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Adriano Moreira, programa Zona Euro, RTP1
Não serei eu em circunstância alguma a defender o investimento descabelado no betão na Madeira e que, entre muitos males, contribuiu decisivamente para agravar as consequências da catástrofe ocorrida há dois anos, com dezenas de mortos e prejuízos a perder de vista. O que me provoca uma raiva surda é ter a consciência de que Merkel só aponta à Madeira porque pode, é fácil, é barato e tem cá um trinca línguas de cerviz dobrada ao seu serviço.
imagem daqui
“A estupidez coloca-se na primeira fila para ser vista; a inteligência coloca-se na rectaguarda para ver.”
Bertrand Russel
Sendo um homem que aponta para soluções, de vez em quando não resisto a deitar uma vista de olhos às vozes críticas que reflectem o estado da sociedade. Desta vez fui ver um texto do colunista Georg Diez que escreve em SPIEGEL ONLINE. Da coluna semanal do Sr. Diez que sendo acerba e acerta mesmo no ponto, além da introdução, traduzi o primeiro parágrafo – e chega, está tudo dito.
Quanto à citação de Bertrand Russel, uma pequena observação: estando a estupidez e a inteligência interligadas pela unidade polar que deve ser vencida para gerar progresso, os homens capazes de compreender este princípio devem recorrer ao supremo bem imaterial que possuem – a estratégia! E neste contexto a primeira pergunta deve ser sempre: se as coisas estão mal, deve existir uma desarmonia na sociedade que resulta de necessidades mal ou não preenchidas do nosso respectivo grupo-alvo. E o que é que eu, a minha empresa ou o meu país podemos fazer para preencher estas necessidades e restabelecer, assim, a harmonia?
Se portanto a Sra. Merkel continua a afirmar que não existe alternativa à política dela, tem a visão toldada. Existe sempre uma alternativa e nunca apenas uma escolha entre a peste ou a cólera. Bom, já compreenderam – New Deal!
SPIEGEL ONLINE, 16.12.2011
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S.P.O.N. – O crítico: festivais do ridículo
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Os poderosos e o seu medo do poder dos outros: quando, tal como Angela Merkel, nos rodeamos apenas de yes-men, não é de admirar que a crise económica vire uma crise política. Uma vista de olhos para um sistema que se decompõe a si mesmo
O artigo completo em alemão em:
http://www.spiegel.de/kultur/gesellschaft/0,1518,804012,00.html
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“(...) Já não saímos da perplexidade. É um vibrar na cabeça, um formigueiro nas pernas, uma admiração sobre a forma nua e brutal em que tudo se nos apresenta, a mediocridade daquela gente, a pequenez das suas ideias, a estupidez dos seus actos. Mas niguém percebe isto? Depois, todos o sabem, depois é história, depois o mau fim é conhecido (...)”
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