo cierto es que a medida que pasan las semanas la crisis se hace más insostenible. Los datos de desempleo que se avecinan (el día 27 se publicarán las cifras de la EPA y una semana más tarde los del paro registrado de enero) dirán, en todo caso, las verdades del barquero, y es muy probable que a partir de esa constatación la presión de la opinión pública haga saltar por los aires tanto tacticismo gubernamental.

El país está abierto en canal y sólo la resignación explica la paz social, pero no es descabellado pensar que tanto estoicismo tiene sus límites. Y a medida que España se vaya acercando a los seis millones de parados oficiales -desgraciadamente la cifra no es descabellada- se irá diluyendo las dosis de credibilidad de este Gobierno, todavía intactas, salvo el rebote que tienen muchos compañeros de viaje irritados por una subida del IRPF que no entienden.

Lá como cá.

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publicado às 12:00


O milagre económico em Espanha

por Luis Moreira, em 24.11.11

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publicado às 13:00


Lá como cá: festejos breves

por Francisco Clamote, em 21.11.11
Risco de Espanha agrava-se com vitória de Rajoy.
É o primeiro balde de água fria nas esperanças dos espanhóis. O "cambio" à direita é no que dá. Lá como cá.
Será que os Moedas lá do sítio também se esqueceram de falar com os "mercados"?

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publicado às 22:46


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