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A saída do secretário de Estado da Energia do governo teve a grande vantagem de trazer à luz do dia mais uma das rendas que o capital só encontra no nosso país, de braço dado com o estado. Os Chineses interessaram-se pela EDP desde que as rendas excessivas que todos andamos a pagar se mantenham.
Antes da privatização as finanças não deixaram baixar as rendas excessivas porque isso prejudicava o encaixe, depois da compra não se podem baixar as rendas porque isso seria mudar as regras a meio do jogo!
As rendas excessivas além de injustas, prejudicam seriamente a economia porque concorrem para o aumento dos custos dos produtos industriais, que assim perdem competitividade com os produtos do exterior. A competitividade da nossa economia tem sido reposta com o abaixamento compulsivo dos salários ( como se de uma desvalorização da moeda se tratasse diz António Borges ). mas não vai poder continuar a ser assim, os trabalhadores vão querer ver os seus salários de volta, Para isso é preciso mexer nas outras componentes da formação do custo em que a energia é uma das mais importantes. Como vai ser?
Uma parte das rendas excessivas é fácil baixar porque depende apenas do governo mas a parte de leão já entra pelos bolsos dos accionistas e gestores.
Um dos homens com maior peso político no país (António Mexia) já fez cair um secretário de estado vai ter margem para fazer estragos no governo? É que a população está atenta, agora conhece o problema e não vai querer ser a eterna vítima.
Já mandava no tempo de António Pinho e continua a mandar agora com este governo. Uma pessoa muito poderosa, que ganhou a guerra com o secretário de estado demissionário, sobre as rendas excessivas do sector da energia. Que saberá o homem que nós não sabemos ? O que eu sei é que não foi eleito não percebo porque tem tanto poder!
Segundo Marques Mendes, "no Governo do PS [Mexia] mandava a seu belo prazer, punha e dispunha, com Manuel Pinho e também José Sócrates", explicou.
E se com Sócrates Mexia era o homem-forte do sector energético em Portugal, com Passos a questão não sofreu qualquer alteração.
"Até ao momento ele manda da mesma maneira como mandava anteriormente. E mais do que isso tem até o desplante de querer desautorizar o Governo, que é uma coisa que eu acho absolutamente inaceitável. Que ele e a EDP se apresentem como um Estado dentro do Estado que manda nos Governos e que bate o pé, é criticável", disse.
Deve haver uma razão! Mira Amaral também já disse o mesmo.
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