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Viegas é o pior Secretário de Estado

por Luis Moreira, em 14.01.12

Diz Rita Blanco :«Um país sem cultura não é um país, é uma anedota», manifestou Rita Blanco. E a título de exemplo, citou o caso da agência noticiosa Lusa, estatal, cuja secção de Cultura deixou de existir.
E de quem é a culpa de tudo isso? Rita Blanco não tem dúvidas: «O secretario de Estado [Francisco José Viegas] foge, anda a fugir e anda a queixar-se de que não há dinheiro... A obrigação dele é o quê? Procurar dinheiro como fazem alguns outros secretários de Estado, alguns outros ministros». Peremptória, afirma: «Nós infelizmente tivemos o pior secretário de Estado que podíamos ter».

Siga o link e veja o vídeo.

Agora que o filme português "Sangue do meu sangue" arrascou 20 000 pessoas às salas de cinema e que se procurava mostrar que o cinema em Portugal tem viabilidade, levamos com Viegas...

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publicado às 11:00

Se não metessem 73 041 certificados médicos em apenas seis meses, se dessem aulas em vez de andarem em manifestações, se não quisessem chegar todos ao topo, se quisessem ser avaliados, até podia ser que os contribuintes gostassem da classe. Assim...

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publicado às 11:00

Peticao em Defesa do Direito a Cultura

por Luiz Antunes, em 14.11.10

Reunião da Plataforma das Artes – 13 de Novembro 2010 – Teatro São Luiz
´

Ex.mo Senhor Primeiro Ministro
Ex.ma Senhora Ministra da Cultura
Ex.mos Senhores Deputados da 13ª Comissão Parlamentar

 

APOIO ÀS ARTES

Considerando que a Cultura é um sector estratégico e estruturante para o país; considerando que a relevância política do Ministério da Cultura no actual Governo é praticamente nula, reflectindo-se num constante desinvestimento que contraria as repetidas promessas públicas do Primeiro Ministro; considerando o papel nuclear das artes na sociedade; considerando que o apoio às artes atribuído pela DGArtes significa apenas 10% do Orçamento para a Cultura e, portanto, 0,03% do Orçamento de Estado (o equivalente a três milímetros numa linha de 10 metros); a Plataforma das Artes toma as seguintes posições:

1 - Não aceitamos o anunciado corte de 23% no montante destinado ao apoio às artes, através da Direcção Geral das Artes. Consideramos que estes cortes, aplicados em contratos em vigor relativos aos apoios quadrienais poderão ser ilegais. Consideramos, porém, que o Ministério da Cultura não realizou esforços suficientes para minimizar estes cortes, esmagadoramente superiores ao corte de 8,8% anunciado para o Orçamento do Ministério da Cultura. Exigimos uma política de diálogo e procura de soluções em conjunto com os agentes culturais. Exigimos que ouçam as nossas ideias.

2 – Não aceitamos um Orçamento de Estado que esvazia o Ministério da Cultura da sua função. Os cortes anunciados no Orçamento do Ministério da Cultura não têm um real impacto no combate ao défice e comprometem irreversivelmente o tecido cultural português.

3 - Não aceitamos a desresponsabilização da Senhora Ministra da Cultura, que imputa ao Ministério das Finanças a responsabilidade dos cortes anunciados. Um governante deve ser responsabilizado pessoalmente pelas medidas que anuncia e aplica.

4 - Não podemos aceitar medidas que são ineficazes na diminuição do défice, mas comprometem o já tão fragilizado tecido cultural português e o direito constitucionalmente consagrado à fruição e criação culturais. Cortar no apoio às artes é cortar nos direitos dos portugueses. Por outro lado, estes cortes terão consequências sociais dramáticas, nomeadamente despedimentos e incumprimentos contratuais, numa área onde os trabalhadores pagam os mesmos impostos que quaisquer portugueses, sem acesso a protecção social.

5 - Exigimos que o Ministério da Cultura cumpra a lei e funcione. Exigimos a abertura dos concursos de apoio a projectos anuais e bienais em todas as áreas, dentro dos prazos legais, abrangendo o mesmo número de estruturas contempladas em 2010. Exigimos igualmente a garantia de abertura de concursos de apoio a projectos pontuais em todas as áreas, nos dois semestres de 2011, reforçando a sua importância no plano da inovação e renovação do tecido artístico. Não podemos aceitar que a Senhora Ministra da Cultura tenha tentado imputar ao sector a responsabilidade pela aplicação dos cortes, numa tentativa de dividir os agentes culturais. Não aceitaremos uma política que se encaminha para a extinção da Direcção Geral das Artes e, em última análise, para a extinção do Ministério da Cultura.

6 – Exigimos a manutenção do sistema de concursos públicos como formato de apoio estatal às artes. Quaisquer alterações ou melhorias, devem sempre pugnar pela democracia, pluralidade, equidade e transparência na aplicação dos dinheiros públicos. Nesse sentido, a Plataforma das Artes compromete-se a, até Maio de 2011, produzir, tornar público e oferecer ao Ministério da Cultura um documento que reúna o máximo de propostas e sugestões para uma nova regulamentação do sistema de apoios às artes.

 

7 - Exigimos que o Ministério da Cultura produza e torne público, durante a próxima semana, um documento divulgando com clareza, qual a verdadeira execução orçamental de 2010. Quantos foram os milhões de euros não executados e porquê? Exigimos saber quais os critérios que presidem à aplicação de verbas do orçamento para 2011, designadamente a razão de ser de uma diminuição de 23% no apoio à artes e de um aumento de 29% do Fundo de Fomento Cultural. Queremos perceber se existe alguma estratégia de futuro ou políticas culturais claras que orientem a aplicação de dinheiros públicos no sector da Cultura. Duvidamos da vantagem financeira das extinções dos Teatros Nacionais S. João e D. Maria II e respectiva integração na OPART, bem como da extinção da DGLB. Queremos esclarecimentos nesta matéria.

8 - Não aceitamos o papel meramente reactivo a medidas governamentais. A Plataforma das Artes compromete-se com um papel activo de reflexão e acção directa em continuidade, que permita defender uma visão das artes como elemento estruturante da sociedade e motor da cidadania.

APOIO AO CINEMA

Considerando que se anuncia, mas ainda não se assume, um corte de 20% no Programa de apoios financeiros para 2011 do Instituto do Cinema e Audiovisual; considerando que esse corte se justifica em parte pela estimativa em baixa das receitas da publicidade nas Televisões (quebra de 10%) e a outra para pagar a factura da austeridade imposta pela cativação de 10% das receitas próprias do ICA relativas a 2010; considerando que a prometida lei do Cinema a entrar em vigor em 2011 é neste momento uma miragem, uma vez que o Ministério da Cultura, promotor desta Lei, calou-se com a reacção de protesto dos Contribuintes do sistema de Financiamento (operadores de tv, cabo telecoms, plataformas de distribuição de tv, etc); considerando que, com isto, se antevê um ano de 2011 catastrófico para o Cinema; considerando que não se vislumbra qualquer calendário para a aprovação da Lei e para discussão das propostas de redacção alternativa apresentadas pelas associações sectoriais; exigimos da Senhora Ministra da Cultura:

1. Que promova junto do Sr. Ministro das Finanças a descativação de 10% das receitas próprias do ICA de 2010, de forma a minimizar os efeitos profundamente negativos do corte de 20% ainda não assumido pela Sra. Ministra para o Programa de Apoios Financeiros do ICA.

2. Que retome a discussão da Lei do Cinema, a qual foi bem recebida pelo Sector, de forma a apresentá-la e aprová-la na Assembleia da República, para que entre em vigor no mais curto espaço de tempo.

 

A PLATAFORMA DAS ARTES é constituída por
APR – Associação Portuguesa de Realizadores
Plataforma das Artes Visuais
Plataforma do Cinema
Plataforma do Teatro
PLATEIA associação de profissionais das artes cénicas
REDE associação de estruturas para a dança contemporânea

Os signatários

 

Para subscrever a peticao aqui esta o link:


http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3851

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publicado às 17:45

O relatório do OE é claro no que diz respeito ao apoio às artes, que é financiada pelo PIDDAC e administrada pela Direcção-Geral das Artes (DGARTES), uma redução de 22,1 para 13,1 milhões de euros. o que significa que não haverá mais dinheiro para os apoios bianuais, anuais e a pontuais, cujas candidaturas já deveriam ter sido lançadas em Setembro. Para algumas áreas da "Cultura", com estes dados, temos a ideia clara que haverá cortes de 60 a 70 por cento.

O cerco fecha-se e o Feudo de alguns assume uma maior importância com a integração dos Teatros Nacionais D.Maria e S.João na OPART, cuja Direcção está nas mãos de Jorge Salavisa (ex director do Ballet Gulbenkian, ex Director do Teatro S.Luiz, actual director da OPART). Claramente as programações vão passar por sequenciais reuniões de financiamento e de discussão até à aprovação de todos os gabinetes e mais alguns.

Neste momento será nosso dever perguntar para que serve a Comissão Nacional de Cultura criada pela Ministra da Cultura...

A Cultura em Portugal sempre foi a parente miserável de tudo ... o que se criou foi sempre um género de animadores da corte, mas Licenciados e graduados.

 

Aplicando um conceito de Cesariny o que se criou, cria e continuamos a criar são grandes ourives da Cultura com especialização em Broches.

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publicado às 17:44


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