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A economia está a aguentar-se muito melhor do que o expectável. Caíu forte no último trimestre de 2011 mas no 1º trimestre de 2012 melhorou bastante embora em terreno negativo. A variação dos stocks no último trimestre de 2011 e a contração da procura interna estabilizaram em 2012 e a explicação estará aí. O comportamento muito positivo das exportações explica o resto : A quebra menos acentuada da economia portuguesa no primeiro trimestre do ano surpreendeu os economistas, que apontam para a possibilidade de a recessão em 2012 ser menos forte do que o esperado.
"É surpreendente, a queda em cadeia foi muito inferior ao esperado. Para o conjunto do ano, a contracção poderá ser menor do que a antecipada pela generalidade das instituições internacionais e situar-se em redor dos 3 % estimados pelo Governo", afirmou Paula Carvalho, economista do BPI, em declarações à Reuters.
O PIB português terá caído 0,1% nos três primeiros meses de 2012 face ao trimestre anterior e 2,2% por comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o que traduz uma desaceleração significativa do ritmo de degradação das condições económicas, de acordo com a estimativa rápida do INE.
A economista do BPI lembra que houve um contributo muito negativo de variação de “stocks” no último trimestre de 2011, que poderá ter sido revertido nos primeiros três meses de 2012.
Já Rui Constantino, do Santander, assinala que “houve um ajustamento bastante forte das despesas das famílias no quarto trimestre de 2011, em antecipação às medidas de austeridade que foram aplicadas, e que começa a encontrar um patamar de estabilização".
Destacando que os números hoje divulgados pelo INE são “melhores que o esperado”, Constantino refere, também em declarações citadas pela Reuters, que “por outro lado, as exportações continuam a crescer, com as empresas a realizarem um esforço para se encontrarem novos mercados e ganharem competitividade".
Filipe Garcia, da IMF, também destaca que "o motor de crescimento da economia - e que justificará estes resultados - continua a ser a procura externa líquida, que tem tido uma evolução muito satisfatória”.

A economia não é uma ciência exacta mas também não é "uma roleta russa"! Já há algum tempo que apontava para esta possibilidade de o comportamento da economia ser muito melhor do que o esperado .

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publicado às 15:30

Há 6 mil milhões de euros disponíveis ( se assim o entender o governo) para que as empresas (PMEs) se financiem e retomem a actividade. Há PME a morrer com excelentes carteiras de encomendas (Presidente da CIP - Expresso). A banca deixou de ser parceira na gestão da tesouraria, o IVA é pago antes de ser recebido, os prazos de pagamento não são respeitados, a justiça não funciona para garantir uma cobrança mais rápida...

Se a quota de Portugal no mercado mundial crescer uma décima, as exportações cresceriam 6% ao ano e o PIB cresceria perto de 3% ao ano. Estados Unidos, China, Indonésia, Singapura, Malásia, Índia, México, Rússia e Brasil representam 60% do potencial de compra mundial mas as nossas exportações para estes países são quase incipientes. Um problema é a competitividade das nossas empresas! Outro é a atração do investimento. Outro é a Justiça económica ( entre nós um processo de primeira instância demora em média 980 dias, na República Checa, é 140 dias). A falta de adaptabilidade da mão de obra que necessita da implementação do banco de horas para se adaptar à sazonalidade. Os elevados custos da energia.

Que andaram a fazer os governos desde há 40 anos?

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publicado às 12:00


Os subsídios são para irem à vida para sempre

por Luis Moreira, em 04.04.12

A ideia é colocar o nível salarial da função pública e pensionistas igual ao dos privados. Como a massa salarial na função pública representa 75% da despesa só aí se consegue uma significativa contenção. Para já para 2012/2014, depois mais dois anos e a meta pretendida está ao alcance.

Há vários sinais. Desde logo António Borges com aquela exclamação entusiástica que os salários estavam a baixar drasticamente sem oposição significativa. Depois as declarações de membros da UE que vão ajeitando a opinião pública. E, mais importante, ao fim de quatro anos temos os 30% de redução de salários que foi sempre o considerado necessário para que a economia ganhasse competitividade.

Nunca tive dúvidas que era este o resultado pretendido.

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publicado às 15:00

Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego : Embora a análise se faça nas medidas que de alguma forma afectam os trabalhadores, a verdade é que o Compromisso abarca muitos mais temas que pode consultar seguindo o link.

1 - ìndice

2- Introdução

3-Políticas Económicas

4-Políticas activas de Emprego e Formação Profissional

5- Legislação Laboral, Subsídio de Desemprego e Relações de Trabalho

Assim ao correr da pena: internacionalização da economia, QREN, PRODER, POVT, PROMar, Empreendorismo e Inovação, Financiamento das Empresas, PME Crescimento, PME Investimento, Financiamento à Agricultura e Pescas, Seguro de Crédito à Exportação, Sistema de Gestão de Risco,...Reforma da Administração Pública, Funções do Estado, Gestão dos Recursos Humanos do Estado, Reforma da Justiça, Sector Empresarial do Estado, IVA Caixa, Reabilitação Urbana...

Trata-se de um Documento de Estratégia Governamental que todos nós e a Comunicação Social em particular reduz às férias, feriados e pontes.

A abrangência do documento justifica a participação e o acordo da UGT e é , claramente, um compromisso que a não ser aprovado colocaria o país numa situação ingovernável. Acresce que muitas destas medidas foram acomodadas no acordo da TROIKA e mal se perceberia se o PS e a sua mais próxima central sindical não aprovassem tal documento.

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publicado às 20:00


A CGTP tem razão diz Constança Cunha e Sá

por Luis Moreira, em 17.01.12

Tenho que dar razão à CGTP. "«O que acontece é que de facto é que não tendo Portugal possibilidade de diminuir e desvalorizar a moeda, o que está a acontecer é que estamos a desvalorizar o valor do trabalho. Agora, o problema é que isso é muito feito muito à conta dos trabalhadores e eu aí, tenho de dar razão à CGTP porque é muito feito à conta dos trabalhadores, seja funcionários públicos, seja por trabalhadores à conta de outrem», disse.

É um facto, embora as medidas em si sejam razoáveis e fundamentais para assegurar níveis de competitividade que possam sustentar um bom nível de vida, mas é verdade que quem está a suportar o grosso da austeridade é a classe média e os trabalhadores. Também gostaria de ver uma contribuição mais activa e visivel das empresas e do Estado.

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publicado às 16:00


Quando a realidade nega a teoria...

por Francisco Clamote, em 22.12.11
...manda o simples bom senso que se abandone a teoria.
Se, como afirma a OCDE, "ao longo de 2011, o custo do trabalho sofreu sucessivas quedas, mas a produtividade caiu ainda mais, fazendo de Portugal o país da OCDE onde mais se deteriorou um dos indicadores-chave da competitividade", então parece óbvio que a receita que o governo passista se propõe aplicar, com mais reduções no valor dos salários, não vai contribuir para aumentar a produtividade. Logo, o melhor seria não seguir essa via.
Não será assim, Álvaro?

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publicado às 00:25


Lá se vai mais uma "verdade revelada"

por Francisco Clamote, em 06.12.11
Depois do abandono da TSU, como factor nec plus ultra para aumentar a competitividade da economia portuguesa, o (des)governo passista lá terá que abandonar mais uma das suas "verdades reveladas". Afinal, para os potenciais investidores em Portugal, a revisão das leis laborais não faz parte das prioridades para tornar o País mais atractivo.
Para os investidores, as prioridades centram-se na necessidade de suavizar as obrigações legais e fiscais das empresas, na promoção da inovação e na melhoria do sistema judicial."
Ó Coelho, estás a ouvir, ou precisas que os investidores te façam um desenho?

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publicado às 15:12


Competitividade

por Luis Moreira, em 02.12.11

 

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publicado às 10:00


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