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O partido Pirata Alemão pode vir a ser um factor chave para a democracia pós-industrial.
Nesta "era do pouco" (“Age of Less”, David Bosshart) que se inicia, não voltaremos ao velho modelo de crescimento e teremos, portanto, de criar um novo modelo político. Para se manter democrático, esse modelo deve ser acompanhado por mais transparência e participação dos cidadãos do que os partidos tradicionais estão dispostos a conceder – não apenas na Alemanha, mas em toda a Europa.
Transparência e participação cidadã são a melhor maneira de tirar a moeda comum e a União Europeia da rotina de que estão prisioneiras. Para a democracia, trata-se de encontrar uma maneira de superar o previsível fracasso dos tecnocratas. A solução não virá dos Piratas em si. Mas eles vão mostrar-nos o caminho a seguir.
A separação entre produtores e consumidores vai esbater-se no campo político tal como já se verifica na informação . É na participação e fortalecimento da sociedade civil que está o segredo. O estado omnipresente e omnipotente já deu provas mais que suficientes que não é solução.
Sempre gostei de Otelo Saraiva de Carvalho mesmo quando não estava nada de acordo com ele. Otelo é um sonhador, um poeta que luta contra moinhos de vento com espadas aladas e com a sua lança de cavaleiro.
E quem gosta dele sabe que o seu discurso não é para levar a sério, não, ele nunca meteu ninguém no Campo Pequeno e quando o inicio da guerra civil esteve nas suas mãos, recuou, porque a realidade era uma luta fratricida entre irmãos. Otelo ama o seu povo como poucos e agarra-se ao que sabe fazer como militar que é, na esperança de abrir um caminho mais generoso.
Excede-se quando os resultados democráticos não o satisfazem ou quando a política não tem a direcção que preconiza, mas no quadro democrático que o povo português em 30 anos de democracia consolidou, eleição depois de eleição, não há lugar para os sonhos de Otelo! Por muito generosos que sejam!
O papel das Forças Armadas e a sua função estão bem definidas na Constituição não havendo de parte do Presidente da República e do Tribunal Constitucional , garantes do seu cumprimento, qualquer evidência do seu incumprimento.
Nenhum cidadão ou grupo de cidadãos por mais em desacordo que esteja com as políticas de quem tem a legitimidade do voto, pode substituir-se à vontade da maioria do povo!
É este Estado de Direito que também temos que agradecer a Otelo e aos seus companheiros da madrugada libertadora!
Não precisa de ser com golpes militares ou ao arrepio de eleições . Um qualquer populista diz o que o povo quer ouvir, toma o poder e depois faz o que quer.
«Estamos a atravessar um momento de muitos perigos. Essa possibilidade demagógica e populista virá pela televisão, por alguém que será simpático para um número significativo de pessoas e que fale a linguagem anti-política», afirmou, salientando que tanto pode ser de direita como de esquerda e até pode passar por eleições.
Na sua perspectiva, «o populismo ganha eleições e depois governa-se sem lei ou com pouca lei. E como há uma grande desagregação do sistema judicial e uma grande desagregação da autoridade do sistema judicial, uma desagregação, no fundo, do primado da lei, está criada essa cama».
Se «a cama está posta», diz que é uma questão de ver «quem se deita nela», pois já «houve tentativas que não vingaram».
Só uma sociedade civil culta e participativa poderá fazer frente a estes perigos, mas em vez de ser reforçada, a sociedade civil está cada vez mais afastada das decisões políticas e a sofrer na carne os resultados de políticas medíocres de uma classe política medíocre!
A tecnologia de informação vai dar uma contribuição decisiva para termos uma democracia muito mais participada e participativa, dando acesso aos cidadãos à participação nos sistemas de decisão política.
A Internocracia é uma ideologia política que se baseia no poder das redes sociais, comunicação pessoal e outras tecnologias da internet que podem ser usadas para aprofundar o envolvimento mais directo dos cidadãos quer na decisão política quer na legislação. O ponto de partida para esta visão da democracia é a reforma constitucional no sentido do favorecimento destas formas eminentemente democráticas de participação popular. ( traduzido livremente)
Diz o autor do livro: também agradeço ao grupo político " partido da Internet" de Espanha por ter traduzido o livro para castelhano, bem como aos muitos utilizadores do "facebook Internetocrocia" que ofereceram a sua grande ajuda com sugestões que muitas delas foram incorporadas neste livro.
Já viram como é fácil fazer , por exemplo, referendos pelo Multibanco ? Sim ou não, é muito simples para quem usa o Multibanco todos os dias para operações muito mais difíceis. E, haverá alguém em Portugal que não utilize o Multibanco? A tecnologia de informação aproximará muito eleitos e eleitores tornando a democracia muito mais participada. É um passo de gigante!
I TERTÚLIA PELA DEMOCRACIA E CIDADANIA: Fundão, 31 de Março de 2012
OUVIR E FALAR - Ciclo de Tertúlias pela Democracia e Cidadania
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