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Esta questão mostra bem como a economia está completamente de rastos. O que está a colapsar são, obviamente, os dados sobre os quais Vieira da Silva trabalhou. É um homem sério e competente ninguém acredita que cozinhou o quer que fosse, mas a situação degradou-se a uma velocidade perigosa e que não era possível ao então ministro prever.

A Segurança Social para além da demografia, depende das receitas arrecadadas e, estas, da actividade económica. A sua despesa para além dos pensionistas depende essencialmente do nível de desemprego e, este, da actividade económica. E, claro, está a falhar tudo!

Uma das principais causas atribuídas para o problema é o facto de as contribuições não cobrirem as despesas com pensões, criando um buraco de quase 900 milhões de euros.
Nos últimos meses assistiu-se também a uma redução do valor dos descontos para a Segurança Social e a um crescimento acentuado das despesas com subsídios de desemprego.

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publicado às 23:20

Diz António Borges como se nós não soubéssemos. A diferença é que a população sente no bolso e o economista aponta a produtividade. Quer dizer de um lado temos uma angústia do outro uma alegria. Dados viciados é o que é!

Se é verdade que tudo aponta para que o problema do deficits está no caminho da solução outro tanto não se pode dizer do problema financeiro que é necessário para relançar a economia. Aqui é que o problema é grave, já que os investidores portugueses e o estado não têm dinheiro e para ir buscar lá fora lá se vai o deficits.

Porém, e apesar de haver pontos e que estão na trajectória correcta, António Borges considera que “há um ponto muito problemático”, que se prende com a “asfixia financeira”. Para o responsável, o país enfrenta um “problema de capital”, isto porque “o país está descapitalizado”. Mas esta questão de capital vai além da banca. “Apesar de tudo, a questão da banca”, defende, “resolve-se”, dado que existem 12 mil milhões de euros, no programa de ajustamento, que têm como destino a capitalização dos bancos que precisem. Por isso, é possível “ultrapassar as dificuldades de crédito”. O que se passa, na visão de Borges, é que “temos dívida a mais e capital a menos”.

As privatizações não chegam e ir aos mercados só lá para 2013 se tudo correr bem . Como é que as nossas empresas se vão aguentar nesta asfixia?

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publicado às 11:00


A meta para a dívida são os 3% em 2013

por Luis Moreira, em 13.03.12

O resultado deste ano é uma etapa intermédia percebeu-se agora com a decisão do governo espanhol ao não ir tão longe este ano como a Troika queria. Foi por ser assim que os Dezasseis se limitaram a encorajar as autoridades espanholas a consolidar as contas em 2012 em mais 0,5 pontos percentuais do PIB para além das medidas já tomadas.

A meta para Espanha para este ano seria um défice de 4,4% mas vão chegar apenas a 5,8%.

" O valor verdadeiramente importante e vinculativo é a meta dos 3% em 2013" diz Vítor Gaspar que no entanto não quer abrandar o ritmo da consolidação orçamental cá no país. Claro, que a gestão das expectativas são fundamentais, e o governo português depois de ter passado pela prova de fogo de anunciar ao país as medidas dolorosas que teve que tomar, não quer voltar atrás e prefere ter alguma margem de manobra em 2013.

...e está comprometido pelo próprio desenho do programa a manter os seus limites orçamentais independentemente da evolução das circunstâncias macro-económicas" diz também Vítor Gaspar.

O ministro das Finanças sabe que, nestes programas, o tempo é tão importante como o dinheiro porque lhe vai permitir jogar com as realidades que a macro-economia lhe apresentar no fim deste ano. Com certezas, nessa altura, estará a tempo de corrigir a trajectória.

Tudo conseguido sobre um mar de desempregados e de um aperto sem precedentes na classe média.

 

 

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publicado às 18:40

A dívida monstruosa do SNS pode pôr em risco centenas de fornecedores e, com isso, colocar em causa o próprio funcionamento do SNS. Os déficites permanentes do SNS que em 2012 se perspectiva em 200 milhões são o maior perigo para a exploração com qualidade do SNS.

O ministro da Saúde admitiu hoje que os 3 mil milhões de dívida podem por em risco postos de trabalho em empresas fornecedoras do Serviço Nacional de Saúde e toda a cadeia de valor da saúde e colocar em risco o fornecimento do próprio SNS. Paulo Macedo acrescentou que embora neste momento seja um cenário irrealista pode vir a ser uma realidade.  

O ministro acrescentou que o Governo transferiu 150 milhões para os hospitais em Dezembro para estes poderem fazer alguns pagamentos a fornecedores.

A racionalização dos meios - equipamentos, edificios, recursos humanos - e o combate ao desperdício são factores fundamentais para a manutenção do SNS tal o conhecemos.

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publicado às 16:30


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