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O que diria nuno crato de nuno crato?

por Rogério Costa Pereira, em 06.02.14

 

Numa entrevista ao "Jornal de Negócios", em 25 de Julho de 2008, o hoje ministro nuno crato disse: «Felizmente tenho bastante liberdade porque estou no ensino superior. Se estivesse no ensino secundário sentir-me-ia bastante diminuído pela falta de liberdade».

E, hoje, em pleno tornado cratiano, o que diria nuno crato sobre a liberdade dos professores? Que críticas teceria o crato de 2008 às actuais políticas para o ensino? O que diria crato -- tão crítico de Bolonha -- às licenciaturas de dois anos que ele vai ensaiando? O que diria nuno crato à destruição vigente do serviço público de educação? E, já agora, o que diria nuno crato sobre a forma como nuno crato engavetou o relatório sobre a licenciatura do relvas?

Sem me perder em mais exemplos, como contextualizaria este nuno crato as afirmações do nuno crato de 2008? 

Em suma, "O que diria nuno crato de nuno crato?"

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publicado às 20:46

Cerca de 250 mil portugueses emigraram nos últimos dois anos. Hoje, o cenário não é melhor, e muitos mais portugueses vão...

Ao contrário da anterior onda emigratória, dos anos 60 e 70 do século passado, caracterizada pela fuga de mão-de-obra essencialmente operária, esta nova vaga reflecte a fuga de jovens qualificados. O país está a perder património intelectual, no qual investiu mas donde não vai tirar partido.

A actual situação económica e a falta de soberania, são avessas à criação de oportunidades para todos, qualificados ou não.

A precariedade laboral é outro grande problema estranhamente entranhado na nossa sociedade. Ainda sem experiência no mercado do trabalho, por fora, questiono aquilo que “os outros” chamam de precariedade laboral. Será masoquismo, serventia, oportunidade ou necessidade?

Como finalista do “maldito” curso de Arquitectura, o qual tenho imenso orgulho em completar, puxo a choradeira ainda mais para os meus pares e estou convencido que a situação está pior do que o próprio país. Na verdade, os arquitectos são formados em quantidades industriais desnecessariamente e são, ao que me parece, regulados inconvenientemente.

A formação industrial de licenciados ou mestres é um problema comum a quase todas as áreas. Não existe colocação no mercado de trabalho para todos e, ter um canudo tornou-se tão banal que não sabemos se estudamos para exercer por afirmação pessoal ou por complemento intelectual (diversão)... Algo está mal.

Nem tudo é mau. Somos uma sociedade com muita formação e, acredito, com qualidade, independentemente da instituição de ensino, apesar de existirem alguns casos públicos que provam o contrário...

A partir do momento em que nos formamos devíamos estar em pé de igualdade com todos os outros, mas uns têm mais sorte que outros, independentemente do seu talento. A sorte, na maioria dos casos, está directamente ligada ao compadrio ou ao berço de ouro – hoje existem cada vez menos –, e em poucos casos alguém é reconhecido pelo seu real valor. Admito algum ciúme. Outros também. Mas atenção, isto não é uma crítica, é uma análise ao que nos rodeia.

Num país com quase 1 milhão de desempregados, sem oportunidades, sem soberania, com uma carga de impostos incrível, com casos reconhecidos de precariedade laboral e exploração, com uma taxa de desemprego jovem absurda, com um mercado de trabalho desregulado e com uma política salarial miserável eu questiono-me: o que me prende a Portugal? Como finalista de um curso superior e analisando o nosso mercado de trabalho comparando-o com outros mercados estrangeiros, quase nada me prende aqui. No entanto, as poucas coisas que nos prendem aqui são demasiado importantes para tomarmos de ânimo leve a decisão de abandonarmos o barco, só porque queremos exercer a profissão para a qual estudamos. Que país ingrato.

Para tentar “vencer” o país, comecei há muito a procurar as escassas oportunidades, dei-lhe uma última oportunidade. Afinal, todos a merecem.

Júlio Campos Soares

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publicado às 20:28


E assim vamos...

por n, em 01.10.12

"Escola abre inquérito disciplinar a aluno que insultou Passos Coelho".

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publicado às 10:02

Dah ?

por Miguel Cardoso, em 20.06.12

A propósito do exame de Língua Portuguesa do 6.º ano, depois de a Associação de Professores de Português (APP) considerar que a prova “está bem estruturada e respeita os conteúdos centrais do programa de Língua Portuguesa do 2.º ciclo” e que “o exame segue a matriz das provas de aferição de 6.º ano de anos anteriores”, considerou também que no texto proposto para interpretação (um excerto de A maior flor do mundo de José Saramago), a inclusão de uma sequência narrativa em verso "complexifica a interpretação da globalidade do texto, implicando um grau de abstracção que alguns alunos neste nível etário ainda não desenvolveram”. “Esta situação poderá suscitar dúvidas, fazendo prever que o exame vá premiar os bons alunos”.

 

Como é?

 

(adaptado daqui e imagem dali - negrito meu)

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publicado às 16:15

No programa "olhos nos olhos" a Drª Maria do Carmo Vieira faz um retrato arrasador da educação. No lugar da eterna guerra dos sindicatos a reivindicar o céu e a terra, aparecem cada vez mais professores a centrar o ensino no que é realmente importante. Esta situação resultou da co-governação dos sindicatos e dos burocratas do ministério. Sem uma escola autónoma o ensino não sairá desta tristeza.

"A professora Maria do Carmo Vieira acusa as Escolas Superiores de Educação de dominarem o Ministério. A docente do ensino secundário diz que os «professores saem dessas escolas sem saber nada».
Maria do Carmo Vieira dá um exemplo para ilustrar a polémica afirmação: «professores que iam para 1º ciclo não sabiam regras gramaticais básicas».
No programa «Olhos nos Olhos» da TVI24, a professora defendeu que os professores das Escolas Superiores de Educação deviam ser avaliados e acusa estas instituições de «dominarem o ministério da educação».

Veja os vídeos!

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publicado às 11:00


A Fábrica de Prata que pariu uma besta

por joao moreira de sá, em 18.05.12

Nuno Crato é uma besta. Ele sabe que acabou com o apoio escolar a crianças com necessidades especiais (dislexias, epilepsias, deficits cognitivos, etc.) e agora chuta para canto? Os senhores dos exames nacionais que decidam caso a caso? Pode até ser benéfico para a(s) criança(s)?

Besta, pois e inculto, caso contrário saberia (ou sabe mas que se lixem as criancinhas) que nos casos devidamente diagnosticados e para os quais é pedido (e era dado) apoio escolar, não há melhoras. Apenas a esperança de completar um 9o ano que dê acesso a um curso técnico-profissional, nos casos mais optimistas, a única forma de estes cidadãos que não podem nunca ser de segunda categoria mas que estão a ser empurrados para lixo humano têm de vir a conseguir uma esperança de independência socio-profissional.

O filósofo Cratino que experimente passar um dia na casa de uma família que tem que viver com uma criança com dislexia ou epilepsia e talvez dê o braço (de prata, claro que é o que acontece a quem vem do mundo da fantasia para o real) a torcer.

Para não falar de tudo o mais: ausência de apoio a crianças e pais na nossa sociedade, ignorância sobre os reais problemas causados por certas doenças neurológicas, inexistência de centros de dia, de cuidados continuados... Afinal, são deficientes, que se lixe, não é? Pois claro.

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publicado às 15:23

Aí está, a não ser de uma coisa é de outra, o pobre do homem acha que é o sindicato que governa a Educação. Não é, embora a tenha co-governado desde há muitos anos, não podendo por isso, fazer de conta que nada tem com a actual situação.

Luta contra tudo o que mexe na educação. Contra a avaliação, contra os rankings, contra a autonomia das escolas, contra o quadro próprio de professores ...

Um burocrata do pior e ao nível dos que também têm banca no ministério da Educação.  É só mesmo o que falta em frente do ministério, uma banca e uma barrica para não se perder tempo a montar e a desmontar o "estaminé" tantas são as manifestações.

Quer para a educação o programa do PCP que nunca ganhou nas urnas. Mas pior que tudo é que a classe dos professores , a troco de um prato de lentilhas, se deixa manipular quando a maioria dos seus membros não concorda com as ideias destes alucinados.

Ficamos então assim. Eles ficam em "festa" e deixam as escolas trabalhar.

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publicado às 09:00


Tempos difíceis estes...

por Maria Mulher, em 14.04.12

a cruz do crato.png

Tempos difíceis estes, com efeito avestruz a toldar a lucidez dos dias. Por onde andam os homens e as mulheres que fizeram deste país um lugar de democracia e de confiança? E onde estão os que nada fizeram?!...

Temos de acordar uma destas manhãs e fazer renascer a esperança. Urgentemente! O futuro precisa de todos os pais, de todos os professores, de todos os cidadãos. Vivos, ativos, proativos e em defesa da Escola Pública, da Educação e do seu país. Urgentemente!!! E as nossas crianças, os nossos jovens, os nossos filhos,todos precisamos de uma Escola que os ensine, que nos ajude a educá-los para ser gente a sério, não para ser máquinas, robôs de 1ª, 2ª ou 3ª escolha, produzidos em série. Respeite-se a Escola em vez de pretender tranformá-la numa qualquer linha de montagem com teste de qualidade, à saída.

imagem

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publicado às 03:29

twilight zone

por Miguel Cardoso, em 13.04.12
Coisas que circulam pela comunicação social lusa e que parecem verdade: 

"A partir do próximo ano lectivo, os pais vão ter total liberdade de escolha na escola que querem matricular os alunos."

Admito que tenha alguma verdade ao nível do pré-escolar e 1º ciclo... Mas estou ansioso por ver o Director da escola de elite da cidade x ou y aceitar uma catrefada de alunos problemáticos de meios sócio-económicos desfavorecidos só porque os pais deles decidiram que aquela era a escola indicada para eles.

Lá se ia a média e o ranking.

A realidade?
Os alunos serão (como já se faz aqui e ali) diplomaticamente reorientados no seu percurso escolar, que é como quem diz, chutados para o canto que lhes pretendem destinar..

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publicado às 19:53


trinta? mais valia trinta e um

por n, em 12.04.12

A notícia sobre o aumento do número de alunos nas turmas do ensino básico e secundário de um mínimo de 26 até um máximo de 30 alunos aviva com saudade a experiência pessoal de um ano lectivo numa turma de precisamente trinta alunos. Dizer que a coisa correu mal para 20 dos 30 alunos talvez seja redutor para o que aconteceu.

No entanto fica na memória alguns professores desmotivados, sem capacidade de reacção para apagar trinta incêndios, uns quantos a marimbarem-se completamente para o estado das coisas, e bastantes alunos completamente absorvidos pela situação em que se viram envolvidos.
Vamos andar mais uma vez no caminho errado, parece a sina da Educação!  

 

P.S. O génio, ou os génios, que se lembrou desta medida certamente nunca teve aulas numa turma de 30 alunos!

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publicado às 22:28


As escolas matam a criatividade

por Luis Moreira, em 01.04.12

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publicado às 23:23

Por : José Manuel Fernandes (Público - 30-3-2012)

"Para que as escolas tenham realmente autonomia devem poder escolher os seus professores"

Esta revisão curricular diz apostar numa maior autonomia para as escolas. Fá-lo, indiscutivelmente, em áreas como a organização dos tempos lectivos, o que é de aplaudir. Fá-lo, também, ao criar mecanismos como o dos objectivos mínimos de aprendizagem verificáveis através da realização de provas nacionais nos diferentes ciclos. Isto significa que o ministério se ocupará menos em controlar e fiscalizar os processos adoptados escola a escola e se focará mais nos resultados, o que deve ser a sua verdadeira vocação."

PS: continua amanhã à mesma hora

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publicado às 12:00

Alberto Pimenta :

Civilidade

não tussa madame
reprima a tosse
não espirre madame
reprima o espirro
não soluce madame
reprima o soluço
não cante madame
reprima o canto
não arrote madame
reprima o arroto
não cague madame
reprima a merda
e quando estourar
que seja devagarinho
e sem incomodar, ok madame?
ok, monsieur.

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publicado às 08:00

"Há anos que as políticas educativas dos sucessivos governos têm privilegiado a mudança em detrimento da melhoria. Ora, estes caminhos são muito distintos. O paradigma da mudança repousa na iluminação dos detentores momentâneos do poder que, possuídos de uma divinal chama, decretam e despacham a toda a hora as mudanças. E estas ocorrem, fatalmente, no dia decretado. Por sua vez, o paradigma da melhoria assenta numa acção humilde, determinada e persistente de cada escola, envolvendo sobretudo professores, alunos e pais que, partindo da análise das suas fragilidades e potencialidades, ousam estabelecer e percorrer compromissos de melhoria gradual. A primeira via gera irresponsabilidade, a segunda sustenta-se na responsabilidade." Fonte - Público / 20051230 Ver mais citações de Actualidades sobre - Educação Ver mais citações de - Azevedo , Joaquim
Autonomia, responsabilidade, reconhecimento, resultados.

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publicado às 18:00

...O método seguiu cinco passos: "Primeiro, a Florida começou a classificar as escolas de A a F, segundo a capacidade e progresso dos alunos em testes anuais de leitura, escrita, matemática e ciência. O estado dá dinheiro adicional às escolas que têm A ou melhoram a sua classificação, e os alunos das escolas que tenham dois Fs em quatro anos podem transferir-se para escolas melhores. Segundo, a Florida deixou de permitir que os alunos do terceiro ano que mal consigam ler passem para o quarto (prática comum em toda a América, chamada "promoção social"). Terceiro, criou um sistema de pagamento de mérito, no qual os professores cujos alunos passem certos exames recebem bónus. Quarto, dá aos pais muito mais escolha, com cheques estaduais, entre escolas públicas, convencionadas, privadas e até online. Quinto, a Florida criou novos métodos de certificação para atrair pessoas mais talentosas para a profissão, mesmo que essas pessoas não tenham um grau académico específico em educação" (The Economist, 25/Fev, p. 41; ver o site da fundação do ex- -governador, www.excelined.org).

Este é um caso entre vários, não muito original, mas mostra o essencial. Tem coisas parecidas com o que por cá tenta o senhor Ministro da Educação, mas uma diferença essencial: confiança nas pessoas. Na Florida acha-se que alunos, pais e professores sabem o que é melhor, e o Estado apenas os ajuda nesse esforço. Note-se que esta não é uma solução liberal. Continua a haver escolas públicas e o Estado tem enorme intervenção, classificando, subsidiando, bonificando. Mas a atitude de fundo é subsidiária, dando primazia à sociedade como agente e finalidade, não à genialidade do especialista que julga saber. Por exemplo, em Portugal avaliam-se professores, na Florida avalia-se o seu trabalho. Cá criamos exames para promoção na carreira, lá usam-se os testes dos alunos para premiar os docentes....

PS a partir de um texto de João César das Neves no DN

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publicado às 22:00

O exemplo de escola que não interessa

por Miguel Cardoso, em 18.03.12

 

Na Finlândia, 40% das escolas têm menos de 50 alunos e as que têm mais de 600 estudantes não ultrapassam os 3%. Os estudantes finlandeses também não podem ser colocados em escolas que estejam a mais de cinco quilómetros de distância de casa. A pequena dimensão das escolas é mesmo reconhecida como um factor de sucesso para um dos sistemas de ensino com melhores resultados académicos. 

 

 Abandonar as escolas de grande dimensão e substitui-las por outras mais pequenas é o objectivo do "small schools project", lançado nos EUA. O projecto já se estendeu a todo o país e tem por base estudos científicos que provam que os alunos têm melhores resultados e o facto de cada um ser reconhecido pelos professores ajuda a reduzir a violência escolar. Melhorias que acabam por reduzir o custo de cada aluno.  (A taxa de sucesso escolar subiu de menos de 40% para 69%)

 

No Reino Unido, a preocupação também já é de reduzir a dimensão das escolas. Pelo menos foi essa a promessa feita pelo primeiro-ministro David Cameron, no ano passado, invertendo assim a tendência dos últimos anos em que 55% das secundárias têm mais de 900 alunos e passaram a existir cinco vezes mais escolas com mais de 2000 estudantes. O objectivo é humanizar mais as escolas britânicas.

(DN, 17/03/12)

 

Sucedeu o mesmo com a treta das novas pedagogias do "eduquês", chegaram a Portugal quando os demais países as abandonavam, foram anos de inanidades, o mesmo sucederá com a dimensão das escolas, daqui a 20 anos. Até lá, quanto e quantos se perdem?

 

imagem

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publicado às 13:15

Um novo regulamento virado para a apropriada gestão dos recursos humanos, para as necessidades das escolas e para um melhor acompanhamento dos alunos.
Regulamento de Concurso de professores
, o novo regulamento foi assinado por seis sindicatos e pelo ME.

O Ministério da Educação e Ciência considera que esta regulamentação vai “introduzir uma maior eficácia na gestão dos recursos humanos ao autorizar, por exemplo, que um professor contratado com horário incompleto possa completar o seu horário até às 22 horas, se existir essa necessidade” na escola, permitindo “colmatar rapidamente situações de doença ou de baixa”.
“Com este novo diploma, o Ministério da Educação e Ciência espera tornar mais coerente a regulamentação e aplicação das matérias relacionadas com o recrutamento, introduzir maior transparência e equidade nos procedimentos, resolver situações específicas de professores que se arrastavam há anos, colmatar de forma mais célere a substituição de um professor, impedindo que os alunos fiquem semanas sem aulas, e obter maior eficiência na gestão dos recursos humanos e na satisfação das necessidades docentes, diz o ministério.

Claro, que há quem nunca concordará com uma maior autonomia das escolas, com a avaliação, com os rankings das escolas...tudo o que seja medir o mérito.

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publicado às 13:00

... devemos rejeitar que, tal como muitas vezes acontece, os menos capazes e competentes se apoiem e em conjunto fechem as portas das estruturas civis e políticas, com receio de perderem as oportunidades que têm como suas...

A educação e a formação têm que mudar. Continuamos com modelos de ensino demasiado rígidos. A palavra autonomia, seja nas universidades e nos politécnicos, seja nas escolas...é a chave para uma evolução e um desenvolvimento curricular que se pode traduzir em melhorias na formação dos estudantes.

A criatividade intelectual não é promovida no nosso sistema de ensino...para que se possa maximizar o potencial de cada um. É urgente que adaptemos dentro do possível a educação e a formação às exigências, necessidades, potencialidades e interesses de cada estudante. Esta adaptação tem que se reflectir nos currículos em primeiro lugar e de seguida também nos métodos de avaliação.

PS: Luis Rebelo , Público

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publicado às 17:00

Voltou a exigência e a excelência, onde havia comodismo e facilitismo!

A informação constante no site do Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) diz que questões demasiado simples podem constituir "um indicador desajustado da exigência pretendida".

As provas devem "avaliar de forma clara e precisa os conhecimentos de cada disciplina e pautar-se pela exigência e rigor, adequando o nível de complexidade ao ano de escolaridade a que se destinam", lê-se no documento da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário.

Vamos a ver se é desta que a educação deixa de ser pasto de interesses de corporações organizadas e passa a ser local de trabalho exigente e de excelência. Com avaliação do mérito e com rankings das escolas segundo modelos negociados e aceites por todos. Faz-se em todo o mundo!

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publicado às 09:00


Uma seca do caraças!

por Luis Moreira, em 01.02.12

A Ministra da Justiça atira-se ao anterior ministro insinuando que há "mosquitos por cordas" na gestão do património. Um "Campus" no Parque das Nações que custa uns milhares largos por mês enquanto o Estado tem milhares de prédios sem ocupação. Volta à Boa Hora!

A seca no território ameaça a agricultura se não chover agora até ao fim de Fevereiro. A humidade nocturna tem sido suficiente para aguentar as culturas mas com o frio que aí vem já na próxima 6ª feira, espreitam prejuízos de monta.

As greves nos transportes estão para ficar, têm no horizonte a privatização de muitas empresas públicas . A Soflusa vai extinguir 48 travessias no Tejo para poupar. Sindicatos contra!

O Mário "alucinado" da FRENPROF, após ter sido preterido como secretário-geral da CGTP (cada vez mais PCP) comunica o que todos já sabíamos. Está contra a reforma curricular do Nuno Crato. ( uma seca, pois se ele nunca esteve a favor de nada a não ser que se faça o que ele quer...)

Dizem os meterologistas que o país está "em seca suave"...

Para acabar (mal) o desemprego já vai nos 13,25 com 40% de jovens ! Uma seca do caraças!

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publicado às 12:00


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