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Sorriso amarelo

por Ariel, em 11.05.12

 

Os Chineses só pagam a privatização da EDP após negociar as rendas.

 

Espera-se pois uma luta "braba" por parte do Álvaro que  declarou firme e hirto há pouco mais de um mês "não cederei um milímetro contra as rendas excessivas "

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publicado às 10:55


O estado da EDP - Paulo Morais

por Luis Moreira, em 09.05.12

Um estado dentro do estado. " Eduardo Catroga, em nome do PSD, advogava a redução das rendas pagas à empresa, para logo a seguir defender, enquanto presidente da eléctrica, a manutenção do seu pagamento. A ministra Assunção Cristas e o deputado Mesquita Nunes estão ligados ao escritório de advogados que assessora a sociedade nos seus maiores processos, enquanto tutelam e fiscalizam negócios em que o estado tem favorecido descaradamente a empresa. O deputado Pedro Pinto é consultor de empresas intimamente dependentes da EDP. E muitos mais.

Onde acaba o estado e começam os negócios ? Enquanto não acabarmos com esta mixórdia Portugal não terá políticas que procurem o bem geral. Os interesses de grupos organizados prevalecem. 

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publicado às 10:00


Os milhões de quem dá à luz....

por Luis Moreira, em 13.04.12

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publicado às 08:30


História que não é da carochinha

por Ariel, em 26.03.12

"A demissão do Secretário de Estado da Energia foi uma demissão "sem história", disse o primeiro-ministro. Mas a história dessa demissão começou já a ser contada. E por quem? Por um homem de cabelos brancos que negociou o acordo com a troika em nome do PSD, mas que não quis executá-lo enquanto ministro das finanças, embora tenha sido convidado a fazê-lo. E que acabou presidente da empresa cujos interesses, segundo os jornais explicaram em devido tempo, empurraram, de facto, Henrique Gomes para a demissão. Esse homem é Eduardo Catroga. Há um ano reconhecia a existência das tais "rendas excessivas" de que a EDP beneficia, ou - é legitimo supor-se - não teria dado o sei "amén" ao memorando da troika, que determina a revisão em baixa de certos pagamentos aos produtores de energia; agora veio explicar que é preciso "analisar com serenidade" para  "ver se existem ou não existem" as tais rendas excessivas.

Passou um ano. Catroga é o mesmo homem, sério e competente com certeza, como juram amigos e companheiros. Diz hoje sobre o mesmo assunto algo muito diferente do que aprovou há um ano. Mas isso que importa quando se é um homem sério e competente? Onde antes estava o ex-ministro das finanças que negociava o memorando da troika  e dizia defender o interesse público, está hoje o representante de uma empresa privada com interesses opostos. E está um salário milionário que o obriga a ser competente na defesa de quem lho paga.

A história que não havia na demissão de Henrique Gomes existe mesmo e é aquela que os jornais foram contando. Uma história pouco edificante, mas muito esclarecedora sobre os circuitos do poder, isto é, sobre quem manda, de facto, em Portugal."

 

Fernando Madrinha, "Um homem competente", Expresso

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publicado às 00:06


Catroga não tem nada de avô cantigas

por Luis Moreira, em 21.03.12

Quando escreveu o programa de governo do PSD queria a máxima concorrência agora que ganha muito e sai cedo já diz que sim mas também. A habitual coerência dos líderes deste país que dançam conforme a música que melhor lhes aproveita.

O ex-ministro das Finanças de Cavaco disse ainda que é preciso definir o que são “rendas excessivas”, admitindo que “existem outras em vários sectores da economia nacional, fruto de políticas erradas durante muitos e muitos anos”.

Mas enquanto relator do programa de governo do PSD para as últimas eleições, o então braço-direito de Pedro Passos Coelho protagonizava uma posição muito diferente. Juntamente com o agora secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, preconizava uma “nova política energética que seja mais equilibrada e direccionada para a resolução dos problemas actuais das empresas, das famílias e do país no seu conjunto”.

Ficou tudo resumido a um salário milionário!

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publicado às 13:00

Conforme quem faz as contas. De qualquer forma são insuportavelmente altos.

A DECO, associação de defesa dos consumidores, fala sistematicamente em mais de 40% e entregou recentemente uma petição no Parlamento, com 170 mil assinaturas, para que estes sejam reduzidos em 30%, já na conta da luz de 2013. Este número representa quase o dobro do valor apontado pela APREN, entidade que reúne as principais empresas que operam no sector das renováveis.

Os dados estão lançados! Há que analisar, discutir e facturar o que é justo. Isto é, facturar o que cada um de nós realmente  consumiu.

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publicado às 15:00


Os negócios da China fazem-se em Portugal

por Luis Moreira, em 18.03.12

A saída do secretário de Estado da Energia do governo teve a grande vantagem de trazer à luz do dia mais uma das rendas que o capital só encontra no nosso país, de braço dado com o estado. Os Chineses interessaram-se pela EDP desde que as rendas excessivas que todos andamos a pagar se mantenham.

Antes da privatização as finanças não deixaram baixar as rendas excessivas porque isso prejudicava o encaixe, depois da compra não se podem baixar as rendas porque isso seria mudar as regras a meio do jogo!

As rendas excessivas além de injustas, prejudicam seriamente a economia porque concorrem para o aumento dos custos dos produtos industriais, que assim perdem competitividade com os produtos do exterior. A competitividade da nossa economia tem sido reposta com o abaixamento compulsivo dos salários ( como se de uma desvalorização da moeda se tratasse diz António Borges ). mas não vai poder continuar a ser assim, os trabalhadores vão querer ver os seus salários de volta, Para isso é preciso mexer nas outras componentes da formação do custo em que a energia é uma das mais importantes. Como vai ser?

Uma parte das rendas excessivas é fácil baixar porque depende apenas do governo mas a parte de leão já entra pelos bolsos dos accionistas e gestores.

Um dos homens com maior peso político no país (António Mexia) já fez cair um secretário de estado vai ter margem para fazer estragos no governo? É que a população está atenta, agora conhece o problema e não vai querer ser a eterna vítima.

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publicado às 23:00

Já mandava no tempo de António Pinho e continua a mandar agora com este governo. Uma pessoa muito poderosa, que ganhou a guerra com o secretário de estado demissionário, sobre as rendas excessivas do sector da energia. Que saberá o homem que nós não sabemos ? O que eu sei é que não foi eleito não percebo porque tem tanto poder!

Segundo Marques Mendes, "no Governo do PS [Mexia] mandava a seu belo prazer, punha e dispunha, com Manuel Pinho e também José Sócrates", explicou.

E se com Sócrates Mexia era o homem-forte do sector energético em Portugal, com Passos a questão não sofreu qualquer alteração.

"Até ao momento ele manda da mesma maneira como mandava anteriormente. E mais do que isso tem até o desplante de querer desautorizar o Governo, que é uma coisa que eu acho absolutamente inaceitável. Que ele e a EDP se apresentem como um Estado dentro do Estado que manda nos Governos e que bate o pé, é criticável", disse.

Deve haver uma razão! Mira Amaral também já disse o mesmo.

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publicado às 09:00

 

Não pode ser ! Antes da privatização estragava o negócio, depois os Chineses não deixam.

Os lucros fabulosos dos operadores do mercado da energia vão direitinhos para poderosos interesses instalados que não estão nada preocupados que os cidadãos e as empresas paguem o preço mais alto , contribuindo para a falta de competitividade do país.

Entretanto a troika exige que se tomem medidas de fundo na actividade o que parece que a colocou pela primeira vez no lado oposto ao do ministro das finanças. É que a Troika não vê com bons olhos a subsidiação que o estado faz às renováveis que, como se sabe, estão na EDP renováveis.

Ora no meio desta confusão bem organizada para que nenhum de nós perceba alguma coisa do assunto, veio um secretário de estado "com uma função" para o governo, que era nem mais organizar o sector e dar-lhe transparência. Saiu queimado como era de prever no sector da energia. E, já sabemos que vamos ter um aumento de preço de 4% na luz caseira. E não querem que os idosos morram de frio...

Para já temos um ministro da Energia que se chama Mexia...

 

 

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publicado às 09:00


Governante que fala assim é demitido!

por Luis Moreira, em 12.03.12

O Secretário de Estado da Energia meteu-se com as empresas que nos levam couro e cabelo e, claro, acabou demitido.

Em entrevista ao Negócios, indica que a privatização da EDP não impedirá o Governo de tomar medidas para cortar "margens excessivas" no sector.

"O Estado tem que opor o interesse público ao excessivo poder da EDP!"

São assim as empresas que vivem à sombra do estado!

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publicado às 23:10

Um ministro das finanças vai a Pequim aprender a língua ou visitar a a Praça Tiananmen? Depois de Pequim ter oferecido um prémio irrecusável para ficar com uma posição minoritária e acordar que as empresas continuem em Portugal. Oferecer milhões a curto prazo para um país que morre à míngua de liquidez, alguém acredita que este assunto não fazia parte da agenda?

Alemães e Austríacos ofereceram muito menos e queriam uma posição maioritária e , mais tarde ou mais cedo a sede das empresas seriam transferidas . O Brasil só acelerou já na meta final mas o país já tem importantes ligações a Pequim. Os amigos dos meus amigos meus amigos são...

Portugal abriu a porta ao gigante asiático e fê-lo com o conhecimento e a autorização dos grandes deste mundo. Há muito que estes negócios estavam na calha que têm a ver com o envolvimento que a China vai ter com uma Europa enfraquecida e uns Estados Unidos obrigados a dividir a sua função de "polícia do Mundo" com outros.

As coisas se calhar não são tão lineares como nós gostaríamos que fossem. É a política! Habituem-se!

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publicado às 19:18


O estado de graça do governo acabou

por Luis Moreira, em 17.01.12

Diz Rangel e bem! As nomeações para a EDP e para as Águas de Portugal deram a machadada final no que restava da esperança. Já ninguém acredita que este governo, no que toca aos compadrios, seja diferentes dos anteriores e, isso, na presente situação, é muito grave.

Porque o povo que vai suportar medidas duríssimas tem que acreditar que vale a pena, mas após esta semana horrível deixou de acreditar. É o pior que poderia ter acontecido a este governo que revelou uma insensibilidade muito grande em relação à maioria da população que já vê o seu nível de vida baixar todos os dias.

"Paulo Rangel diz que o "caso das nomeações caiu francamente mal na opinião pública e publicada", o social-democrata aponta este caso como a gota de água, mas lembra que "havia já o embalo anterior do incómodo e da perplexidade pelo affair da loja Mozart e pelo surto maçónico que aparentemente atingiu as estruturas do PSD (e do CDS)".

Estes dois casos destruiram grande parte da credibilidade do governo!

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publicado às 13:00


Cara ou coroa?

por Francisco Clamote, em 15.01.12

Afinal, não foram os cartões dos partidos (PSD e CDS), como dizem por aí as más línguas, que ditaram a escolha dos novos membros do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, nem, muito menos a competência dos "artistas", como andou para aí a gaguejar o primeiro-ministro Coelho. A escolha foi pela cara. Quem o garante é Catroga, o indicado presidente do dito cujo Conselho, que deve ser a pessoa melhor informada sobre o assunto, dado ter sido a cara escolhida para presidir. Eram caras que os chineses conheciam” diz ele, que, todavia, não percebe a escolha de Celeste Cardona. 
Ora nada mais simples. Pois não está à vista que foi através do lançamento da moeda ao ar? Cara ou coroa? Saiu cara: a cara dela. Assim o ditou a Deusa da Fortuna que "os chineses" muito prezam e que retribuiu a gentileza para não estragar o arranjinho.

 


 (imagem daqui)

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publicado às 01:15

Durante o Salazarismo  e na primeira década da democracia dizia-se que "o Estado levantava dificuldades para poder vender facilidades". Só assim se compreendia que projectos inequivocamente viáveis ficassem sete/oito anos à espera de aprovação e só a obtinham após um "toque amigo" no serviço certo.

Agora o controlo é bem mais subtil e também mais rentável. Os privados perceberam que só fazem bons negócios se tiverem o Estado do seu lado e, melhor que tudo, sentado nas cadeiras da administração.

O Estado pode tudo, sabe tudo, chega a tudo, controla tudo e é dono de tudo!

Mesmo quando privatiza é o estado que fica a mandar, fazendo nomear os seus comissários com milionários vencimentos para que não se perca tempo. O telefonema é para o gabinete do governante que coloca o aparelho do Estado à disposição das empresas do regime. E a legislação à medida. E, é assim, que se compreende a nomeação de Catloga, Celeste Caldona e Jolge Macedo para a EDP e de autarcas para a administração das Águas de Portugal.

Neste caso para controlarem a privatização do sector da distribuição da empresa, não vá cair em mãos de accionistas que não se verguem à ditadura dos interesses e corporações instalados.

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publicado às 17:20

Eduardo Catroga quer-nos fazer crer que andou com os accionistas Chineses da EDP na escola. Há que lembrar que foi colega de Cavaco ali no ISE actual ISEG, ao Quelhas. Passa por cima desta questão essencial: andou a trabalhar para o PSD e, depois, para o governo mas está a ser pago pelos accionistas da EDP.

Trabalhou para os vendedores mas está a ser pago pelos compradores. Há aqui algo que não cola!

Valor de mercado? Isso seria se houvesse outra EDP para nos vender a energia mais barata e, então sim, com concorrência, veríamos se o seu valor de mercado é o que recebe. Assim, o seu valor de mercado é como o preço final que nos chega a casa na factura. Mais de 40% não tem a ver com a energia que utilizamos.

Junta a este vencimento uma pensão milionária que, claro, é mais que merecida, mas cai muito mal em quem anda a "vender" austeridade aos outros. Está reformado? Vá tomar conta dos netos e deixe os jovens terem mais oportunidades de emprego. Está cheio de genica? Largue a pensão e a reforma e vá trabalhar.

Mas faça-se pagar por quem mereceu o seu esforço e o seu saber. Vai ver que ninguém o critica e ninguém terá inveja!

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publicado às 09:00


Vou ganhar o Euromilhões

por Francisco Clamote, em 13.01.12

Não acreditam? Pois bem, meus caros, a probabilidade de eu, que não jogo, ganhar o Euromilhões é mais ou menos a mesma que a atribuída à hipótese de P. Coelho ter falado verdade quando afirmou que "o Governo não interferiu nem directa nem indirectamente nas escolhas que os accionistas privados da EDP fizeram para o futuro Conselho Geral e de Supervisão ou para o Conselho de Administração”.  

Pondo de parte as nomeações para o Conselho de Administração da EDP, que ninguém questionou e que na afirmação passista só podem aparecer com o intuito de criar confusão, há que dizer que é tão inverosímel que, sem interferência do governo e/ou de Passos, os accionistas da EDP tivessem escolhido para o CGS da EDP  só pessoas relacionadas pessoalmente com o primeiro-ministro e/ou afectas ao seu partido ou ao CDS, que não é crível que alguém se atreva a acreditar numa tal patranha. E de facto, nem os companheiros de partido, como Marques Mendes, acreditam nisso.

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publicado às 15:06


De disparate em disparate

por Francisco Clamote, em 11.01.12

O nome de Eduardo Catroga veio de novo à baila a propósito da sua nomeação como presidente do  Conselho Geral e de Supervisão  da EDP, onde vai auferir anualmente mais de 600 mil euros.
Mas se veio à baila, não foi pelas melhores razões. Antes pelo contrário. De facto, depois da famosa tirada sobre os "pêlos púbicos" e duns quantos dislates proferidos antes das últimas legislativas, considerados tão prejudiciais aos interesses do PSD que alguma alma caridosa teve a bondade de o aconselhar a passar uma temporada no Brasil antes que os danos causados ao partido se tornassem irreversíveis, eis que o cavalheiro retoma a senda do disparate e logo em dose dupla. O homem, modestíssimo, não só não tem pejo em considerar-se como "um candidato natural" àquele lugar, como se não houvesse ninguém mais competente, como vai mais longe e termina com esta enormidade digna de figurar numa antologia do dislate: 50% do que eu ganho vai para impostos. Quanto mais ganhar, maior é a receita do Estado com o pagamento dos meus impostos, e isso tem um efeito redistributivo para as políticas sociais.
Não sei o que mais admirar: se a tolice da afirmação em si; se o facto de ela partir de alguém que é economista e já foi ministro das Finanças. Seguindo o pensamento do nosso homem não sei mesmo por que razão o governo de Passos não aumentou já o salário mínimo nacional para 600 mil euros anuais. A crer em Catroga, dinheiro não faltaria para "as políticas sociais". E não só, acho eu.
Ora, não obstante as muitas parvoíces que Catroga tem vindo a proferir, ainda há por aí uns quantos plumitivos que acham que o homem é competente. E a verdade é que eu até estou disposto a dar-lhes razão. De facto, não será fácil encontrar alguém mais competente do que ele a ponto de o conseguir bater em matéria de disparates.

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publicado às 01:29


Melhor branqueador não há

por Francisco Clamote, em 10.01.12
Camilo Lourenço, em artigo publicado no Jornal de Negócios, a par dum certo branqueamento das escolhas dos nomes para o CGS da EDP (o articulista apenas não vê com bons olhos os nomes de Celeste Cardona e de Ilídio Pinho) faz passar a mensagem (veiculada pelos accionistas?) de que Passos Coelho não se terá envolvido nas escolhas.
Ora,  sabendo-se, como já foi dito e redito, que a maioria dos escolhidos são pessoas a quem Passos Coelho deve favores, a começar por Catroga (para Camilo, uma escolha pacífica, não sei por que bulas), passando por Braga de Macedo, Ilídio Pinho e a acabar em Paulo Teixeira Pinto, não se concebe como é que um articulista como Camilo Lourenço engole uma tal patranha.
E, se, de facto, não é crível que ele vá nessa conversa, restam poucas dúvidas de que a intenção de Camilo, ao passar a mensagem, só pode ter em vista branquear a actuação de Passos Coelho em todo este caso.
Não é a primeira vez e, por certo, não será a última. 
Omo lava mais branco? Não. Melhor branqueador que Camilo não há.

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publicado às 17:28

Isto num país decente não acontece. Ou está reformado ou está no activo. Estar reformado e no activo ao mesmo tempo é que é absurdo. A reforma é um tempo de lazer, terminou a vida activa e começam os anos de lazer e descanso, há um tempo para trabalhar e um tempo para descansar. Mas aqui a reforma para alguns é só uma maneira de ganharem mais dinheiro.

Tiram postos de trabalho a quem não o tem e recebem milionárias reformas que o Estado não comporta. São estas "espertezas" que tornam este país profundamente desigual e o Estado pela mão dos partidos é quem mais dá cobertura.

Aqui está uma reforma estrutural, é regra que quem recebe uma reforma milionária continue a usufruir de vencimentos milionários. Na EDP e nas empresas públicas ou que já foram públicas, há muitas dezenas nestas condições.

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publicado às 15:00

Dizem todos com o ar mais sério do mundo que foram nomeados pelos accionistas. Mas então que serviços prestaram aos accionistas da empresa para que estes sintam a necessidade de lhes pagar?

Eu, enfim, ainda pensei, olha estes estiveram a ajudar o governo a tomar a decisão numa situação complexa, é gente do partido, agora paga-lhes nomeando-os para a administração ou para o Conselho Geral. Como é gente do partido eu, cá para mim , até era capaz de compreender, eles ajudaram o Estado a fazer um bom negócio. Mas não, quem lhes paga ( dizem eles todos) são os accionistas que não apareceram agora, são empresas com centenas de quadros que podem perfeitamente fazer aquele trabalho. Mas não, afastaram os seus quadros e foram buscar gente dos partidos!

Como é que a esmagadora maioria destes nomeados andaram a trabalhar para o governo e agora são pagos pelos accionistas e toda a gente acha que isto é uma explicação lógica e afasta suspeitas de favorecimento?

Eu penso que é ao contrário, mas se calhar não, como também não pertenço a loja nem a partido nenhum devo estar fora de prazo.

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publicado às 20:36


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